terça-feira, 2 de agosto de 2016

Jesus Cristo Nunca Existiu, ele é uma Fraude! Ficção! - Série de Artigos - Parte 01: Jesus Histórico?


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- “Nós não queremos ser indelicados, mas temos que ser factuais. Não queremos magoar os sentimentos de ninguém, mas queremos ser academicamente corretos naquilo que compreendemos e sabemos ser verdadeiro. O cristianismo não é baseado em verdades. Consideramos que o cristianismo foi somente uma história romana, desenvolvida politicamente”- (Jordan Maxwell, pesquisador escritor, denunciador das conspirações mundiais).

Palavras do papa Leão X: “Quantum nobis prodeste haec fabula Christi”! (Quanto nos é útil esta FÁBULA de Cristo!)

“A fábula de Cristo é de tal modo lucrativa que seria loucura advertir os ignorantes de seu erro” - Papa Leão X

Jesus Cristo Provas Históricas não Bíblicas da Existência dele existem? Ele foi uma pessoa real e não uma invenção?

Estava eu ali no Facebook divulgando mais uma página que explica o obvio (Jesus não passa de uma fraude do império Romano) quando então apareceu um grupo de jovens Católicos (homens e mulheres) muito mal informados me xingar e me amaldiçoar em nome de Jesus. E como sempre eu “entrei na brincadeira” e exigi deles alguma razão lógica para mim me converter para o Cristianismo/Catolicismo e passar a acreditar de novo no Senhor Jesus, o Salvador que não salva ninguém. Um deles então aceitou o desafio e postou uma porção de “provas” que na ingenuidade deles “esmagava” os meus argumentos, depois de postar todas as “incríveis” provas históricas o rapaz comemorou debochando de mim com os dizeres: “quer mais, babaca???????”, eis o link do debate no Facebook para quem quiser ver in loco, (Obs. Os textos ali ficaram muito bagunçados Clique Aqui).

Perante a exibição da ousadia resolvi parar tudo o que estava fazendo para responder a esse cristão/católico até para ver se ele tinha alguma razão... (acompanhem abaixo o debate). E assim começaremos a nossa longa série de artigos que vai de uma forma mais definitiva do que nunca provar que o tal personagem de ficção que hoje em dia chamamos Jesus Cristo nunca existiu, ele de fato é apenas ficção criada primeiro por um grupo de judeus dissidentes e desiludidos, e segundo por um Imperador de Roma que precisava ter vantagem sob os outros imperadores que naquela época (300 D.C.) estavam dividindo o Império Romano em 4 partes, Clique Aqui.

Acompanhem então primeiro esse nosso debate com os jovens católicos, e sigam os Links das próximas partes.

- “Jesus é o ‘Salvador’ que não salva ninguém, nem a si mesmo Salvou” [Bruno G.M.]
-“A Religião é o Ópio da Humanidade” [Karl Marx, filósofo, historiador e teórico político]
-“Eles devem achar difícil... Aqueles que tomaram a autoridade como verdade, ao invés da verdade como autoridade”. (Gerald Massey, Egiptólogo)

[Postei o Link dessa página no Facebook, dizendo: Toda a mentira da igreja católica já começa pela própria figura de Jesus que sequer existiu... Jesus nunca existiu, ele não passa de uma fraude, bíblia apenas um livro de ficção], e então apareceu os Católicos:

Thiago Gehrmann: Como se Cristo não tivesse sido citado por diversos autores gregos, romanos, pagaos etc...

Jéssica Fontanella: Exatamente! Esse vídeo é um absoluto ridículo!

Bruno Guerreiro de Moraes: Diversos Thiago? É mesmo?? Liste aqui para mim todos esses historiadores que citam e confirmam a existência de Jesus. Estarei no aguardo...

Thieverson Fonseca Da Silva Santos: Só queria entender o que raios motiva uma pessoa a tentar convencer os outros de que Jesus é uma fraude...

Bruno Guerreiro de Moraes: O que me motiva? O apreço pela verdade? A preocupação pela realidade? O respeito pelo método cientifico? O desejo de querer a a realidade dos fatos seja conhecida e divulgada?

Respondi a pouco para uma moça aqui no facebook: 

Christiane Franco: Também acho ridículo! (sobre pastor homofóbico fazendo ameaça de morte contra politico Gay), só Deus convence o coração do homem! Deus já tem seus escolhidos! Até muitos que estão dentro da própria igreja não são escolhidos por Deus! Ele mesmo diz na sua palavra: “Muitos que dirão senhor, senhor, não entrarão nos reinos dos céus, e muitos vão para a igreja para sua própria condenação”, quantos crentes arrogantes existem aí? Só pensam no dinheiro, status, ostentação, não ajudam o próximo! Muitos são até procurados por pessoas humildes, e muitos que se dizem cristãos, adoradores gospels, que tem até boas condições financeiras, não estão nem aí! Só querem plateia! Um dia Deus vai cobrar deles!

Bruno Guerreiro de Moraes:  Christiane não conte com “salvador” nenhum, salve a si mesma, se converta VOCÊ no Deus. Jesus não passa de uma Fraude do Império Romano, ele nunca existiu... é um conto de fadas para fazer adulto dormir. 

Thiago Gehrmann: SOBRE FONTES EXTERNAS AO CRISTIANISMO CITANDO A VIDA DE JESUS CRISTO......Tácito (55 - 120) foi um historiador e político romano. Foi governador da Ásia por volta de 112 D.C e considerado um dos maiores historiadores da antiguidade. Em sua obra “Anais da Roma Imperial”,

Bruno Guerreiro de Moraes: Thiago Gehrmann que bom que temos um fanático fundamentalista cabeça oca se manifestando aqui, vou aproveitar os seus textos para fazer um novo artigo no meu site, então vejamos:

Thiago Gehrmann cita Tácito que viveu de 55 a 120 como “prova”? Mas ele nasceu depois de uns 20 anos desde a morte do suporto Salvador? Como ele conheceu Jesus se nem nascido ele era?? Tácito escreveu: “Nero, sem armar grande ruído, submeteu a processos e a penas extraordinárias aos que o vulgo chamava de cristãos, por causa do ódio que sentiam por suas atrapalhadas. O autor fora Cristo, a quem, no reinado de Tibério, Pôncio Pilatos supliciara. Apenas reprimida essa perniciosa superstição, fez novamente das suas, não só na Judéia, de onde proviera todo o mal, senão na própria Roma, para onde se confluíram de todos os pontos os sectários, fazendo coisas as mais audazes e vergonhosas. Pela confissão dos presos e pelo juízo popular, viu-se tratar-se de incendiários professando um ódio mortal ao Gênero humano”.

