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- “Eles devem achar difícil... Aqueles que tomaram a autoridade como verdade, ao invés da verdade como autoridade”. (Gerald Massey, Egiptólogo)
Os Essênios eram fundamentalistas Judeus que pregava a obediência cega e literal as leis de Moisés e dos Profetas Judeus. Pregavam a resistência até as últimas consequências contra os Romanos, alardeavam que o Messias enviado por Deus apareceria entre eles, e este lideraria o ‘Povo Escolhido de Deus’ para dominar o mundo todo, escravizando todos os povos da Terra.
Os filhos de israel para os essênios era uma classe superior a todos os outros humanos, que são então classificados como ‘filhos das Trevas’ e por tanto deveriam servir aos verdadeiros senhores da Terra, no caso, os Judeus, os únicos 'filhos da Luz'. São fanáticos fundamentalistas psicóticos, terroristas e obcecados pela Guerra.
Os Pergaminhos do Mar Morto - Essênios:

Acontece que esses pergaminhos são da época que abrange toda a vida e atuação do suposto 'Jesus de Nazaré', por isso era de se esperar que alguma coisa seria dita sobre o ‘poderoso messias’ e seus ‘fantásticos milagres’, seus poderes divinos, seu movimento pela Paz, etc... mas... entretanto... porém... não foi encontrado NENHUMA MENÇÃO a Jesus!
Nem a seus discípulos, nem a nenhuma das ocorrências mencionadas no evangelho! Esse silêncio dos essênios é perturbador! É UM GRANDE PROBLEMA PARA OS CRISTÃOS! Pois leva a crer que aquilo que muitos historiadores e arqueólogos comenta há muito tempo é verdade. Jesus simplesmente nunca existiu! É uma ficção criada mais de um século depois da destruição e demolição de Jerusalém pelos Romanos (em 300 d.C.).
A seita dos essênios foi criada e se estabeleceu em Qumran a partir de 130 a.C. e durou até 70 d.C. e eles não conheceram Jesus? Nem ficaram sabendo de seus feitos? De seus Milagres? Palavras Sábias? Entrada triunfante em Jerusalém? Julgamento por Pilatos? Aparições depois da morte? Atuação dos Discípulos? Nada disso??
Ele é o messias que os essênios tanto esperavam! Um ente divino, exibindo super poderes extraordinários, que esteve entre eles! Por que não escreveram nada sobre tudo isso??
O movimento foi mencionado por autores antigos. e houve um redespertamento do interesse sobre o grupo após a descoberta dos Pergaminhos do Mar Morto e do levantamento arqueológico de Qumran. O Essenismo é transcrito pela primeira vez por Filon e Flávio Josefo, onde citam uma ordem que havia se afastado do judaísmo oficial por motivos desconhecidos, pois seus costumes se diferenciam em determinados pontos.
Iniciaram seus estudos nos séculos que vão desde o ano 150 a.C a 70 d.C. o alegado ‘Salvador’ que tinha morrido e ressuscitado (Jesus) não foi mencionado por nenhum desses historiadores, eles fizeram relatórios sobre os essênios, mas nem uma virgula foi escrita sobre um ‘poderoso’ (Rei dos Judeus) que foi julgado e crucificado por Pilatos, e ressuscitou depois de três dias, nada foi dito sobre seus alegados ‘milagres’ nem antes nem depois da sua ‘morte’ na cruz.

