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sábado, 13 de junho de 2026

Revelação da Real Condição dos Humanos na Terra - Feita pelos Aliens que Contataram os Governos?

Você Sabe o que é a “Iniciação o 'Salto'? - Iniciação de Poder!

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A vida base carbono foi criada por inteligências antigas, e então implantada na Terra, que ainda é um laboratório dessa nova tecnologia até os dias de hoje


Em teoria, os extraterrestres que mantém contato com os maiores governos das potências mais poderosas do mundo, estão corroborando com o que já é comentado pelos iniciados do 'Salto' há décadas, desde antes de 2006 - Assista:

Eu já falo isso desde 2006, pois é o que aparece nas memórias ativadas pelo Método o “Salto”

Eu (Bruno GM, ministrador do 'Salto') já digo isso desde 2006!

E o que é revelado? - Transcrição: 

“O Governo americano está prestes a liberar uma informação, de que eles receberam dos alienígenas, é que deus não existe, a bíblia é mentira, Jesus é mentira, e que na verdade, esses deuses do passado, são os alienígenas que visitaram a Terra, e foram eles que criaram a humanidade, e não Deus”.

Pessoa pelo WhatsApp: 

Os caras da Série Alienígenas do Passado no History Channel chegaram em uma conclusão em um dos seus vídeos sobre os Deuses da Mitologia Celta os 'Tuatha de Danann' que eles poderiam ser um Panteão ou Unidade daquela Raça Poderosa Híbrida Homen-Pássaro que foi para a Irlanda, os Anunnakis da história suméria.

Eu acho que algo grande vai acontecer em breve, eu fico me perguntando, se algum Quadrante de Civilização Extraterrestre 👽 que vai ser o primeiro a entrar em um contato público não seria benéfico para nós? Por dar a fim a está cegueira das Religiões e iniciar um despertamento para algo mais profundo neste Planeta?

O Império da Escravidão não está sendo obrigado a ceder algumas de suas Fazendas Laboratórios por outra força Poderosa?

Essa Revelação caso aconteça vai contra tudo que o Império determinou em sua agenda aos prisioneiros desta prisão, acho que essa Força Hostil está sendo colocada em cheque e está sendo obrigada a ceder alguns planetas prisões, prisioneiros e Territórios que não eram deles.

Posso está errado mas se fosse por vontade do Império acho que seria impossível isso está acontecendo. Provavelmente o Império está tomando muita porrada no universo e sendo obrigado a abrir mão de coisas que conquistou ou Uma Força de Apaziguamento que atua nesse e em outros Universos que está acima do Império e da A Grande Liga das Galáxias está obrigando ele ceder algo.

Resposta BrunoGM: Viu... os prisioneiros saber que são prisioneiros, muda alguma coisa?

Pessoa pelo WhatsApp: 

Sim, assisti esse episódio, no caso se prisioneiros souberem que eles são prisioneiros e servem como matéria prima para extrair energia pode abrir uma margem em massa da população em querer buscar a verdade e talvez sair daqui, mas acredito que não seria 30% da população mundial.

Eu posso ser um pouco duro mas tem umas almas que não mereciam se quer viver entre pessoas civilizada ou Pacíficas e se comportam piores do que animais.

Resposta BrunoGM: 

O fato dos prisioneiros saber que são prisioneiros não muda quase nada, apenas ficarão cientes do que realmente ocorre, mas não podem fazer muito quanto a isso, apenas vão deixar de estar mergulhados em FakeNews das religiões e seitas, e só... o sofrimento vai continuar. 

Então de uma prisão/campo de concentração onde as pessoas parecem mais como os internos de um hospício, onde são constantemente sedados por remédios pesados, e não estão conscientes. A Terra vai se tornar uma prisão mais padrão, onde naturalmente os prisioneiros sabe o que está realmente acontecendo, estão conscientes da sua condição, mas de qualquer modo não podem fazer quase nada para sair.

Comentário no Youtube:

O DNA da vida base carbono foi criado por civilizações extraterrestres muito antigas, cuja base dos corpos é de outro tipo. A Terra é laboratório desse experimento que ainda está em andamento

@TheuSpeed - Discordo! O ser humano sapiens na verdade foi transformado, no ser consciente que ele é hoje, por intermédio da ação dos Antigos Astronautas, antes disso era, só mais um animalzinho de teta, sem o privilégio de um intelecto que o permita experimentar a vida com Propósito.

Aliás já assisti toda sua Playlist do Rabiscador Demente, e só de ver que você teve a coragem de manchar teu canal com o escravo dogmático do Eberlin, ficou nítido que não tinha crédito e que na verdade um pouquinho de evasão da realidade do mundo real até você faz.

Mas aqui fica uma pergunta pra reflexão: o Design por acaso gosta de ficar se escondendo ou ele de propósito gosta de enganar os outros, ao embutir no nosso corpo ERVs de outras espécies, para que nós detectamos uma linhagem de um ancestral comum que seriam os primatas? 

Se a resposta for idiotisse do tipo, “O design quis, que fosse assim”, saiba que teu criacionismo impostor e ordinário, saiba que as vacinas, remédios e curas que a medicina hoje estão todas conectadas a teoria da evolução, diferente dessa teoria lixo que só serve pra agradar quem, já acreditava em um design. Ou seja, se essa teoria for verdade, é uma verdade inútil que não ajuda ninguém e se for mentira é pior ainda!

Resposta BrunoGM:

Você leu pelo menos 1 livro sobre o Design Inteligente? A Caixa Preta de Darwin de Michael J. Behe, ou Livro Assinatura na Célula de Stephen C. Meyer? 

A vida biológica, base carbono, é uma invenção de antigas civilizações do universo, que resolveram criar corpos físicos usando esse material. Essas antigas civilizações não eram de base carbono, mas sim quartzo, ou gás de estrelas, ou de planetas gasosos, coisas assim, toda a vida base carbono foi inventada, projetada e posteriormente implantada na Terra. 

E se esse fato ofende a sua religião, sinto muito... vai ter de dormir com mais essa.


Trechos:

- Michael J. Behe, PhD, cientista, biólogo com especialização em bioquímica e mecânica celular, PhD professor e pesquisador de universidade norte americana, autor de vários livros, dentre eles: “Darwins Black Box Biochemical Challenge” (A Caixa Preta de Darwin - O desafio da bioquímica à teoria da evolução) um verdadeiro cientista e revolucionário, um visionário brilhante! Defensor da verdade cientifica.

A Caixa Preta de Darwin, livro que prova que a teoria da evolução é pura PseudoCiência, a Teoria da Evolução é uma religião, e é baseada em fraudes grosseiras. Michael J. Behe que teve coragem de apontar o dedo na cara dos evolucionistas e lis dizer que sua amada teoria (base da Fé Materialista/Ateu) não passa de fantasia. 

A Teoria da Evolução não tem nada de cientifica, na verdade ela é PseudoCiencia da grossa, a pior de todas, pois na verdade se trata de religião travestida de ciência. A Teoria da Evolução é apresentada nas escolas e universidades como “ciência” algo “comprovado”, não há debate, nem espaço para contra argumentos, nenhum ponto de vista diferente é apresentado, é apresentada apenas a versão que querem que todos acreditem, sem contra argumentos, sem contestação, ou espaço para dúvida, e isso é religião, não ciência.

Porém para aqueles que resolvem ir buscar mais informações fica claro que a omissão é criminosa, na verdade a Teoria da Evolução é uma religião, não se trata de ciência, se trata de conto de fadas para fazer adulto dormir. 

