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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Marilyn Monroe Assassinada por causa de John F. Kennedy? - Full HD - Conspiração sobre a Morte da Atriz e Cantora

Aqui nesse muito interessante documentário do Discovery Channel é revelado novas evidencias que prova que na verdade  Marilyn Monroe não se matou, ela foi assassinada por causa de John Kennedy e seu irmão o procurador geral Robert F. Kennedy.

O seu psicanalista/psiquiatra Dr. Ralph Greenson (que parece, também teve um caso com ela) a assassinou injetando adrenalina diretamente em seu coração usando uma agulha que ao ser aplicada chegou a furar uma das costelas de Marilyn para atingir o coração.

Abaixo outro documentário esse mais antigo, defende a versão que ela se matou, mas notem que o DOC mais recente é bem mais consistente de provas, já o outro abaixo é menos embasado em provas, e força para vender a versão que ela se matou.

Marilyn Monroe Assassinada por causa de John F. Kennedy?
(ATENÇÃO veja no Google Drive CLIQUE AQUI)

(Nota: Devido a restrições de direitos autorais esse documentário foi banido dos principais sites de compartilhamento, restando apenas o archive.org e o Google Drive. Acesse pelo Drive pois o vídeo passa ali com muito melhor fluidez)

Agora abaixo a investigação que tenta vender a hipótese que ela se matou, mas com muitas falhas e suposições imaginativas sem provas. Assistindo aos dois DOC’s notasse que um complementa o outro, esse abaixo trabalhava com menos evidencias reais, enquanto que o acima foi feito com mais evidencias que só surgiram modernamente, porém esse mais antigo cita algumas coisas que complementa o outro acima.

Marilyn Monroe Assassinada por John F. Kennedy, Robert F. Kennedy e Dr. Ralph Greenson?

Marilyn Monroe Assassinada por Bobby Kennedy (Robert F Kennedy), e John Kennedy, (John F Kennedy)?:

Em outra Série de Documentários é Explicado algumas anomalias que os desinformados do DOC mais antigo não haviam pesquisado, a Marilyn Monroe morava numa casa mais simples quando morreu por que isso fazia parte do “tratamento psiquiátrico” que o Dr. Ralph Greenson (Discípulo de Sigmund Freud) estava submetendo-a. 

Ela morava numa casa “familiar”, uma casa comum, para então colocar os pés no “chão” deixando assim de ter a visão distorcida da sociedade e das pessoas que ela tinha. A Marilyn Monroe vivia numa “bolha” onde ela não sabia exatamente como a maioria das pessoas comuns viviam.

Ele achou por bem que ela conhecesse como era viver numa casa comum, com vizinhança comum, e saber como era a vida das pessoas normais, para então se equilibrar. Obviamente o tratamento não deu certo, o Dr. Ralph Greenson em alguma altura do relacionamento paciente/médico acabou não resistindo aos desejos pela bela mulher e transou com ela, (talvez não apenas 1 vez, mas várias...), e depois ela azedou com ele ameaçando revelar o caso para todos, o que na época iria ser um desastre para a reputação e carreira do Dr. Assista a Série, veja a Página sobre esse Série da BBC [Clique Aqui].

Controle das Massas - Teorias de Freud sobre a Natureza Humana usadas para Moldar a Sociedade - Governo.
Veja a Parte 01 Abaixo - E todas as outras Clicando nos Links:
[Parte 01] - [Parte 02] - [Parte 03] - [Parte 04]  

Marilyn Monroe morta por Kennedy? Ele ordenou o assassinato de Marilyn? É o que diz livro lançado em 2014

A morte de Marilyn Monroe, em agosto de 1962, não foi suicídio, mas sim um assassinato orquestrado por Bobby Kennedy, irmão do ex-presidente americano John F. Kennedy, para silenciá-la quando a atriz estava prestes a revelar segredos da família Kennedy que ela mantinha registrados em um diário.

A alegação está presente no livro “The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed” (O Assassinato de Marilyn Monroe: Caso Encerrado, em tradução livre), escrito pelos jornalistas Jay Margolis, repórter investigativo e especialista na vida da atriz, e Richard Buskin, escritor do The New York Times e autor de 30 livros de não-ficção.

Marilyn foi encontrada morta em agosto de 1962, e sua morte foi apontada como “provável suicídio”.
Detalhes do livro, que conta a história por meio de depoimentos de testemunhas oculares e entrevistas, foram revelados pelo tabloide britânico Daily Mail. 

