terça-feira, 19 de novembro de 2019

Operação Cavalo de Tróia é um Plágio do Livro de Urântia - Nem Cavalos nem Troianos - De Antônio Ribera - J.J. Benítez Charlatão

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Livro Operação Cavalo de Troiá de J.J. Benítez é plágio do Livro de Urântia, e o livro 'Nem Cavalos nem Troianos' explica com detalhes por que...

É isso mesmo que o título está dizendo, a longa série de livros de J.J. Benítez é uma fraude, um plágio de um livro psicografado por norte-americanos na década de 1930 e só publicado em 1954 em diante.

Os 9 livros da Série “Operação Cavalo de Troiá”, mais os 2 lançados depois (criados para aproveitar a grande popularidade já conquistada) totalizando 11 livros até 2019, se trata de ficção baseada num livro longo e confuso intitulado “Livro de Urântia” (que já foi tema de artigo AQUI no site).

Em O.C.T. (primeiro livro lançado em 1984) Benítez nos informa que um suposto major norte americano (da Aeronáutica) fugiu para o México, e no México passou a escrever (numa máquina de escrever das antigas), os segredos norte americanos sobre uma invenção fabulosa que permitiu a Viagem no Tempo (sim, bem ao estilo ‘acredite se puder’) ele participou dessa primeira viagem ao passado para “testar a tecnologia”, e para essa primeira aventura resolveram ir conferir se Jesus tinha existido mesmo, (nada fúteis esses norte-americanos, não é verdade?).

Assim ele escreveu cerca de 2 mil páginas, e estava procurando alguém que levasse a sério o que ele relatava, e tivesse também coragem e força para espalhar essas informações pelo mundo todo. E adivinhe quem o Major Norte Americano escolheu?

Um repórter/escritor desconhecido, sem nenhuma relevância na época, um Espanhol, que se trata de um ufólogo um tanto fracassado, que diz ter tido experiencias de abdução quando criança. E que já tinha se enveredado por temas religiosos antes, com seu livro que defende o Sudário de Turim como autêntico, intitulado “O enviado”.

Esse livro foi a primeira aventura de Benítez em temas religiosos, depois veio a série O.C.T. nesse aqui Benítez defende o Sudário de Turim, mas essa relíquia cristã já está provada como sendo fraude da idade média, veja sobre o assunto AQUI

Bem... o major passou para ele essas primeiras páginas, com a “certeza” que Benítez iria fazer um bom trabalho, e fez! E assim ele (Benítez) foi merecedor de receber mais 4 mil páginas, estas escritas de forma manual agora. Pois, segundo conta, o tal “Major” estaria fugindo do governo dos EUA que o perseguia por alta traição, isso dá inclusive pena de morte lá.

Afinal, ele estava revelando os segredos dos experimentos do exército americano para o mundo todo, revelando segredos de segurança nacional, segredos estes EXTRAORDINÁRIOS que revela, (entre outras coisas), que o governo dos EUA tem o domínio sobre a tecnologia da viagem no tempo!

Por ser perseguido e ter de contar com a ajuda de estranhos, o major estava tendo dificuldades. E depois de entregar as 4 mil páginas ele morreu...

Obs. Estória bastante absurda, concordam? Eu não sei vocês, mas eu mandaria cópias para os principais repórteres do mundo, ganhadores do Pulitzer, para investigadores de conspirações, para emissoras de TV, (grandes e pequenas), para ganhadores do prêmio Nobel de literatura, etc... atiraria para todos os lados, na esperança que pelo menos um tivesse a coragem de aceitar o desafio.

Veja o caso Edward Snowden, ele foi procurar o Glenn Greenwald que já era um jornalista de destaque. E as revelações de Snowden fala apenas de espionagem feita pelo governo americano a seus próprios cidadões+lideres mundiais.

Glenn Greenwald com Edward Snowden expondo a espionagem maciça do governo dos EUA

A revelação do Major sobre máquina do tempo é MUITO, MUITO MAIS BOMBÁSTICA! Então é bastante obvio que a estória é forçada, e quem que acreditaria numa coisa dessas? Talvez os mesmos que acreditam em “salvador” que não salva ninguém...

E o cinismo do Benítez é incrível, anos depois ele teve a coragem de fazer um vídeo (em 2004) onde estava num cemitério de soldados norte-americanos, e depositou flores em um deles, dizendo: “Aqui repousa os restos mortais de um bom amigo, um alto militar norte americano cuja identidade não devo revelar ao menos por esse momento”, dando a entender, (lógico), que se trata do “Major”, o Jasão, que viajou no tempo e viu Jesus pessoalmente.

Para em seguida dar credibilidade a um vídeo fake de supostas gravações na superfície da Lua onde os astronautas da Apollo 11 teriam encontrado uma construção antiga lá, mas claramente o vídeo se trata de animação CG, (de jogo de videogame) quando essa tecnologia ainda estava no início de seu desenvolvimento.