A Teoria Evolutiva é tão, ou mais, fantasiosa que a religião cristã, mas com um agravante, é passada a frente como se fosse “verdade cientifica” e pior, dentro de escolas e universidades.


- Stephen C. Meyer é um cientista Norte Americano com PhD especialista na molécula do DNA, ele escreveu um livro de mais de 600 páginas onde explica por “A” mais “B” que a Teoria da Evolução de Charles Darwin está provada falsa pela ciência honesta e lúcida. 

Sendo o cientista de VERDADE que é, foi seguindo o método cientifico à risca, tentando entender o que de fato ocorre aqui nesse planeta. Ele tentava entender como a vida veio surgir e se desenvolver na Terra, e ao fazer isso descobriu a verdade, a evolução simplesmente não acontece!

Toda a vida é produto de design inteligente, isto é, foi criada por alguma inteligência, (uma, ou várias) inteligências essas igual ou superiores a inteligência humana. Ele se tornou um defensor do Teoria do Design Inteligente.

Mas quem é essa(s) inteligência(s)? De onde elas vieram? E por que fizeram isso? Bem... essas são questões muito profundas, grandes e importantes demais, e os proponentes da teoria do design inteligente argumenta que é preciso a união de toda a classe cientifica para serem respondidas. 

O design inteligente resume a sua missão a apenas classificar e separar o que seja produto de Design do que é produto de meras coincidências. Se toda a classe cientifica, de todas as áreas do conhecimento se unirem nessa busca por respostas a volta do ID (Intelligent Design) então poderemos saber quem são, de onde vieram e por que implantaram a vida aqui nesse planeta. 

Mas enquanto a guerra entre proponentes do Design e os defensores da fracassada evolução prosseguir, nada será feito... é preciso que a Teoria da Evolução seja descartada de vez para assim a ciência se concentrar no que realmente importa, desvendar os mistérios de como a vida surgiu, se desenvolveu, e quem foram os implementadores dela aqui na Terra.


- A Caixa Preta de Darwin: o Desafio da Química à Teoria da Eevolução, por Michael J. Behe, PhD.

- O Livro Signature in the Cell, DNA and the Evidence for Intelligent Design, de Stephen C. Meyer - Compre pela Amazon em inglês.

- A dúvida de Darwin: A Origem Explosiva da Vida Animal e a Ideia do Design Inteligente, por Stephen C. Meyer, com 791 páginas!

Terra Planeta Prisão de Almas


PDF: https://pt.scribd.com/document/1052275467/A-Revelacao-Da-Real-Condicao-Dos-Humanos-Na-Terra-Feita-Pelos-Aliens-Que-Contataram-Os-Governos

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

Homem, conheça-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo” (Os Sete Sábios - Oráculo de Delfos)


Tags: filme dia D, Disclosure Day, Steven Spielberg, Emily Blunt, Josh O'Connor, Colin Firth, Eve Hewson e Colman Domingo, arquivos governamentais sobre óvnis, ufo, óvni, pentágono, EUA,

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Astronauta de Solway - Em Carlisle na Inglaterra - Estuário de Solway e o Programa de Misseis da Grã-Bretanha

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Astronauta de Solway, Elizabeth Dobson, Elizabeth Templeton, Solway Firth Spaceman
Elizabeth Dobson Templeton com 5 anos, atrás dela aparece o extraterrestre tipo humano, usando traje espacial mais sofisticado que os dos astronautas que pisaram na lua


Astronauta de Solway, Elizabeth Dobson, Elizabeth Templeton, Solway Firth Spaceman
Elizabeth Dobson Templeton e seu pai Jim Templeton, que tirou a foto, ele programou a máquina para tirar 3 fotos seqüenciais, para evitar o problema da pessoa piscar e sair com os olhos fechados. Então são três fotos tiradas com milésimos de segundos de diferença cada, e na do meio, e apenas essa, o extraterrestre aparece!

Em 23 de Maio de 1964, Jim Templeton, (bombeiro, fotógrafo e historiador local) levou sua filha, Elizabeth Dobson Templeton de 5 anos para um passeio em Burgh Marsh, nos arredores de Carlisle. 

Ele tirou três fotos sequenciais, e segundo Jim Templeton a área estava praticamente deserta, exceto por duas senhoras idosas sentadas em um carro distante.

Dias depois, ao buscar as fotos reveladas na loja, o dono do laboratório de revelação mencionou que um homem havia aparecido no fundo de uma das imagens, atrapalhando a foto da menina. 

Para o espanto de Jim Templeton a figura parecia um astronauta usando um traje branco e um capacete escuro.

Ele garantiu que não havia mais ninguém no local e a imagem se tornou um fenômeno mundial, gerando debates ufológicos por décadas, e continua, até os dias de hoje (2026).

Em uma carta ao Daily Mail em 2002, Jim Templeton afirmou: “Tirei três fotos da minha filha Elizabeth em uma pose semelhante - e fiquei chocado quando a foto do meio voltou da Kodak mostrando o que parece ser um astronauta ao fundo”.

Jim Templeton insiste que não viu a figura até depois que suas fotografias foram reveladas. E analistas da Kodak confirmaram que a fotografia é genuína, e não foi de forma alguma adulterada.

Elizabeth Dobson Templeton já adulta, refazendo a foto de 1964, e Jim Templeton, seu pai, junto dela

Três Fotos seqüenciais, e apenas na do meio o Extraterrestre aparece

O Firth Spaceman Solway:

No caso do Astronauta de Solway (Carlisle, Inglaterra, Estuário de Solway) conhecido também como “Firth Spaceman”, um senhor fotografava a sua filha, e em uma das fotos apareceu de costas um ser usando roupa espacial e capacete.

Mais tarde dois desses seres vestidos iguais invadem o centro de desenvolvimentos de foguetes da Inglaterra que ficava (ou fica ainda) na Austrália em Woomera, e atrapalham o primeiro lançamento experimental do Blue Streak o primeiro míssil intercontinental desenvolvido pelos ingleses.

Acontece que a base onde o foguete foi desenvolvido e montado, é a base Spadeadam na Inglaterra, que fica a menos de 50 quilômetros do Estuário de Solway onde a fotografia foi tirada.

O senhor que tirou a foto diz que não viu ninguém lá, só foi perceber o astronauta quando revelou as fotos. Ele ainda por cima foi visitado por homens de preto que queriam mais detalhes do caso, e inclusive foram agressivos com ele.

Então é fácil de concluir o que tá acontecendo, essas diversas civilizações tem acesso a alguma tecnologia de camuflagem, mas essa camuflagem as vezes falha quando é usado máquina fotográfica.

Talvez ocorre pequenas falhas de segundos, ou melhor, milésimos de segundo, mas a máquina fotográfica é capaz de captar, pois tirou três fotos sequenciais.

Foi o que aconteceu no caso do Firth Spaceman, pois Jim Templeton tinha programado sua câmera para tirar 3 fotos sequenciais, pois isso resolve o problema da pessoa sair com os olhos fechados, pois se piscar, pelo menos uma foto pode ser aproveitada.

Das três fotos que tirou da filha Elizabeth Dobson Templeton em apenas uma o astronauta apareceu, a do meio. A camuflagem do ser deve ter falhado por milésimos de segundo, o suficiente para a imagem dele ser captada.

Jim Templeton afirmou:

“Levei a foto à polícia em Carlisle que, após muitas dúvidas, a examinou e afirmou que não havia nada de suspeito nela. O jornal local, o Cumberland News, publicou a história e, em poucas horas, ela já havia se espalhado pelo mundo todo.

