Veja o primeiro episódio da segunda temporada, caso K.R. (obs. A própria K.R. pediu para retirar o nome completo dela aqui da página, ela mandou um e-mail, o que é uma lastima, ela nega agora a própria experiência...)
A série
do canal por assinatura Biographic Channel, vulgo “Bio” já está em sua segunda
temporada, e continua mostrando provas incontestáveis de que as memórias
despertadas por terapia de vidas passadas são reais, não se trata de
imaginação, nem sugestão. Isso vem
a provar, uma coisa que tradições filosóficas do oriente já dizem há milhares e
milhares de anos, [tais como budismo, taoísmo,
hinduísmo, etc...] a reencarnação acontece, ela é real. Não precisa ter “fé”
para acreditar, pois isso é um FATO empírico, verificável cientificamente. Não
precisa acreditar na gravidade para que ela funcione, ela está ai, qualquer
pessoa pode verificar. Assim é a reencarnação, gostando ou não ela existe,
acontece a todos nós, isso é inegável.
Filosofias do extremo oriente já
reconhecem o fato a milhares de anos
No oriente a maior parte da população
acredita em vidas passadas
Quem você foi em vidas anteriores? O que veio
fazer nessa?
Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...
“Homem, conheça-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo” (Os Sete Sábios - Oráculo de Delfos).
Tags: regressão a vidas passadas, cientificamente, comprovada, fato, fatos, reencarnação, Terapia de Regressão, Vidas Passadas,Provadas, TVP,
Nesse documentário do Discovery Channel é admitido que os antigos magos e bruxos eram na verdade cientistas, e que mesmo os atuais podem ser ainda considerados "Magos". Pois o concepção de "magia" dos antigos ao ser usado para avaliar um cientista vai qualificá-lo como ocultista também.
Abaixo veja o DOC, apesar de dividido em varias partes no Youtube, aqui ele passará como se fosse apenas um de longa duração:
O documentário deixa claro que a ciência nasceu nos laboratórios dos alquimistas e ocultistas, foi ali em meio a livros de invocação de anjos e demônios, de escritos que falavam de poções mágicas para o amor, ou para o ódio que a ciência nasceu.
O Próprio Isaac Newton, tido como o "fundador" da ciência moderna era um ocultista assumido.
Infelizmente nos últimos 150 anos depois do lançamento do famigerado livro "A Origem das Espécies" de Darwin, a ciência foi seqüestrada pelo materialismo/ateísmo, esta uma nova religião que se apossou dessa ferramenta preciosa para fazer valer seus dogmas sem sentido.
A metodologia do materialismo tem causado um atraso enorme e irrecuperável, ele trava a ciência com seus dogmas provocando grande prejuízo a humanidade.
Antigos estudiosos das ciências ocultas deram origem a ciência moderna.
Estaríamos bem mais avançados em conhecimento e tecnologia caso não fosse por essa sabotagem ultrajante.
Mas nós, os verdadeiros defensores da verdade e da razão, os cientistas que seguem a risca o método cientifico, temos a esperança que logo, logo a ciência vai expurgar esse veneno insidioso que contamina seu sangue.
Logo o veneno do materialismo/ateísmo será eliminado pelos próprios processos científicos, e então a ciência vai voltar a seu estado natural e puro.
Ela vai voltar a sua nobre origem, como o método que inclui em seus cálculos e possibilidades a divindade dos seres humanos, em vez de considerar estes apenas como meros animais...
Estudo da Harvard University sobre meditação prova que ela dá certo e provoca efeitos materiais autênticos que podem ser comprovados cientificamente. Abaixo do vídeo mais informações.
Nessa foto um monge budista tem seus sinais vitais medidos quando se prepara para entrar em um estado avançado de meditação Tummo. Durante a meditação, o corpo do monge produz calor suficiente para resistir e secar lençóis molhados colocados sobre os seus ombros em uma sala com temperatura muito fria (Foto cedida por Herbert Benson).
