quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Jesus Cristo Nunca Existiu - Jesus Histórico - Apologética Cristã - Teologia Comparada - Teólogo - Estudos da Bíblia

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“Todos os ‘profetas’ armados venceram, e os desarmados foram destruídos...”
(Niccolo Maquiavel, sobre Jesus, Maomé, Krishna, etc...)

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Jesus Nunca Existiu - Jesus Histórico? - PlayListe:

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Principais Vídeos:

Yeshua Hamashia - Crestus Essênio - Yeshu ben Pandera

Crestus o Messias dos Essênios - VERDADEIRO “Cristo”:

Flávio Josefo - Jesus Histórico?:

Cristianismo Criado por Constantino, o Imperador de Roma
O Imperador Constantino de Roma, e sua suposta visão de um 'símbolo'. A suposta voz disse: Sob esse símbolo... conquiste!

Constantino o Imperador de Roma em 325 d.C. criou a religião Cristã a partir de mitos e lendas da época. A figura de Jesus Cristo é uma concha de retalhos de muitas crenças populares do seu tempo (do tempo de Constantino).

O Imperador Constantino foi quem mandou criar uma religião que agradasse há “Gregos e Troianos” para assim poder unificar novamente o Império Romano e mantê-lo coeso.

Nenhuma das religiões da época servia para esse propósito, todas tinha seus “prós e contras” então a genialidade dos filósofos e historiadores de Constantino foi escolher uma como “centro” (a base) e acrescentar a esta as qualidades e valores mais “desejáveis” das outras, assim criando uma nova religião artificial a partir de pedaços de outras.

Mas claro, priorizado uma questão... a nova religião teria de ser alienante, isto é, incutir na mente do povo a resignação. As pessoas num geral teriam de ser educadas a se conformar com a miséria, decadência, tirania e abusos da Elite.

A religião cristã é, portanto, um Frankenstein feita a partir de partes de diversas crenças antigas, a crença central é uma obscura seita de fanáticos judeus hoje em dia chamados de Essênios, e seu fundador o Crestus é a figura que foi transformada no que hoje conhecemos como Jesus (CLIQUE AQUI).

Mas essa mistura de crenças foi muito homogênea... pouco sobrou do Crestus, e pouco sobrou de todos os outros personagens religiosos populares, as histórias deles foram muito misturadas.

A prioridade foi o dito acima, incutir na mente do povo num geral que devem aguentar todas as desgraças da vida, sem reclamar, sem se rebelar, respeitando e tolerando as elites tirânicas, corruptas e sanguinolentas com a vã esperança que “depois que morrer” será feliz... o bom nascimento é “vontade divina” e por isso o privilegiado que nasceu em “berço de ouro” pode fazer (basicamente) o que quiser.

E esse objetivo foi alcançado! Constantino efetivamente CONSEGUIU! A maioria da população ocidental passou a ser dócil e conformada, acreditando que as atrocidades, roubos e abusos dos privilegiados é a “vontade divina”.

Que suas vidas miseráveis, são “vontade divina”, mas que ao ser um “bom cristão” (um cidadão de bem, como se diz nesse 2020 de Bolsonaro) depois que morrer, aí será tudo “maravilhoso”, depois da morte será “lindo”... (uma promessa vazia, uma esperança falsa).

Essa série de vídeos explicativos provam por A+B que foi isso mesmo que aconteceu. A Religião Cristã é uma invenção Romana que reciclou e distorceu crenças antigas para a conveniência das elites dominantes, e essa religião do engano serve aos interesses das elites corruptas até hoje.

Artigo Sobre
(veja mais detalhes do assunto nesse artigo)
Imperador Constantino - Verdadeiro Criador do Cristianismo (CLIQUE AQUI)

Esses vídeos são do Canal “Analisando as Escrituras” do Ronaldo Gomes: (CLIQUE AQUI)

O Ronaldo é um estudioso bastante meticuloso que nos últimos 7 anos vem mostrando por “A” + “B” como o cristianismo (e demais religiões) são pura fantasia baseadas em alucinações e equívocos. E o que ele usa para demonstrar isso?

As próprias escrituras ditas “sagradas”... Ele faz o cruzamento de dados e vai revelando “texto a texto” como tudo é “cópia e cola” um do outro, tendo como origem conceitos obscuros e distantes.

Estou colocando esses vídeos aqui no meu canal para maior divulgação, pois eu, (assim como o Ronaldo), sou também um “pró-racionalista” que tem interesse em expor a todos como a religião é baseada em fantasias infantis delirantes.

De dizer como isso não tem de ser levado a sério, deixando claro que seguir religião é pura perda de tempo. O melhor que tem a fazer com a sua vida é estudar a Ciência, seus métodos e desenvolvimentos para beneficiar a si mesmos e a todos a sua volta.

Eu e o Ronaldo somos Agnósticos, para entender melhor quem é ele, e por que faz esse belo trabalho, veja o vídeo:

Dez Mil Hereges no Canal - Ronaldo Gomes:

O que é Agnosticismo na Prática - Escala do Universo:

O Ronaldo pede colaboração financeira para quem possa ajudar: https://exegeseoriginal.blogspot.com/p/colabore.html e-mail de contato: Vlogdo46@gmail.com Banco Santander: Agência: 0724 Conta número: 01008084-8  nome: Ronaldo Gomes (CPF peça por e-mail). Ele tem um site onde os textos exibidos nos vídeos são disponibilizados: http://exegeseoriginal.blogspot.com/

Artigos Recomendados ESPECIALMENTE:

- Top 25 Boas Razões para você não acreditar em Jesus Cristo!: https://seteantigoshepta.blogspot.com/2017/04/top-20-razoes-para-voce-nao-acreditar.html Trecho: Jesus Cristo é um personagem de ficção criado pelo Imperador Constantino de Roma em 300 d. C, ele o criou a partir de outras figuras mitológicas da época. “Eles devem achar difícil... Aqueles que tomaram a autoridade como verdade, ao invés da verdade como autoridade”. (Gerald Massey, Egiptólogo) (Continua...).