A foto certamente não é uma falsificação, e estou tão perplexo quanto qualquer outra pessoa sobre como essa figura apareceu ao fundo.

Ao longo das quatro décadas em que a foto esteve em domínio público, recebi milhares de cartas de todo o mundo com várias ideias ou possibilidades - a maioria das quais não faz muito sentido para mim.

Jim Templeton disse que, após a publicação da fotografia, foi visitado por dois homens usando ternos pretos, que afirmaram ser do governo mas se recusaram a mostrar a identificação.

Os homens disseram que trabalhavam para o governo, e só se identificavam por um número. Depois de levar os homens ao local onde as fotos foram tiradas, Jim Templeton disse que, quando explicou que não tinha visto uma segunda figura no local, os homens ficaram zangados, o ameaçaram, queriam saber do “segundo astronauta”.

Ele bateu boca com eles, e finalmente, vendo que de fato Jim Templeton não sabia sobre um “segundo astronauta”, foram embora, deixando-o na rua, a pé, para caminhar até de volta para casa.

Em uma entrevista ao programa Look North da BBC, e em uma carta ao Daily Mail, Jim Templeton também disse que um lançamento de míssil Blue Streak no Campo de Testes de Woomera, no sul da Austrália, foi abortado porque as figuras de dois homens grandes foram vistas no campo de testes.

Ele alegou que técnicos viram posteriormente sua fotografia em um jornal australiano e constataram que as figuras eram exatamente parecidas.

Os Homens de Preto clique na imagem:

Programa Espacial Inglês - Misseis intercontinentais para uso de Armas Nucleares


O arsenal nuclear britânico do pós-guerra baseava-se inicialmente em bombas de queda livre lançadas pela força de bombardeiros da classe V. Logo ficou claro que, para a Grã-Bretanha ter uma dissuasão nuclear credível, um míssil balístico era essencial. 

Havia uma necessidade política de dissuasão independente, para que a Grã-Bretanha pudesse manter-se uma grande potência mundial. A Grã-Bretanha não podia comprar armas americanas em grande quantidade devido às restrições da Lei de Energia Atômica de 1946.

Blue Streak foi um míssil balístico britânico desenvolvido na década de 1950. Após seu cancelamento militar, serviu como primeiro estágio para o foguete espacial europeu Europa. Entre 1964 e 1965, ele foi testado com sucesso em 11 lançamentos no Campo de Testes de Woomera, na Austrália.

O vasto deserto do RAAF Woomera Range Complex, na Austrália, foi escolhido como base de testes devido à sua localização remota e segura. Os lançamentos ocorreram entre 1964 e 1965.

O Reino Unido reaproveitou a tecnologia como o primeiro estágio do foguete lançador Europa, através da Organização Europeia para o Desenvolvimento de Lançadores (ELDO). O Blue Streak foi cancelado sem entrar em produção em larga escala.

O Blue Streak da de Havilland Propellers foi um míssil balístico de alcance intermediário (IRBM) britânico e, posteriormente, o primeiro estágio do veículo de lançamento do satélite Europa.

O projeto tinha como objetivo manter uma dissuasão nuclear britânica independente, substituindo a frota de bombardeiros V, que se tornaria obsoleta em 1965. 

Os requisitos operacionais para o míssil foram definidos em 1955 e o projeto foi concluído em 1957. Durante o desenvolvimento, tornou-se evidente que o sistema de mísseis era muito caro e vulnerável a um ataque surpresa. O projeto do míssil foi cancelado em 1960, sendo o Skybolt, liderado pelos EUA , o substituto preferido.

Blue Streak míssil balístico britânico que foi sabotado pelos Astronautas de Solway

Durante as décadas de 1960 e 1970, vários esforços foram feitos para desenvolver uma capacidade britânica de lançamento de satélites. Um foguete britânico chamado Black Arrow colocou um único satélite britânico, o Prospero, em órbita a partir de um local de lançamento na Austrália em 1971.

O Prospero continua sendo o único satélite britânico a ser colocado em órbita usando um veículo 100% britânico.

Black Arrow, oficialmente escrito com inicial maiúscula BLACK ARROW, foi um sistema de lançamento de satélite descartável britânico.

O Black Arrow teve origem em estudos do Royal Aircraft Establishment para foguetes lançadores baseados no foguete Black Knight anterior.

O projeto foi autorizado pelo governo britânico no final de 1964. O desenvolvimento do Black Arrow foi realizado em grande parte pela principal contratada, a empresa aeroespacial britânica Saunders-Roe, e posteriormente assumido pela Westland Aircraft como resultado de uma fusão.

Os motores do primeiro e do segundo estágios foram produzidos pela Bristol Siddeley em sua fábrica em Ansty, Warwickshire.

A montagem do primeiro e do segundo estágios foi realizada em East Cowes, na Ilha de Wight. Após a fabricação, cada veículo Black Arrow era transportado por navio para a Austrália antes de ser lançado do complexo de testes de lançamento da RAAF em Woomera.

O Black Arrow era um foguete de três estágios, movido a parafina RP-1 (querosene) e peróxido de hidrogênio de alta concentração (85% de peróxido de hidrogênio + 15% de água).

Enquanto os dois primeiros estágios apresentavam vetorização de empuxo para fornecer controle de atitude, o terceiro estágio não possuía um sistema de controle de atitude e, em vez disso, dependia da estabilização por rotação juntamente com um sistema de controle de reação.

O primeiro estágio foi projetado para ser compatível com o Blue Streak, bem como intercambiável com o Coralie.

Além disso, vários derivados do Black Arrow foram propostos para fornecer maior capacidade de carga útil.

Um total de quatro lançamentos do Black Arrow foram realizados entre 1969 e 1971, sendo os dois primeiros voos de demonstração para comprovar as capacidades do lançador.

Embora o primeiro e o terceiro voos tenham sido fracassos, o segundo e o quarto foram bem-sucedidos. O voo final do Black Arrow colocou o satélite Prospero em órbita baixa da Terra, tornando-se o primeiro e único lançamento orbital bem-sucedido realizado pelo Reino Unido.

Autoridades britânicas decidiram descontinuar o programa em favor do uso de foguetes Scout americanos, já que o Ministério da Defesa calculou que essa opção era mais barata do que continuar com o Black Arrow.

O último Black Arrow a ser concluído, que nunca voou, foi preservado intacto no Museu da Ciência de Londres, juntamente com o foguete sobressalente para o satélite Prospero.

A maior parte da tecnologia e dos sistemas usados ​​no Black Arrow já havia sido desenvolvida ou comprovada em voo no foguete Black Knight ou no míssil Blue Steel.

O Black Arrow foi projetado para reutilizar o máximo possível de tecnologia dos programas anteriores, a fim de reduzir custos e simplificar o processo de desenvolvimento.

Muitos membros seniores da equipe do programa Black Knight foram transferidos diretamente para o Black Arrow, incluindo o Cientista Chefe de Mísseis, Roy Dommett, o Engenheiro Chefe de Projeto, Ray Wheeler, e o Engenheiro Chefe Adjunto, John Underwood.

Apesar desse esforço, o programa encontrou mais dificuldades e custos maiores do que o previsto inicialmente.

Esse resultado se deveu, em grande parte, ao orçamento austero de £ 3 milhões por ano.

O nome Black Arrow surgiu da política do Ministério do Abastecimento de atribuir designações compostas por uma cor e um substantivo, conhecidas extraoficialmente como Códigos Arco-Íris , a programas de pesquisa conduzidos pelas Forças Armadas.

Apesar dessa convenção de nomenclatura, o programa era oficialmente um empreendimento civil.