Esse vergonhoso vídeo é um dos 13 episódios da série da TV Espanhola intitulada “Planeta Encantado” apresentado por ele, o episódio foi o: “Uma Viagem Confidencial” (em espanhol “Mirlo Rojo”). Em 34:15 Benítez mostra o seu incrível “furo de reportagem” revelando aquele incrível vídeo de 14 minutos que vazou da NASA, é o tal vídeo de videogame... (mais ridículo que isso, só dois disso!).

Planeta Encantado - “Uma Viagem Confidencial” - Mirlo Rojo:

Pois é... este é o super sortudo ufólogo que teve a sorte de ser escolhido por esse “Major” rebelde para ter acesso a um segredo profundo do governo dos EUA para então divulgar esse segredo para todos os 4 cantos da Terra, e assim ficar rico.

Eu (Bruno GM) li até o quinto livro. O Major de codinome “Jasão” viajou na máquina do tempo junto com o seu companheiro de aventuras o outro Major apelidado Eliseu.

O Eliseu seria a “base” do módulo, o suporte para que Jasão se misturasse a população e ficaria de prontidão para ajudar o Jasão em tudo que ele precisasse.

E assim os dois personagens passaram anos no passado, documentando toda a vida do “salvador” (o suposto Jesus), e curiosamente o que eles relatam vem a corroborar e ampliar tudo o que a Bíblia e Igrejas dizem de Jesus, e muito mais!

Confirma e RECONFIRMA a divindade do “Senhor Jesus” e vai além! Mostrando “passagens inéditas”, glorificantes, explicando que o tal de “Jesus” foi muito, mas muito mais poderoso e iluminado, (e inteligente) do que a Bíblia relatou!

Os escritores da bíblia foram bastante modestos em suas colocações. O tal de “Jesus” foi FENOMENAL, ele foi “O BICHO” mesmo, (como se diria na gíria). Porém, contudo, todavia, entretanto... é tudo ficção! É tudo invenção! (Sim!), pois na verdade essa aventura não passa de ficção baseada no livro de Urântia que também é ficção!

Antonio Ribera i Jordà, ufólogo cientifico contra J.J. Benítez
Antônio Ribera, escritor, ufólogo pesquisador sério denunciou Benítez como falsário

Lá em Maio de 1988 Antônio Ribera um escritor e ufólogo (pesquisador sério), com seus 68 anos lançou o livro “Nem Cavalos nem Troianos” [em espanhol: El secreto de Urantia. Ni caballos ni troyanos. De 1988, ed. Obelisco], onde explica por A + B que “Operação Cavalo de Troia” é um Plágio do Livro de Urântia.

Para o azar de Benítez o Ribera era um leitor voraz, um pesquisador meticuloso. Apesar do Livro de Urântia não ser conhecido na Espanha, e até onde sei, bem pouco conhecido fora dos EUA na época, ele tinha lido! Ele analisou o livro! E quando ele leu o Operação Cavalo de Troia imediatamente reconheceu o conteúdo.

E Benítez nessa época já tinha péssima fama no meio ufológico, já tinha fama de ser um mistificador, um fanfarão, um mentiroso. Ribera então não se fez de rogado, e escreveu o livro denunciando Benítez.

A reação de Benítez e de sua editora foi tentar abafar o caso o máximo que pudessem, afinal os livros OCT estava vendendo como água, e a editora e Benítez estavam ficando ricos (e ficariam mais ainda, hoje em 2019 o sucesso de OCT é devastador).

Então Ribera foi esmagado pelo poder financeiro, seu livro só teve uma edição, sabotagens ferozes foram feitas para ele não ser mais publicado em lugar algum, e ações contra Ribera foram acionadas para ele ficar calado.

O livro de Ribera ficou bem restrito, está praticamente proibido, tanto que os poucos exemplares que ainda circulam são caros por se tratar de livro raro (colecionável), custa 140 dólares na Amazon, e subindo. Mas novamente para o azar do Benítez uma pessoa bondosa, fez o favor de digitalizar um desses volumes e disponibilizar o PDF de graça na internet. (Faça o Download Gratuito AQUI).

As três primeiras capas dos livros publicados na Espanha, (note a infantilidade, remetendo há Star Wars, já no Brasil as capas são bem mais sérias, que é para dar um ar de 'credibilidade' ao conteúdo) e note também que na capa do primeiro livro não tinha a indicação do Nº 1, isto por que Benítez não acreditava que faria tanto sucesso, só depois em novas edições que passou a ter a numeração, ele foi surpreendido pelo sucesso de vendas

Ribera nesse livro diz o obvio, e compara páginas dos livros do Benítez com páginas do Livro de Urântia, exemplificando sem sombra de dúvidas que se trata de plágio descarado. Leia você mesmo os argumentos dele, e note como ele tem toda a razão.

