quinta-feira, 27 de agosto de 2009

PseudoCéticos - Quem são Eles? Você é Um?? - Ciência Honesta e Lúcida - Ceticismo

- “Para os que querem acreditar provas não são necessárias, para os que não querem... NENHUMA SERÁ SUFICIENTE!”. (Ditado popular).
 
Os pseudocéticos não estão interessados na ciência  nem na verdade, muito menos na justiça... mas apenas na defesa de suas ideologias...

Os pseudocéticos são pessoas que tem uma crença profunda, um dogma, uma ideologia preferida, e que por conta disso rejeita de imediato qualquer coisa que venha a contestar essa visão de mundo predileta. Não é uma questão de fatos, nem de ciência, não estão preocupados com a verdade, ou pelo que seja justo. O pseudocético quer apenas manter a sua ideologia a qualquer custo, como se sua vida dependesse disso. É como um torcedor fanático, não importa o quanto o jogador do outro time é talentoso, inteligente, ou carismático, não... o adversário é simplesmente classificado como “inimigo”, e deve ser hostilizado. Ponto final...

Por isso não se espera nada de um pseudocetico a não ser desonestidade, arrogância, criticas baseadas em pura ignorância, cinismo, e um desprezo completo e total pelo método cientifico. Os pseudoceticos não se importam em estudar nada, não querem ver os dados, não querem analisar as evidências, não se importam com as testemunhas....Tudo o que eles querem é que a Teoria adversária, suma do mapa o mais depressa possível, antes que outros fiquem sabendo dela. Eu já tive muitos embates contra pseudocéticos, e é triste mesmo o quadro... são criaturas cegas, estúpidas, teimosas, tendenciosas, e principalmente IRRACIONAIS. Praticamente não são pessoas, mas sim animais em forma de gente. Não espere nada de um pseudocético, a única coisa que podem oferecer é cinismo e deboche sem qualquer base lógica, ou empírica. Eles/elas são covardes, desonestos, malandros, preguiçosos, estúpidos e mentalmente retardados, o QI deles COM CERTEZA é baixo.

Pseudocetismo tem cura? 


Muito difícil... por isso não perca seu tempo, eles/elas são incorrigíveis, apenas a “solução biológica” surte algum efeito real:

- “uma importante inovação científica raramente faz seu caminho vencendo gradualmente e convertendo seus oponentes: raramente acontece que 'Saulo' se torne 'Paulo'. O que realmente acontece é que os seus oponentes morrem gradualmente e a geração que cresce está familiarizada com a idéia desde o início” -
[Max Planck, físico alemão. É considerado o pai da física quântica, e um dos físicos mais importantes do século XX. Planck foi agraciado com o Nobel de Física em 1918, frase acima é de seu livro “The Philosophy of Physics” (A Filosofia da Física), de 1936]

Infelizmente o pseudocetismo parece ser uma tendência natural da raça humana, um defeito congênito, e talvez incurável... Abaixo Marcello Truzzi [Sociólogo, professor universitário dos EUA] define o que é um Pseudocético, como identificá-lo, e refutá-lo.

Marcello Truzzi, [publicado no The Zetetic Scholar, #12-13, 1987] 

Ao longo dos anos, tenho condenado o mau uso do termo "cético" quando usado para se referir a todos os críticos de alegações sobre anomalias. Infelizmente o termo tem sido abusado desta forma tanto por proponentes quanto por críticos do paranormal.

Cético honesto, sem Xiitismo, de acordo com a ciência honesta, e não comprometido com ideologias

Às vezes os usuários do termo distinguem entre os assim chamados céticos "leves" [soft] contra os céticos "duros" [hard], e eu reavivei em parte o termo "zetético" por causa deste mau uso. Mas agora penso que os problemas criados vão além de mera terminologia e a situação precisa ser passada a limpo. Uma vez que "ceticismo" corretamente se refere à dúvida em lugar da negação, não-crença em lugar de crença, críticos que tomam a posição negativa em lugar da agnóstica, mas ainda se chamam "céticos", são de fato pseudo-céticos e têm, creio eu, ganhado uma falsa vantagem usurpando esse rótulo. Em Ciência, o ônus da prova recai no alegador; e quanto mais extraordinária uma alegação, mais pesado é o ônus da prova exigido.