- Livro Jesus Nunca Existiu - Historiadores Provam que Jesus Cristo é uma Ficção Delirante: https://seteantigoshepta.blogspot.com/2019/01/livro-jesus-nunca-existiu-parte-01-de.html Trecho: Pesquisadores que se dedicaram ao estudo das origens do cristianismo sabem que, (desde o Século II de nossa era), tem sido posta em dúvida a existência de Cristo. Muitos até mesmo entre os cristãos procuram provas históricas e materiais para fundamentar a sua crença. Mas infelizmente, (para eles e sua fé), tal fundamento jamais foi achado. (Continua...).

- Página Índice: Jesus Nunca Existiu - É Uma Fraude do Império Romano!: https://seteantigoshepta.blogspot.com/2014/07/pagina-indice-jesus-uma-fraude-serie.html Trecho: Nós não queremos ser indelicados, mas temos que ser factuais. Não queremos magoar os sentimentos de ninguém, mas queremos ser academicamente corretos naquilo que compreendemos e sabemos ser verdadeiro. O cristianismo não é baseado em verdades. Consideramos que o cristianismo foi somente uma história romana, desenvolvida politicamente. (Continua...).

- Sobre Jesus Cristo - A Lenda do Deserto que virou religião Majoritária - Cristianismo uma FARSA: https://seteantigoshepta.blogspot.com/2020/01/sobre-jesus-cristo-lenda-do-deserto-que.html Trecho: Yeshu ben Pantera é um desses, um maluco que se dizia o “Messias”, isso cerca de 60 anos a.C. (não há data precisa sobre a sua existência), outro doido é o Crestus um judeu fundamentalista do ano de 150 a.C. seguidores dele que viviam em Alexandria em 65 d.C. ficaram revoltados com a invasão e massacre do povo judeu perpetrado pelo Império Romano em 60 d.C. (leia sobre as Três Guerras Romano/Judaicas). Os judeus tinham se rebelado e os Essênios eram os líderes dessa revolta, mataram todos os cidadãos Romanos e soldados que estavam na Palestina. (Continua...).

- O Verdadeiro Salvador! - Jesus Cristo? Ou a SupraConsciência?: https://seteantigoshepta.blogspot.com/2017/12/o-verdadeiro-salvador-jesus-cristo-ou.html Trecho: Jesus Cristo é uma figura mitológica que ocupa o espaço que na verdade pertence ao Deus Interior, a SupraConsciência. E assim o sentido intuitivo das pessoas é desviado para uma ficção absurda que só faz a toda a gente no geral perder tempo, dinheiro e esforço, perdidos em uma desinformação que as desvia do verdadeiro agente da salvação, o seu Deus Interior (a Suprema Consciência) - Salve a Si mesmo, seja VOCÊ o Deus! (Continua...).

Jesus Cristo, a Megafarsa
(Por Levetigo Saikafer e Levimer Salifer)

Quando fitasse cuidadosamente tudo o que envolve o ícone central da doutrina cristã, Jesus Cristo, esbarra-se somente em falsificações, disparates e irrealidades. A existência física de Jesus Cristo nunca conseguiu ser provada pela História e por quaisquer vias confiáveis calcadas na Razão, porque simplesmente ele nunca existiu.

As incongruências começam quando analisamos aqueles que escreveram sobre Cristo: Os Apóstolos. É sabido, por qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento teológico e histórico, que nenhum apóstolo viveu realmente com a figura física de Cristo (supondo-se que este existiu um dia).

O mais velho evangelho, e escrito cristão, data de 68 d.C. Este Evangelho é o Evangelho de Marcos.
Lendo-se Apocalipse de João constata-se que tal escrito não fala em nenhum momento da suposta figura de Cristo como algo fisicamente existente, e sim como um Logos ou ideal (este Evangelho apresenta-se como o último da Bíblia, graças ao facto dos escritos não estarem em ordem cronológica de concepção. 

Chegando-se mesmo a especular, alguns teólogos, que este foi para Bíblia por engano por ser visivelmente distinto de toda a linha argumentativa corrente da Bíblia Sagrada).

Tendo conhecimento que nenhum Apóstolo jamais viveu com Cristo, questiona-se donde estes retiraram informações sobre a vida do mesmo. Dizem os teólogos cristãos que estes meramente transcreveram os factos ocorridos através de relatos de pessoas que viveram com o próprio Cristo ou de pessoas que tiveram contacto com outros seres que o seguiram.

Esta afirmação que tenta hipocritamente provar a existência do Messias é na Realidade a comprovação da surrealidade que é Cristo. O Povo sempre tende a exagerar, acreditar cegamente e inventar factos. Acreditar totalmente no que o Povo diz é o mesmo que dar credibilidade a uma criança imatura e mentirosa.

Além do que, fita-se que Jesus Cristo e a maioria dos Dogmas Cristãos nada mais são do que reescrições de Deuses Solares e Redentores de diversas religiões anteriores ao Cristianismo.

Na mitologia Hindu, muitíssimo antes do surgimento da suposta figura de Jesus Cristo e do cristianismo, já existia uma estória tremendamente similar, para não dizer quase idêntica.

Uma análise da figura teológica de Krishna e sua estória comprova o dito. Os antigos escritos sagrados hindus (Atharva, Vedangas e Vedanta) anteviram a vinda de um Messias Redentor, tal como Isaías supostamente profetizou a vinda de um Messias (Messias este que os cristãos afirmam ser Jesus Cristo).

As “similaridades” não acabam nisto. Este Messias (Krishna), que teria hipoteticamente vivido em 3500 a.C., nasceu também de uma mulher Virgem. E esta Virgem (Devanaguy) sido fecundada pelo próprio Deus Supremo Hindu (Vishnu), como Virgem Maria foi fecundada pela própria manifestação do Deus Supremo Cristão-Judeu:Jeová. 