A fundação Urântia, (detentores dos direitos autorais do livro de Urântia) fez um acordo com a editora de Benítez (editora Planeta), não sabemos qual foram as tratativas que negociaram, mas o resultado foi que a fundação não iria processar Benítez, aparentemente passaram a receber royalties do escritor espanhol.

E o único que se deu mal nessa história toda foi Ribera, e também, (naturalmente) os leitores(as) que continuaram a ser enganados pelo escritor sem vergonha J.J. Benítez que continua até hoje sustentando a óbvia mentira, se fingindo de tonto, e dando respostas ambíguas quando é perguntado se a tal missão de “viagem no tempo” realmente aconteceu.

O Benítez é muito escorregadio, tão escorregadio como sabonete molhado. Quanto ao livro de Urântia, eu já falei sobre ele em 2014, confira AQUI

Goulart de Andrade entrevista J.J. Benítez (1996) com Carmen Viana:


Segue agora algumas reportagens sobre as fraudes de J.J. Benítez:

Revista UFO denuncia J.J. Benítez por plágio, escritor de ficção, e não de fatos.
(Por A. J. Gevaerd - Edição 69 - 01 de Fevereiro de 2000):

Nosso outro personagem neste artigo também tem uma ficha de serviços prestados à sua profissão que poderia ser descrita, para sermos conservadores, como “muito pouco ilustre”. Como escritor J.J. Benítez é um gigantesco sucesso. 

Só no Brasil já vendeu mais de dois milhões de livros, especialmente da série “Operação Cavalo de Troiá”, já em seu número 6. Em outros países da América Latina ele também é um sucesso, assim como na Espanha e em Portugal. Nas demais nações da Europa, nos Estados Unidos e na Ásia, Benítez é um ilustre desconhecido...

Sua carreira começou polêmica quando, em 1974, ainda como jornalista iniciante da Gaceta del Norte, jornal impresso de Bilbao, Espanha, foi mandado à Lima, no Peru, para fazer a cobertura do que se anunciava como um contato programado com ETs. Lá Benítez juntou-se aos irmãos Sixto e Carlos Paz (que recentemente assumiu sua homossexualidade, autodenominando-se Verônica Lane) numa tentativa de manterem contatos com alienígenas numa praia ao sul da capital peruana. O evento contou também com a presença de grande quantidade de pessoas e alguns outros jornalistas (mas nenhum tão eufórico quanto Benítez).

Nosso personagem, em sua primeira missão no exterior, evidentemente necessitava de uma boa reportagem que justificasse o investimento de seu jornal nele. E não deu outra: Benítez enviara à Espanha uma matéria em que registrava que ETs de fato fizeram contatos com o grupo de peruanos chefiados pelos irmãos Paz. Esse foi o ponto inicial para dois acontecimentos, um na América Latina e outro na Europa. 

Daquele lado do Atlântico, Benítez começou a dedicar-se cada vez mais à Ufologia, escrevendo inicialmente artigos e, depois, seus primeiros livros sobre o assunto, embalado pela repercussão que a matéria sobre o suposto contato em Lima havia atingido. E deu no que sabemos: o homem hoje é um bestseller, para usar o jargão editorial que caracteriza autores que vendem grandes quantidades de livros.

Já do lado de cá do Atlântico, os irmãos Sixto Carlos Paz pegaram uma carona no sucesso de Benítez e deslancharam uma polêmica seita contatista (que fazem contato com ETs) que espalhou-se pela América Latina e Europa, chegando inclusive ao Brasil (Grupo Rama, posteriormente transformado em Projeto Amar), hoje já quase desativado no país.

São Livros de Ficção, nada a ver com a realidade - Foi apenas após o sucesso atingido (e os milhões de pesetas entrando) que Benítez foi aos poucos sendo tomado pela “amnésia”, e começou a esquecer-se que sua nova obra se tratava de pura ficção.

Pois bem, até então, todos lucraram com o episódio, mas a verdade ainda estava por vir. Numa entrevista à Revista UFO, em Setembro de 1996 [UFO Edição 47], Benítez foi taxativo ao afirmar que tinha dúvidas sobre o que de fato aconteceu em Lima, tantos anos antes. Quando pressionado por este jornalista (que lis escreve) sobre a origem de um eventual fenômeno que observou na ocasião, (e relatou em seu jornal com bastante estardalhaço), garantiu duvidar que se tratasse de um UFO... (?!).

Contatos Duvidosos:

Ora, então não foi nenhum contato com ETs que aconteceu no Peru, como querem os citados irmãos e, até então, o próprio Benítez - que deixou claro, inclusive, que não crê que Carlos Paz tenha de fato contatos com aliens.

Assim, analisando-se o estopim do sucesso de Benítez por esta ótica, chega-se facilmente à conclusão de que há algo de estranho em sua carreira. A suspeita se confirmou com o lançamento, (na Espanha), do primeiro livro da Operação Cavalo de Tróia, alguns anos depois do duvidoso episódio de contatismo.