Esse silêncio é perturbador, pois evidencia que toda a estória contada na bíblia sobre Jesus não passa de fantasia escrita dois séculos depois. Dos hábitos comuns do grupo, pode-se dizer que se alimentavam basicamente de frutas e legumes e que se banhavam em águas como forma de ritual para a purificação espiritual, eram bastante supersticiosos e cheios de restrições alimentares, comportamentais, e de vestimenta.
As mulheres por exemplo não podiam se maquiar, pois foi o ‘Satanás que ensinou as mulheres a pintar o rosto para aumentar seu poder de sedução’. Durante o domínio da Dinastia Hasmonéa, os essênios foram perseguidos.
Retiraram-se por isso para o deserto, vivendo em comunidade e em estrito cumprimento da lei mosaica, (leis de Moisés) bem como da dos Profetas. Um dos autores antigos que citou os essênios foi Plínio, o Velho, que fala sobre um grupo de ‘mulheres sem qualquer amor sexual, sem dinheiro, apenas com trabalhos manuais’.
Fílon de Alexandria, filósofo judeu, um judeu grego, viu a comunidade dos essênios em um contexto mais amplo e, portanto, menciona os essênios com número acima de 4.000 homens que “vivem em um grande número de cidades de Judá e em aldeias como assentamentos”.
O trabalho de Josephus pautou um pouco o trabalho de Hipólito (cerca de 170 -236 d.C.), mas aparentemente se baseou em outras fontes, porque descreve o exemplo dos essênios ao jantar, como também relata a divisão dos judeus do Segundo Templo em três grupos principais: Saduceus, Fariseus e Essênios.
Os mesmos são descritos no documento de Damasceno, que suas origens se dão 390 anos depois dos babilônios conquistarem Jerusalém, então isso quer dizer ano 196 a.C. Ocorreu que as pessoas queriam seguir as leis de ‘Deus’ da uma forma mais pura e fundamentalista possível.
Depois de vinte anos um ‘professor de justiça’ organizou o sentido do movimento da instituição. Este movimento provavelmente pode identificar-se com o movimento chamado Hasidim (literalmente, ‘piedoso’), que se envolveu depois na rebelião de Macabeus (167-161 a. C.) contra os Seleukovcům. Os quais corresponderiam ao mesmo nome dos essênios, ou Hasidim.
Os essênios, em seguida, também criticaram os fariseus como “buscadores da suavidade” fazendo adaptações dos comandos da Torá, isto é, criticava os judeus moderados que se recusavam a seguir estritamente as escrituras, os classificando como "bonzinhos demais", pessoas de pouca fé, já que preferiam diálogos com os Romanos em vez de guerra total e irrestrita, um confrontamento radical como as escrituras sugerem.
São os Judeus que deveriam dominar e escravizar os Romanos, e todos os outros povos da Terra, e não ao contrário!
Com certeza esses Judeus fanáticos não tinham real noção do tamanho, força e recursos que Romanos e outras civilizações possuíam na época, tal como Egito, Índia, China. Naquela época, aparentemente, eles desfrutaram o favor de Herodes, o Grande e viviam perto das muralhas de Jerusalém, mas os essênios são obrigados a retornar a Qumran após a morte de Herodes.
Durante a Primeira Guerra Judaica, ano 68 d.C. o extermínio de Qumran é definitivo, a qual acabou por ser destruída pelo exército romano, pois os essênios tinham se envolvido nos conflitos, a guerra civil que começou em 64 d.C. e terminou em meados de 70 d.C. com a vitória dos Romanos que na ocasião demoliram toda a cidade de Jerusalém, e aniquilaram os fundamentalistas judeus, os varrendo da face da Terra.

Se envolveram na guerra civil chamada de ‘Grande Revolta Judaica’ de 64 d.C. e por isso os Romanos destruíram o seu vilarejo em Qumran, durante o conflito esconderam uma grande quantidade de papiros, hoje apelidados de 'Pergaminhos do Mar Morto', (ou manuscritos) e em NENHUM DESSES PERGAMINHOS É CITADO JESUS, SEUS MILAGRES E NEM SEUS FEITOS, esse silêncio é evidencia clara que Jesus nunca existiu, é ficção pura e simples...
A contradição entre os essênios e os ‘outros’ (Obs. Judeus que não eram fundamentalistas radicais) foram expressas, mesmo na Ordem Unity onde os membros têm que ‘seguir as ordens dadas por Deus através de Moisés e dos profetas, todos os filhos de ‘amor e luz’, e devem odiar todos os filhos das trevas” os filhos das “Trevas” no caso era toda a população mundial tirando os essênios, mesmo os outros Judeus eram ‘filhos das trevas’ pois não seguiam à risca as ‘escrituras sagradas’ que eles diziam ser as “ordens diretas de Deus” para o verdadeiro povo de Deus, que no caso era apenas os Judeus, todos os outros povos do planeta eram ‘demoníacos’ não são filhos de Deus, mas filhos do ‘Diabo’.
Alguns essênios sobreviveram e assim de uma forma distorcida e incompleta as ideias desses fanáticos resultaram no cristianismo, a chamada "comunidade cristã" de Jerusalém é a sombra dessa organização de radicais, estes em muitos aspectos imitaram parte da organização da comunidade dos essênios, isto é, muito dos hábitos radicais e fundamentalistas dos primeiros cristãos, os chamados “cristãos primitivos” vinha da seita dos essênios. O cristianismo é sem dúvidas um desdobramento do essenismo. Essa foi a semente que então resultou no que foi adotado por Constantino, o VERDADEIRO inventor do cristianismo.
As Guerras dos Judeus contra os Romanos