Monges Budistas Praticantes do Tummo - Provas do Poder Psíquico - Harvard University:
Wim Hof, o IceMan - Super Resistência ao Frio - Tummo Meditation
Mudanças de Temperaturas Durante a Meditação
Mente controla corpo em experiências extremas
Por William J. Cromie [18 de Abril de 2002]
Em um monastério no norte da Índia, mal vestidos monges tibetanos sentam-se calmamente em uma sala onde a temperatura esta num frio de 04 graus Celsius. Mas como conseguem resistir a esse frio sem casacos? Eles dizem usar uma técnica conhecida como Yoga Tum-mo que é possível ativar ao entrar em um estado de meditação profunda. Outros monges então pegam cobertores encharcados em água fria (de 5 graus) de 1 metro e meio por 3 metros e os coloca sobre os ombros durante a meditação. Para as pessoas inexperientes, os invólucros frios provocam tremor descontrolado. Se a temperatura do corpo continuar a cair sob estas condições, a morte será certa. Mas não demorou muito e o vapor começou a subir a partir dos cobertores como resultado do calor corporal produzido pelos monges durante a meditação. As cobertas ficaram secas em cerca de uma hora (se estivessem apenas sobre objetos inanimados, não secariam nem em 1 ano...). Auxiliares então removem os cobertores, e em seguida cobrem os meditadores com um segundo invólucro encharcado. Cada monge precisa ser capaz de secar três cobertas ao longo de um período de poucas horas. Por que alguém faria isso? Herbert Benson, que vem estudando o Yoga Tum-mo durante 20 anos, responde que - “os budistas sentem que a realidade em que vivemos não é a final. Há uma outra realidade que podemos tocar, está é afetada por nossas emoções, mas fica invisível no mundo cotidiano. Budistas acreditam que este estado de espírito pode ser alcançado fazendo o bem aos outros e pela meditação. O calor que geram durante o processo é apenas um subproduto da meditação Tum-mo” -
Benson é um professor adjunto de medicina na Harvard Medical School e presidente do Mind/Body Medical Institutee doBeth Israel Deaconess Medical Center, em Boston, ele proporciona a sim mesmo um momento de silêncio em um rio calmo perto de seu escritório em Boston
Ele acredita firmemente que estudar formas avançadas de meditação - “pode revelar capacidades que vão nos ajudar a tratar melhor de doenças relacionadas ao estresse”. Benson desenvolveu a resposta para o relaxamento, que ele descreve como - “um estado fisiológico em frente ao estresse” - É caracterizada pela diminuição do metabolismo, a respiração, freqüência cardíaca e pressão arterial. Ele, e outros, acumularam provas de que ele pode ajudar aqueles que sofrem de doenças causadas ou agravadas pelo stress. Benson e seus colegas usam as descobertas para tratar a ansiedade, depressão leve e moderada, pressão arterial, batimento cardíaco irregularidades, raiva excessiva, insônia e até infertilidade. Sua equipe também usa esse tipo de meditação simples para acalmar aqueles que foram traumatizados(as) pela morte dos outros, ou diagnósticos de câncer e outras dolorosas, doenças potencialmente fatais.