Durante o lançamento para a Imprensa, nosso personagem afirmou que estava produzindo uma obra de ficção científica, o que foi surpresa para todos, pois Benítez já era notório autor de livros de outros gêneros.

Nosso personagem com certeza jamais imaginou que “Operação Cavalo de Tróia” fosse ser tão bem sucedido e trazer-lhe tanto dinheiro, tanto que o livro não foi lançado com o número '1' ao lado do título. Foi apenas após o sucesso atingido – e os milhões de pesetas entrando – que Benítez foi aos poucos tomado de “amnésia” e começou a esquecer-se que sua nova obra era pura ficção científica.
Bem escrita e interessante, mas ainda assim fictícia. 

Ao mesmo tempo, foi tomado por uma verve literária incomum, que lhe garantiu a continuidade da série em ritmo industrial, chegando hoje até o número 6 e ainda escrevendo sobre muitos outros assuntos ligados ao tema dos “Cavalos”. Há quem garanta que Benítez é o autor que mais bem paga Ghost Writers (escritores fantasmas) na Espanha…

O problema de nosso personagem, no entanto, começou logo após o lançamento do primeiro “Cavalo”, quando um cidadão franzino e já alquebrado pelos seus quase 70 anos, à época, resolveu analisar um outro livro e chegou a conclusões interessantes.

Antonio Ribera não tolerou as mentiras de J.J. Benítez

Antonio Ribera é este cidadão, um dos maiores ufólogos do mundo e considerado o grande pioneiro da Ufologia Espanhola, tendo escrito inúmeras e excelentes obras a respeito. “Analisei o Livro de Urântia, lançado pela Fundación Urantia décadas antes de Benítez nascer, e descobri que expressiva porcentagem do livro de Benítez era plágio daquela obra decana” - disse Ribera - “Um plágio descarado e ousado, pois as páginas de um eram inteira e literalmente copiadas para o outro”-

O escândalo foi evidentemente abafado, já que Benítez e sua editora fizeram acordos com a Fundación Urantia, que não quis criar maiores polêmicas dada à sua natureza pacífica. Mas sobrou para Ribera, que escreveu o livreto “Nem Cavalos e Nem Troianos”, onde expôs o plágio.

Como em muitas situações típicas em que o denunciador de uma falcatrua acaba pagando um preço por seu caráter enquanto o denunciado fica impune, Ribera amargou um processo judicial implacável por parte da editora de Benítez e foi à lona.

Pagou por sua honestidade e grandeza ao denunciar uma fraude. Perdeu quase todo seu minguado patrimônio e ainda teve que se retratar publicamente. Vitória para Benítez, que continuou a saga dos “Cavalos” com seu plágio já notório.

Será que apenas esses dois episódios da vida de nosso personagem - Lima e Ribera - são suficientes para que se perca a confiança em Benítez, senão como festejado escritor de obras de ficção, pelo menos como o ufólogo que ele diz ser?

Se o leitor pensa que não, então o convidamos a ler com bastante atenção o texto que se apresenta nesta edição de UFO, em que o co-editor Ubirajara Franco Rodrigues expõe a constrangedora situação que envolveu uma misteriosa visita de nosso personagem à Varginha, 11 meses após a captura de ETs ter sido anunciada pelos ufólogos brasileiros e em pleno andamento daquela que foi a mais completa, complexa e exaustiva pesquisa de um caso ufológico em nosso país. E tire suas próprias conclusões.

O livro de Urântia nos livros de J.J. Benítez

Juan José Benítez, um conhecido pesquisador ufológico espanhol, exibiu em muitos de seus livros conhecimentos extraídos do The Urantia Book. Há quem afirme que há claramente um Benítez antes e um Benítez depois em seu trabalho, tendo como ponto de virada a leitura do livro.

Entre todos os livros inspirados por “The Urantia Book”, talvez o que teve mais impacto e o mais comentado tenha sido o Cavalo de Tróia. A partir de sua publicação, muitos de seus leitores começaram a questionar a veracidade dos fatos narrados e aprendidos sobre a existência do Livro de Urântia.

J.J. Benítez sempre afirmou que estava muito atraído pela figura de Jesus de Nazaré; de fato, antes de Trojan Horse, mais especificamente em 1979, ele publicou “El Envido”, no qual o calvário pelo qual *Miguel de Nebadon (Jesus como é chamado no livro de Urântia, esse “seria o nome verdadeiro”) passou nos últimos dias em Urântia foi narrado em grande detalhe. 

O autor, no início do livro, menciona uma técnica de “projeção mental” usada para saber o que aconteceu exatamente naqueles dias. Não há grandes contradições entre os fatos estabelecidos no “Enviado” e os fatos narrados nos documentos correspondentes à parte IV do Livro de Urântia.

Aqui está a lista de romances, em ordem cronológica, na qual a influência mais ou menos direta do Livro de Urântia aparece, juntamente com uma breve revisão de cada um deles, na qual indicaremos as partes do Livro de Urântia em que eles são inspirados - (continua AQUI).