Conhecendo muito bem o grego e o latim, Tácito não confundiria referências feitas aos seguidores de Cristo com os de Crestus. As incoerências observadas nessa intercalação demonstram não se tratar dos cristãos de Cristo, nem a ele se referir. Lendo-se o livro em questão, percebe-se perfeitamente o momento da interpelação. Afirmar que fora Cristo o instigador dos arruaceiros é uma calúnia contra o próprio Cristo.

E conforme já referimos anteriormente, os cristãos seguidores de Cristo eram muito pacatos e não procuravam despertar atenção das autoridades para si. Como dizer em um dado momento que eles eram retraídos e, em seguida, envolvê-los em brigas e coisas piores? É apenas mais uma das contradições de que está repleta a história da Igreja. Ganeval afirma que foram expulsos de Roma os hebreus e os egípcios, por seguirem a mesma superstição. Deduz-se então que não se referia aos cristãos, seguidores de Jesus Cristo. Referia-se aos Essênios, seguidores de Crestus, vindos de Alexandria.

A Igreja não conseguiu por as mãos nos livros de Ganeval, o que contribuiu consideravelmente para lançar uma luz sobre a verdade. Por intermédio de seus escritos, surgiu a possibilidade de se provar a quais cristãos, exatamente, referia-se Tácito. Suetônio teria sido mais breve em seu comentário a respeito do assunto. Escreveu que “Roma expulsou os judeus instigados por Crestus, porque promoviam tumultos”. É evidente, também, a falsificação praticada em uma carta de Plínio a Trajano, quando perguntava o que fazer sobre os cristãos, assunto já abordado anteriormente. O referido texto, após competente exame grafotécnico, revelou-se adulterado. É como se Plínio quisesse demonstrar, não apenas a existência histórica de Jesus, mas sua divindade, simbolizando a adoração dos cristãos. É o quanto basta para evidenciar a fraude.

Thiago Gehrmann: Mara Bar-Serapion foi um escritor sírio. É dele a primeira referência não cristã sobre Jesus Cristo, que está no Museu Britânico e data de 73 D.C.

Bruno Guerreiro de Moraes: Mara Bar-Serapion, sua carta, publicada pela primeira vez no século XIX por William Cureton, é datada a uma época posterior ao ano 73 D.C., mais ou menos 40 anos depois da suposta crucificação de Jesus. Há uma possibilidade de ter sido escrita no século III D.C.,  ao escrever para encorajar seu filho na aquisição do conhecimento, usa exemplos de Sócrates, Pitágoras e de um “rei sábio”, que foi executado pelos judeus... “fantástica” prova essa em...!?
Thiago Gehrmann:  Plínio, o moço (61 D.C. - 114 D.C.) foi um orador e político da Bitinía. Era sobrinho neto de Plínio, o Velho um naturalista romano.

Bruno Guerreiro de Moraes: Plínio, o Jovem, nasceu em 61 morreu em 114, também nasceu muito depois do alegado "salvador" morrer, o seu legado principal são as suas litterae curatius scriptae, 247 missivas escritas a amigos, no estilo da época entre os anos de 97 e 109. Nelas encontramos das melhores descrições da vida quotidiana, política etc. da Roma Imperial. As cartas estão agrupadas em nove livros, acrescidos de um décimo volume, que contém as duas célebres cartas (Plin. Ep. X.95, 96) que abordam o tema do cristianismo, um dos primeiros documentos não neotestamentários sobre a igreja primitiva. As cartas que compõem o Livro X foram escritas durante o seu consulado na Bitínia: são 122 ao todo, trocadas com o imperador Trajano, onde é visível a sua grande proximidade e confiança mútuas. Notem o detalhe: “As cartas estão agrupadas em nove livros, acrescidos de um décimo volume, que contém as duas célebres cartas” (uma Fraude? Foi acrescido esse último livro posteriormente pela Igreja Católica na idade média? Sim muito provável sim...)

Thiago Gehrmann:  O imperador Trajano (53 D.C. - 117 D.C.), foi imperador romano de 98 a 117 e foi durante seu reinado que o império atingiu sua máxima extensão. Em resposta à carta de Plínio, o imperador deu estas seguintes instruções: “No exame de denúncias contra feitos cristãos, querido Plínio, tomaste o caminho acertado. Não cabe formular regra dura e inflexível, de aplicação universal. Não se pesquise. Mas se surgirem outras denúncias que procedam, aplique-se o castigo, com essa ressalva de que se alguém negar ser cristão e, mediante a adoração dos deuses, demonstrar não o ser atualmente, deve ser perdoado em recompensa de sua emenda, por muito que o acusem suspeitas relativas ao passado...”

Bruno Guerreiro de Moraes: O imperador Trajano nascido em 53 morreu em 117 também nasceu depois do alegado “Salvador” e sua suposta fala se trata de fraude da igreja católica.
Thiago Gehrmann:  Luciano de Samosata foi um satirista grego do século II. Ele foi um dos grandes perseguidores aos cristãos, chegando a ridiculariza-los.

Bruno Guerreiro de Moraes: Luciano de Samosata grego do século II Século 2!!! Duzentos anos depois! E ele é prova que Jesus existiu Thiago? Tá brincando comigo... é piada né?
Thiago Gehrmann: Suetônio (69 D.C.-141 D.C.)