Quatro foguetes Black Arrow foram lançados entre 1969 e 1971. Os dois primeiros lançamentos foram voos de demonstração, com terceiros estágios de navios de guerra e uma carga útil padrão.

No voo inaugural, uma falha elétrica fez com que um par de câmaras de combustão do primeiro estágio girasse para frente e para trás.

Antes de deixar a plataforma de lançamento, o foguete estava rolando erraticamente e, cerca de um minuto depois, começou a se desintegrar.

Após a falha do motor do primeiro estágio e o início da queda do foguete de volta à Terra, ele foi destruído pelo sistema de segurança de alcance.

Essa falha inicial foi um golpe considerável para o programa, principalmente porque não havia reservas financeiras suficientes para acomodar um segundo lançamento malsucedido. O segundo veículo Black Arrow foi devolvido à Grã-Bretanha para inspeção e reparos antes do próximo lançamento.

O segundo lançamento, realizado em 4 de março de 1970, foi totalmente bem-sucedido.

Em 02 de setembro de 1970, ocorreu o terceiro lançamento do Black Arrow; foi o primeiro lançamento completo, bem como a primeira tentativa britânica de lançar um satélite.

Este lançamento falhou devido a um vazamento no sistema de pressurização do oxidante do segundo estágio, o que causou seu desligamento prematuro.

O terceiro estágio foi acionado, mas o foguete não atingiu a órbita e reentrou na atmosfera sobre o Golfo de Carpentaria.

Uma extensa revisão do programa foi realizada após o terceiro lançamento, que determinou que o projeto do Black Arrow não apresentava falhas fundamentais e que apenas pequenas modificações eram necessárias.

O quarto lançamento, realizado em 28 de outubro de 1971, colocou com sucesso em órbita o satélite Prospero (antes da missão R2, chamava-se Puck), tornando o Reino Unido a sexta nação a colocar um satélite em órbita por meio de um foguete lançador desenvolvido internamente.

O satélite, também conhecido como X-3, recebeu o nome de Prospero em homenagem ao personagem Próspero da peça A Tempestade, de Shakespeare.

Todos os quatro lançamentos foram realizados a partir da área de lançamento 5B no complexo de testes de Woomera da RAAF na Austrália, que anteriormente havia sido usado como local de teste para o foguete Black Knight.

Durante o programa de desenvolvimento, locais de lançamento em Barbados, Uist e Norfolk também foram considerados. Os locais de lançamento em Uist e Norfolk foram rejeitados porque o primeiro era muito remoto, enquanto havia o risco de um foguete lançado do último deixar cair estágios usados ​​em uma plataforma de petróleo no Mar do Norte.

O Ministro de Estado do Comércio e da Indústria, Frederick Corfield, anunciou o cancelamento do projeto Black Arrow na Câmara dos Comuns em 29 de julho de 1971.

A Grã-Bretanha concentraria, em vez disso, suas atividades espaciais na construção de satélites e dependeria de veículos de lançamento estrangeiros. Como o foguete R3 já havia sido enviado para o local de lançamento, com o segundo estágio chegando três dias antes, foi dada permissão para que fosse lançado.

O programa foi cancelado por razões econômicas, já que o Ministério da Defesa decidiu que seria mais barato usar o foguete americano Scout, que tinha capacidade de carga útil semelhante, para lançamentos futuros.

Antes do cancelamento do Black Arrow, a NASA ofereceu-se para lançar cargas úteis britânicas gratuitamente; no entanto, esta oferta foi retirada após a decisão de cancelar o Black Arrow.

As instalações de lançamento em Woomera foram demolidas dentro de um ano após o último voo, e metade dos engenheiros que trabalharam no programa foram dispensados.

O satélite X-4, que havia sido programado para lançamento pelo Black Arrow R4, foi finalmente lançado em 9 de março de 1974, por um foguete American Scout D-1, partindo do Complexo de Lançamento Espacial 5 na Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia.

Em 2024, o Reino Unido era o único país que havia desenvolvido e, posteriormente, abandonado uma capacidade de lançamento de satélites.

Todos os outros países que desenvolveram tal capacidade a mantiveram, seja por meio de seu próprio programa espacial ou, no caso da França, por meio de seu envolvimento no programa Ariane.

No entanto, um segundo veículo de lançamento britânico, o Skyrora, está atualmente em desenvolvimento.

O primeiro programa espacial britânico oficial começou em 1952. Em 1959, teve início o primeiro programa de satélites, com a série Ariel de satélites britânicos, construídos nos Estados Unidos e no Reino Unido e lançados por foguetes americanos.

O primeiro satélite britânico, o Ariel 1, foi lançado em 1962. O programa espacial britânico sempre enfatizou a pesquisa espacial não tripulada e iniciativas comerciais.

Nunca foi política do governo criar um corpo de astronautas britânicos. O governo britânico não forneceu financiamento para a Estação Espacial Internacional até 2011.

Mistérios Fantásticos!


Fontes:

https://www.thespacereview.com/article/4893/1

https://www.spacecentre.co.uk/collections/categories/rockets/blue-streak/

https://en.wikipedia.org/wiki/Solway_Firth_Spaceman

https://en.wikipedia.org/wiki/Black_Arrow

https://en.wikipedia.org/wiki/British_space_programme

https://en.wikipedia.org/wiki/Men_in_black

https://en.wikipedia.org/wiki/Blue_Streak_(missile)

https://www.aspistrategist.org.au/started-australias-early-days-space-woomera/

PDF: https://pt.scribd.com/document/1044641809/Astronauta-de-Solway-Em-Carlisle-Na-Inglaterra-Estuario-de-Solway-e-o-Programa-de-Misseis-Da-Gra-Bretanha


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sábado, 7 de setembro de 2024

Artefato Alienígena Autêntico - Peça de Disco Voador Analisada pela Ciência - Composição Desconhecida - Nano Tecnologia - UFO de Los Álamos Nuevo México nos EUA

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Artefato Extraterrestre Autêntico, comprovado cientificamente, ficou 70 anos escondido

Os Óvnis de Los Álamos - Por Jaime Maussan 

(CLIQUE AQUI) - PlayListe: (CLIQUE AQUI)
Jaime Maussan Repórter investigativo do México teve coragem de divulgar o caso mundialmente, antes dele o caso de San Antonio estava sendo completamente ignorado
Jaime Maussan Repórter investigativo do México teve coragem de divulgar o caso mundialmente, antes dele o caso de San Antonio estava sendo completamente ignorado

- O caso Roswell antes de Roswell: Acredite se Puder... dois meninos, (um de 7 anos e outro de 9 anos) conseguiram uma autêntica peça de disco voador, o artefato físico se trata de uma manivela que estava dentro da nave extraterrestre.

Ao ser analisada em laboratório a peça realmente apresentou características que prova que de fato não foi feita na Terra, pois nem hoje em dia teríamos tecnologia para produzir tal tecnologia, imagine então isso em 1945.

A história parece insana, mas há provas físicas! Além da manivela eles também conseguiram um pedaço de metal que deve ser da estrutura externa da Nave que se espalhou por todo o local na queda, e essa peça ficou presa dentro de um cacto por 10 anos.

Ambas as peças foram analisadas em laboratório e a manivela é feita de algo que se assemelha ao duralumínio, e o pedaço externo da nave é um metal desconhecido, altamente resistente ao calor.

Essa nave Espacial caiu próximo, muito próximo, onde foi testado a primeira bomba atômica da história a “Trinity” detonada em 16 de Julho de 1945 ás 05:30hs no campo de bombardeio de Alamogordo, conhecido como “Jornada del Muerto”, a aproximadamente 96 quilômetros ao norte do Parque Nacional de White Sands, no estado do Novo México (EUA).