A publicação afirma que Bobby Kennedy teve ajuda de seu cunhado, o ator Peter Lawford, além do psiquiatra de Marilyn, Ralph Greenson, que deu uma injeção fatal de pentobarbital no coração da atriz.

“Bobby Kennedy estava determinado a calá-la, independentemente das consequências”, teria revelado Lawford mais tarde, de acordo com os autores, sentindo-se culpado pela morte da estrela Kennedy diria: “Foi a coisa mais louca que já fiz - e eu estava louco o suficiente para deixar que isso acontecesse”.

O assassinato foi supostamente testemunhado por um atendente de uma ambulância, que chegou na casa de Marilyn e viu o psiquiatra injetar a droga diretamente no coração da estrela de Hollywood, quebrando uma de suas costelas com a agulha.

Bobby Kennedy se envolveu com Marilyn no verão de 1962, quando ele foi enviado para Los Angeles por seu irmão Jack (o presidente) para convencer a atriz a parar de contatar o presidente na Casa Branca, já que ele não iria se divorciar de Jackie para casar com ela. Segundo o livro, ela se apaixonou por Bobby (também), que também não queria largar a mulher por ela.

Marilyn teria então ameaçado Bobby com uma conferência de imprensa onde ela iria revelar seus casos ilícitos com Jack e com ele, além de todos os segredos que sabia sobre a família Kennedy e mantinha em um diário.

Até hoje, a morte de Marilyn é cercada de mistério. O psiquiatra da atriz foi quem avisou à polícia sobre sua morte, dizendo que ela foi encontrada morta em sua casa. A autópsia indicou drogas em seu corpo, e a morte foi tratada como um envenenamento barbitúrico agudo, resultante de um provável suicídio. 

De acordo com o livro, no entanto, quando os motoristas da ambulância a encontraram em sua casa, ela estava nua, deitada sem lençóis nem cobertores, e à volta dela não havia nem copo d'água nem vestígios de álcool.

Marilyn Monroe teria abortado filho de Robert F. Kennedy antes de morrer?
Por ZAP 07 agosto, 2018 - USMC

No aniversário da morte de Marilyn Monroe, dia 05 de agosto de 1962, foram divulgados novos dados sobre seu relacionamento com a família Kennedy. A atriz teria abortado o filho de Robert Kennedy, irmão de John F. Kennedy, antes de morrer.

A notícia foi divulgada pelo Radar Online, que cita documentos do governo dos EUA, segundo os quais Robert F. Kennedy, senador norte-americano e irmão do presidente John F. Kennedy, teria convencido Marilyn Monroe a abortar, depois de a famosa atriz ter ficado grávida do político.

Robert F. Kennedy era casado e teria ficado furioso com a gravidez de Marilyn Monroe, que, recorde-se, também teria mantido um caso com o próprio presidente John F. Kennedy.

A atriz morreu em 05 de agosto de 1962, com apenas 36 anos de idade, supostamente devido a uma overdose de barbitúricos. O aborto do pretenso filho de Robert F. Kennedy teria ocorrido alguns meses antes.

O mistério em volta das circunstâncias da morte da icônica atriz, ou seu possível assassinato, não é novo. Um livro publicado em 2014 defende a versão de que Marilyn Monroe foi assassinada por ordem de Robert F. Kennedy, depois de ter ameaçado revelar “segredos sujos” da família Kennedy.

Intitulado “The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed“, a obra do jornalista Jay Margolis e do colunista do New York Times Richard Buskin alega que Robert F. Kennedy teria ido à casa da atriz com seus guarda-costas, em busca de um suposto diário onde Monroe manteria informações sobre a família Kennedy.

Os autores da obra sustentam que um dos guarda-costas do político lhe administrou uma injeção de pentobarbital, um barbitúrico usado como sedativo e que tem efeito hipnótico, para procurar o diário, já que Marilyn teria se recusado a revelar onde o escondia.


Mas, alegam os autores do livro, como o efeito do sedativo durou pouco tempo, os guarda-costas teriam obrigado a atriz a ingerir comprimidos. Quando os paramédicos chegaram, após uma chamada de emergência da empregada, conseguiram reanimar a atriz, que teria voltado a respirar.

No entanto, o psiquiatra Ralph Greenson, que teria chegado entretanto, alegando ser o psiquiatra da atriz, administrou-lhe uma nova injeção, que teria sido fatal. Segundo sustentam os autores do livro, Greenson teria agido a mando de Robert F. Kennedy.