Bruno Guerreiro de Moraes: Caio Suetônio Paulino nasceu 69 D.C. morreu em 141 D.C. também viveu depois do alegado "Salvador", ele escreveu: “Como os judeus, por instigação de Chrestus, estivessem constantemente provocando distúrbios, ele [Claudio] os expulsou de Roma” - (MACDOWELL, Josh, Evidências que exigem um veredito, Cadeia, 1992, pp.106) então Caio falou que Chrestus, (um nome Romano comum), em 49 D.C. estava em Roma provocando distúrbios, mas o Salvador morreu em 33 certo? Ele (caio) escreveu isso num livro onde ele falava de imperadores que ele nunca conheceu, ele escrevia livros de história... E essa é a “grande prova” Thiago?

Thiago Gehrmann:  Talo, escritor... É através deste relato de Talo que as Escrituras são confirmadas mais uma vez. A Bíblia claramente diz que Cristo morreu na época da Páscoa e que uma grande escuridão cobriu a Terra (Lucas 23:44; Mateus 27:45; Marcos 15:33).

Bruno Guerreiro de Moraes: Talo é normalmente reconhecido como um antigo historicista samaritano que escreveu em grego koinê, possivelmente entre 50 e 55 D.C. Sabemos isso em função da menção de Júlio Africano (Fragments, XII), Lactantius (Divine Institutes, XIII), Teófilo (To Autolycous, III, XXIX), Tertuliano (Apology, X), Talo historiador samaritano, figura obscura, todos os livros dele foram perdidos, viveu em 52 Depois de Cristo, não testemunhou nada pessoalmente, se é que ele (talo) existiu mesmo, muitos anos depois (séculos depois), foi citado por historiadores tentando entender o passado... que prova EXTRAORDINÁRIA em Thiago!!!???

Thiago Gehrmann:  Flegão também confirma que houve um grande eclipse na mesma época em que Cristo foi crucificado.

Bruno Guerreiro de Moraes: Flegão, um outro grego da Cária, escreveu uma cronologia pouco depois de 137 D.C. em que narra como no quarto ano das Olimpíadas de 202 (ou sejam 33 D.C.), houve um grande eclipse solar, e que anoiteceu na sexta hora do dia, de tal forma que até as estrelas apareceram no céu. Houve um grande terremoto na Bitínia, e muitas coisas saíram fora de lugar em Nicéia” - (MAIER, Paul, Pontius Pilate, p.366; IN: STROBEL, Lee, Em defesa de Cristo, Vida, 1998, 111). Flegão só foi escrever em 137, e mesmo assim foi uma nota de rodapé, sobre um evento obscuro, e que ele naturalmente não testemunhou pessoalmente, apenas “ouviu falar” e escreveu sobre o assunto 100 anos depois do acontecido!!

Thiago Gehrmann: Justino, o mártir foi um teólogo do segundo século e se converteu a cristianismo. Ele diz sobre os primeiros cristãos: “No dia dito do Sol todos se reúnem no mesmo lugar, quer habitem nas cidades, quer nos campos; são lidas as memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas, segundo o tempo disponível. Quando o leitor termina, presidente da assembleia, com um discurso, nos convida e exorta à imitação daqueles belos exemplos. Em seguida, levantamo-nos todos juntos e fazemos preces; e, como já dissemos, terminada a prece, são trazidos pão, vinho e água, e o presidente da assembleia eleva também ao céu preces e ações de graças com todas as suas forças, enquanto o povo responde dizendo amém; e se realiza a distribuição e repartição dos elementos sagrados, que por meio dos diáconos são enviados também aos que não estão presentes. As pessoas de posse e bem-dispostas oferecem tudo o que desejam; o que foi recolhido é depositado junto ao presidente [da assembleia], que ajuda os órfãos, as viúvas, os doentes, os presos, os estrangeiros que estão de passagem; numa palavra, ele socorre todos os que precisam.

Bruno Guerreiro de Moraes: Justino, o mártir foi um teólogo do segundo século. SEGUNDO SECULO!!! Duzentos depois de cristo!! Isso é prova da existência de Jesus?

Thiago Gehrmann: Tertuliano (160-220) foi um jurista e teólogo de Cartago.

Bruno Guerreiro de Moraes: Tertuliano nasceu em 160 morreu 220!!! Ele nasceu mais de 130 anos depois do alegado Salvador! Prova que Jesus existiu?! Forçado em! Forçado e grosseiro. 

Thiago Gehrmann:  Pôncio Pilatos foi governador da Judeia de 26 a 36 d.C. Pouco se sabe dele, mas sua historicidade nunca foi negada. Ele escreveu uma carta ao imperador Tibério na época da crucificação de Jesus. As cópias da carta estão na Biblioteca Congressional.

Bruno Guerreiro de Moraes: Pôncio Pilatos existiu, e dai? Ele Existiu, mas e jesus? Esse é apenas ficção barata. Ele escreveu a Tibério sobre Jesus? Então poste o conteúdo dessa carta aqui, por que nunca ouvi falar disso. Fosse verdade essa alegada carta estaria sendo exibida no vaticano assim como exibem o manto de Turim aquela fraude da idade média.

