domingo, 16 de setembro de 2012

Super Humano - Monge Shaolin - Hu Qiong - Indestrutível - Templo de Shaolin - China


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Super Humano - Monge Shaolin - Hu Qiong... por SeteAntigos7

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Hu Qiong é um monge Shaolin que vive em Kuala Lumpur, ele dominou as técnicas multimilenares da tradição Shaolin, [se trata de monges budhistas que desenvolvem também o poder psíquico para a luta e para a guerra]  e assim como a maioria dos praticantes, alcançou grande resistência. Essa resistência é possível graças a seu domínio sobre o Chi [também chamado de Ki, Qi, Prana, Ectoplasma, aura, etc...]. Ele faz demonstrações fantásticas de alta resistência, e validadas pela ciência. Pessoa com super poderes provados cientificamente.

 Hu QiongMonge Shaolin

Templo Shaolin Monastério existe desde 495 d.C.

Por Folha de SP: JAIME SPITZCOVSKY, ENVIADO ESPECIAL A DENGFENG:

Fundado em 495, o Templo Shaolin deixou de ser um refúgio para meditação e treinamento de monges budistas quando, em 610, 13 de seus habitantes saíram em socorro do líder militar chinês Li Shimin. Este lutava pelo trono e, oito anos depois, já vitorioso, fundou a dinastia Tang (618-907). O imperador Li Shimin reconheceu a contribuição decisiva dos monges lutadores e patrocinou um dos momentos de maior prosperidade para o Templo Shaolin.

Em 1553, os monges cravaram outro feito heróico. Um grupo de 40 lutadores, liderado por Yue Kong, desceu a montanha de Songshan, onde fica o templo, para impor uma impiedosa derrota a invasores japoneses. Na dinastia Ming (1368-1644), o Templo Shaolin chegou a abrigar cerca de mil monges e discípulos. Seus inimigos mais implacáveis, os comunistas, ainda estavam a uma distância de séculos. A revolução comunista de Mao Tse-tung triunfou em 1949 prometendo apagar heranças da China feudal e o Templo Shaolin e seus monges apareciam como vestígios do passado imperial.

O templo não foi fechado, mas enfrentou a tormenta do período mais ortodoxo do regime comunista. Durante a Revolução Cultural (1966-76), Mao Tse-tung incentivou os "guardas vermelhos" a cruzarem o país em busca de heranças da era pré-revolucionária, a fim de destruí-las. "Vários prédios do templo foram depredados", recorda Su Xi, 78, o monge mais velho de Shaolin. O apetite destruidor dos "guardas vermelhos" não se mostrou suficiente para nocautear o berço do kung-fu, mas obrigou-o a entrar num período de quase sonolência. Com as reformas econômicas deslanchadas no final da década de 70, o Templo Shaolin entrou numa nova era dourada. Os monges lutadores não são tão numerosos como na dinastia Ming, mas os cofres passam a contabilizar mais recursos do que nas últimas décadas.

Templo Shaolin usa armas do capitalismo a seu favor: 

O Templo Shaolin e seus monges lutadores, imagens do budismo na China celebrizadas em filmes de artes marciais, mesclam agora os rigores da vida religiosa com dedicação a exercícios de capitalismo. O berço do kung-fu chinês oferece cursos de defesa pessoal, se transforma em atração turística e vende suvenires. Embora pobre em estatísticas, o Departamento de Turismo de Dengfeng, a região do templo, comemora a riqueza de algumas cifras. Em 1994, a venda de ingressos para visitantes do Templo Shaolin somou 1,4 milhão de yuans (US$ 167 mil) e a receita gerada pelo turismo em Dengfeng cresce a uma taxa anual de 12%.