Outra versão sugere que Marilyn Monroe se suicidou depois de Robert F. Kennedy ter terminado o caso extraconjugal que mantinha com a atriz.

O senador norte-americano foi assassinado em 1968, ele foi baleado em um hotel em Los Angeles depois de um discurso (estava em campanha para ser presidente), cinco anos depois de o irmão John F. Kennedy também ter sido assassinado, em 1963, em Dallas no Texas.

Os rumores de que Marilyn Monroe manteve romances com os dois irmãos Kennedy são abordados em várias obras biográficas sobre a atriz. Um dos biógrafos, James Spada, revelou à revista People, nos 50 anos da sua morte, que “era bastante claro que Marilyn tinha tido relações sexuais tanto com Bobby quanto com Jack”.

Mas, apesar disso, há apenas uma foto histórica com Marilyn Monroe e os irmãos Kennedy, tirada na mesma noite em que a atriz cantou “Parabéns” a John F. Kennedy, antes de o presidente norte-americano completar 45 anos de idade.

A performance histórica ocorreu no Madison Square Garden no dia 19 de maio de 1962, ou seja, menos de três meses antes da morte súbita da atriz.

Na noite, durante uma after party em Manhattan, na casa do executivo de Hollywood Arthur Krim, o fotógrafo oficial da Casa Branca, Cecil Stoughton, registrou a imagem de Marilyn Monroe com John e Robert Kennedy. Na foto aparecem também o ator e cantor Harry Belafonte e o historiador Arthur Schlesinger.

A foto, que seria a única “sobrevivente” que Stoughton imprimiu do negativo original, está agora à venda em leilão.


MARILYN MONROE TERIA SIDO ASSASSINADA? -  09/04/2018 - CARLOS EDUARDO FERREIRA

Marilyn Monroe foi encontrada inerte em sua residência em Brentwood (Hollywood, Califórnia) por seu psiquiatra, Ralph Greenson, após este ter sido avisado pela governanta da atriz. Ainda em 05 de agosto de 1962, uma das mais emblemáticas estrelas do cinema de Hollywood teve sua morte atribuída a uma “overdose” - provavelmente por conta de um suicídio. Bem, mas essas são apenas as informações oficiais.

Pode haver mais coisas por baixo do tapete, ainda hoje, mais de meio século depois do trágico incidente? Aparentemente, sim.

Segundo teoria defendida pelos jornalistas Richard Buskin e Jay Margolis no livro “Marilyn Monroe: Case Closed” (Marilyn Monroe: Caso Encerrado, sem tradução para o português), a atriz não cometeu suicídio. Na verdade, ela teria sido assassinada em virtude dos desdobramentos de dois dos seus affairs mais famosos e turbulentos.

Trata-se de uma das controvérsias mais revisitadas do século passado, é verdade, mas sempre se pode jogar nova luz, ao que parece. Segundo o duo investigativo, ao se envolver com o então presidente John F. Kennedy e seu irmão, o Ministro da Justiça dos EUA Robert F. Kennedy, Marilyn teria entrado em uma espiral descendente de intrigas e ameaças que culminou em sua morte, arquitetada pelo próprio “Bobby” Kennedy e levada a cabo por seu psiquiatra.

Conforme defendem os autores, Robert Kennedy havia arquitetado todo o ocorrido, incluindo a injeção fatal administrada pelo Dr. Greenson. De acordo com paramédicos que atenderam Marilyn, o cenário encontrado no local absolutamente não parecia indicar um caso de suicídio.

O temido “diário de capa vermelha”

De acordo com Buskin e Margolis, Robert F. Kennedy envolveu-se sexualmente com Marilyn Monroe durante o verão de 1962. A pedido do irmão, Bobby havia sido enviado à casa da atriz em Brentwood para pedir que ela parasse de ligar para a Casa Branca atrás do presidente - certamente seu envolvimento romântico mais conhecido (e mal escondido).

A mensagem era bastante clara: o presidente não se divorciaria de Jackie para se casar com ela. Entretanto, conforme deixa claro a história, o mensageiro acabou sucumbindo aos encantos da beldade. “Bobby não teve a intenção [de se envolver com Marilyn Monroe]”, revelou o cunhado de Robert Kennedy, Peter Lawford. “Naquela tarde, eles acabaram por se tornar amantes, passando a noite juntos no quarto de hóspedes.”