Thiago Gehrmann:  Abgar V de Edessa foi um rei do reino de Osroena e reinou entre 4 A.C. - 7 D.C. e de 13 - 50 D.C. e no século XIX foram encontradas em uma escavação na Turquia fragmentos de cartas do escrivão Labubna relatando viagens de Anan, secretário do rei Abgar V, que reinou do ano 13 ao 50 d.C. na cidade de Edessa, atual Urfa, na Turquia. O documento diz: “Abgar, toparca da cidade de Edessa, a Jesus Cristo, o excelente médico que surgiu em Jerusalém, salve! Ouvi falar de ti e das curas que realizas sem remédios. Contam efetivamente que fazes os cegos ver, os coxos andar, que purificas os leprosos, expulsas os demônios e os espíritos imundos, curas os oprimidos por longas doenças e ressuscitas os mortos. Tendo ouvido falar de ti tudo isso, veio-me a convicção de duas coisas: ou que és Filho daquele Deus que realiza estas coisas, ou que és o próprio Deus. Por isso escrevi-te pedindo que venhas a mim e me cures da doença que me aflige e venhas morar junto a mim. Com efeito, ouvi dizer que os judeus murmuram contra ti e te querem fazer mal. Minha cidade é muito pequena, é verdade, mas honrada e bastará aos dois para nela vivermos em paz” - GHARIB, Os Ícones de Cristo, p.43

Bruno Guerreiro de Moraes: Abgar V de Edessa (reinou entre 4 a.C. - 7 D.C. e 13 D.C. 50 D.C.) um obscuro rei da Mesopotâmia, a atual Síria, (que talvez nem tenha existido), sendo que quem supostamente escreveu algo citando "jesus" foi um escrivão, De acordo com uma lenda muito antiga, Abgaro foi convertido ao cristianismo, se trata na verdade de uma Lenda do Cristianismo sem qualquer base histórica real (assim como toda a Bíblia o é), A controvérsia foi renovada com a descoberta de uma obra de origem Síria, cujo autor, Labuna, reproduz a correspondência de Jesus e de Abgar e conta a história da conversão dos edessios pelo apóstolo Adeu ou Tadeu. A maior parte dos críticos tem este escrito como apócrifo redigido no século IV e século V; (isto é no ano de 400 ou 500 D.C. !!!) outros historiadores dizem que é do século I com interpolações posteriores. (Nota: interpolação é um termo matemático, denomina-se interpolação o método que permite construir um novo conjunto de dados a partir de um conjunto discreto de dados pontuais previamente conhecidos, em outras palavras, se trata de “florear”, se permitir “licenças poéticas”) que no caso foram perpetradas cerca de 400 anos depois do alegado Salvador ter morrido. O Sírio chamado Labuna, ninguém sabe, ninguém viu... mais uma devastadora prova da existência de Jesus né Thiago? Toda a Bíblia do primeiro e segundo testamento é uma interpolação, isto é mentiras baseadas em mitos e contos anteriores, que depois foram floreados se tornando mais mitológicos ainda.

Thiago Gehrmann: Flavio Josefo (37 D.C. -100 D.C.) foi um famoso historiador judaico-romano.

Bruno Guerreiro de Moraes: sobre Flavio Josefo, eis aqui uma ótima reposta num SiteOs únicos autores que poderiam ter escrito a respeito de Jesus Cristo, e como tal foram apresentados pela Igreja, foram Flávio Josefo, Tácito Suetonio e Plínio. Invocando o testamento de tais escritores, a Igreja pretendeu provar que Jesus Cristo teve existência física, e incutir como verdade na mente dos povos todo o romance que gira em torno da personalidade fictícia de Jesus. Contudo, a ciência histórica, através de métodos modernos de pesquisa, demonstra hoje que os autores em questão foram falsificados em seus escritos. Estão evidenciadas súbitas mudanças de assunto para intercalações feitas posteriormente por terceiros. Após a prática da fraude, o regresso abrupto ao assunto originalmente abordado pelo autor. 

Tomemos, primeiramente, Flávio Josefo como exemplo. Ele escreveu a história dos acontecimentos judeus na época em que pretensamente Jesus teria existido. Os falsificadores aproveitaram-se então de seus escritos e acrescentaram: “Naquele tempo nasceu Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos. Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes do nosso país ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã, que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa”.

Depois deste trecho, passa a expor um assunto bem diferente no qual refere-se a castigos militares infligidos ao povoado de Jerusalém. Mais adiante, fala de alguém que conseguira seus intentos junto a uma certa dama fazendo-se passar como sendo a humanização do deus Anubis, graças aos ardis dos sacerdotes de Ísis. As palavras a Flávio atribuídas são as de um apaixonado cristão. Flávio jamais escreveria tais palavras, porquanto, além de ser um judeu convicto, era um homem culto e dotado de uma inteligência excepcional. O próprio Padre Gillet reconheceu em seus escritos ter havido falsificações nos textos de Flávio, afirmando ser inacreditável que ele seja o autor das citações que lhe foram imputadas. Além disso, as polêmicas de Justino, Tertuliano, Orígenes e Cipriano contra os judeus e os pagãos demonstram que Flávio não escreveu nem uma só palavra a respeito de Jesus. Estranhando o seu silêncio, classificaram-no de partidário e faccioso. Continua no site.

No entanto, um escritor com o seu mérito escreveria livros inteiros acerca de Jesus, e não apenas um trecho. Bastaria, para isto, que o fato realmente tivesse acontecido. Seu silêncio, no caso, é mais eloqüente do que as próprias palavras. Exibindo os escritos de Flávio, Fócio afirmava que nenhum judeu contemporâneo de Jesus se ocupara dele. A luta de Fócio, que viveu entre os anos de 820 D.C. a 895 D.C., e foi patriarca de Constantinopla, teve início justamente por achar desnecessário a Igreja lançar mãos de meios escusos para provar a existência de Jesus. Disse que bastaria um exemplar autêntico não adulterado pela Igreja e fora do seu alcance para por em evidência as fraudes praticadas com o objetivo de dominar de qualquer forma.

Embora crendo em Jesus Cristo, combateu vivamente os meios sub-reptícios empregados pelos Papas, razão porque foi destituído do patriarcado bizantino e excomungado. De suas 280 obras, apenas restou o “Myriobiblion”, tendo o resto sido consumido no fogo, provavelmente por ordem do Papa. Se Jesus Cristo realmente tivesse existido, a Igreja não teria necessidade de falsificar os escritos desses escritores e historiadores. Haveria, certamente, farta e autêntica documentação a seu respeito, detalhando sua vida, suas obras, seus ensinamentos e sua morte. Aqueles que o omitiram, se tivesse de fato existido, teriam falado dele abundantemente. Os mínimos detalhes de sua maravilhosa vida seriam objeto de vasta explanação. Entretanto, em documentos históricos não se encontram referências dignas de crédito, autênticas e aceitáveis pela história. Em tais documentos, tudo o que fala de Jesus e sua vida é produto da má-fé, da burla, de adulterações e intercalações determinadas pelos líderes cristãos. Tudo foi feito de modo a ocultar a verdade.