No dia do nascimento de Krishna, os pastores da Região Circunvizinha receberam um Sinal Celeste anunciando o nascimento do “Deus Encarnado em Filho” da mesma forma como relatado na Bíblia Cristã sobre o nascimento de Cristo.


Uma figura de poder político da Índia, o Rajá da Época, decidiu perseguir Krishna. O Rajá calculava que eliminando Krishna manteria seu trono já que este era considerado o “Messias e Rei” (este temia que seu poder fosse ameaçado por este “Messias”).

Para eliminar Krishna, o Rajá decidiu mandar matar todas as crianças nascidas naquele período. Um tanto quanto similar aos factos ditos na Bíblia acerca do “pequenino Cristo”, não?

Krishna peregrinou pelo Mundo pregando a todos e fazendo toda sorte de milagres. E o seus inúmeros seguidores diziam que este era o Messias prometido por seus ancestrais (similar aos que supostamente seguiam Cristo e viam-no como o Messias das profecias antigas de Isaías). Isto sem mencionar que foi atribuído ao abstrato Krishna o dom de ensinar por parábolas, como Yeshua o fazia.

É dito que Krishna ao ser morto (este foi assassinado, como Jesus Cristo), teve seu corpo procurado por seus discípulos. Corpo este não encontrado como o do Nazareno não foi após o sepultamento do mesmo. Sendo que os fiéis calculam que Krishna subiu aos Céus para encontrar-se com seu Pai (da mesma forma que Cristo).

Krishna ganhou o epíteto de “Jazeu” (“nascido da fé”). A pronúncia de Jazeu Krishna também remete muitíssimo a pronúncia do nome Jesus Cristo. E no mais, o nome Jesus Cristo era deveras comum entre as localidades banhadas pelo Mar Mediterrâneo.

Da mesma sorte que existia um furor populacional em todas as doutrinas (principalmente dentre as seitas judaicas que proliferavam), por um Messias (messianismo) que viria salvar o Povo da Iniqüidade e do Jugo do Mal (Humano e Sobrenatural), no mesmo período onde surgiu a crença na figura de Cristo.

Jesus foi somente um fantoche engendrado pelas Elites Dominantes para saciar a sede populacional de um Messias e renovar o desgastado Judaísmo.

Sendo os arianos (etnia principal formadora do povo indiano) e os hebreus povos itinerantes (calcula-se até mesmo que os arianos tenham estabelecendo-se no Egito vindos da parte mais oriental da Ásia, fazendo uma das maiores migrações que se tem notícia), é notório que estas culturas entraram em contacto de alguma forma e os hebreus (como muitas vezes em sua História) absorveram aspectos de outra cultura (no caso a dos arianos adeptos do bramanismo) muito mais antiga que a deles.

Estes hebreus absorveram os preceitos religiosos hindus e usaram-nos na concepção de seu Judaísmo Renovado: O Cristianismo.

Contudo, é no mitraísmo onde certamente encontra-se a maior fonte de plágio e “inspiração” para o Cristianismo. Mitra é conhecido como “aquele que porta a Luz” e um “enviado da Luz Divina na Terra”' tal como Jesus o era.

O festival de nascimento de Mitra era comemorado no solstício, isto é, 25 de Dezembro (a mesma data que posteriormente ficaria estipulada como a do nascimento do Cristo). 

Na formação do cristianismo existiu uma preocupação de conectar o nascimento de Cristo com o de Mitra, uma tentativa de absorver os mitraicos sob uma nova égide.

Mateus e Lucas, os apóstolos que mais avidamente relataram sobre a “infância” de Cristo, eram mitraicos antes de “cristianizarem-se”, o que reforça ainda mais a noção de que o Cristianismo usa como fonte de inspiração a antiga religião mitraica.

No Império Romano, onde surgiu o cristianismo, uma das religiões mais praticadas era o mitraísmo. Da mesma sorte, que o povo hebreu ficou cativo durante muito Tempo entre os Babilônicos (povo que muito influenciou na formação do mitraísmo), o que levou a inclusão e absorção de muitos dogmas babilônicos-persas na formação de seu “novo judaísmo”: o Cristianismo.

Mitra era filho de Ormuzd, Deus Supremo do Zoroastrismo (Religião que influenciou diretamente na formação do mitraísmo), enviado à Terra para pregar aos Homens e abluir os mesmos das “sombras do mal”, tal como Jesus é apresentado pelo cristianismo.

Mitra nasceu de uma Virgem pura e bela. Foi esta Virgem fecundada através de um fulgurante Raio Solar, facto este de uma similaridade gritante com a estória da gênese do Nazareno.

Diz-se que Mitra teve seu nascimento no interior de uma simplória gruta e um enorme fenômeno astronômico anunciou seu nascimento. O bebê Mitra recebeu a visita de Reis-Sábios que vieram dar-lhe inúmeros presentes.

A partir de tais factos chega-se a clara conclusão de que o nascimento do “Rei dos Judeus” trata-se de uma cópia de praticamente tudo que cerca a mitologia do nascimento de Mitra.


Mitra foi morto e ressuscitou logo em seguida. Era muitíssimo comum as crenças de Deuses que eram mortos e ressuscitavam. Destarte Cristo não adicionou nada de inovador no tocante a crenças e pode ser considerado um “Mitra judaico”.

Escavações recentes em Óstia, Itália, e outros sítios arqueológicos famosos, demonstram que os cultos mitraicos eram empreendidos em catacumbas. O cristianismo, limitou-se a clonar esta atitude dos mitraicos, haja vista que seus cultos eram realizados em catacumbas também.

A escusa de que os cristãos eram perseguidos e por isto ocorria a realização dos cultos em catacumbas é sem fundamento, levando-se em conta que existiriam outros lugares, quiçá, mais secretos e aprazíveis para realização de cultos (como nos arredores da cidade por exemplo).