Sobre o triângulo amoroso, Lawford ainda afirmou que os Kennedy “passavam Marilyn de um lado para o outro como uma bola de futebol americano”. Entretanto, quando também Bobby resolveu abandoná-la, a atriz teria ameaçado conduzir uma coletiva de imprensa contando todos os “podres” da família Kennedy - os quais mantinha muito bem registrados em um pequeno diário de capa vermelha.

Bobby Kennedy não estava sozinho

Mas Buskin e Margolis reforçam: Robert “Bobby” F. Kennedy, embora tenha orquestrado o plano, certamente não o executou sozinho. De acordo com os autores, houve pelo menos dois conspiradores: o cunhado de Bobby, Peter Lawford e, naturalmente, o Dr. Greenson - em última instância, o responsável pela dose maciça de pentobarbital injetado no coração de Marilyn.

“Bobby Kennedy estava determinado a silenciá-la, independentemente das consequências”, teria revelado o próprio Lawford posteriormente, de acordo com os autores. “Foi a coisa mais doida que ele já fez - e eu fui louco o suficiente para permitir que acontecesse.” De acordo com Lawford, o Dr. Greenson havia sido incumbido de “dar um jeito” na atriz.

-“Não se parecia com um caso de suicídio”-

Mas, além dos três, havia pelo menos mais duas testemunhas: os dois paramédicos chamados ao socorro. Um deles, James C. Hall, teria estranhado a coisa toda desde o início. Embora a hipótese de suicídio por overdose houvesse sido levantada pela camareira da atriz, o cenário em torno não parecia corroborar a ideia.

“Ela estava despida”, lembra-se o socorrista. “Não havia lençóis ou cobertores. Não havia um copo de água. Não havia álcool. Nós percebemos que a sua respiração estava muito fraca, o pulso acelerado e igualmente fraco, e ela estava inconsciente”, observou o paramédico.

Embora houvessem vários frascos de remédio ao lado da cama de Merilyn, Hall lembra-se que todos eles estavam cheio e muito bem fechados. “Conforme eu me inclinei sobre ela, eu percebi - não havia vômito, o que é muito incomum em um caso de overdose (...), também não havia odor de drogas na boca dela, que seria outro sintoma clássico”, disse ele, desacreditando totalmente da ideia de um suicídio.

Um médico estranhamente inapto

Conforme disse Hall aos autores do livro, quando se preparava para utilizar os equipamentos de reanimação, ele foi interrompido por Greenson, que se apresentou como médico da atriz, demandando a utilização de pressão positiva. “Eu pensei, ‘Jesus Cristo, o que há de errado com você? Eu tenho aqui uma máquina que estava fazendo o necessário, por que removê-la?”, ele lembra. “O tempo estava correndo, e eu queria salvá-la.”

Após exigir que a máquina não fosse utilizada, o psiquiatra iniciou outra massagem cardíaca, embora “pressionando de forma errada” o abdômen de Marilyn. “Eu conheço alguns médicos que não estão muito acostumados com métodos emergenciais, mas aquele sujeito era um absurdo”, diz ele, afirmando que Greenson procedia como um amador. “Eu disse, ‘Caramba, vamos andar, você pode continuar com isso na ambulância.” 

Em seguida, o médico teria então puxado uma seringa com uma agulha hipodérmica considerável. “Ele sugou o líquido de um vidro selado por uma borracha, enchendo a seringa. Ele sentiu as costelas [de Marilyn] como um amador.” Segundo Hall, uma primeira tentativa desajeitada de injetar a substância no coração da atriz (um dos procedimentos comuns de reanimação) acabou batendo em uma das costelas.

“Em vez de retirar e tentar novamente, ele simplesmente continuou, franzindo o cenho com o esforço”. Hall afirma ter ouvido, então, o som da costela se quebrando. “Eu sei que o osso se partiu. Eu já assisti a muitos procedimentos médicos, e aquele cara era realmente brutal”, ele conclui.

O romance com o Dr. Ralph Greenson

Conforme contam os autores de “Caso Encerrado”, o Dr. Ralph Greenson era outro dos vários amantes da atriz - fato que teria sido usado para persuadir o médico a tomar parte no plano. Lawford, de fato, já havia tomado conhecimento do affair do psiquiatra com a atriz. 