Richard Dawkins é um exemplo tipico de Pseudo-Cético, veja artigo sobre ele, Clique Aqui

O verdadeiro cético toma uma posição agnóstica, uma que diz que a alegação não está provada em lugar de desprovada. Ele afirma que o alegador não sustentou o ônus da prova e que a ciência deve continuar construindo seu mapa cognitivo da realidade sem incorporar a alegação extraordinária como um "fato" novo. Considerando que o verdadeiro cético não faz uma alegação, ele não tem nenhum ônus para provar qualquer coisa. Ele apenas continua usando as teorias estabelecidas da "ciência convencional" como sempre. Mas se um crítico afirma que há evidência para refutação, que ele tem uma hipótese negativa, dizendo, por exemplo, que um aparente resultado psi era de fato devido a uma falha nos processos de controle ou análise [artifact] ele está fazendo uma alegação e então também tem que lidar com o ônus da prova. Às vezes, tais alegações negativas por críticos também são bastante extraordinárias, por exemplo, que um OVNI era de fato um plasma gigantesco, ou que alguém em uma experiência psi obtinha pistas por uma habilidade anormal de ouvir tons altos que outros com ouvidos normais não notariam.

                            Vídeo Bem humorado Criticando o PseudoCeticismo:                             




Em tais casos o alegador negativo também deve ter que lidar com um ônus de prova mais pesado que o normalmente esperado. Críticos que fazem alegações negativas, mas que erradamente se chamam "céticos", freqüentemente agem como se não tivessem absolutamente nenhum ônus da prova sobre eles, ainda que tal posição só seria apropriada para o cético agnóstico ou verdadeiro. Um resultado disto é que muitos críticos parecem sentir que só é necessário apresentar um caso para sua contra-alegação fundado em plausibilidade em lugar de evidência empírica.

Carl Sagan foi um pseudocético de carteirinha, ajudou a fundar a CSICOP, uma organização de PseudoCéticos Xiitas, veja artigo sobre ele, Clique Aqui, nos EUA foi criada uma organização inimiga da CSICOP, composta por cientistas honestos, se trata da SCEPCOP  ali as mentiras dos pseudocéticos são denunciadas. [Clique Aqui]

Assim, se pode ser demonstrado que um indivíduo em uma experiência psi teve uma oportunidade para fraudar, muitos críticos parecem assumir não somente que ele provavelmente fraudou, mas que deve ter fraudado, apesar do que pode ser uma ausência completa de evidência de que ele realmente fraudou e algumas vezes até mesmo ignorando evidência da reputação passada do indivíduo de honestidade. Similarmente, às vezes procedimentos de randomização impróprios são assumidos como sendo a causa de indicadores psi altos de um indivíduo, embora tudo que tenha sido estabelecido seja a possibilidade de que tal efeito tenha sido a causa real. É claro, o peso evidencial da experiência está muito reduzido quando nós descobrimos uma falha em seu projeto que permitiria que um efeito confundisse os resultados.

Descobrir uma oportunidade de erro deveria fazer tais experimentos menos evidenciais e normalmente não convincentes. Isso normalmente contesta a alegação de que a experiência era "à prova de erro", mas não contesta a alegação de anomalia. Mostrar que uma evidência não é convincente não é suficiente para descartá-la completamente. Se um crítico afirma que o resultado era devido à falha X, esse crítico tem então o ônus da prova de demonstrar que a falha X pode e provavelmente produziu tal resultado sob tais circunstâncias. É verdade que em alguns casos a atração pela mera plausibilidade de que uma falha produziu o resultado pode ser tão grande que quase todos aceitariam o argumento; por exemplo, quando nós descobrimos que alguém que fraudou no passado teve uma oportunidade de fraudar neste caso, poderíamos concluir razoavelmente que ele provavelmente também fraudou desta vez.

Quevedo, maior exemplo de Pseudocético no Brasil, [Clique Aqui]

Mas em muitos casos o crítico que faz um argumento meramente plausível para uma falha fecha a porta em pesquisas futuras quando a ciência apropriada exige que sua hipótese de uma falha também deveria ser testada.

["Desafortunadamente, a maioria dos críticos parece feliz em sentar em suas poltronas produzindo explicações post hoc. Seja que lado termine com a história verdadeira, a ciência progride melhor através de investigações em laboratório"]

Por outro lado, proponentes de uma alegação de anomalia que reconhecem a falácia anterior podem ir muito longe na outra direção. Alguns argumentam, como Lombroso quando ele defendeu a mediunidade de Palladino, que a presença de peruca não nega a existência de cabelo de verdade. Todos nós temos que nos lembrar de que a ciência pode nos contar o que é empiricamente improvável, mas não o que é empiricamente impossível. Evidência em ciência sempre é uma questão de grau e raramente é, se é que é alguma vez, absolutamente conclusiva.