Hoje, alguns historiadores questionam-se à cerca da pretensa perseguição que os cristãos sofreram. O Império Romano dava plena liberdade religiosa a todos os povos que dominava e que não representassem ameaças ao Imperador.

Certamente que um culto tão pequeno e sem influência, como foi o cristianismo primitivo, não representava uma sombra de ameaça sequer a figura imperial.

Além do que, os romanos confundiam o cristianismo com o mitraísmo que não tinha seus seguidores caçados. Assim sendo, os cultos eram feitos em tumbas meramente para copiar ou fitar os ritos característicos do mitraísmo.

Entre os mitraicos existia uma ritualística praticamente idêntica a comunhão cristã. Vinho e pão eram consumidos, e tais bens alimentícios eram considerados também como a Carne e o Sangue do deus Mitra.

Os cristãos também copiaram do culto de Mitra a Cruz (os adeptos do Mitraísmo a utilizavam como um objeto que luzia com feixes luminosos indo a todas as direções - Cruz do Sol Invictus); a pia batismal com água benta; o Domingo como dia santo de descanso e culto litúrgico; o uso da Águia e do Touro como símbolos da religião (Marcos e Lucas utilizaram tais simbologias diversas vezes); na representação de figuras sagradas com um halo luminoso envolvendo a região da cabeça; as orações do “Pai Nosso” e do “Credo” que já existiam há muito Tempo na Religião Mitraica com pouquíssima diferença das orações cristãs.

Assim, como estes (cristãos) copiaram e a prática de “Confissão” que era comumente feita pelos Persas séculos antes do cristianismo sequer dar notas de surgimento.

Chega-se desta maneira a conclusão de que Cristo e grande parte do Dogma Cristão são reedições de práticas e figuras mitológicas de religiões muitíssimo mais antigas.

A Igreja tentou fazer com que estas antiqüíssimas culturas e religiões fossem devidamente esquecidas, contudo falharam e as provas irrefutáveis mostram-se à vista de todos com o mínimo de senso e razão.

O mais próximo que se pode chegar a um suposto Cristo é o homem de nome Crestus. Crestus foi o líder de uma seita judaica denominada essênios. Este homem parece ter servido também de inspiração para a formação do fantoche Jesus Cristo. Contudo uma análise desta figura histórica mostra que ele se distancia um tanto do Cristo demonstrado na Bíblia.

Originalmente os formadores do cristianismo tentaram dar a Crestus a roupagem de “Messias” como deram a Cristo. Contudo notaram que isto seria um grande erro graças a imagem e mensagem que Crestus e sua causa passavam.

Crestus era um ativista e um guerreiro da causa de libertação da Judéia do jugo romano. Este assemelhava-se muito mais a um “Che Guevara Judeu” do que a um pacifista “Jesus Cristo”.

Este acreditava que com a libertação da Judéia da égide opressora romana, dever-se-ia estabelecer uma sociedade em moldes “comunistas primitivos”. Tal era muitíssimo ruim aos olhos daqueles que tentavam estabelecer uma religião que forma um “rebanho” resignado e pacifista.

Da mesma maneira que seria extremamente prejudicial aos olhos da “elite formadora do cristianismo” que se criasse um pensamento comunal e de repartição de bens como era feito entre os essênios.

Destarte a idéia de fazer de Crestus o “verdadeiro Messias predito por Isaías:” foi abandonada. Contudo alguns elementos da figura e história de Crestus foram absorvidos pelo cristianismo.

A figura de Crestus era tida como santa, assim como a de Cristo o foi. E Crestus foi traído por um homem de seu bando, homem este chamado Judas Iscariotes. Judas de traidor de Crestus passou para traidor de Cristo.

A existência de Crestus é historicamente e racionalmente comprovada, enquanto a de Jesus Cristo apresenta-se cheia de calúnias e adulterações feita por uma Igreja que só anseia manter a ilusão e dispersão das massas.

Suetônio, um famoso historiador e que escreveu sobre praticamente toda sorte de grandes movimentos políticos e religiosos da Roma Antiga, autor do livro “História dos Doze Césares”, nada falou de Jesus e sim de Crestus.

Falando acerca de distúrbios envolvendo Crestus, este disse somente: “Roma expulsou os judeus instigados por Crestus, porque promoviam tumultos”.

Aqueles expulsos de Roma, não eram os cristãos que muitos historiadores se referem, e sim judeus instigados à revolta por Crestus. Segundo Suetônio, estes judeus foram expulsos por Nero.

Contudo foi o filósofo, historiador e pensador Filon de Alexandria que mais serviu de fonte para criar-se o cristianismo e serve como prova cabal da inexistência de Jesus Cristo.


Filon foi um pensador e minucioso estudioso de todos os acontecimentos históricos de seu Tempo, principalmente no estudo das seitas judias, movimentos político-religiosos e de figuras importantes da História de seu Tempo. O pai de Filon seria contemporâneo a Jesus Cristo caso este tivesse realmente existido.

Filon escreveu um tratado, depois destruído pelas maledicentes mãos papais, chamado o “Bom Jesus - Serapis”. Este tratado, cria uma espécie de enviado de Deus (um redentor), além de utilizar-se do pensamento egípcio de Verbo Divino Encarnado.

Neste tratado é deixado bem claro que o protagonista (o “enviado de Deus”) é uma figura mitológica e imaginária. Seu tratado é, de facto, uma helenização e platonização do judaísmo.

Segundo Voltaire e outros Enciclopedistas, os Evangelhos muito se assemelham aos escritos de Filon, principalmente o Apocalipse de João.

A noção cristã do Logos é retirada de Filon, que por sua vez retirou da teologia egípcia. Sendo que muito do pensamento voltairiano é calcado na filosofia de Filon.

Fócio demonstrou através da sublime lei das analogias que as Escrituras apresentam muitíssimos elementos do ideário de Filon. Chegando mesmo a afirmar, em certos momentos, que algumas Escrituras são cópias descaradas do que se vê na obra de Filon.