Esses dois meninos são moradores do local, e inclusive foram testemunhas da primeira explosão atômica a ponto de sentirem o ar quente causado pela explosão, e a mãe de Jose Padilla (menino de 9 anos) ficou cega de um olho por causa da explosão nuclear, mesmo estando a mais de 30 quilômetros de distância do epicentro.

Essa ocorrência antecedeu o caso Roswell! Com mais evidências, e mais informações, e o que é mais importante, com provas físicas verificáveis!

Remigio Baca (foto) e Jose Padilla conseguiram entrar na nave extraterrestre e pegar uma peça do UFO
Remigio Baca (foto) e Jose Padilla conseguiram entrar na nave extraterrestre e pegar uma peça do UFO

Então vamos ver os detalhes:

Nas proximidades da cidade de San Antônio (Novo México) ocorreu a queda do óvni cerca de um mês após a detonação da primeira Bomba Atômica. A queda foi em 16 Agosto de 1945 (mais ou menos... a data exata não é certa, mas foi coisa de um mês depois da detonação do artefato nuclear de plutônio apelidada de 'Trinity') dois garotos um de 7 anos (Remigio Baca) e o outro de 9 anos (Jose Padilla) estavam procurando uma vaca perdida num rancho, nisso segundo contam ouviram um barulho, olharam para o céu e viram o estranho “avião” sobrevoar onde estavam, bater a lateral numa rocha, e despencar no chão violentamente, abrindo uma vala e levantando muita terra.

Eles então cuidadosos, foram até o local e ficaram há cerca de 100 metros de distância do acidente, esses meninos estavam a cavalo e também tinham pináculos, o motivo deles estarem fazendo esse tipo de serviço era por que a maioria dos homens da família estavam servindo na Segundo Guerra Mundial, então tinha pouca mão de obra, e sobrou para as crianças parte do trabalho que geralmente era executado por adultos.

Contam que ficaram numa colina, meio que escondidos, observando a ocorrência, mas ao olhar com os pináculos não enxergaram algo normal, esperavam ver homens militares, já que aquela era uma área de pesquisa e treinamento do exército, e o tal “avião estranho” poderia ser um tipo novo de aeronave que estaria sendo testada.

Porém os seus tripulantes não pareciam ser humanos... mas sim algo completamente fora do conhecimento dos dois, eles descreveram os tripulantes, e hoje em dia são identificados como os ET tipo Grey. Isto é, Humanosetos com braços longos e com 4 dedos longos, olhos tipo formiga, e cabeça grande e desproporcional com relação ao corpo.

Sendo que na época não havia qualquer história de abduções, nem descrições dos Grey, pois toda essa onda de invasão, e abduções passou a ocorrer quando foi inventada e testada as armas nucleares, que foi o que chamou a atenção da comunidade do universo local, e então vieram ver o que estava acontecendo.

Além do caso Roswell, teve mais duas quedas de disco voador no estado do Novo México, e, por que? Por causa das Bombas Atômicas
Além do caso Roswell, teve mais duas quedas de disco voador no estado do Novo México, e, por que? Por causa das Bombas Atômicas

Os tripulantes desse primeiro disco voador vieram justamente investigar a primeira explosão ocorrida ali, a cerca de 40 quilômetros do local da queda, e tinha ocorrido a apenas 30 dias atrás.

Esse disco se acidentou, e o motivo deve ter sido os radares de micro ondas que eram usados para proteger todo o perímetro da área de desenvolvimento das armas nucleares, esses radares queima os circuitos dos aviões que se aproximassem, além de detectar tais aviões, e no caso parece que eles foram eficientes para também afetar e danificar os equipamentos dos discos voadores.

É por essas e outras que tantas naves caíram ali pela região, incluindo as duas do caso Roswell.

Segundo as testemunhas, haviam 5 tripulantes, onde um parecia morto, o outro estava ferido, e tinha 3 que estavam bem, e procuravam fazer algo para ajudar seus companheiros.

Segundo o que conta Remigio Baca (o menino de 7 anos) enquanto ele observava a cena ele teve visões de prédios muito altos, e um desabava, e tinha carros abaixo dele, parece muito a cena da destruição das Torres Gêmeas do Word Trade Center.

O menino maior Jose Padilla (9 anos) quis ir até a nave para ajudar, mas o Remigio Baca (7 anos) disse que não iria, que iria embora, afinal aquelas eram figuras muito estranhas, eram “pessoas bizarras”, então os dois foram embora.

Chegando na cidade, avisaram o pai de Jose Padilla, o Faustinho Padilla (guarda florestal do Parque Nacional White Sands) que ouviu o relato dos meninos. Ele levou a sério e contatou o policial estadual, Edy Apodaca.

Os dois pediram para os meninos mostrar onde estava acidentado a nave, e eles foram, chegando no local o disco voador ainda estava lá, no mesmo lugar, mas os tripulantes não, e não há explicação para onde eles foram.

Jose Padilla é o nosso Herói principal, graças a coagem dele temos um artefato alienígena autêntico que pode ser analisado em laboratório
Jose Padilla é o nosso Herói principal, graças a coragem dele temos um artefato alienígena autêntico que pode ser analisado em laboratório

Houve ainda um relato de um vizinho do Remigio Baca que disse que no dia do acidente, a noite, ele ouviu barulho e luzes perto do poço de água, foi então ver o que estava ocorrendo, e relatou que viu dois seres estranhos, os descreveu como os meninos falaram, esses seres estavam próximo do poço, talvez recolhendo água, nisso o vizinho pega a arma e aponta para eles, porém ele diz que os seres simplesmente desapareceram, atravessando uma parede.

Então os extraterrestres foram embora de alguma forma, e deixaram a espaçonave lá no local do acidente. Nisso o policial Edy Apodaca contata o exército, e só depois de 4 dias eles aparecem. Então houve um longo tempo com a nave espacial exposta lá.

Pois a queda foi dia 16 Agosto de 1945, os meninos avisaram o guarda florestal nesse mesmo dia, ele contatou o policial estadual, que vem até o rancho só dois dias depois, e vão até a nave dia 18 Agosto de 1945, ao verificar que era verdade mesmo, o policial Edy comunica o exército, e o exército leva 4 dias para atender a ocorrência, chega onde estava a nave dia 22 Agosto de 1945, foi 6 dias a nave lá, sozinha, exposta, sem ninguém.

Os militares vão até a casa do Faustinho Padilla (pai do José Padilla) e dizem que vão trabalhar nos próximos dias para analisar o acidente, e pedem para que todos fiquem em silêncio sobre isso.

Mas os meninos resolvem vigiar os militares, que estavam com segurança frouxa, pois essa era a primeira queda de óvni da história, e talvez nem os militares sabiam do que se tratava, talvez acharam que era algum tipo de avião estranho criado pelos Japoneses.

Lembrando que o caso Roswell foi em 03 de Julho de 1947 (2 anos depois) e o caso Aztec foi em 25 de Março de 1948 (3 anos depois) de San Antônio, e cerca de 8 meses depois de Roswell.