Meditação, efeitos comprovados cientificamente
- “Mais de 60% das visitas aos médicos nos Estados Unidos é devido a problemas relacionados ao estresse, a maioria são mal tratadas por medicamentos, cirurgia ou outros procedimentos médicos desnecessários” - afirma Benson. A Mind/Body Medical Institute faz hoje a formação de pessoas para usar o relaxamento para ajudar as pessoas que trabalham no “Marco Zero” em Nova York, onde dois aviões derrubaram as Torres do World Trade Center em Nove de Setembro de 2001 [Clique Aqui] (NOTA: artigo feito logo após os atentados de 11 de Setembro). Instalações foram criadas na vizinha da Capela de São Paulo para ajudar as pessoas a continuar trabalhando na desobstrução de destroços e corpos. Qualquer pessoa que se sente estressado por aqueles terríveis acontecimentos pode também obter ajuda na capela – “Estamos a reconstruir as pessoas que reconstroem aquele lugar” - diz Benson. A resposta do relaxamento envolve a repetição de uma palavra, som, frase ou oração curta ignorando os pensamentos intrusivos – “Tal prática é fácil de dominar, e pode trazer as mudanças notáveis que observamos” - diz Benson – “Eu quero investigar quais as formas avançadas de meditação, e o que podem fazer para ajudar os processos físicos de controle da mente que se pensava ser incontrolável” -
Resultados de Tirar o Fôlego
Algumas práticas de Tum-mo são difíceis e muitas vezes leva anos para alcançar os níveis de especialização como os alcançados por monges budistas. Na tentativa de encontrar grupos que ele pudesse estudar, Benson encontrou ocidentais que afirmavam ter dominado as técnicas avançadas, mas que eram, nas suas palavras, “uma fraude”. Benson decidiu que ele precisava localizar um estabelecimento religioso autentico, onde a mediação avançada é uma prática tradicional. Sua oportunidade veio em 1979 quando o Dalai Lama, líder espiritual do Tibete, visitou a Universidade de Harvard.
Herbert Benson com Dalai Lama na Harvard University
- “Sua Santidade concordou em me ajudar” - lembra Benson. Essa visita foi o início de uma longa amizade e várias expedições ao norte da Índia, onde muitos monges tibetanos vivem no exílio.
Herbert Bensonfoi para o Tibet e Índia pesquisar sobre os efeitos da Meditação com lamas experientes
Durante as visitas aos mosteiros remotos na década de 1980, Benson e sua equipe estudou os monges que vivem nas montanhas do Himalaia, estes podem, por meditação Tum-mo, elevar a temperatura de seus corpos, mesmo estando num ambiente de 10 graus abaixo de Zero. É preciso ainda ser investigado como os monges são capazes de gerar tal calor. Os pesquisadores também fizeram medições em praticantes de outras formas de meditação avançada em Sikkim, na Índia. Eles ficaram surpresos ao descobrir que estes monges poderiam reduzir seu metabolismo em 64%, - “Foi um surpreendente resultado” - exclama Benson. Para colocar em perspectiva, essa diminuição metabólica do consumo de oxigênio cai apenas 10% ou 15% por cento no sono, e aproximadamente 17% durante a meditação simples. Benson acredita que essa capacidade poderá ser útil nas viagens espaciais. Os viajantes podem utilizar a meditação para aliviar o stress, e também diminuir o consumo de oxigênio em vôos longos para outros planetas.
Estudos sobre meditação podem ser úteis para futuras viagens espaciais na imagem, turismo espacial da virgin, e sua nave Virgin Galactic
Em 1985, a equipe fez um vídeo da meditação dos monges na provação da secagem dos cobertores encharcados de água fria. Também documentaram monges no passar de uma noite de inverno em uma saliência rochosa de 15.000 pés no alto do Himalaia. O sono-teste teve lugar em Fevereiro (inverno no hemisfério norte), na noite de lua cheia no inverno, quando a temperatura chegou a -15º graus Celso. Vestindo apenas roupas leves, e alguns finos xales de lã, os monges prontamente adormeceram na borda rochosa, eles não se amontoam para se aquecer e o vídeo não mostra prova de tremores. Eles dormiram até o amanhecer, e em seguida voltaram ao seu mosteiro, pessoas comuns teriam morrido congeladas.