O pensamento de fraternidade e igualdade entre os Humanos, que o Cristianismo diz ser da autoria de Jesus Cristo, é em Realidade da autoria de Filon de Alexandria. Como os seguintes incertos da perdida obra de Filon demonstram:

 “Os que exaltam as grandezas do mundo como sendo um bem, devem ser reprimidos...”

“A distinção humana está na inteligência e na justiça, embora partam do nosso escravo, comprado com o nosso dinheiro”

“Porque hás de ser sempre orgulhoso e te achares superior aos outros?”

“Quem te trouxe ao mundo? Nu vieste nu morrerás, não recebendo de Deus senão o tempo entre o nascimento e a morte, para que o apliques na concórdia e na justiça repudiando todos os vícios e todas as qualidades que tornam o homem um animal”.

“A boa vontade e o amor entre os homens são a fonte de todos os bens que podem existir”.

Chega-se pôr fim a conclusão de que o cristianismo muito se apoderou das idéias de Filon para formar sua Doutrina. Os primeiros papas diziam que o indivíduo narrado nas obras de Filon tratava-se do Messias Jesus Cristo, chegando mesmo a cogitar a inclusão de seu tratado na Bíblia.

Porém em análises posteriores da obra de Filon estes constataram que suas idéias apresentavam certos aspectos que feriam seus interesses obscuros e perniciosos no tocante ao Capital, e sendo a obra de Filon um trabalho muito difícil de se adulterar e moldar estes mutaram sua idéia e destruíram o seu tratado.

Até mesmo pessoas do seio eclesiástico mostraram-se mais propensas a ideologia de Filon do que a papal. São Clemente e Orígenes, apesar de serem indivíduos ligadas a Igreja, guiavam-se pelos escritos de Filon muito mais do que pelas Escrituras e os Decretos Papais.

Filon em nenhum momento de sua vida faz referências a Cristo. Este cita e faz comentários acerca de todos os movimentos vislumbrados no meio judaico (onde certamente teria, em teoria, surgido o cristianismo) de sua época e do passado, mas nada fala de um movimento liderado por um homem chamado Jesus Cristo.

Este cita ainda a seita dos Essênios e fala sobre Crestus, dizendo até mesmo onde ficava localizada sua base de operações (no leito do Rio Jordão, próxima a Jerusalém), mas nada comenta sobre Jesus Cristo.

Seu revelador silêncio também se estende a figura de Maria e José (os fantasiosos pais terrenos do “Filho de Jeová”). Este também nada diz quanto aos Apóstolos, simplesmente por estes terem surgido depois da morte dele.

Fílon, que teria vivido basicamente na mesma época de Cristo, nada fala dele e do cristianismo, pois seriam estes inventados muito após sua morte.

Um judeu ilustre e sempre a par do que ocorria à sua volta, chegando a ser caracterizado como um “metódico doentio”, jamais deixaria de falar de um homem que teria abalado o seu Tempo se tivesse existido: Jesus Cristo. No reinado de Calígula, Filon esteve na Palestina defendendo muitos Judeus.

Neste período, ele relatou todos os factos ocorridos no Passado e que ocorriam na Palestina, e nada fala sobre Jesus Cristo ou seus supostos feitos miraculosos.

Filon fala longamente acerca de Pôncio Pilatos e sua atuação como Procurador da Judéia, contudo nada fala deste ter julgado um homem que era conhecido como “Rei dos Judeus” (um julgamento que seria de extrema importância para ser ignorado por um homem de olhar atencioso como Filon).

Filon e outros pensadores-historiadores da época descrevem Pilatos como um homem severo, duro, crudelíssimo no exercer de sua profissão, além de extremamente amigo do Imperador Tibério (vigente Imperador na época em que Cristo teria existido).

Chega-se por sua vez a conclusão de que jamais Pilatos temeria punir um agitador de multidões como teria sido Jesus Cristo, seja por medo dos Judeus (afinal este tinha toda guarda imperial ao seu lado) ou por temer fazer algo que desagradasse seu íntimo amigo Imperador (e no mais tanto Pôncio Pilatos como o Imperador Tibério davam pouco valor à Vida Humana, ainda mais de um judeu).

Jamais Pilatos teria medo de ser denunciado ao Imperador como parcial, como o Apóstolo João faz supor, pois este tinha carta branca para actuar na Judéia.

Pilatos era um homem de decisão, segundo historiadores judeus e não-judeus, portanto jamais atuaria como um ser neutro e esmaecido perante algo tão importante como teria sido o julgamento do “Rei dos Judeus”.


A partir de uma análise da “Acta Pilati” (escritos e diário pessoal de Pôncio Pilatos) nada vê-se que atine para a figura de Jesus Cristo. Pilatos certamente jamais deixaria de mencionar figura tão controversa, como teria sido Jesus Cristo, em seus escritos pessoais. A atitude taciturna de Pilatos é a prova da inexistência do suposto Messias.

A Igreja afirma ter o documento no qual Pilatos admite a existência de Jesus, contudo recusa-se a fornecer estes documentos para exames grafotécnicos e de autenticidade, o que prova claramente que estes são falsificados ou inexistem (tanto que à Igreja teme colocá-los diante dos olhos da Ciência).

Assim como o Imperador Tibério não faz nenhuma alusão, nem uma nota de rodapé sequer, a figura de Jesus Cristo. O silêncio mordaz de Tibério é extremamente esclarecedor e prova de que Jesus Cristo não existiu.

Uma figura que causasse tanta comoção popular jamais seria ignorada nos registros do Imperador Tibério (tampouco este deixaria de saber de sua existência).

Da mesma sorte que seria impossível Herodes Antipas ter feito parte do “drama de Cristo”, se realmente Cristo tivesse existido. Pelo simples facto de que a perseguição aos "recém-nascidos"(que segundo os cristãos visava eliminar o Messias Jesus) jamais ocorreu.