Nem Cavalos nem Troianos - De Antônio Ribera
(INTRODUÇÃO)
“Você pode enganar parte das pessoas em parte do tempo, mas não pode enganar todas as pessoas o tempo todo”
Abraham LINCOLN (1809-1865)

O que motivou os autores deste livro a escrevê-lo, não foi a inveja, o lucro ou o ressentimento, ou qualquer outra paixão baixa. Simplesmente - e mesmo que pareça estranho para alguns - um desejo quixotesco de verdade e justiça, o desejo de sair em defesa da ética profissional e da dignidade do escritor (profissão já não muito bem vista na Espanha, desculpe, em “Estepaís”, como é agora conhecida a Celtibéria), porque ainda prevalece a ideia fácil e popular de que o escritor (exceto os famosos, é claro) é um ser com muitos boêmios, que vive em um matadouro e baseado de colar suas palavras ao editor (leia os avanços).

Se o escritor típico (ou o escritor arquetípico) fosse assim, nada mais natural e de acordo com sua suposta natureza de mangant, que ele se rendia regularmente ao plágio, à “silagem de fu” das obras de outras pessoas, a fim de economizar trabalho e poder entregar mais páginas para o seu editor.

No entanto, e embora o público em geral não acredite, o que abunda é justamente o oposto: o escritor honesto (me livre de Deus de dizer “honesto”, um adjetivo que finalmente prolifera, pelo contágio do inglês “honestidade” tem a ver com modéstia finalmente, e com prazer).

Sim, a grande maioria (principalmente silenciosa e muitas vezes inédita) é composta de homens e mulheres que amam a literatura (em letras maiúsculas), que têm o bug de escrever, de criar, e que tentam dar tudo no trabalho que perseguem. Como eles conseguiriam plagiar, se o que eles querem é dar de si mesmos - eles mesmos - expressar seus sentimentos e ideias mais íntimas, criar seus próprios personagens e seu próprio enredo?

O plágio, por outro lado, geralmente age movido pelo motivo do lucro; você deseja ganhar “dinheiro fácil” sem prestar atenção à mídia e, de acordo com artigos recentes introduzidos no Código Penal sobre Propriedade Intelectual, pode cometer um crime.

No capítulo correspondente, comentaremos o que dizem os novos artigos da Lei sobre plágio, bem como uma análise jurídica, solicitada a um especialista em direitos autorais, do copi-plágio de J.J. Benítez.

Um dos dois autores deste livro escreveu - e publicou - cerca de sessenta obras ao longo de uma vida de trabalho profissional árduo e apenas, e de tempos em tempos, se plagiaram, naquilo que Raymond Chandler - que também o praticou - chamou de “canibalismo literário”. Nas vezes em que teve que citar textos que não eram dele, ele sempre citava escrupulosamente os autores ou as fontes nas quais bebeu. (Continua em: PDF).

Operação Cavalo de Troia de J.J. Benítez é uma ficção baseada em outra ficção:

Existe alguns livros lançados com essa mesma “estratégia de marketing viral” como por exemplo o “Operação Cavalo de Troia” de J.J. Benitez, onde se diz que supostamente um major da aeronáutica dos EUA usando de uma máquina do tempo volta para o passado para encontrar Jesus... mas na verdade essa série longa de livros é plágio do livro de Urantia, um livro psicografado por vários médiuns norte-americanos.

Na época esse livro psicografado não era muito conhecido, e Benitez viu a oportunidade de ouro de finalmente fazer fortuna. Sendo psicografado, e os médiuns não querendo assumir autoria, o domínio ficou “público”, e Benítez pode plagiar à vontade, lendo e aí escrevendo de forma adaptada (com suas palavras) e assim o livro de Urantia se transformou na série de livros Operação Cavalo de Troia, que é um sucesso absoluto.

Mas não foi publicado nos EUA, (e países asiáticos não tiveram interesse na obra). Por que não há publicação em língua inglesa? A resposta é simples, se for publicado nos EUA milhares de pessoas rapidamente vão reconhecer o conteúdo e identificar que se trata de plágio.

Assim é bem capaz que o Livro “Crônicas do Futuro” se trata de um livro de ficção que está usando a mesma formula de sucesso do J.J. Benítez, mentindo para os leitores, dizendo que a obra tem “origem misteriosa”.

Outro caso de “marketing viral” é o Filme “Contatos Imediatos de Quarto Grau” onde se diz com todas as letras que o filme é baseado em fatos reais, de acontecimentos verdadeiros e 'comprovados com documentos e testemunhos' acontecidos numa cidade do Alaska. Porém tudo não passa de uma fraude, até jornais falsos foram forjados para garantir as bilheterias, (Clique Aqui).