Daniel C. Dennett, além de PseudoCético Xiita, é também um PseudoFilósofo que defende o materialismo como um fanático defende sua religião, isto é...distorcendo, fraudando, enganando, etc...

Alguns proponentes de alegações de anomalias, como alguns críticos, parecem pouco dispostos em considerar evidências em termos probabilísticos, agarrando-se a qualquer fio solto como se o crítico tivesse que contestar toda a evidência avançada para uma alegação particular. Tanto críticos quanto proponentes precisam aprender a pensar em adjudicação na ciência mais como a encontrada nos tribunais de lei, imperfeita e com graus variados de prova e evidência. Verdade absoluta, como justiça absoluta, raramente é alcançável. Nós podemos apenas fazer o melhor que podemos para nos aproximar delas.

Marcello Truzzi combateu durante sua vida o pseudocetismo, era honesto e agnóstico

Sobre o Autor desse Texto:

Marcello Truzzi veio a falecer no dia 2 de fevereiro de 2003 aos 67 anos de idade. Ele foi um dos fundadores do movimento cético moderno, criando o periódico Zetetic e sendo, lado a lado com Paul Kurtz, fundador e co-presidente do CSICOP, organização que deixou pouco tempo depois devido a discordâncias em abordagens como a exposta no comentário acima. Ele criou então o Center for Scientific Anomalies Research e o The Zetetic ScholarTruzzi foi rigoroso tanto com críticos quanto com defensores de "anomalias" durante toda sua vida, condenando os excessos dos dois lados, o que não paradoxalmente revelava uma abordagem saudavelmente aberta e flexível. A perda é enorme para todos nós...

Truzzi primeiro do lado direto da foto, numa reunião com seu colegas da IRVA


Marcello Truzzi, definições sobre PseudoCéticos:

Pseudo-Ceticismo:

- O termo pseudo-cetismo ou ceticismo patológico é usado para denotar as formas de ceticismo que se desviam da objetividade. A análise mais conhecida do termo foi conduzida por Marcello Truzzi que, em 1987, elaborou a seguinte conceituação:

...Uma vez que o ceticismo adequadamente se refere à dúvida ao invés da negação [descrédito ao invés de crença] críticos que assumem uma posição negativa ao invés de uma posição agnóstica ou neutra, mas ainda assim se auto-intitulam "céticos", são, na verdade, pseudo-céticos...”


Em sua análise, Marcello Truzzi argumentou que os pseudo-céticos apresentam a seguinte conduta


(1) - A tendência de negar, ao invés de duvidar.

(2) - Utilização de padrões de rigor acima do razoável na avaliação do objeto de sua crítica.

(3) - A realização de julgamentos sem uma investigação completa e conclusiva.

(4) - Tendência ao descrédito, ao invés da investigação.

(5) - Uso do ridículo ou de ataques pessoais.

(6) - A apresentação de evidências insuficientes.

(7) - A tentativa de desqualificar proponentes de novas idéias taxando-os pejorativamente de “pseudo-cientistas”, “promotores” ou “praticantes de ciência patológica”.

(8) - Partir do pressuposto de que suas críticas não tem o ônus da prova, e que suas argumentações não precisam estar suportadas por evidências.

(9) - A apresentação de contra-provas não fundamentadas ou baseadas apenas em plausibilidade, ao invés de se basearem em evidências empíricas.

(10) - A sugestão de que evidências inconvincentes são suficientes para se assumir que uma teoria é falsa.

(11) - A tendência de desqualificar “toda e qualquer” evidência.

O termo pseudo-ceticismo parece ter suas origens na filosofia, na segunda metade do século 19.


Mais uma Palavrinha sobre o Assunto:

A ciência moderna é construída sob um tênue limiar entre o ceticismo e a credulidade. Por um lado, a ciência deve estar sempre aberta a novas idéias (por mais estranhas que pareçam), desde que apoiadas em evidências científicas, mas que posteriormente devem ser comprovadas, de modo a assegurar a veracidade de seus resultados. Sempre que uma nova hipótese é formulada ou uma nova alegação é realizada, toda a comunidade científica se mobiliza de modo a comprovar sua viabilidade teórica e prática.