Bruno Guerreiro de Moraes: e agora cara pálida? Resta ai mais alguma “prova” que jesus realmente existiu? E tem outra, eu não preciso ficar aqui provando ou não a inexistência dele, afinal o “poderoso” ressuscitou, certo? Então ele está VIVO mas cadê o homem que não parece em lugar algum? É como diz o proverbio, quem tá vivo sempre aparece, se Jesus está vivo, então por que não aparece? Será por que ele está morto? Será por que na verdade ele nunca existiu??

Uma Figura Mitológica criada pela Elite:

O Jesus Cristo como é relatado na bíblia na verdade nunca existiu, nunca existiu um milagreiro, um ser muito iluminado, enviado por deus para salvar a humanidade, morrendo por nós... a figura central da religião cristã é na verdade uma concha de retalhos, criado a partir do conjunto de mitos e lendas da época de Constantino. O personagem Jesus foi criado para doutrinar as pessoas usando de uma filosofia conformista, introduzindo a idéia que a 'recompensa' está no outro mundo, depois da morte, então para que se rebelar? Para que lutar por justiça? Dignidade? Melhores condições de vida? Se o 'reino dos céus' não é desse mundo, e só pode ser alcançado depois da morte, então por que ir contra os tiranos, e déspotas? A idéia é simples, e brilhante... criar uma figura exemplar para todos seguirem, e assim se tornarem dóceis, e passivos, para então os governantes poderem fazer o que quiserem. Sentenças tais como:  'Jesus morreu na cruz, e por causa disso ele foi consagrado', 'Jesus cumpriu o mandamento Divino, se sacrificou, derramou seu sangue, e por isso está sentado ao lado direito de Deus, faça o mesmo você, se sacrifique, se deixe crucificar, e ai vai se juntar ao filho de deus no paraíso'. 

Essas são as diretrizes centrais que é o objetivo final de toda a ficção colocada na bíblia, e imposta a massa da população como a 'verdade estabelecida', a 'palavra de deus'.  O Imperador Constantino queria acabar com a instabilidade dentro do império romano, e aconselhado por filósofos, historiadores, e políticos, resolveu que criaria uma religião única, e todas as outras seriam proibidas. A religião cristã é uma construção de Constantino, a figura Jesus foi profundamente modificada, agregando talentos e feitos míticos de outras figuras mais populares. O Jesus verdadeiro, se existiu, era apenas um homem comum, sem poderes, não era nada demais, talvez apenas um médium, como tantos outros da época, não se destacava... O cristianismo gnóstico floreou muito as estórias sobre ele, e Constantino se apropriou e a modificou ainda mais, e completamente, a ponto dele (Jesus), não ter mais nada a ver com a figura original, (se é que existiu uma “figura original”). Jesus Cristo é fundamentalmente apenas uma ficção criada pela elite para alienar as pessoas comuns, torná-los passivos e dóceis, para aceitarem o sua miséria e decadência. A mensagem é clara, e não deixa dúvidas:  - 'veja Jesus, ele aceitou que deveria sofrer e morrer, era a vontade de deus... sigam o EXEMPLO!' –

Nota: Depois disso o nosso jovem católico entusiasmado não apareceu mais, ele fugiu como um Rato foge do Gato, e nunca mais tivemos notícias dele...


Jesus Histórico??

Se Jesus não foi um personagem histórico, de onde veio toda a história do Novo Testamento em primeiro lugar? O nome Hebreu para os Cristãos sempre foi Notzrim. Este nome é derivado da palavra hebraica neitzer, que significa broto ou rebento, um claro símbolo Messiânico. Já havia pessoas chamadas Notzrim no tempo do Rabbi Yehoshua ben Perachyah (100 A.C.). Apesar de os modernos Cristãos afirmarem que o Cristianismo só começou no primeiro século depois de Cristo, é claro que os Cristãos do primeiro século em Israel se consideravam como sendo a continuação do movimento Notzri, que existia há cerca de 150 anos. Um dos mais notáveis Notzrim foi Yeishu ben Pandeira, também conhecido como Yeishu ha-Notzri. Os estudiosos do Talmude sempre mantiveram que a história de Jesus começou com Yeishu. O nome Hebreu para Jesus sempre foi Yeishu, e o Hebreu para “Jesus de Nazaré” sempre foi “Yeishu ha-Notzri” (o nome Yeishu é um diminutivo do nome Yeishua, e não de Yehoshua.) É importante notar que Yeishu ha-Notzri não é um Jesus histórico, uma vez que o Cristianismo moderno nega alguma conexão entre Jesus e Yeishu e, além do mais, partes do mito de Jesus são baseadas em outras personagens históricas além de Yeishu.

Sabemos pouco sobre Yeishu ha-Notzri. Todos os trabalhos modernos que o mencionam são baseados em informação retirada do Tosefta e do Baraitas – escritos feitos ao mesmo tempo do Mishna mas não contidos neste. Porque a informação histórica respeitante a Yeishu é tão danosa para o Cristianismo, muitos autores Cristãos (e também muitos Judeus) tentaram desacreditar esta informação e inventaram muitos argumentos engenhosos para a explicarem. Muitos dos seus argumentos são baseados em mal entendidos e citações erróneas do Baraitas, e para se ter uma imagem exata de Yeishu devem-se ignorar os autores cristãos e examinar o Baraitas diretamente.
A insuficiente informação contida no Baraitas é a seguinte: o Rabi Yehoshua ben Perachyah, num dado momento, repeliu Yeishu. 