Embora, aparentemente, a atriz não tivesse qualquer intenção de revelar o relacionamento, Bobby Kennedy teria sido particularmente persuasivo, convencendo o médico de que isso aconteceria em breve, o que acabaria por enterrar definitivamente a sua carreira. “Greenson ficou, então, responsável por ‘tomar conta’ de Marilyn”, dizem os autores.

A busca pelo diário

Entretanto, a coisa toda teria iniciado com uma busca pelo temido diário de capa vermelha, o qual traria segredos que poderiam arruinar a carreira política dos Kennedy. Segundo Peter Lawford, na tarde em que a atriz foi encontrada inconsciente, Robert “Bobby” F. Kennedy, Greenson e ele haviam se dirigido à sua residência em Brentwood para convencê-la a entregar o diário. “Ele [Robert] gritou com ela”, dizem os autores. “Marilyn não estava disposta a ceder”.

Lawford revelou ainda que, após uma calorosa discussão, Marilyn se tornou “histérica” e tomou uma pequena faca e partido para cima do político. Lawford, entretanto, conseguiu derrubar a faca da mão da atriz. Posteriormente, um dos guarda-costas de Kennedy acabou por injetar a primeira dose intramuscular de pentobarbital - o que acabou ganhando ainda o “reforço” de uma dose maciça injetava via enema.

Uma história sem ponto final

Lawford admite ainda que, enquanto Marilyn estava desacordada, o grupo passou a procurar apressadamente pelo diário. O resto, como se diz, é história e suposição. Entretanto, conforme lembram os autores do livro, o corpo de Marilyn, já no necrotério, havia mostrado manchas que denunciavam as injeções administradas pelos guarda-costas - o que afastaria consideravelmente a hipótese de um suicídio adotada e defendida pela polícia de Los Angeles.

Livro afirma que Marilyn Monroe foi assassinada numa ação de Bobby Kennedy

O irmão de JFK teria matado a atriz temendo que ela revelasse seu romance com ele e com o irmão o livro "The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed" (Em tradução livre: O Assassinato de Marilyn Monroe: Caso Concluído) trouxe à tona mais uma polêmica sobre a morte da atriz, que ocorreu em 4 de agosto de 1962. A obra, assinada pelos jornalistas investigativos Jay Margolis e Richard Buskin, afirma que a atriz não se suicidou, mas sim, foi assassinada com uma injeção letal numa ação orquestrada por Robert Kennedy.

Segundo a obra, a intenção era silenciar Marilyn para que não revelasse seu romance com Bobby e seu irmão John Kennedy, então presidente dos Estados Unidos. O temor surgiu depois de Bobby ter descoberto a existência de um diário, onde a atriz detalhou a relação com os dois.

Segundo a obra, Bobby teria contado com a ajuda do ator Peter Lawford, e do psiquiatra de Marilyn, Dr. Ralph Greenson. O lançamento da obra foi anunciado nesta sexta-feira (16/05/2014) e teve alguns detalhes divulgados pelo jornal britânico Daily Mail. Segundo os autores, o livro traz depoimentos de testemunhas oculares e outras entrevistas.

O livro cita uma confissão que teria sida feita por Lawford num acesso de culpa: 'Bobby Kennedy estava determinado a calá-la, independentemente das consequências (...) Foi a coisa mais louca que já fiz e eu estava louco o suficiente para deixar que isso acontecesse".

Segundo o livro, o assassinato teria sido supostamente testemunhado pelo enfermeiro James C. Hall, que chegou na casa da atriz de cinema e viu o Dr. Greenson aplicando uma injeção no coração da atriz.

Depois de um romance com JFK, Marilyn teria se encantado por Bobby. Apaixonada, ela teria ouvido de Bobby uma promessa de casamento. No entanto, quando Bobby começou a se afastar, a atriz passou a ameaçá-lo, dizendo que daria uma entrevista coletiva para revelar seus casos com os irmãos Kennedy e todos os segredos perigosos que sabia sobre a família. E disse que tinha escrito tudo num pequeno diário, que mantinha escondido.

Nervoso, o irmão do presidente teria ido à casa da atriz na tarde do dia 04 de agosto de 1962 para encontrar o diário. Os dois brigaram e a atriz teria ameaçado Bobby com uma faca. Ele foi embora e retornou no mesmo dia à noite, com dois seguranças e só saiu por volta da 22h30 da noite.