James Randi, PseudoCético da pior espécie, artigo sobre ele Clique Aqui

Como em qualquer outro plano, quanto mais incomuns forem as novas idéias e invenções, mais resistência tendem a enfrentar durante seu escrutínio por meio do método científico. Uma conseqüência disso é que vários cientistas através da história, ao apresentarem suas idéias, foram inicialmente recebidos com alegações de fraude por colegas que não desejavam ou não eram capazes de aceitar algo que requereria uma mudança em seus pontos de vista estabelecidos. Por exemplo, Michael Faraday foi chamado de charlatão por seus contemporâneos quando disse que podia gerar uma corrente elétrica simplesmente movendo um ímã por uma bobina de fio. Em Janeiro de 1905, mais de um ano após Wilbur e Orville Wright terem feito o seu histórico primeiro vôo em Kitty Hawk (em 17 de Dezembro de 1903), a revista Scientific American publicou um artigo ridicularizando o vôo que dos Wright. Com assombrosa autoridade, a revista citou como principal razão para questionar os Wright o fato de a imprensa americana ter falhado em cobrir o vôo... Outros a se juntarem ao movimento cético foram o New York Herald, o Exército Americano e inúmeros cientistas americanos. Somente quando o presidente Theodore Roosevelt ordenou tentativas públicas no Forte Mayers, em 1908, os irmãos Wright comprovaram suas afirmações e compeliram até os céticos mais zelosos a aceitarem a realidade das máquinas voadoras mais pesadas que o ar.

Na verdade, os irmãos Wright foram bem sucedidos em demonstrações públicas do vôo de sua máquina cinco anos antes do vôo histórico. A maioria das invenções revolucionárias modernas, como o microscópio de corrente de tunelamento, que foi inventado em 1981, ainda encontram intenso ceticismo e até mesmo ridículo quando são anunciados pela primeira vez. 
Como o físico, Max Planck observou em seu livro "The Philosophy of Physics" [A Filosofia da Física], de 1936: [“...uma importante inovação científica raramente faz seu caminho vencendo gradualmente e convertendo seus oponentes: raramente acontece que 'Saulo' se torne 'Paulo'. O que realmente acontece é que os seus oponentes morrem gradualmente e a geração que cresce está familiarizada com a idéia desde o início...”]

Max Planck, o “pai” da Mecânica Quântica, a mais dura de todas as ciências, possuindo um QI muito alto, logo percebeu a diferença entre Pseudocético e Ceticismo honesto e saudável
 
O ceticismo pode, portanto, tornar-se vicioso e sua prática deve ser balanceada. É importante que o cético mantenha-se neutro, tenha consciência de sua posição e evite um ceticismo descontrolado que possa vir a transformar-se num fanatismo tecnológico. Por exemplo, membros da Sociedade da Terra Plana acreditam que o planeta Terra não é esférico, e sim plano sendo que numa revisão mais recente descobriu assemelhar-se com um disco. Outro exemplo interessante diz respeito aos boatos referentes à missão Apollo, em que uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup em 1999 constatou que 6% da população norte-americana ainda não acreditava que o homem houvesse pousado na Lua. Uma visão irônica sobre a resistência de se aceitar evidências, especialmente depois de se passar um longo tempo refutando-as, é apresentada pela Sociedade Memorial os Homens Nunca Voarão uma sociedade que teve como base os argumentos céticos.


Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

Fontes:
http://mypeoplepc.com/members/catalyst/catalyst/id16.html
http://www.criticandokardec.com.br/criticandooceticismo.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/Marcello_Truzzi

Tags: Ateísmo, carl sagan, ciência falsa, cientista, falsos cientistas, Materialismo, pseudocéticos, pseudociencia, richard dawkins, religiosos, religioso,cristão,

8 comentários:

Anônimo disse...

Olá!

O pior é que a maioria não sabe disso! Vc é um dos poucos que fala desse assunto de maneira lúcida. Mas acredito que essa apropriação da palavra cético para o pensamento materialista (muitas vezes tão fanático quanto os religiosos que eles mesmo criticam), foi estrategicamente provocado pela conspiração que assola esse pobre planeta... Se o ceticismo fosse utilizado levando em conta seu verdadeiro significado, tudo seria diferente... A negação daria lugar as dúvidas e conseqüentemente a verdade estaria mais evidente, mesmo se ainda não pudesse ser comprovada cientificamente(lembrando que mtas teorias materialistas n são comprovadas, mas baseadas em evidencias, só que infelizmente são tratadas como verdades absolutas...).

É incrível como tudo é muito bem planejado e poucos notam! O materialismo, junto com a religiosidade dogmática, são os maiores engôdos desse planeta! Confundem e mantém seus seguidores na ignorância, facilitando todo o tranbique possível para se manter o poder concentrado nas mãos de poucos... E a maioria no mundo é crente, seja por religião ou pelo materialismo! Algo muito triste e difícil de se mudar, afinal, tudo foi feito pra ser assim...
=(

Mariana

Gilberto Antônio Silva disse...