As pessoas pensavam que Yeishu era um feiticeiro, considerando que ele tinha levado os Judeus a desencaminharem-se. Como resultado de acusações feitas contra ele (os detalhes das quais não são conhecidos, mas provavelmente envolveriam alta traição), Yeishu foi apedrejado e o seu corpo foi pendurado na véspera da Passagem. Antes disto, ele foi exibido durante 40 dias com um arauto que ia à sua frente anunciando que ele iria ser apedrejado e chamando por gente para avançar e o defenderem. Todavia, nada foi trazido em seu favor. Yeishu tinha cinco discípulos: Mattai, Naqai, Neitzer, Buni e Todah.

No Tosefta e no Baraitas, o nome do pai de Yeishu é Pandeira ou Panteiri. Estes são formas Hebreu-Aramaicas de um nome Grego. Em Hebreu, a terceira consoante do nome é escrito com um dalet ou com um tet. Comparando com outras palavras Gregas transliteradas para Hebreu mostra que o original Grego devia ter tido um delta como sua terceira consoante, e assim a única possibilidade para o nome Grego do pai é Panderos. Como os nomes Gregos eram comuns entre os Judeus durante a época dos Macabeus, não é necessário assumir que ele era Grego, como alguns autores fizeram.

Continua...

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...


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9 comentários:

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 01: Tudo nos leva a crer que, no futuro, o conhecimento científico exigirá bases sólidas para todas as coisas, quando então as religiões não mais prevalecerão, porquanto, não poderão contribuir para a ciência ou para a história, com qualquer argumento sólido e fiel.
Ademais, não nos parece lógico que o homem atual, o qual já atingiu um tão elevado nível de desenvolvimento, o que se verifica em todos os setores do conhecimento, tais como científico, tecnológico e filosófico, permaneça preso a crenças em deuses inexistentes, em mitos e tabus.
Diz−se que a Bíblia, o livro sagrado dos cristãos, do qual se valem eles para provar a existência de seu Deus e Jesus Cristo, seu filho unigênito, foi escrito sob a inspiração divina. O Próprio Deus tê−lo−ia escrito, através de homens inspirados por ele, claro. A doutrina cristã ensina que Deus, além de onipotente, é onipresente e onisciente. Sendo dotado de tais atributos – onisciência e onipresença –, seria de se esperar que Deus, ao ditar aos homens inspirados o que deveriam escrever, não se restringisse apenas ao relato das coisas, fatos ou lugares então conhecidos pelos homens. Sendo onipresente, deveria estar no universo inteiro. Conhecê−lo e levá−lo ao conhecimento dos homens, e não apenas limitar−se a falar dos povos ou lugares que todos conheciam ou sabiam existir. Sendo onisciente, deveria saber de todas s coisas de modo certo, correto, exato, e assim inspirar ou ensinar. Todavia, aconteceu justamente o contrário. A Bíblia, escrita por homens inspirados por Deus onipresente e onisciente, está repleta de erros, os mais vulgares e incoerentes, revelando total ignorância acerca da verdade e de tudo mais.
Vejamos apenas um exemplo. Diz a Bíblia que o sol, a lua e as estrelas foram criadas em função da terra: para iluminá−la. Seria o centro do universo, então, o que é totalmente falso. Hoje, ou melhor, há muito tempo, todos sabemos que a terra é apenas um grão de areia perdido na imensidão do universo, sendo mesmo uma das menores porções que o compõe, inclusive dentro do sistema solar de que faz parte. Como teria Josué feito parar o sol, a fim de prolongar o dia e ganhar sua batalha contra os canamitas, sem acarretar uma catástrofe? Decididamente, quem escreveu tais absurdos, sendo homem, sujeito a falhas e erros, é perdoável. Entretanto, sendo um Deus onipresente e onisciente, ou por sua inspiração, é inconcebível. E mais inconcebível ainda é que o homem moderno permaneça escravo desta ou de qualquer outra religião. Dispondo de modernos meios de difusão e divulgação da cultura, o homem não pode ignorar o quanto é falsa a doutrina cristã, além de absurda, o mesmo estendendo−se a qualquer outra forma de culto ou religião. Como entender que sendo Deus onipresente e onisciente, não saberia que todos os corpos do universo possuem movimento, e que este os mantém dentro de sua órbita, sem atropelos ou abalroamento?
Quando Jeová resolveu disciplinar o comportamento dos hebreus, marcou encontro com Moisés, no Monte Sinai, para lhe entregar as tábuas da lei. Fato idêntico acontecera muito antes, quando Hamurabi teria recebido das mãos do deus Schamash a legislação dos babilônios no século XVII a.C.. A mesma foi encontrada em Susa, uma das grandes metrópoles do então poderoso império babilônio, encontrando−se atualmente guardada no Museu do Louvre, em Paris.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 02:


No que concerne aos Evangelhos, foram escritos em número de 315, copiando−se sempre uns aos outros. No Concílio de Nicéia, tal número foi reduzido para 40, e destes foram sorteados os 4 que até hoje estão vigorando.
A. Laterre, entre outros escritores, assinala ter sido o Evangelho de Marcos o mais antigo, e haver servido de paradigma para os outros, os quais não guardaram sequer fidelidade ao original, dando margem a choques e entrechoques de doutrina.
Após o Evangelho de Marcos, começaram a surgir os demais que, alcançando elevado número, foram reduzidos. A escolha não visou os melhores, o que seria lógico, mas baseou−se tão−somente no prestígio político dos bispos das regiões onde haviam sido compostos.
A. Laterre patenteou igualmente, em “Jesus e sua doutrina”, que a lenda composta pelos fundadores do cristianismo, para ser admitida pelos homens como verdade, fora copiada de fontes mitológicas muito anteriores ao próprio judaísmo, remontando aos antigos deuses hindus, persas ou chineses.
No século II, quando começou a aparecer a biografia de Jesus, havia apenas o interesse político e material em se manter a sua santa personalidade idealizada. Constantino, no século IV, tendo verificado que suas legiões haviam−se tornado reticentes no cumprimento de suas ordens contra os cristãos, resolveu mudar de tática e aderir ao cristianismo. Percebendo que os bispos de Alexandria, Jerusalém, Edessa e Roma tinham a força necessária para fazer−lhe oposição, sentiu−se na contingência de ceder politicamente, com o objetivo de conseguir obediência total e unificar o império. De sorte que sua adesão ou conversão ao cristianismo não se baseou em uma convicção intima, espiritual, porém, resultou de conveniências políticas. Embora não crendo na religião cristã, percebeu que a cruz dar−lhe−ia a força que lhe faltava para tornar−se o imperador único e obedecido cegamente.