Mais tarde, a governanta da atríz, Eunice Murray, que teria se incomodado com os latidos incessantes do cachorro da atriz, pediu ao filho que fosse ver o que estava acontecendo. Norman Jefferies encontrou Marilyn deitada sobre a cama, com a cabeça caída para fora e chamou uma ambulância, suspeitando de overdose.

Os enfermeiros chegaram e ainda tentaram uma massagem cardíaca para reanimá-la, mas não tiveram sucesso. Após a morte, o livro afirma que os Kennedy teriam até subornado testemunhas para que nada fosse revelado. "The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed" chegará às livrarias americanas no dia 03 de junho.

Marilyn Monroe morta por ordem de John F. Kennedy e Robert F. Kennedy, assassinada pelo psiquiatra Dr. Ralph Greenson?:









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Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Quem Matou John Kennedy? Assassinato de John Kennedy - Estudo - Analise - Esclarecimento - Mistério - Quem de Fato Matou?

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John Kennedy poucos minutos antes de ser morto...

Parte (01):

Parte (02):

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John Kennedy - Três Disparos Decisivos - [1 de 3] - JFK 3 Shots That Changed America:

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John Kennedy - Três Disparos Decisivos - [3 de 3] - JFK 3 Shots That Changed America:


Lee Harvey Oswald exibindo seu rifle usado para assassinar John Kennedy dias antes da ocorrência
  
John Fitzgerald Kennedy [JFK] foi assassinado em 1963 e desde então muita especulação foi feita, se baseando em dados incompletos e distorcidos, mas finalmente depois de 50 anos um grupo realmente poderoso de pesquisadores e cientistas se reuniram e juntaram todas as provas que claramente aponta para um culpado, a reunião de todos os dados, os detalhes mostrados, e as analises lógicas e bem esplanadas já não deixam tantas duvidas, tudo aponta para um culpado, e esse culpado já recebeu a sua merecida punição há 50 anos atrás. Documentários somam no total mais de 6 horas!

Esse documentário foi baseado no livro de Vincent Bugliosi intitulado "Reclaiming History"
(História Resgatada)
Bugliosi, 21 anos de pesquisa feita pelo homem que condenou Charles Mason, autor de outro assassinato-espetáculo, o da atriz Sharon Tate

Por: Editora Abril - História - A verdade pesa 2,5 quilos

- "Um zero, um nada... esse Oswald matou um gigante como Kennedy. Ele desgraçou Dallas e nosso país"-
Repetia Jack Ruby antes de matar Lee Oswald com um tiro na barriga quando ele saia da cadeia para depor, dois dias depois do assassinato de JFK


Por Eurípedes AlcântaraO promotor americano Vincent Bugliosi acaba de publicar a mais pesada prova, um livro de 2,5 quilos e 1 600 páginas, de que o presidente americano John Kennedy foi morto em 1963, em Dallas, pelo tiro disparado por uma única pessoa, Lee Oswald. Bugliosi demole cada uma das teorias conspiratórias segundo as quais Kennedy foi morto ora pela Máfia, ora pela KGB, ou pela CIA, ora pelo seu vice-presidente... ou por Fidel Castro, por supremacistas raciais, por traficantes de droga franceses... 

Ah... o assassino pode também ter sido Larry Crafard. Larry quem? Ora bolas, o vigia noturno do Carousel Club, a boate cujo dono era Jack Ruby, o homem que matou Lee Oswald. Crafard é o candidato a assassino preferido do maior de todos os autores de teorias conspiratórias, o promotor Jim Garrison, de Nova Orleans, vivido no cinema pelo astro Kevin Costner em JFK, filme de Oliver Stone, exibido no Brasil em 1991. 

Qual a evidência contra Larry Crafard? Depois do assassinato de Kennedy, o desempregado Crafard voltou de carona para sua cidade natal, no estado de Michigan. Só isso? Só... Mas é desse material que são construídas as teorias conspiratórias. A escassez de lógica, paradoxalmente, as torna bem mais difíceis de ser dinamitadas por provas reais.

Além de fluidas, incorpóreas, transmissíveis como o vírus da gripe no vagão do metrô, as teorias sobre a morte de JFK têm um grande aliado, a natural, e em muitos casos amplamente justificada, incredulidade das pessoas diante de versões oficiais. Sete de cada dez americanos recusam a idéia de que Lee Oswald agiu sozinho no dia 22 de Novembro de 1963, em Dallas. 