Excelente artigo. Costumo chamar os pseudo-céticos de "negacionistas" pois eles não duvidam, apenas negam. Interessante quando o autor cita um experimento PSI, que o simples fato de que o experimento possa ser fraudado é quase uma comprovação de que o foi realmente para os pseudo-céticos. Isso chama a atenção porque o filósofo Karl Popper demonstrou que, para algo ser "científico", deve haver o princípio da falseabilidade, ou seja, o experimento deve ter chances de dar errado...

goomba disse...

Agora a onda dos arrogantes "especialistas" com 135 doutorados é chamar tudo de "pseudociencia" e de porcaria.

E fazem negações altamente generalizadas .Tipo ,nem analisam nada os detalhes e descartam todo o material.Generalizando tudo como falso.

Grato pelo texto seteantigos!

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Todas as descobertas e todos os empreendimentos tem a sua razão de ser e servir ou aparecendo, na proporção que se possam adaptar ao meio. Os choques do passado foram muitos: Galileu, perseguido e martirizado, pôr ter-se lembrado de falar sobre o movimento da Terra, coisa impossível, idéia louca; Genner com a sua vacina contra a varíola, que afirmaram pretender ele inocular a bestialidade no homem; Horário Weiss, descobridor da anestesia, sofreu tantas perseguições que acabou se matando; em 1470 o Parlamento francês confiscou os primeiros livros impressos introduzidos em Paris!. O povo considerava os tipógrafos e os impressores como bruxos, chegando a pedirem, em 1533, a supressão da imprensa; Dominico, foi morto na masmorra pôr ter demonstrado a significação do arco-íris; e vai pôr aí a fora.

Atena disse...

Muito bons os seus textos.
Já escrevi algo sobre este assunto, de uma outra ótica: http://expandiraconsciencia.blogspot.com/2011/02/por-que-nao.html
O que você chama de pseudo-cético eu chamo de cético burro. rsrs
Agora, lendo seu texto, deu-me vontade de postar mais a repeito. Você daria permissão para usar parte do mesmo? Claro que com os devidos créditos.
Aguardo resposta e agradeço

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Claro Atena, fica a vontade, esse texto tem de ser o mais divulgado possível. Abraço

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Sobre James Randi e seu Desafio Paranormal de Um Milhão de Dólares, Clique: http://seteantigoshepta.blogspot.com/2011/12/james-randi-e-seu-desafio-paranormal-de.html
Nesse pequeno vídeo bem humorado vemos um exemplo interessante sobre como funciona a cabeça dos famosos "Pseudocéticos". Se você não sabe o que é um PseudoCético, então acesse esse site: http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2009/08/pseudoceticos-reconheca-os-arme-se.html Outro bom é esse - http://www.ceticismoaberto.com/ceticismo/truzzi.htm Pode até ser que estou "exagerando", mas a verdade é que já vi exemplos semelhantes ao do delegado desse vídeo. Pessoas que são irracionalmente céticas, não por que duvidam que coisas fantásticas possam acontecer, mas sim por que tem crenças tão profundas, que não pode negá-las diante de novas evidencias que as contesta. A classe cientifica infelizmente é quase toda pseudocética, um bando de cabeças de vento orgulhosos que não aceita as evidencias que vão contra sua religião... isto é o Materialismo/ateísmo (sinônimo de Darwinismo, , reducionismo, naturalismo). Vergonha!

Anônimo disse...

o maior exemplo de pseudocéticos são os derivados militantes made in judeianização proto-sub-asia e os pseudo-ceticos de sites mainstream da net pseudo-undergrounds..por exemplo, esses pseudocéticos chamam revisionismo histórico de negacionismo como se eles fossem dogmáticos pró-judeia sem sequer investigar nada..mas quando o assunto é o ns por exemplo eles tentam resumir a ideologia a um bando de neopagãos com misticismo maçônico mesmo quando neopagãos eram minoria no reich..eu sintetizaria ainda mais os pseudocéticos para desmascara-los, mas teria de usar termos que não existem na primitiva e limitada língua portuguesa simplesmente por que é uma língua superficial e com pouco valor neural que se preocupa muito com presposições e artigos (o latim era muito mais belo mesmo sem tais) do que com conteúdo real, mas entende-se pois só o francês vence como língua mais mal falada..a diferença é que o francês ao menos atraiu idiotas de outras zonas menos lixadas, mas geralmente em pseudociências sociais..

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