Não existem registros disto nos escritos pessoais de Herodes e tampouco em documentos da época. Como um evento tão importante passaria em "branco" perante os minuciosos historiadores da época, não constaria sequer nos escritos pessoais de Herodes ou não deixaria um "rastro" sequer?

Segundo a Igreja Plínio, o Jovem; Suetônio; Tácito e Flávio Josefo teriam escrito sobre Jesus Cristo, e assim provado a existência física dele. Quanto a Suetônio, já foi esclarecido que este somente falou de Crestus, e não de Cristo.

A obra de Suetônio em nenhum momento faz alusões ao Jesus Cristo da Bíblia ou dos cristãos modernos.

Quanto aos escritos de Plínio, o Jovem; Flávio Josefo e Tácito, após exames grafotécnicos e de autenticidade realizados pelos excelsos mestres da Universidade de Tubingen (localizada na Alemanha) provaram-se como adulterados no todo ou em parte (sem falar de que tiveram documentos totalmente destruídos pelas garras de rapina da Igreja).

Flávio Josefo, que nasceu em 37 d.C. e viveu até 93 d. C, foi um escritor cuidadoso sobre judaísmo, messianismo e movimentos religiosos na pretensa época em que Jesus Cristo teria existido. 

Os falsificadores da Igreja (como por exemplo Eusébio, Bispo de Cesaréia, que adulterou inúmeros textos bíblicos e não-bíblicos a mando do Bispo de Roma para assim garantir os interesses materiais da Instituição) aproveitaram-se disto e fizeram um acréscimo fraudulento na obra dele como segue:

- “Naquele tempo, nasceu Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos, Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes, do nosso país ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa” -

Contudo este trecho, após passar por exames grafotécnicos e de autenticidade rigorosos, mostrou-se uma farsa incluída no texto pelas mãos imundas da Igreja Católica.

Depois desta passagem, ele passa a expor um assunto bem diferente no qual refere-se a castigos militares infligidos ao populacho de Jerusalém.

Flávio sequer retoma uma palavra sobre o Cristo, ao longo de seus escritos. Enfim, é extremamente estranha esta mudança de assunto repentina da narrativa de um homem tão conciso quanto Flávio. Flávio jamais teria este escrever vacilante e de um cristão apaixonado (afinal este era um judeu convicto) como apresentado no trecho supracitado...


Seria extremamente estranho que Flávio, um homem tão cuidadoso e descritivo, falasse somente um parágrafo daquele que teria causado tanta comoção como Jesus. Flávio fez longas descrições e relatos de pessoas de até menos importância que Cristo, por que justamente com este ícone falaria tão pouco?

Até mesmo um homem ligado à Igreja, Pe. Gillet, admite em seus escritos ter existido falsificações nos documentos de Flávio Josefo. Este diz ser inacreditável Flávio Josefo ter feito as citações que lhe são atribuídas no tocante ao escopo “Jesus Cristo”.

Chega-se à conclusão que Flávio Josefo jamais escreveu sobre Jesus Cristo, simplesmente por ele não ter existido. O que se atribui a ele é fruto de palustre falsificação da Igreja.

Nos escritos de Tácito, escritor famoso do século II, as falsificações também se fazem presentes quando este supostamente fala sobre Jesus Cristo.

Exames grafotécnicos provaram indelevelmente que a seguinte passagem se trata de uma adulteração de seus escritos:

“Nero, sem armar grande ruído, submeteu a processos e a penas extraordinárias aos que o vulgo chamava de cristãos, por causa do ódio que sentiam por suas atrapalhadas. O autor fora Cristo, a quem no reinado de Tibério, Pôncio Pilatos supliciara.

Apenas reprimida essa perniciosa superstição, fez novamente das suas, não só na Judéia, de onde proviera todo o mal, senão na própria Roma, para onde de confluíram de todos os pontos os sectários, fazendo coisas as mais audazes e vergonhosas.

Pela confissão dos presos e pelo juízo popular, viu-se tratar-se de incendiários professando um ódio mortal ao Gênero humano”.

Na realidade Tácito não se refere ao Jesus Cristo que os cristãos insistem em acreditar, mas sim ao Crestus dos Essênios (uma figura com existência historicamente comprovada).

Sabendo-se que Tácito era um homem sapientíssimo e de um vernáculo esmerado, este jamais cometeria um erro de escrita (trocando o substantivo “Crestus” por “Cristo”) ou referências feitas aos seguidores de Jesus Cristo e não de Crestus.

Além do que é extremamente barroco e vai contra toda a imagem passada do Cristo bíblico, este estimular a arruaça e a iconoclastia agressiva entre seus seguidores como o texto faz parecer. Cristo seria uma figura passiva e pacifista segundo a Bíblia demonstra em suas descrições do mesmo.

Afirmar que os cristãos foram martirizados por Nero, nos anos de 54 e 68, baseado nos escritos de Tácito é uma parvoíce absurda haja vista que tais escritos foram visivelmente adulterados pela Igreja.

Graças aos escritos de Ganeval, que fugiram da rapace desmedida da Igreja, descobriu-se sobre que indivíduos se referia Tácito: Os essênios seguidores de Crestus.

Plínio, o Jovem viveu entre 62 d.C. e 113 d.C., e foi sub-pretor da região da Bitínia. Em uma carta enviada ao Imperador Trajano, este pergunta o que fazer com os cristãos revoltosos da região.

Entretanto, não ficou evidenciado a quais cristãos, exatamente, eram feitas as referências: se aos Crestãos ou aos cristãos. De qualquer forma, a carta em questão, após ser submetida a exames grafotécnicos e métodos rádio-carbônicos, revelou-se haver sido falsificada.