Superando os Obstáculos
Trabalhar em mosteiros isolados no sopé dos Himalaias mostrou-se extremamente difícil. Alguns líderes religiosos procuram manter seus processos meditativos como um segredo bem guardado. Os dispositivos médicos de medição precisam de energia elétrica e exigem tomadas de parede que nem sempre estão disponíveis. Além disso, tentar meditar enquanto estranhos estão há medir a temperatura *retal não é algo que a maioria dos monges fiquem felizes em fazer.(*Via retal ou per rectum, esfíncter anal interno). Para evitar esses problemas uma instrutora em psicologia, Sara Lazar, uma colega de Benson, utilizou imagens de ressonância magnética funcional para escanear o cérebro de meditadores no Massachusetts General Hospital em Boston. Os indivíduos do sexo masculino, com idades entre 22 e 45 que tinha praticado uma forma de mediação avançada chamada Kundalini foram examinados diariamente por pelo menos quatro anos. Nesses experimentos, os obstáculos de frio e isolamento foram substituídos pelas dificuldades de tentar meditar em uma máquina, abarrotada de fios e equipamentos medidores, com coisas coladas no corpo. No entanto, os resultados, publicados na edição de 15 Maio de 2000, da revista NeuroReport, acabou por ser significativo.
Herbert Benson, que desenvolveu uma técnica simples de relaxamento para reduzir o stress
Ele dirige um estudo avançado de meditação para descobrir capacidades que podem ajudar a tratar de doenças relacionadas com stress. - “Sara Lazar encontrou uma acentuada diminuição no fluxo sanguíneo no cérebro inteiro” - explica Benson – “Ao mesmo tempo, certas áreas do cérebro se tornou mais ativo, mais especificamente aqueles que controlam a atenção e funções automáticas como a pressão sanguínea e o metabolismo. Em suma, ela mostrou o valor de usar este método para registrar as mudanças na atividade do cérebro durante a meditação” - A maior obstrução nos estudos, seja na Índia ou em Boston, sempre foi o dinheiro. A pesquisa avançou lentamente e de forma intermitente até Fevereiro de 2001, quando a equipe de Benson recebeu uma doação de R$1.250,00 milhões de dólares [um milhão duzentos e cinqüenta mil dólares] da Kalpa Foundation, fundada pelo magnata da cerveja Loel Guinness, criada para estudar as capacidades humanas extraordinárias. Os recursos permitiram que os pesquisadores trouxessem três monges tibetanos experientes em meditação Tum-mo a uma propriedade de Guinness, na Normandia, França, em Julho passado (esse artigo é de 2002). Os monges praticaram por 100 dias para atingir sua plena capacidade de meditação.
Monges tibetanos experientes ajudam a ciência moderna
Aconteceu uma infecção ocular em um dos monges [o que não tem nada a ver com a pratica do Tum-mo], mas os outros dois se mostraram bem capazes para demonstrar a “secagem a Frio” de cobertores molhados enquanto usavam sensores que registrava as alterações no metabolismo na produção de calor. Embora a equipe tenha obtido dados muito valiosos, Benson conclui que - "a sala não estava frio o suficiente para fazer os testes de forma adequada" - Sua equipe vai tentar novamente no próximo Inverno, com seis monges. Eles vão começar a prática no final do Verão e deverá estar pronto durante a parte mais fria do inverno. Benson tem certeza essas tentativas de compreender a mediação avançada conduzirá os melhores tratamentos para doenças relacionadas ao estresse - "Minha esperança" - diz ele - "é que a auto-suficiência da mente vai igualar ao efeito de medicamentos, cirurgia e outros tratamentos que são usados para aliviar o sofrimento físico e mental. Junto com a nutrição e exercício físico, abordagens mente/corpo podem ser parte de práticas de auto-atendimento que poderia salvar milhões de dólares anualmente em custos médicos" - “Meditação ... Aqui o coração, pode dar uma lição útil para a cabeça” - [William Cowper, Poeta Inglês].
Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente
obstinado para pensar com clareza...
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O assunto não tem nada a ver com religião, apesar de falar de vida após a morte. Sonia Rinaldi há mais de 20 anos pesquisa o assunto e prepara-se para um desafio hercúleo, levar para um ambiente totalmente cético (na verdade pseudocético) algo que comumente é tratado com crença. Ela vai defender, a partir deste ano, uma dissertação de mestrado na PUC – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – intitulada:
- “Transcomunicação:
Interconectividade entre Múltiplas Realidades e a Convergência de
Ciências para a Comprovação Científica da Comunicabilidade Interplanos” -
Sonia Rinaldi uma
cientista de verdade, segue o método científico à risca, diferente dos
Pseudocéticos que distorcem tudo para validar as suas ideologias insanas. Os PseudoCéticos são os inimigos da Ciência!