Mas eu naturalmente gostaria muito que essa história do Crônicas do Futuro seja real, até faz sentido perante os fenômenos parapsicológicos que estamos falando aqui, mas tudo indica se tratar de ficção... infelizmente.

E se for mesmo ficção é notável como o autor(a) vinculou a saída da alma do corpo e previsão do futuro, a pessoa com certeza estudou muito e a partir de casos, e exemplos, deve ter criado toda a ficção, estendendo as possibilidades até o nível do fantástico.

Caballo de Troya de J.J. Benítez é ficção baseada em outra ficção

Fontes:

Antonio Ribera, Escritor , ufologista , tradutor , mergulhador. O grande quebra-cabeça dos discos voadores (1966), Terra de somni (1949): https://es.wikipedia.org/wiki/Antonio_Ribera
- Operação Cavalo de Troia é um Plágio do Livro de Urântia - Nem Cavalos nem Troianos - De Antônio Ribera - J.J. Benítez Charlatão - PDF leia a denúncia de Ribera contra Benítez de graça: https://drive.google.com/file/d/1Q_PqXsr7qIXo3FBMXH2N7gXkx_oR79iC/view?usp=sharing
- Fundação Urantia falando dos plágios do JJ Benítez:
- O Santo Sudário é Falso? Farsa Cristã? O Sudário de Turim - Jesus Cristo - Manto Sagrado - Igreja Católica - Evangélicos: https://seteantigoshepta.blogspot.com/2012/09/o-sudario-de-turim-e-falso-santo.html
- Revista UFO denuncia J.J. Benítez por plágio autor de ficção sem vergonha:
- Urantia Book: El Libro De Urantia (edição em espanhol): https://www.amazon.com/Urantia-Book-El-Libro-Spanish/dp/1883395003
- Operação Cavalo de Tróia - J.J. Benitez - Panaceia: https://apanaceiaessencial.blogspot.com/2009/03/operacao-cavalo-de-troia-jj-benitez.html
- Livro “Nem cavalos nem troianos”, operação cavalo de troia é um plagio do livro de Urantia, por Antonio Ribera, PDF para Baixar: https://pt.scribd.com/document/350684856/livro-secreto-de-urnatia-nem-cavalos-nem-troianos-pdf
- Venda de livro na Amazon - El secreto de Urantia (Ni caballos ni troyanos) (espanhol) Brochura - 1989, por Antonio Ribera (Autor), Jesus Beorlegui (Autor): https://www.amazon.com/El-secreto-Urantia-caballos-troyanos/dp/B004JIPP7C
Trata-se de um trabalho onde os autores apresentam uma crítica duradoura aos livros de J.J. Benítez, pertencentes à série "Caballo de Troya". Detalhes do produto: Capa comum: 128 páginas, Editora: Obelisco (1989), Língua: Espanhol, ASIN: B004JIPP7C
- El secreto de Urantia (Ni caballos ni troyanos) Livro ficou raro, apenas 1 edição, difícil de achar: https://www.todocoleccion.net/libros-segunda-mano-esoterismo/el-secreto-urantia-antonio-ribera-jesus-beorlegui-obelisco-1988-1-ed-ufologia-dificil~x66860882
- Antonio Ribera i Jordà , nascido em 15 de janeiro de 1920 em Barcelona e morreu em 24 de setembro de 2001 em Sant Feliu de Codines (perto de Barcelona), é um escritor espanhol de OVNIs interessado no fenômeno OVNI do início dos anos 1950 e considerado como "o pai" da pesquisa espanhola sobre OVNIs. Ele também é o precursor do mergulho autônomo em seu país: https://es.wikipedia.org/wiki/Antonio_Ribera
- JJ Benítez deixa de lado a pesquisa apos quatro décadas: https://ufo.com.br/noticias/j-j-benitez-deixa-de-lado-a-pesquisa-apos-quatro-decadas

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Sobre Psicanálise de Freud - Freud nunca curou nenhum paciente - psicanalista de SP Luciana em 2011 para um Ateu

Carta Aberta para os Ateus/Materialistas Militantes


Eu estava estudando sobre o Pró-vida que se trata de uma -“irmandade de praticantes do ocultismo”- relativamente famoso aqui em SP, e encontrei um site que “denuncia” a ordem. Esse site foi feito por algum dissidente que deve ter ficado muito irado e então criou o site para denunciar todos os podres dessa organização. 

E entre as muitas páginas vi um comentário extenso (muito interessante) feito por uma psicanalista. Nesse texto ela dá uma “bronca” no criador da página e comenta como o Materialismo/Ateísmo é frágil em suas bases mais fundamentais.

E aqui no Sete Antigos Heptá o Ateísmo/Materialismo é um dos nossos alvos, pois eu (Bruno GM) considero essa uma verdadeira religião, pessoas como o Richard Dawkins, Carl Sagan, Daniel Dennett, James Randi, e outros ateus militantes são tão religiosos quanto os devotos cristãos, islâmicos, hinduístas, etc... o comportamento deles é idêntico a esses religiosos, são tão raivosos e petulantes quanto.