Até mesmo os Evangelhos são contraditórios, por si mesmos, quando falam da figura de Jesus Cristo.
O Jesus Cristo retratado por Mateus teria onze anos quando nasceu o de Lucas. Assim como Mateus diz que José, Maria e o pequenino Jesus seguiram directo para o Egito de Belém, jamais passando em Jerusalém, à guisa de fugir da perseguição instituída por Herodes Antipas.


No entanto, Lucas afirma que estes passaram em Jerusalém após a louvação dos Três Reis Magos, e acrescenta a narração da cena de que participaram Ana e Semeão. Lucas não fala de matança iniciada por Herodes e tampouco de fuga para o Egito.

Assim sendo fita-se que um Evangelista desmente o outro e neste proceder não é possível saber em qual acreditar, ou saber qual calunia menos.

Lucas afirma que os samaritanos jamais deram boa acolhida a Jesus. Todavia João, o Evangelista, fala justamente o contrário: que os Samaritanos deram boa acolhida a Jesus Cristo.

Marcos, Mateus e Lucas afirmam que Jesus apenas pregara na Galiléia, tendo ido raramente a Jerusalém, onde era praticamente desconhecido. Mas, João diz que ele ia constantemente a Jerusalém, onde realizara os principais atos de sua vida. Fica impossível precisar quem realmente fala a Verdade, a partir de tais contradições absurdas.

É dito que até a hora em que Jesus expiou, à terra ficou coberta por inefáveis trevas. Contudo relatos e escritos de pessoas judias e não-judias que se localizavam na mesma suposta região em que Jesus morreu nada afirmam sobre tal “obscurecimento”.

Caso tal fenômeno estranhíssimo tivesse realmente acontecido certamente causaria algum relato (por ser algo digníssimo de nota) nos escritos pessoais de alguém que soubesse escrever e estivesse na Região.

Se Jesus fosse tão amado pelo seu Povo (os Judeus), e todos de Jerusalém como muito afirmam alguns Apóstolos, este jamais seria supliciado aos brados daqueles que deveriam amá-lo!

Segundo João, quando Jesus falou ao povo, foi por este acatado e proclamado rei de Israel, aos gritos de “Hosanna”.

Mas, um pouco adiante, ele se contradiz, afirmando que o povo não acreditou em Jesus, e imprecando contra ele, ameaçava-o a ponto de ele haver procurado esconder-se.

Mateus diz que Jesus entrara em Jerusalém, vitoriosamente, quando a multidão tê-lo-ia recebido de modo festivo, e marchando com ele, juncava o chão com folhas, flores e com os próprios mantos, gritando: “Hosanna ao Filho de David! Bendito seja o que vem em nome do Senhor!”.

Aos que perguntavam quem era, respondiam: “Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galiléia”. No entanto, outros evangelistas afirmam que ele era um total desconhecido em Jerusalém. Sendo um desconhecido, jamais seria saudado e louvado.

Comumente os crucificados pelos romanos tinham seus corpos atirados aos cães e aos chacais depois de mortos, como estudos históricos e arqueológicos recentes comprovaram. Contudo afirma-se na Bíblia que Jesus foi sepultado.

Assim, a Bíblia mente indelevelmente. Afinal, por que os romanos iriam se preocupar em proceder diferente com um homem que viam com desdém e seria um gentio para estes? Nunca estes moveriam esforços para sepultar, e fugir do procedimento normal, um ser considerado “escória” por estes.

Chega-se por fim, a racional conclusão que Jesus Cristo é um blefe, uma enorme farsa, inventada e manipulada por humanos que ansiavam somente fiéis que enchessem seus cofres. Jesus foi uma mercadoria fantasiosa vendida ao tolo, cego, inculto e aos que precisam ater-se a ilusões.

Falsificação de Documentos pela Igreja Católica

Vimos assim, que os únicos autores que poderiam ter escrito a respeito de Jesus Cristo, e como tal foram apresentados pela Igreja, foram Flávio Josefo, Tácito Suetonio e Plínio.

Invocando o testamento de tais escritores, pretendeu a Igreja provar que Jesus Cristo teve existência física, e incutir como verdade na mente dos povos, todo o romance que gira em torno da personalidade fictícia de Jesus.

Contudo, a ciência histórica através de métodos modernos de pesquisa, demonstra hoje que os autores em questão, foram falsificados em seus escritos. Estão evidenciadas súbitas mudanças de assunto, para intercalações feitas posteriormente por terceiros. Após a prática da fraude, o regresso ao assunto originalmente abordado pelo autor.

Tomemos, primeiramente, Flávio Josefo como exemplo. Ele escreveu a história dos acontecimentos judeus, na época em que pretensamente Jesus teria existido.

Os falsificadores aproveitaram-se então de seus escritos e acrescentaram; “Naquele tempo, nasceu Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade.

Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos, Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes, do nosso país ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte.

Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa”.

Depois deste trecho, passa a expor um assunto bem diferente no qual refere-se a castigos militares infligidos ao populacho de Jerusalém. Mais adiante, fala de alguém que conseguira seus intentos junto a uma certa dama fazendo-se passar como sendo a humanização do deus Anúbis, graças aos ardis dos sacerdotes de Ísis.

As palavras a Flávio atribuídas, são as de um apaixonado cristão. Flávio jamais escreveria tais palavras, porquanto, além de ser um judeu convicto, era um homem culto e dotado de uma inteligência excepcional.

O próprio Padre Gillet, reconheceu em seus escritos ter havido falsificações nos textos de Flávio, afirmando ser inacreditável que ele seja o autor das citações que lhe foram imputadas.

Além disso, as polêmicas de Justino, Tertuliano, Orígenes e Cipriano contra os judeus e os pagãos, demonstram que Flávio não escreveu nem uma só palavra a respeito de Jesus. Estranhando o seu silêncio, classificaram-no de partidário e faccioso.

No entanto um escritor com o seu mérito, escreveria livros inteiros acerca de Jesus, e não apenas um trecho. Bastaria, para isto, que o fato realmente tivesse acontecido. Seu silêncio no caso, é mais eloqüente do que as próprias palavras.