Remigio Baca escondeu o artefato alienígena por 70 anos, primeiro debaixo do piso de uma oficina, e depois por anos na raiz de um cacto
Remigio Baca escondeu o artefato alienígena por 70 anos, primeiro debaixo do piso de uma oficina, e depois por anos na raiz de um cacto

Então na ocasião da queda de San Antonio os militares não sabiam exatamente do que se tratava, por isso lidaram com certo desleixo com o incidente, já na ocasião da queda das naves em Roswell já sabiam do que realmente se tratava, eram extraterrestres, e agiram melhor, para ocultar, e esconder tudo da população, e quando ocorreu o caso de Aztec, ai já estavam muito bem preparados para lidar com o caso, e praticamente nada vazou. Nenhum pedaço das espaçonaves foram parar nas mãos de civis.

Os meninos então aproveitam a segurança frouxa, vigiaram os militares, acompanhando o trabalho, e esperam um momento propicio para conseguir alguma parte da nave, para guardar como lembrança, e graças a malandragem dos meninos temos uma prova material incontestável.

Em 28 de Agosto de 1945 os militares conseguem içar a nave e coloca-la num caminhão, então começam a deslocar para a base militar, mas antes, resolvem parar no OWL Bar & Café, a única lanchonete e bar de toda a região da base de desenvolvimento e testes de armas nucleares. E para que? Para beber, comer e relaxar...

Sim, isso mesmo que você leu, eles estavam com um disco voador na carroceria de um caminhão, e simplesmente resolvem parar num bar para se divertir, antes de ir para a base que estava a cerca de 10 quilômetros dali.

Esse fato parece estranho? Sim parece, mas é coerente com o contesto. Pense: Os militares não sabiam que se tratava de uma nave extraterrestre, acharam que era algum tipo de aeronave dos japoneses ou coisa do tipo, por isso não estavam levando o incidente muito a sério.

Eles então entraram todos no bar, e deixaram o caminhão 100% desguarnecido e exposto, com a nave espacial na carroceria, ali no meio do vilarejo. Os meninos seguiram o caminhão, e percebendo a oportunidade de ouro que tinham, aproveitaram, (e se tornaram assim os nossos heróis).

Militares estacionaram o caminhão com o Disco Voador na Carroceria ao lado do OWL Bar & Café
Militares estacionaram o caminhão com o Disco Voador na Carroceria ao lado do OWL Bar & Café

Eles pularam no caminhão, entraram na nave, e procuraram algo que poderiam pegar, e o que tinha era uma manivela metálica que estava presa a um painel semelhante a vidro ou quem sabe acrílico, o menino mais velho (de 9 anos) Jose Padilla conseguiu arrancar a peça depois de fazer algum esforço.

A peça saiu de onde estava fixada, ele então a enrolou numa jaqueta, e os dois conseguiram roubar esse pedaço de disco voador.

Jose Padilla fica com o artefato, e o esconde abaixo do piso de sua casa, poucos dias depois os militares batem na sua casa, eles vieram atrás do artefato, pois tinham feito um inventario de tudo o que havia na nave, e chegando na base checaram a nave toda novamente e identificaram a falta da estranha manivela.

Eles vasculham a casa toda mas não acham, e ameaçando disseram que iriam voltar.

Eles sabiam que as crianças tinham entrado no disco? Não, mas presumiram que os únicos que sabiam do incidente era a família de Jose Padilla, então acharam (corretamente) que alguém da família tinha feito o furto.

E como os militares prometeram que iriam voltar, Jose resolve levar a peça para a casa do Remigio Baca. Que a escondeu por mais de 70 anos, primeiro embaixo de um piso de uma oficina por décadas, e depois embaixo de um cacto gigante, e parece que por causa da peça o cacto morreu.

Artefato Extraterrestre Autêntico, comprovado cientificamente, ficou 70 anos escondido
Peça de Nave Espacial Extraterrestre que foi roubada por Jose Padilla e Remigio Baca, um incidente UFO de 2 anos antes do caso Roswell

Foram 75 anos de silêncio até que Paola Harris, (jornalista investigativa, escritora) contatou Remigio Baca e o convenceu a trazer a história à tona a partir de 2009. Ela autora do livro Connecting the Dots (Conectando os Pontos) e mais outros 6 livros, totalizando 7 até 2024.

Remigio Baca fez exames da peça num laboratório na Inglaterra que identificou nanotúbulos, e circuitos na estrutura, que se assemelham a padrões orgânicos, como se fosse uma placa mãe integrada, fundida ao metal.

Tecnologia de nano túbulos, e “metal orgânico” entre um ser vivo e máquina, então seria uma liga metálica próxima do que seria o duralumínio, mas em 1945 não havia sido criado esse tipo de metal, e essas placas de circuito interno e nanotúbulos é completamente inexplicáveis.

Depois o Jaime Maussan leva o pedaço cedido por Jose Padilla para ser analisado na universidade autônoma do México, e a química Maria Lourdes Aburto dá testemunho dizendo que de fato a tecnologia que a peça possui não existe na Terra e não é possível de ser feita atualmente mesmo com todo o avanço cientifico que possuímos em 2024.

Artefato alienígena foi analisado em laboratório e foi detectado circuitos integrados a peça de metal, com padrões que lembra algo orgânico
Artefato alienígena foi analisado em laboratório e foi detectado circuitos integrados a peça de metal, com padrões que lembra algo orgânico

Então está comprovado por exames de laboratório que o artefato é de fato extraterrestre, feito de um metal incomum, com estruturas internas inexplicáveis que cria uma peça metálica que tem semelhanças com a “carne” dos seres biológicos. Com nanotubulos de carbono, que é algo que a ciência atual ainda está tentando criar, mas sem sucesso até 2024.

Temos então aqui a prova definitiva de um artefato alienígena, de uma peça de disco voador, quer você acredite nisso ou não, mas a verdade cientifica se impõe, e não há como negar, o bom desse artefato é que ele não está desaparecido (como ocorre com a Esfera dos Betz) essa manivela está em posse de Jose Padilla e ele já cedeu várias amostras para diversas organizações para que pudessem testar, estudar e analisar, e todas atestaram que de fato a peça é feita de uma forma que não existe aqui na Terra, é um autêntico artefato alienígena!

E como Paola Harris comentou no documentário do Jaime Maussan: - “Eles tem uma peça da nave espacial, o que mais você quer para acreditar?”- Exatamente... falta mais o que para acreditar? Talvez, vergonha na cara, e respeito pela Metodologia Cientifica.

Uma boa fala sobre isso: “Eu me lembro que Paola Harris (repórter e escritora) me perguntou há alguns anos: porque você acha que as pessoas são tão resistentes em acreditar naquilo que elas viram, até mesmo, com seus próprios olhos? - Eu respondi: Porque as pessoas não têm lugar (estrutura) para isso na cabeça delas, não há referências. E isso (vida extraterrestre) tem tanta importância e significado que deve forçar (irremediavelmente) uma pessoa a reconsiderar todas as suas crenças fundamentais, suas crenças sobre religião, quem somos, o que somos, porque estamos aqui, etc... Quase ninguém está preparado para isso, é muito mais fácil ser parte do rebanho...

Elas dizem: ‘Tenho bastante coisa que quero, ou tenho que fazer muita coisa, estou muito ocupado! Não tenho tempo para isso, não quero pensar mais nisso, ah deixa prá lá!’. É incrível quantas pessoas testemunham acontecimentos incomuns, mas aí ‘racionalizam’ (isto é, procuram uma desculpa qualquer para desconsiderar) e continuam com sua rotina diária.... É a nossa natureza é a coisa mais ‘confortável’ a se fazer (para não sair da zona de conforto) perante mudanças de paradigmas” - [Rick Nelson, é o fundador do “Paranormal Research Forum” sediado em Denver, Colorado, (EUA) desde Dezembro 2004 - Ufo Researcher].