Quatro em dez acham que o homem nunca foi à Lua e que a Nasa inventou tudo. O número de americanos que acreditam em anjos é maior que o daqueles que acreditam em antibióticos. Mas, como Vincent Bugliosi mostra, não se pode colocar todo o peso da propagação das mentiras no caso JFK sobre os ombros das pessoas que acreditam nelas. O livro de Bugliosi tem o pomposo título de Reclaiming History, que pode ser traduzido para História Resgatada. 

Ele foi escrito não apenas para convencer o leitor de que Lee Oswald agiu sozinho mas para provar que as teorias conspiratórias não passam de idiotices produzidas por pessoas movidas pelas mais diversas razões. Essa é uma abordagem bem mais proativa do que, por exemplo, a adotada por outro formidável livro, Case Closed (Caso Encerrado), de Gerald Posner, que se limita a demonstrar que o tiro que matou Kennedy foi dado por Lee Oswald. Bugliosi faz um livro de combate. 

Ele assume o tom usado pelos promotores nos tribunais do júri. Quer e consegue incriminar Lee Oswald, que, pelas páginas de "História Resgatada", finalmente enfrenta a justiça dos homens – uma vez que Jack Ruby o colocou diante do tribunal divino dois dias depois do crime. Bugliosi consegue também, e o faz com um prazer indisfarçável, destruir as teorias conspiratórias que proliferaram depois da morte de Kennedy.

O promotor mostra que aqueles que produzem essas histórias e as defendem são gênios, alguns muito bem-intencionados, outros simplesmente profissionais da ilusão, embusteiros disciplinados, dispostos a mentir por dinheiro e fama, como o cineasta de JFK, Oliver Stone. Bugliosi entrevistou todas as pessoas que ajudaram Oliver Stone a coletar "dados" para o filme. 

Sem exceção, os pesquisadores relatam a obsessão do cineasta em recolher apenas relatos de pessoas que "discordem da versão oficial". O filme é o resultado dessa escolha. Em vez de ouvir, por exemplo, os cirurgiões e intensivistas que atenderam o presidente Kennedy no Parkland Hospital, de Dallas, onde ele chegou ainda com vida, Stone só entrevistou Charles ("Chuck") Crenshaw, um médico residente que foi até a sala de trauma número 1, onde Kennedy era atendido. 

Ele chegou ali sem ser convidado e o deixaram ficar apenas porque os especialistas estavam fora da cidade participando de um congresso médico. Crenshaw ficou dez minutos ao lado de Kennedy, ajudou a passar um cateter por algum vaso da perna do presidente na tentativa de fazê-lo chegar ao coração e reanimar suas batidas. Em vão. Crenshaw saiu da sala, do hospital e reapareceu anos depois com um livro sensacionalista intitulado "A Conspiração do Silêncio".

Atrás apenas de Oliver Stone, o alvo preferido do promotor Bugliosi é o inglês Nigel Turner, produtor inglês de documentários autor de "Os Homens que Mataram Kennedy", um filme exibido apenas na televisão na Inglaterra e nos Estados Unidos mas que foi visto por cerca de 100 milhões de pessoas. "O filme é simplesmente um desastre", diz Bugliosi. 

Ele pode ser visto ainda hoje dividido em seis capítulos no site do Google Vídeo. É mesmo um desastre. Depois de dar vazão a todo tipo de teoria, o filme se concentra nos achados de um roteirista de Hollywood que, trabalhando sozinho, diz ter desvendado o mistério da morte de Kennedy. Seus assassinos, o filme não tem dúvida, foram contratados pela Máfia americana e vieram todos de Marselha, na França. 

A fonte do roteirista? Um traficante de drogas preso mas que se diz inocente e se propõe a contar tudo o que sabe sobre a morte de Kennedy em troca de sua liberdade. Bugliosi levanta minuciosamente a vida de cada um dos acusados pelo misterioso traficante e descobre que no dia do crime um estava, a serviço, a bordo de um navio militar francês em alto-mar e os outros dois se encontravam presos, cumprindo pena em presídios na França. Confrontado com esses fatos, o diretor Nigel Turner não vacilou:  - "São assassinos, você sabe. Assassinos sempre têm álibis" - .

O bravo promotor não se abate. Tem casca grossa e traquejo profissional para lidar com embusteiros. Em um dia ruim, ele é melhor do que os Stones e Turners da vida em seus melhores dias. Ele ataca as questões em todas as suas dimensões. Examina os aspectos psicológicos, técnicos, jurídicos, as circunstâncias familiares e sociais de cada uma das figuras vitais do livro. 