Daí a história do sonho que tivera antes de uma batalha, segundo o qual vira a cruz desenhada no céu e estas palavras escritas abaixo: “in hoc signo vincis”, com este sinal, vencerás. Não era cristão verdadeiro, apenas fingia sê−lo para conseguir os seus objetivos.
Dujardin conta−nos que o cristianismo só surgiu a partir do ano 30, graças a um rito em que se via a morte e a ressurreição de Jesus, o qual seria uma divindade pré−cristã. Nesta seita, os seus adeptos denominavam−se apóstolos, significando missionários, os que traziam uma mensagem nova. Os apóstolos desse Jesus juravam terem−no visto, após sua morte, ressuscitar e ascender ao céu. Entretanto, não era este o Jesus dos cristãos.

Ivani Medina disse...

Cristo era o nome que indicava um conjunto de qualidades daquele que havia percorrido a senda interior e, finalmente, encontrado a si ou o alegado Eu superior. Qual Sidarta Guatama, que ficou conhecido como Buda por esse motivo e significado. Portanto, o nome Cristo não se aplicava a uma pessoa específica, sendo utilizado da mesma forma que na acepção budista.

Alguns gnósticos entendiam que a ressureição de Cristo devia ser entendida simbolicamente e não literalmente, exatamente porque Cristo era um símbolo, um mito conhecido na Antiguidade. A ideia de Cristo como um homem-deus nascido na Palestina e crucificado por Poncio Pilatos, há de ter surgido acerca da primeira metade do século II, como uma heresia no seio do gnosticismo.

"De acordo com o mestre gnóstico Teódoto, que escreveu na Ásia Menor entre 140 e 160, o gnóstico é aquele que chegou a compreender 'quem éramos e quem nos tornamos; onde estávamos... para onde nos precipitamos; do que estamos sendo libertos; o que é o nascimento, e o que é o renascimento.' Porém, conhecer-se no nível mais profundo é simultaneamente conhecer Deus; esse é o segredo da gnose. Um outro gnóstico, Monoimus, diz: 'Abandone a procura de Deus, a criação e outras questões similares. Busque-o tomando a si mesmo como ponto de partida. Aprenda quem dentro de você assume tudo para si e diz, "Meu Deus, minha mente, meu pensamento, minha alma, meu corpo." Descubra as origens da tristeza, da alegria, do amor, do ódio... Se investigar cuidadosamente essas questões, você encontrará a si mesmo." (PAGELS, 1995, p. 17)

Por isso, a história é absolutamente muda quanto a conhecida versão ortodoxa de Jesus [o] Cristo, homem-deus salvador da humanidade, na Palestina, no século I. Como optaram por fazer de Cristo uma figura histórica, e ninguém tinha ouvido falar nele e na sua concorrida pregação na Palestina, "evidências" históricas precisavam ser produzidas. Isto se deu ao longo do tempo para validar o personagem, principalmente, depois que os cristãos tiveram acesso aos arquivos romanos, a partir do século IV. Por algum motivo desistiram de algumas daquelas fraudes documentais, como, por exemplo, aquela que "provava" a execução de Jesus Cristo por pilatos. A alegação é que o tal documento teria se perdido. Outra foi a carta de próprio punho de Jesus Cristo ao rei de Edessa. Assim "documentos" como Antiguidades Judaicas; Anais, de Tácito; a carta de Plínio; Vidas dos doze césares, de Suetônio e outros arranjos continuam a ser apresentados como endosso da farsa e substância ao material de propaganda religiosa.

A ressurreição na carne, que dá exitência física a Cristo, a qual os gnósticos tratavam como a fé dos tolos, é justificada de maneira absurdamente arrogante por um dos pais da Igreja, segundo nos revela Elaine Pagels: "O que nunca poderá ser provado ou verificado no presente, diz Tertuliano, 'deve ser acreditado, porque é absurdo' [...]". (PAGELS, 1995, p. 56). “Somente o colégio dos pastores tem o direito de dirigir e governar. A massa não tem direitos, a não ser o de deixar-se governar qual um rebanho obediente que segue o seu pastor”. Papa Pio X (1835-1914). Essa mentalidade, apesar de inadequada aos dias de hoje, permanece pulsante em nosso meio.

Haja Luz disse...

O conhecimento científico, não é dono de nada, muito menos da verdade.
Eles provam o que o conhecimento deles limitado, consegue provar.
Não provam a verdade.
Por isso, não venha acenar com o conhecimento científico, como se isso fosse a verdade, pois demonstra ignorância.

Haja Luz disse...

" : Ok, obrigado pela opinião, porém eu penso de outra forma, isso de ter de dizer o obvio é necessário, sempre as pessoas esclarecidas precisam bater na mesma tecla pois se aqueles que sabem a verdade, se omitem, então torne-se responsáveis se a ignorância se alastrar mais. Ao não dizer nada, ao não dividir o conhecimento adquirido, então tornamo-nos negligentes e responsáveis pela miséria de pessoas inocentes que por motivo de pura falta de informação acabam caindo na ladainha das religiões de massa"

Discordo de muita coisa aqui escrito, mas esta afirmação está certa.

Haja Luz disse...

Em relação ao post, penso que haverá manipulação política através da religião católica.
Eventualmente muitas coisas não são como se conta.

Mas parece exagerado a forma como você fala do Mestre.