Paola Harris repórter investigadora de casos Ufológicos
Paola Harris repórter investigadora de casos Ufológicos que trouxe esse incidente UFO a luz

Sobre Paola Harris, sem ela nunca esse fantástico fato teria chegado aos nossos ouvidos:

Livro - TRINITY O Segredo Mais Bem Guardado:

Livro que conta esse incidente de San Antonio, e mostra os resultados dos exames de laboratório feitos na peça do nave extraterrestre - E mais 6 livros, (Clique Aqui).

SEGUNDA EDIÇÃO (ampliada e revisada) - Pesquisa Inovadora Revela a Evidência Mais Antiga da Recuperação de Óvnis pelo Governo dos EUA. Evidências concretas existem desde 1945 para a recuperação real de aeronaves voadoras não identificadas nos Estados Unidos, de acordo com este livro de pesquisa, "TRINITY: O Segredo Mais Bem Guardado", escrito por dois analistas experientes dos padrões globais por trás do fenômeno OVNI.

Esta é a segunda edição deste livro que inclui uma história de testemunha adicional. A jornalista investigativa italiana Paola Leopizzi Harris e o cientista da informação francês Dr. Jacques F. Vallée se uniram para descobrir os detalhes de um acidente no Novo México em 1945, dois anos antes do incidente bem conhecido em Roswell e do famoso avistamento do piloto Kenneth Arnold em 1947. 

Ao longo de várias pesquisas de investigação do local, Harris e Vallée reconstruíram as observações históricas de cinco testemunhas, três das quais ainda estão vivas, que descreveram a elas as circunstâncias do acidente, com detalhes da recuperação de um veículo voador quase intacto e seus ocupantes por um destacamento do Exército. 

Combinando sua longa experiência em pesquisa de campo ao redor do mundo, os autores documentaram os esforços passo a passo dos militares para remover o objeto, uma nave em forma de abacate pesando várias toneladas, da propriedade onde caiu durante uma tempestade.

Surpreendentemente, a literatura do campo inclui apenas algumas menções passageiras sobre o caso, e apenas um documentário de TV (estrangeiro) o mencionou, mas a correlação entre a queda do objeto extraordinário e a explosão da primeira bomba atômica em White Sands, a menos de 20 milhas de distância, foi perdida. Harris e Vallée sugerem que a correlação é significativa por razões físicas, geográficas e biológicas, além das implicações estratégicas óbvias. 

As testemunhas puderam observar não apenas a queda real do objeto em sua propriedade, mas cada passo dos esforços militares para levantá-lo e levá-lo embora. Temendo retaliação, eles permaneceram em silêncio por cerca de 60 anos sobre o que tinham visto e feito durante aqueles nove dias no local enquanto a recuperação estava ocorrendo. 

Quando colocados no contexto da história da análise química e física de destroços de OVNI recuperados — uma área onde Harris e Vallée colaboram há muito tempo — os dispositivos observados pelas testemunhas levantam uma série de questões científicas muito importantes.

O Honorável Paul Hellyer, ex-Ministro da Defesa Nacional do Canadá, declarou: “Paola Harris e Jacques Vallée se esforçaram muito fazendo pesquisas de campo no local (...) Agora é hora de sua descoberta ser revelada ao mundo.”

Christopher Mellon, ex-vice-secretário assistente de Defesa, chamou os dados de “nova razão para acreditar que nosso governo está escondendo provas físicas de tecnologia alienígena. Leia o livro e, se persuadido, junte-se aos milhões de outros americanos que buscam uma resposta direta.”

E o professor Paul Hynek acrescentou que a pesquisa “revela uma nova história de OVNIs.”

Do livro: “Houve uma tempestade no dia em que caiu. Ouvimos algo como um estrondo sônico e vimos um pouco de fumaça. Montamos em nossos cavalos. A coisa atingiu aquela torre muito alta, então girou, desceu para esta área e caiu, deixando um longo corte na terra, tão longo quanto um campo de futebol. A madeira pegava fogo.

O mais perto que chegamos naquele dia foi cerca de 300 pés. Havia um buraco. Vimos homenzinhos correndo de um lado para o outro como se estivessem em pânico. Devemos ter ficado lá por duas horas, e fomos para casa e contamos ao meu pai. Ele chamou a Polícia Estadual.”  (Oficial Jose Padilla).

Livro Connecting the Dots: Making Sense of the UFO Phenomena

Livro Connecting the Dots: Making Sense of the UFO Phenomena de Paola Leopizzi Harris

Paola Harris nunca tinha visto um OVNI ou se lembrava de qualquer ocorrência estranha em sua infância, no entanto, quando viu Contatos Imediatos do Terceiro Grau de Spielberg em 1978, isso desencadeou uma resposta emocional.

Sua curiosidade intelectual foi despertada e uma nova missão foi forjada. Enquanto ensinava ficção científica em uma escola secundária do Colorado, ela ficou ainda mais fascinada com o mistério dos fenômenos Óvnis. Ela fez uma lista de dez pessoas que gostaria de conhecer e começou a notar os eventos fortuitos que aconteceram para trazer essas pessoas até ela para entrevistas.

Agora, mais de 35 anos depois, ela se tornou uma jornalista de renome internacional que conheceu muitos pesquisadores e experimentadores do fenômeno OVNI. Em Connecting the Dots, ela inclui entrevistas pessoais informativas com os pesquisadores mais autorizados do mundo por inteligência extraterrestre.

Você aprenderá sobre o encontro do Coronel Philip Corso com ETs, ouvirá da NASA sobre os objetos que observam o ônibus espacial e verá como o Vaticano está nos preparando para o contato com ETs. Connecting the Dots demonstra que tudo no universo está interconectado e que "não estamos agora, nem nunca estivemos sozinhos" no cosmos.

Conectando os pontos: entendendo o fenômeno OVNI. Paola Harris é realmente a Barbara Walters da Ufologia. Ela viajou pelo mundo, frequentemente colocando sua vida em perigo, para obter entrevistas em primeira pessoa com pessoas que estudaram, examinaram e vivenciaram Óvnis. 

Este livro é um deleite para o cientista, bem como para o leitor curioso que quer saber a verdade sobre Óvnis.” - Russell Targ, físico, cofundador do programa de visualização remota do Stanford Research Institute e autor de Third Eye Spies: Learning Remote Viewing From the Masters.

Neste momento de audiências no Congresso discutindo publicamente o tópico de OVNIs ou UAPs, parece claro que este tópico está sendo levado a sério, mas existe uma necessidade maior do que nunca de clareza, discernimento e foco em relação ao que, exatamente, estamos reconhecendo ser real e verdadeiro.

O que aprendemos com décadas de relatórios respeitáveis ​​de observadores e pesquisadores altamente qualificados? "Connecting the Dots" faz jus ao seu nome, pois leva os leitores a uma jornada fascinante por décadas de exploração dos principais fatos fundamentais do fenômeno OVNI. A autora Paola Leopizzi Harris compartilha destaques de décadas de suas entrevistas jornalísticas investigativas com dezenas de especialistas neste tour de force.

Harris está em uma posição única para relatar o fenômeno OVNI, já que ela estava em cena entrevistando a "velha guarda", incluindo o Coronel Phil Corso, Zechariah Sitchin, o Sargento Robert O. Dean, R. Leo Sprinkle, Kenneth Arnold, J. Allen Honecker, Richard Sigismond e Linda Moulton Howe.

Harris aborda o início da revelação, insights de pessoas de dentro, dicas de segredos na NASA e em Marte, revelações de círculos nas plantações e contato, e o fator psíquico e paranormal que parece unir tudo em uma revelação de uma nova visão de mundo.