Em 1985, o templo inaugurou um centro de treinamento com capacidade para 300 alunos. A duração do curso varia de acordo com o interesse do cliente. Alunos chineses pagam para os cofres do templo uma taxa anual de 1.000 yuans (US$ 120), enquanto estrangeiros enfrentam uma lista de preços que pode atingir até 200 yuans por dia, dependendo do número de horas e equipamentos usados. A China, governada pelo Partido Comunista desde 1949, testemunha neste final de século o contra-ataque do capitalismo e de tradições que o comunismo buscou sufocar, em nome de sua cruzada para combater "costumes feudais" e "superstições", como foi classificado o budismo.

Golpeado pelo fracasso na economia, o Partido Comunista começou a implementar a partir de 1978 reformas pró-capitalismo. A China experimenta o rápido crescimento econômico e a introdução de conceitos antes rejeitados, como propriedade privada e investimento estrangeiro. Antigos dogmas comunistas passaram a ser questionados e revistos. A confusão ideológica abriu as portas para o retorno de antigas tradições, agora toleradas por um Partido Comunista que continua a reinar com mão de ferro.

O monge Yong Yan, 40, vive no templo há dez anos e entre a meditação e o treinamento de artes marciais, se dedica a vender aos turistas um diploma de 100 yuans (US$ 12), os "certificados da sorte", que serão usados para restauração de um templo que comemorou em 1995 1,5 mil anos de idade. Os 57 monges e seus discípulos também se alternam na hora de sentar atrás do balcão de duas lojas de suvenires instaladas dentro do templo. As prateleiras acomodam espadas, lanças, livros sobre kung-fu, colares e pulseiras que, reza a crença budista, trazem sorte.

Monges defendem o Livre Comércio: 

Os monges golpeiam contra as críticas de que o comércio abala a imagem do templo. Para eles, a receita gerada pelo turismo permite, por exemplo, restaurar partes do templo antes condenadas à destruição pelo descaso das autoridades comunistas. O Templo Shaolin restaurou a Torre do Grande Sino, parcialmente destruída na década de 20, e substituiu o antigo sino, de 2,5 t, por um novo, de 6,5 t. O monge Yong Yan argumenta que os exercícios capitalistas não alteraram a rotina do templo. Seus habitantes acordam às 4h para iniciar uma jornada marcada por rezas, meditação e prática de artes marciais.

Com idades que variam entre 18 e 78, os monges diferem quanto à carga horária dedicada a suas atividades. Quanto mais jovem, mais tempo ao kung-fu e quanto mais velho, mais horas à meditação e ao estudo de textos budistas. "Pratico diariamente pelo menos três horas de kung-fu e exercícios físicos", conta Yong Yan, que trocou a carreira militar por uma vida que exige abstinência sexual e dieta vegetariana. Os filmes que exploram a imagem do templo não o incomodam. "Divulgam nossa imagem e, às vezes, trazem recursos com o dinheiro pago para se filmar aqui". Mas ele identifica o ponto fraco: "muitos filmes exageram ao mostrar nossas habilidades. Somos bons, mas também somos humanos". Xing Zhi, 24, conta que decidiu mergulhar na vida religiosa depois de assistir em 1977 ao filme "Templo Shaolin", um dos clássicos da cinematografia oriental. Originário da província de Anhui (leste), Xing Zhi abandonou os pais, camponeses, e seus cinco irmãos para se tornar um monge.


Os lendários Monges Shaolin conseguem produzir efeitos fantásticos!





Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

Tags:  artes marciais, chikung, china, Hu Qiong, Indestrutível, mistério, Monge Shaolin, Super Humano, Templo de Shaolin,china,

2 comentários:

Rodrigo Sebastian Capriolli disse...

Incrivel o monge aguenta até a potência de uma furadeira, apenas usando a energia chi.

Interessante, não tem como, não acreditar, mas uma vez um ótimo post.

Parabéns Bruno.

Jonas disse...

Muito interessante ele tem muita energia quem sabe a kundalini ativa. Acho que ele concentra o Qi nas áreas que vai ter o impacto assim aumenta a resistência. Acho que vou la aprender esta tecnica rsrsrs

Abraço

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