Da mesma forma que você nega e relativiza todas as provas históricos sobre o mestre, de igual forma as suas conclusões e pseudo documentos históricos também seram desacreditados.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Pessoa por e-mail:

Título do E-mail: VC ESTÁ COBERTO DE RAZÃO!

Olá Bruno, venho te parabenizar pelo site que desmarcara as religiões. Seu texto é muito claro quando diz que as religiões são a forma mais inteligente de dominar as pessoas, transformando-as mesmo em "cordeirinhos" do sistema. Olha, mas eu acho impossível conseguir alertar esses religiosos porque são pessoas que preferem se acomodar com o que lhes foi passado na infância e de nada adianta argumentar com essa gente, por isso eu acho desgastante tentar convencê-las. Eu, se tivesse um site ou publicação como a sua me recusaria a ficar debatendo e vc viu que as pessoas rogam pragas mesmo kkkk. Elas são más mesmo... Então, vc deveria responder somente aqueles que concordam com seu ponto de vista e que querem obter mais informações, para os críticos, nem responda. Acho que não vale a pena o desgaste. Ah e eles gostam disso mesmo de bate-boca de polêmica, eles sabem que estão errados, mas são conformados, não enxergam a vida deles sem a muleta que é a religião. Mas prossiga publicando as verdades, vc sempre terá seu público e apoiadores. Muito obrigado.

Resposta:

Ok, obrigado pela opinião, porém eu penso de outra forma, isso de ter de dizer o obvio é necessário, sempre as pessoas esclarecidas precisam bater na mesma tecla pois se aqueles que sabem a verdade, se omitem, então torne-se responsáveis se a ignorância se alastrar ainda mais. Ao não dizer nada, ao não dividir o conhecimento adquirido, então tornamo-nos negligentes e responsáveis pela miséria de pessoas inocentes que por motivo de pura falta de informação acabam caindo na ladainha das religiões de massa.

Eu me lembro de como eu era um tolo como todos os outros, aprendi desde a infância que “era assim” e quando me deparei perante os críticos tive uma primeira impressão ruim, fui humilhado (pois foi pessoalmente, e não online) mas depois para piorar eu tive de admitir que eles tinham razão, e que eu era mesmo um “otário”, mas eu não era “otário” por que queira, eu o era por que ninguém teve a bondade até aquele momento de me dizer o obvio, de apontar o que estava na frente do meu nariz mas que eu não enxergava por conta de toda a sofisma, retórica e enganação que é jogada na nossa frente, pelos padres e pastores, pela mídia comprometida com tal, ou qual religião e pelos repetidores, as pessoas comuns e humildes que assim como eu, também eram vítimas dessa lavagem cerebral maciçamente aplicada há mais de 2 mil anos no ocidente.

Hoje agradeço aos críticos que de forma acida e desagradável me fez abrir os olhos para o obvio e me obrigar a pesquisar até ver por mim mesmo que de fato estavam certos... Assim considero que muitos dos cristãos que me amaldiçoa em nome de Jesus, ou de qualquer outro personagem de ficção religioso, vão ainda me agradecer, olhar para trás e dizer, “É, ele tem mesmo razão...”, e vão agradecer aos céus ainda por essa “humilhação” ter sido online, em vez de pessoalmente.

Assim seguirei esclarecendo, e sempre batendo na mesma tecla, quantas vezes for preciso, bilhões de vezes se for o caso, até que essa escuridão trazida pelas religiões deixe de existir. Por falta de tentar é que não vai ser, de qualquer modo a minha consciência estará limpa. Não amargarei remorsos por dizer a verdade, mesmo que a maioria não goste, a verdade dói e a mentira mais ainda...

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Respondendo:

Fanático Cristão confuso: e as pessoas que eu já vi a serem curadas na igreja?

R: Foram curadas por entidades que agem abnegadamente, não tem nada a ver com Jesus, tem a ver com almas humanas desencarnadas atuando, também temos de levar em conta a própria consciência maior de cada pessoa que age, o Deus Interior, ou como gosto de chamar a supraconsciência, que aproveita um momento favorável de concentração, e apelo para acionar a capacidade de curar. Também há curas dentro de centros espiritas, de terreiros de umbanda, dentro de mosteiros budistas, de templos Hindus, etc...

Fanático Cristão confuso: e os espíritos que me atacavam de madrugada?

R: Pois é... almas te atacam de madrugada perturbando o seu sono, tirando a sua paz, e o que Jesus faz quanto a isso? Ele é o salvador que não salva ninguém não é mesmo ?

Fanático Cristão confuso: e as coisas que eu vi na casa que eu vivia quando criança?

R: Devem se tratar de manifestações Poltergeist, você deve ser médium, e no que isso se refere ao tal “salvador”, aquele que não salva ninguém? O que o Jesus mitológico tem a ver com isso??

Fanático Cristão confuso: eu sei que existe o mal, e não creio que não exista o bem... só agradeço a Deus por ter passado e ter visto o que vi, assim mesmo depois de ler isto te digo autor: ''este artigo pode até ter lógica, mas não explica nada do que já vi''

R: Explica sim seu bobão, veja as outras páginas são mais de 550 artigos, todos escritos por mim, tudo que relatou tem explicação e não há qualquer motivo para invocar Jesus ou bíblia para explicar nada. Vá estudar, você tá sendo feito de otário.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Jesus não Salva piedosos cristãos de serem esmagados dentro de uma gruta, mais de 10 pessoas morreram, estavam rezando para Jesus Cristo e este "salvador" não salvou seus devotos... Jesus, o Salvador que não salva ninguém... Artigo: http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2016/11/teto-de-gruta-caiu-no-momento-em-que-fieis-rezavam-diz-testemunha.html Teto de gruta caiu no momento em que fiéis rezavam, diz testemunha. Homem presenciou desabamento em Santa Maria do Tocantins. 'Todo mundo saiu correndo e parentes das vítimas ficaram gritando', relata.

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- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. [Bruno Guerreiro de Moraes]