Com a qual pretende comprovar que após a morte do corpo físico a consciência sobrevive. Essa consciência, segundo Sonia, classificada de vários nomes, mantém sua individualidade, história, aquisições morais e intelectuais, além de ter capacidade de comunicação com o mundo da matéria.
Atualmente, como uma das coordenadoras do Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental, Sonia passa seus dias conectando aparelhos de gravação de áudio e vídeo, buscando contato com o que convencionamos chamar de “o outro lado da vida”. Para a pesquisadora, o fato deste tipo de abordagem adentrar o mundo acadêmico é uma conquista que só será percebida no futuro, mas que trará benefícios para toda a Humanidade.
A ciência já provou, a vida após a morte existe, agora Sonia fará todos da classe cientifica reconhecer esse fato
Sonia Rinaldi - “É chegada a hora de sair da infância e encarar a realidade da nossa evolução contínua” - Acompanhe a entrevista exclusiva concedida por Sonia Rinaldi ao editor da NovaE
NovaE - Após 20 anos de pesquisa, como a ciência clássica, baseada em conceitos da matéria, vem encarando o seu trabalho?
Sonia Rinaldi - A *Ciência, de forma ampla, está longe de se interessar. Uns tantos cientistas mundo a fora vêm trabalhando no sentido de documentar a realidade da sobrevivência após a morte. (*leia-se, pseudociencia do materialismo/ateísmo). Porém, quer nos parecer que nenhum fenômeno é mais concreto - e, portanto, suscetível de toda sorte de análises e investigação, como requer a Ciência - do que a Transcomunicação Instrumental – ou seja, a comunicação com o Outro Lado da Vida através de gravações em computador e vídeo. Este ano de 2009 traz uma nova rota para nossa pesquisa, pois inicio Mestrado na PUC – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - justamente para levar a Transcomunicação ao meio acadêmico, coisa que jamais ocorreu na História. Veremos, daqui a uns anos, o que teremos conseguido.
NovaE - Como foi o processo de aprovação de sua tese de mestrado, sobre este assunto tão avesso ao mundo acadêmico?
Sonia Rinaldi - Chegaram a me chamar na PUC para eu mudar minha tese, mas não aceitei. Tenho premência em conduzir a pesquisa conforme a proposta, pois minha tese não será simples – propus uma mega-tese multidisciplinar, pois já considerei o fato de que eu, sozinha, seria inapta para comprovar qualquer coisa. Propus a participação de engenheiros, físicos e matemáticos – todos com doutorado, para que sejam eles que avaliem, dentro dos parâmetros requeridos pela Ciência, que o fenômeno é real. A minha parte é levantar a ocorrência do fenômeno – a deles será endossar a autenticidade e – dentro das possibilidades – tentar explicá-lo.
Sonia como uma verdadeira cientista, pesquisou, testou, analisou e concluiu -"Os desencarnados existem e podem se comunicar com os encarnados"-
NovaE - Quem serão os maiores beneficiados com a comprovação científica da sobrevivência após a morte?
Sonia Rinaldi - A meu ver, a própria Humanidade, que deixará de se enganar. É como se fosse chegada a hora de sair da infância e encarar a realidade da nossa evolução contínua.
NovaE - Você pode explicar aos nossos leitores, em sua maioria, leiga neste assunto, o que seria a hipótese "sobrevivencialista" em contraposição à hipótese "psi"?
Sonia Rinaldi - Quem é a favor da sobrevivência após a morte vê a coisa como sendo o ser humano composto de um corpo e uma alma, ou espírito. Na morte do corpo físico, esse espírito ou consciência, prosseguiria na jornada. Esse é o ponto de vista dos espiritualistas. Já uns tantos parapsicólogos acham que os fenômenos paranormais não são resultado de uma intervenção espiritual, mas sim, produto da própria mente de quem produz o fenômeno.