E o que essa Psicanalista (que deu o nome de ‘Luciana’), diz para o tal de “Carlos” vem a reforçar tudo o que já expomos aqui nesse site. Então acompanhe o texto, e se quiser ver “in loco” (Clique Aqui).

Psicanalista de SP (Luciana em 2011) comentando no blog “Pró-vida Bandida 
(Luciana: 31 de janeiro de 2011 ás 09:00hs)

Carta aberta ao Carlos 
(dono do blog pro-vida-bandida)

Olá Carlos tudo bem? Espero que você esteja na sua melhor forma. Comigo as coisas vão indo... às vezes bem, às vezes mal... como para todo mundo.

Permita-me apresentar-me, sou advogada, psicanalista (sua colega portanto) e técnico em informática (Sim é possível!).

Sou casada, não tenho filhos (ainda) moro com o marido e uma cachorrinha Yorkshire em São Paulo.

Meus Hobbys são viajar de moto, dormir demais, comer demais e pensar em coisas inúteis. (Eu estava falando de Hobbys ou vícios? Ah! Deixa prá-la...).

Não fumo, não bebo, não me drogo, porque já acho o lado amargo da vida ruim o suficiente.
Antes de tudo concordo em pelo menos uma coisa com você. Há algo de podre no reino da Dinamarca, como disse o Hamlet de Shakespeare.

Desde já afirmo que não sou (nem nunca fui) membro da (aqui) mal versada instituição Pró-Vida.

É claro aparentemente que a Pró-Vida é uma pseudo-escola-de-filosofia-igrejinha-new-age-fanatista-fascista-preconceituosa-equivocada-não-científica-caça-níqueis-engana-Joe.

Mas será que pode ser outra coisa? Existe essa hipótese (científica)? Gostaria, porém, de (tentar) aprofundar um pouco o debate.

Tenho permissão para isso? Vou supor que sim, afinal de contas o Blog fala em “Liberdade de expressão doa a quem doer”. Bom, desculpe, mas talvez doa, um pouco, em você. Vamos lá?

“Freud nunca curou nenhum paciente”

Achei seu blog interessante. É um mix, no mínimo, curioso, vejamos: um psicanalista, que se diz cético, tem o trabalho de montar (e manter) um Blog opondo-se à Pró-Vida, seu fundador e seus membros.

Parece, (me corrija se eu estiver errada), que tratasse de uma utilidade pública, eis que o Blog teria o condão de afastar os (menos) “trouxas” do lugar.

Tenho, imagino, algumas coisas a acrescentar. Sobre o ceticismo, ateísmo, racionalismo, gnosticismo:

O Blog tem forte conteúdo ateísta, e faz (parece irracional) quem crê em alguma forma de deus. Seríamos, portanto, nós, ateus, “racionalistas”.

Coloco racionalista entre aspas porque quando um ateu ou pseudo ateu se diz racional, faz supor que os crentes, ou crédulos são irracionais.

Sabemos que a história da humanidade, lista diversos gênios, ateus e crédulos, uns não parecem melhores ou piores que o outros.

Logo se gênios podem ter sua fé, os crédulos estão absolvidos da sua burrice. Sou, sinceramente, e infelizmente, assim como você, um incrédulo. Não acredito na existência de um Deus cristão, ou Judeu, ou Hindu, ou Pagão, ou coisa parecida.

Penso que todos nós, ateus, agnósticos, céticos, incrédulos em geral, somos, às vezes, como você parece, revoltados com o fato de termos descoberto (!?) que deus não existe.

Porque ficamos raivosos? Será que no fundo gostaríamos de poder acreditar em algo? Por isso persegui todas as religiões que pude. Tentei descobrir a verdade por trás delas, e sabe o que descobria? Todas elas acabam no nada. É como uma cebola com várias camadas, que depois de removida a última camada fica... vazia.

Não tem nada depois da última camada. Interessante que a psicanálise se utiliza da mesma metáfora (da cebola) para descrever o recalque original...

O que, nós, incrédulos, céticos, ateus, agnósticos, muitas vezes não percebemos é que não acreditar em deus também é uma crença.

No seu Blog você critica os crédulos da Pró-Vida de serem arrogantes por pensarem que são melhores por terem (ou acharem que tem) um conhecimento.

Ora, e nós, incrédulos que nós achamos melhores por termos “descoberto” que deus não existe, somos o que? Humildes? Será que deus não existe mesmo? Só porque não se “mostrou” da forma como nós, céticos, ateus, agnósticos e incrédulos gostaríamos? Ou porque não nos deu a capacidade de percebe-lo?

E afinal de contas o que é religião?

Alguns dizem que Religião do latim vulgar: “religio” que significa “prestar culto a uma divindade”, “ligar novamente” significaria simplesmente “religar”.

Mas a pergunta psicanalítica seria: religar a o que ou a quem é o mais importante... quem desligou?