Artefato Alienígena Autentico!
Peça de Nave Espacial Extraterrestre que foi roubada por Jose Padilla e Remigio Baca, um incidente de 2 anos antes do caso Roswell


Fontes:

- Um avistamento de OVNI e as criaturas vistas por um homem no verão de 1945: "Eles andam como nós": https://www.youtube.com/watch?v=4koYxy5mYPo Quase 80 anos depois, Jose Padilla compartilha uma história de quando tinha 9 anos e crescia em uma área rural do Novo México a apenas 13 milhas de onde os EUA testaram a primeira bomba nuclear do mundo em 1945. A detonação da Trinity foi parte do Projeto Manhattan liderado pelo famoso físico J. Robert Oppenheimer.

Agora residente do Condado de Los Angeles, Padilla explica exatamente o que viu um dia no verão de 1945, não muito depois do teste da bomba Trinity. O incidente será investigado pelo Departamento de Defesa dos EUA como parte de uma expansão de investigações sobre avistamentos de OVNIs e extraterrestres. "Aquele objeto - não é deste mundo", ele disse a Chris Holstrom da KCAL em uma entrevista recente.

Site Oficial de Paola Harris réporter e investigadora: https://paolaharris.com/

Canal Oficial de Paola Harris no Youtube: https://www.youtube.com/@PaolaHarris-StarworksUSA

Seguindo os passos de Oppenheimer do Novo México ao Caribe. O pai da bomba atômica perseguiu a história e depois fugiu dela. Veja como visitar lugares importantes para o influente físico, incluindo uma praia nas Ilhas Virgens dos EUA: https://www.nationalgeographic.es/viaje-y-aventuras/2024/05/visita-lugares-marcaron-historia-oppenheimer-nuevo-mexico-nevada-caribe

Sedan (nuclear test): https://en.wikipedia.org/wiki/Sedan_(nuclear_test)

Alamogordo, New Mexico: https://en.wikipedia.org/wiki/Alamogordo,_New_Mexico

Paola Harris - Connecting the Dots: https://www.youtube.com/watch?v=xL7RK71rSTw

Onde foi detonada a Trinity, a primeira bomba atômica da história? Entre os requisitos dos cientistas para encontrar o local onde se detonaria a primeira bomba atômica da história estava o de que ele deveria ser plano e isolado: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/onde-foi-detonada-a-trinity-a-primeira-bomba-atomica-da-historia

HISTORY INVESTIGA TRES CASOS SOBRE LA CAÍDA DE OVNIS EN “LOS ÁLAMOS”. San Antonio, Aztec y Rosswell: tres eventos relacionados con la caída y recuperación de naves no identificadas en las inmediaciones de la planta nuclear de Los Álamos, en Nuevo México, que ocurrieron entre 1945 y 1948, justo después de la detonación de la primera bomba atómica: https://revistamomentos.co/history-investiga-tres-casos-sobre-la-caida-de-ovnis-en-los-alamos/

Pesquisa por Sphere UFO, resultados: https://www.bing.com/images/search?q=Sphere+UFO&form=HDRSC3&first=1

Qual foi o papel de Oppenheimer no primeiro teste nuclear da história? Descubra este e outros fatos sobre o Trinity. A primeira das mais de 2 mil bombas atômicas a serem detonadas na história da humanidade recebeu o nome Trinity. E o local onde ela explodiu é agora um monumento nacional nos Estados Unidos: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/qual-foi-o-papel-de-oppenheimer-no-primeiro-teste-nuclear-da-historia-descubra-este-e-outros-fatos-sobre-o-trinity

A Primeira Detonação De Uma Bomba Atômica: Teste Trinity em 16 de Julho de 1945 ás 05:30hs: https://www.youtube.com/watch?v=83kOiCKD6yc

UFO Documentary The Aztec UFO Incident em 25 de Março de 1948: https://www.youtube.com/watch?v=CF48NBlp-SM Uma operação de recuperação de alta segurança liderada pela Força Aérea e pela 5ª Divisão do Exército foi responsável pela remoção desta nave. A operação de recuperação levou aproximadamente duas semanas, com todos os restos mortais sendo levados ao Laboratório de Los Alamos para estudo científico e avaliação por alguns dos principais cientistas do mundo. Mais tarde, houve rumores de que ela foi levada para a Base Aérea Wright Patterson em Dayton, Ohio. A recuperação desta nave pelo Governo e Exército dos EUA foi uma das recuperações mais secretas de uma nave espacial com origens desconhecidas desde as recuperações semelhantes em Roswell, Novo México, oito meses antes.

Dia Mundial do Óvni: relembre e veja fotos do caso que deu origem à data. A data remete ao Caso Roswell, ocorrido em 1947, no estado do Novo México, nos Estados Unidos: https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2023/07/5104883-dia-mundial-do-ovni-relembre-e-veja-fotos-do-caso-que-deu-origem-a-data.html O episódio ficou conhecido como Caso Roswell e a data estimada em que ocorreu, 2 de julho de 1947, foi eleita para celebrar o Dia Mundial do OVNI (Objeto Voador Não Identificado). Na ocasião, tudo começou quando o fazendeiro William 'Mac' Brazel recolheu um dos destroços no campo e mostrou para conhecidos da cidade. Acostumado a se deparar com restos de balões meteorológicos, ele afirmava veementemente que os restos não eram de algo conhecido.

Houve, ainda, rumores de supostos alienígenas serem vistos no deserto do Novo México nos mesmos dias e que "corpos alienígenas" foram vistos no hospital Roswell Army Air Field.

Em 6 de julho, Brazel foi até a delegacia local para reportar os achados. Dois dias depois, o porta-voz da Base Aérea de Roswell, Walter Haut, distribuiu um comunicado à imprensa afirmando ter se confirmado o boato sobre os destroços de um disco voador.

"Os diversos boatos relativos ao disco voador tornaram-se ontem uma realidade quando o setor de informação do 509º Grupo de Bombardeio da VIII Força Aérea, Aeroporto Militar de Roswell, teve a sorte de tomar posse de um disco, graças à cooperação de um fazendeiro local e do gabinete do xerife do condado de Chavez. O objeto voador pousou em uma fazenda das proximidades de Roswell no decorrer da semana passada", dizia a nota.

"Como não tinha telefone, o fazendeiro guardou o disco até poder entrar em contato com o gabinete do xerife, que por sua vez notificou o Major Jesse A. Marcel, do Setor de Informação do 509º Grupo de Bombardeio. Providenciou-se imediatamente para que o disco fosse recolhido na residência do fazendeiro. Examinado na Base Aérea Militar de Roswell, foi mais tarde confiado pelo Major Marcel às autoridades competentes", acrescentou a nota do porta-voz da Base Aérea.

Um pouco mais de 20 anos depois, em 1979, o coronel Thomas J. DuBose, que participou do recolhimento dos destroços de Roswell, afirmou em público que a explicação sobre o balão foi uma alternativa para encobrir "a verdadeira história" e que os destroços apresentados a jornalistas em uma entrevista coletiva haviam sido trocados.

PDF: https://pt.scribd.com/document/767113866/UFO-de-Los-Alamos-Artefato-Alienigena-Autentico-Peca-de-Disco-Voador-Analisada-Pela-Ciencia

Frontier Analysis laboratório de Ohio.


Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

“Homem, conheça-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo” (Os Sete Sábios - Oráculo de Delfos)


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O que Está Acontecendo?

- “A maior revelação que o ‘Salto’ traz não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermínio de uma Superpotência do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)

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