No caso da Transcomunicação, exaustivamente essa segunda hipótese fica descartada, por uma série de fatores que não arrolaremos para não nos estendermos. Mas sumarizamos dizendo que as Vozes que gravamos falam de coisas que ninguém sabia, dão nomes de pessoas, cidades de origem, etc., que o transcomunicador nunca ouviu falar. Filhos falecidos mencionam peculiaridades que só a família sabe, etc. Não há a menor possibilidade de ser produto da mente de alguém. Necessariamente, os contatos mostram que estamos em contato com seres que já partiram.
NovaE - Como são realizadas suas experiências de gravação? Qual é sua rotina de pesquisadora?
Sonia Rinaldi - Agora, com o Mestrado, tudo girará em função disso, e as gravações serão feitas para que os cientistas que participarão da tese possam ter mais e mais elementos de estudo. Fora disso, vou continuar dando uma aula por mês de como gravar para as pessoas interessadas.
NovaE - Nos workshops realizados por você, como as pessoas têm reagido ao contato com entes que se foram? Na mesma linha desta questão, a saudade e a necessidade de um contato não podem prejudicar uma análise racional?
Sonia Rinaldi - Em todos os cursos (workshops) que damos, todos obtêm resultados de seus falecidos e aprendem a gravar. Não há como comprometer a interpretação, porque, ou a resposta está lá ou não está. Nossas gravações há anos são bem claras... não deixam margem de dúvida ou permita dúbia interpretação. Se a gravação/resposta não for clara, será descartada.
NovaE - Quando se fala em vida após a morte, as pessoas fazem logo uma conexão com religião, que, no sentido clássico, vai na contramão da pesquisa científica. Como você lida com isto?
Sonia Rinaldi - Religião que se esconde atrás de dogmas e não respeita a lógica deve estar com os dias contados. A globalização e o avanço tecnológico despertaram a racionalidade, e a visão setorizada tende a mudar. Ou algo é "verdade" ou não merece crédito. E tudo que é "verdade" tem que ser passível de análise e investigação. Há de chegar o tempo em que o ser humano dispensará supostas leis divinas, sejam lá quais forem, que não passem pelo crivo da lógica racional.
NovaE - Considerando a hipótese sobrevivencialista, quais as diferenças deste contato em relação à psicografia, já que as gravações captam pequenas frases, às vezes com uma estrutura gramatical inversa, bem diferente dos livros mediúnicos, que são verdadeiros tratados, romances, com estruturas complexas...
Sonia Rinaldi - A diferença fica por conta de que tudo que não pode ser matematicamente investigado, fica excluído do interesse da Ciência. Até hoje, centenas de médiuns têm dado importante contribuição no sentido filosófico e social; porém, fica fora da possibilidade da comprovação da realidade disso. Já no caso da Transcomunicação, qualquer "alô!" vem com um peso incontestável diante dos olhos de um cientista. Por isso, penso que a Transcomunicação Instrumental é o veiculo mais poderoso para comprovar que se vive depois da morte, além, claro, de levar consolo a milhares de pessoas que sofrem com a perda de alguém querido.
Não deixamos de existir após o fim da vida do corpo
físico, (como os Darwinistas pregam, e querem nos fazer acreditar), a vida prossegue em
outros níveis da matéria do universo. (Obs. Clique nas palavras em azul para
maiores esclarecimentos)
(Nota: Matéria publicada na Revista NovaE, em 18 de abril de 2009)
Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza... Tags: fantasma, vida após a morte, cientificamente, cientifico, comprovada, espirita, Morte Provada, mundo espiritual, pós vida, Verdade, Vida após, Sonia Rinaldi, espiritismo, espiritualista, médium, paranormal,Transcomunicacão Instrumental Sônia Rinaldi,
- “A maior revelação que o ‘Salto’ traz não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermínio de uma Superpotência do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)