- Sobre a psicanálise: Chegamos a um ponto importante, a psicanálise. Você, (meu colega psicanalista), sabia que a psicanálise é comparada a uma religião por pessoas muito inteligentes? Jô Soares e Woody Allen entre muitos outros.

Verdades inconvenientes sobre a psicanálise de Freud:

- Freud não curou nenhum de seus pacientes;

- Freud receitou cocaína em doses tão altas a um paciente que acabou morrendo;

- Freud consumia muita cocaína;

- O paciente de Freud do Caso do Homem dos Ratos (que Freud alardeou ter curado) morreu aos 84 anos e ainda estava em análise;

- Abílio Diniz está em terapia psicanalítica há mais de 10 anos... (Será que o problema dele é insolucionável ou ele não pode pagar um bom profissional?).

Parece que você alega ser psicanalista Lacaniano, sobre isso Jean Jacques Lacan disse:

- “Vocês pode ser o que quiserem, até mesmo Lacanianos, mas eu Lacan, sempre fui Freudiano” -

Ser lacaniano, para quem não sabe, muitas vezes no meio da psicanálise, é um salvo conduto para agredir o paciente com verdades e posturas para a qual muitas vezes ele não está preparado.

É a famosa psicanálise selvagem. Voltando a Freud... Freud era filho de um rabino e foi acusado por estudiosos de plagiar conhecimentos da religião Judaica para formar sua psicoterapia “científica”.

Ciência: Chegamos a outro ponto interessante. O que é ciência?

Pelo que aprendi na faculdade há alguns anos temos um método “científico” para qualificar o que é “ciência”. Chama-se metodologia científica. É utilizada por... cientistas...

É mais ou menos assim, se tal fato puder ser repetido pelas mesmas ações e dentro de certos critérios, ele será comprovável (e portanto) científico. Complicado?

Veja... Os cientistas criaram um método científico para diferenciarem o que é ciência do que não é, a isto deram o nome de Metodologia Científica.

Ah?! Você deve estar perguntando e quem são os cientistas? Simples, as pessoas que estudam as ciências, oras...

Então os cientistas, que são os homens da ciência, decidem, através de um protocolo deles (científico) o que é ou não ciência.

Para mim isto tem outro nome: raciocínio circular, começa no mesmo ponto onde termina. Para os gregos, ciência era “saber”, somente isso.

Mas nós, incrédulos, nos baseamos na ciência, para “provar cientificamente” que os outros estão errados.

A igreja católica, já fez isso, a ciência estava ao lado dela até bem pouco tempo atrás. E afinal de contas, a psicanálise é científica? Ou seja, submetendo-se os mesmos pacientes aos mesmos tratamentos temos os mesmos resultados? Sabemos que não!

E o Direito? Uma mesma questão submetida ao mesmo juízo terá o mesmo resultado? Sabemos que não. Mas tanto a Psicanálise quanto o Direito alegam serem métodos cientificamente aprovados, comprovados, chancelados e infalíveis. A Pró-Vida só faz o mesmo que nós, e achamos muito desonesto.

Você, como psicanalista já “curou” alguém? Ou “deu alta” psicanalítica quando a pessoa se encaixou no modelo Freudiano ou Lacaniano de fala que você acredita ser saldável?

Se for assim, você acredita, tem fé em algo, talvez na psicanálise... Todos nós, felizmente, somos crédulos em algo. E corremos o risco de estarmos errados.

Acreditamos que temos as respostas, e defendemos as nossas convicções. Ah?! E se, apenas por hipótese, a Pró-Vida souber a resposta e cobrar somente R$ 400,00 pela solução para minha dúvida ficarei satisfeita em pagar.

Falando nisso Carlos... quanto custa a sua consulta? Você tem as respostas para você mesmo? E para todos os outros elas servem? Será que servem para os “trouxas” da Pró-Vida”? Você cobra (naturalmente) e eles(as) não pode cobrar?

A psicanálise também vende suas respostas, bem caro, de conta gotas e quem não aceita é taxado de psicopata, psicótico, border line, esquizofrênico, paranócio, autista, histérico ou neurótico.

Em resumo Carlos:

A crença na inexistência de um deus, não é melhor ou mais inteligente que a crença de que existe alguma espécie de divindade.

A crença na existência de métodos para o aperfeiçoamento da mente e de meditação não estão tão longe assim da psicanálise com que você trabalha, acredite.

Se você pode cobrar pelas suas respostas, ainda que elas não sirvam para todos, a Pró-Vida deve, (num país capitalista), poder fazer o mesmo.

E quando você fundar um grupo que faça mais caridade que a Pró-Vida, aí, então você fala mal do fundador da Pró-Vida. (Caridade é científico?).

Eu poderia ter escrito só isso, mas pessoas “científicas” percorrem um longo caminho para acreditarem (terem fé) em algo. (e ainda se acham mais inteligentes).

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)