Exibindo os escritos de Flávio, Fócio afirmava que nenhum judeu contemporâneo de Jesus, ocupara-se dele. A luta de Fócio, que viveu entre os anos de 820 a 895, e foi patriarca de Constantinopla, teve ensejo justamente por achar desnecessário a Igreja lançar mãos de meios escusos para provar a existência de Jesus.

Disse que bastaria um exemplar autêntico não adulterado pela Igreja, e fora do seu alcance, para por em evidência as fraudes praticadas com o objetivo de dominar de qualquer forma.

Embora crendo em Jesus, Cristo, combateu vivamente os meios sub-reptícios empregados pelos Papas, razão porque foi destituído do patriarcado bizantino e excomungado. 

De suas 280 obras, apenas restou o “Myriobiblion”, tendo o resto sido consumido, provavelmente por ordem do Papa.

Tácito escreveu: “Nero, sem armar grande ruído, submeteu a processos e a penas extraordinárias aos que o vulgo chamava de cristãos, por causa do ódio que sentiam por suas atrapalhadas.


O autor fora Cristo, a quem no reinado de Tibério, Pôncio Pilatos supliciara. Apenas reprimida essa perniciosa superstição, fez novamente das suas, não só na Judéia, de onde proviera todo o mal, senão na própria Roma, para onde de confluíram de todos os pontos os sectários, fazendo coisas as mais audazes e vergonhosas.

Pela confissão dos presos e pelo juízo popular, viu-se tratar-se de incendiários professando um ódio mortal ao Gênero humano”.

Conhecendo muito bem o grego e o latim Tácito não confundiria referências feitas aos seguidores de Cristo com os de Crestus. As incoerências observadas nessa intercalação demonstram não se tratar dos cristãs de Cristo, nem a ele se referir.

Lendo-se o livro em questão, percebe-se perfeitamente o momento da interpelação. Afirmar que fora Cristo o instigador dos arruaceiros, é uma calúnia contra o próprio Cristo.

E conforme já referimos anteriormente, os cristãos seguidores de Cristo, eram muito pacatos e não procuravam despertar atenção das autoridades para si. Como dizer em um dado momento que eles eram retraídos, e em seguida, envolvê-los em brigas coisas piores? É apenas mais uma das contradições de que está repleta a história da Igreja.

Ganeval afirma que foram expulsos de Roma os hebreus e os egípcios, por seguirem a mesma superstição. Deduz-se então que não se referia aos cristãos, seguidores de Jesus Cristo. Referia-se aos Essênios, seguidores de Crestus, vindos de Alexandria.

A Igreja não conseguiu por as mãos nos livros de Ganeval o que contribuiu ponderosamente para lançar uma luz sobre a verdade. Por intermédio de seus escritos, surgiu a possibilidade de provar-se a quais cristãos, exatamente, referia-se Tácito.

Suetônio teria sido mais breve em seu comentário a respeito do assunto. Escreveu que “Roma expulsou os judeus instigados por Crestus, porque promoviam tumultos”.

É evidente também, a falsificação praticada em uma carta de Plínio a Trajano, quando perguntava o que fazer aos cristãos, assunto já abordado anteriormente.


O referido texto, após competente exame grafotécnico, revelou-se adulterado. É como se Plínio quisesse demonstrar, não apenas a existência histórica de Jesus, mas, sua divindade, simbolizando a adoração dos cristãos. É o quanto basta para evidenciar a fraude.

Se Jesus Cristo realmente tivesse existido, a Igreja não teria necessidade de falsificar os escritos desses escritores e historiadores. Haveria, certamente, farta e autêntica documentação a seu respeito, detalhando sua vida, suas obras, seus ensinamentos e sua morte.

Aqueles que o omitiram, se tivesse de fato existido, teria sido por eles abundantemente falado. Os mínimos detalhes de sua maravilhosa vida, seriam objeto de vasta explanação. Entretanto, em documentos históricos não se encontram referências dignas de crédito, autênticas e aceitáveis pela história.

Em tais documentos, tudo o que fala de Jesus e sua vida é produto da má-fé, da burla, de adulterações e intercalações determinadas pelos líderes cristãos. Tudo foi feito de modo a ocultar a verdade.

Quando a verdade esta ausente ou oculta, a mentira prevalece. E há um provérbio popular que diz: "A mentira tem pernas curtas". Significa que ela não vai muito longe, sem que não seja apanhada. Em relação ao cristianismo, isto já, aconteceu.

Um número crescente de pessoas, vai a cada dia que passa, tomando conhecimento da verdade. E assim, restam baldados os esforços da Igreja, no que concerne aos ardis empregados na camuflagem da verdade, visando alcança escusos objetivos.



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- “Nós não queremos ser indelicados, mas temos que ser factuais. Não queremos magoar os sentimentos de ninguém, mas queremos ser academicamente corretos naquilo que compreendemos e sabemos ser verdadeiro. O cristianismo não é baseado em verdades. Consideramos que o cristianismo foi somente uma história romana, desenvolvida politicamente”- (Jordan Maxwell, pesquisador escritor, denunciador das conspirações mundiais).

Cristianismo uma Religião FakeNews

Fontes:

- No princípio era Crestus por La Sagesse, in livro “Jesus Cristo Nunca Existiu”: https://divagacoesligeiras.blogs.sapo.pt/19092.html
- Crestus o verdadeiro Cristo, cristãos jogados aos Leões em Roma na Verdade eram Crestões: https://porquenaosoucristao.blogspot.com/2013/04/tacito.html
- Crestus o VERDADEIRO Cristo - O Messias dos Essênios - Jesus é uma FARSA!: https://drive.google.com/file/d/1tnR0Wmw8bBwV7Dp48TZoWVZiBVerz4OY/view
- Formação Religiosa, A Lenda Jesus Cristo, nunca existiu: http://formacaoreligiosa.tripod.com/id2.html

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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