Foi destruída pelas tropas do comandante romano (e futuro imperador), Vespasiano, secundado por seu filho, Tito. Morreram mais de um milhão de judeus e o Templo de Jerusalém foi destruído, restando apenas o Muro das Lamentações.
Os essênios tiveram participação nessa Guerra (eles ajudaram a FOMENTAR A GUERRA) e por isso mesmo foram atacados pelos soldados de Roma que na ocasião destruíram todo o vilarejo de Qumran, o movimento dos essênios morreu aqui. O que ficou foi apenas alguns conceitos que continuaram a ser divulgados, foi nessa confusão que o cristianismo nasceu.
Depois dessa revolta que surgiu o Messias dos essênios, o Crestus que atuava em Alexandria (Egito) ele e seus seguidores fizeram ataques terroristas em Roma, foi a partir dessa figura obscura que o personagem Jesus foi criado. Mais sobre o assunto [Clique Aqui].
- Saldo final: Morreram mais de 1 milhão de Judeus, e um numero não muito certo de Romanos, talvez cerca de 200 mil.
- Segunda Guerra - Também chamada de ‘Guerra de Kitos’, ocorreu entre os anos 115 e 117, no governo do imperador Trajano. Consistiu em uma revolta das comunidades judaicas da Diáspora (judeus que viviam fora da Judeia como escravos), disseminando-se, principalmente, por Cirene (Cirenaica), Chipre, Mesopotâmia e Egito (Alexandria). Foi sufocada pelo comandante romano Lúsio Quieto. Mais sobre o assunto [Clique Aqui].
- Saldo final: Morreram cerca de 250 mil judeus e mais de 550 mil Romanos (maioria de civis), os civis romanos foram massacrados cruelmente pelos Judeus, que sabotaram e fizeram ataques terroristas catastróficos contra os Romanos.
- Terceira Guerra - Também chamada de ‘Revolta de Bar Kokhba’, ocorreu entre os anos de 132 e 135, durante o governo do imperador Adriano, sendo liderada por Simão bar Kokhba, que o povo Judeu considerou ser o Messias Davídico tão esperado pelos judeus, principalmente pelos Essênios. Foi destruída pelas tropas do comandante romano Sexto Júlio Severo. Mais sobre o assunto [Clique Aqui].
- Saldo final: mais de 600 mil judeus mortos, e cerca de 100 mil Romanos mortos. Jerusalém foi completamente demolida, e em cima das ruínas foi construída a cidade de Élia Capitolina, onde nenhum judeu poderia pisar.
Os Romanos apesar de tudo, foram EXTREMAMENTE TOLERANTES COM OS JUDEUS, os tolerou por muito tempo, e só tomaram medidas mais enérgicas quando as tropas romanas estacionadas na Palestina foi assassinada. Depois das três guerras ainda permitiram que os Judeus prosseguissem com suas crenças esquizofrênicas.

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https://pt.wikipedia.org/wiki/Ess%C3%AAnios
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89lia_Capitolina
Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...
“Homem, conheça-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo” (Os Sete Sábios - Oráculo de Delfos).
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