O perfil de Lee Oswald é, obviamente, o mais completo. Bugliosi revira todas as entranhas da vida do assassino de John Kennedy – suas visitas à antiga União Soviética, a Cuba e a seus amigos comunistas. Penetra nos labirintos psicológicos do assassino. Descreve manias, trejeitos, obsessões, fraquezas e a decisão mais profunda de "matar algum desses bastardos". 

Na preparação para atirar em Kennedy, Oswald tentou, sete meses antes, assassinar a tiros um general americano chamado Edwin Walker, mas falhou. Bugliosi mostra que, ao contrário do que propagam os conspiracionistas, Oswald, um ex-fuzileiro naval americano, tinha uma arma eficiente nas mãos e era excelente atirador. 

Os registros militares demonstram a consistência de atirador de elite. A mulher de Oswald, Marina, conta que ele praticava tiro ao alvo "todos os dias". Usava sempre o mesmo fuzil, um Carcano, arma de longo alcance que era, então, adotada oficialmente pelo Exército Italiano. Oswald comprou o fuzil por 12 dólares e com ele matou John Kennedy. Diz Bugliosi: "Ele atirava tão bem com aquela arma que minha convicção é que nem precisou usar a mira telescópica para acertar a cabeça do presidente".

Demolidas as teorias mais estapafúrdias, o promotor centra fogo nas duas mais controversas e sérias questões: a chamada "bala mágica" e o fato de Oswald ter sido assassinado à queima-roupa por Jack Ruby, eliminando assim a chance de o suspeito ir a julgamento. A teoria da "bala mágica" é desmontada com a precisão de um relojoeiro. 

Ele não deixa dúvida. Os conspiracionistas estão errados quando sustentam que seria impossível uma mesma bala entrar pelas costas de Kennedy, sair pelo pescoço em um ponto acima do de entrada e depois ter atravessado o peito do governador John Connally, que viajava na limusine no banco logo na frente do presidente. Dali a bala seguiria em seu balé mágico até o punho de Connally para depois ferir-lhe a perna esquerda e cair mansamente no chão do carro. 

A bala foi encontrada, após tantas peripécias, quase intacta, na maca em que Connally foi levado para o hospital onde se recuperou dos ferimentos sofridos. Bugliosi demonstra que a bala não fez curvas. Ela atravessou como uma seta "carnes moles" no corpo de Kennedy e Connally, tendo encontrado um obstáculo mais resistente apenas no punho do governador (veja o quadro). O promotor mostra fotografias do projétil feitas em outros ângulos e que destroem as insinuações de que ele foi encontrado intacto.

Vincent Bugliosi chega então ao ponto mais perigoso de sua travessia, a explicação de que Jack Ruby não matou Lee Oswald em uma operação de "queima de arquivo". O promotor entra de sola com a força de convencimento lógico que o ajudou a condenar antes 21 assassinos em Los Angeles. 

O famoso jogador de futebol americano O.J. Simpson, acusado de matar a ex-mulher e o amante dela, escapou de ser processado por Bugliosi em 1995, mas não da condenação. No livro Outrage (Indignação), o promotor refaz o trabalho que a acusação não fez no julgamento real e com simplicidade demonstra como O.J. Simpson matou e se safou das garras da lei. 

A bala mágica era um espinho na garganta a asfixiar as conclusões da Comissão Warren, o grupo de notáveis que examinou o assassinato de Kennedy nos anos 60. A comissão, que levou esse nome por ser chefiada pelo inatacável Earl Warren, presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, concluiu pela culpa exclusiva de Oswald. Segundo o Relatório Warren, Oswald agiu sozinho, tendo disparado três tiros contra a limusine presidencial. 

Um errou o alvo totalmente, o outro produziu ferimentos leves em Kennedy e Connally e um terceiro estourou os miolos do presidente. Bugliosi tirou esse espinho. Mas e o outro? Como explicar que Ruby possa ter burlado a vigilância e matado o suspeito antes que ele pudesse ser julgado e contar quais eram seus motivos, quem eram seus comparsas? 

O promotor, calma e metodicamente, mostra que Ruby matou Oswald por impulsividade, motivado pelo desejo de vingança e para satisfazer sua vontade interior, imperiosa de "fazer alguma coisa boa pelos Estados Unidos e por Dallas". Jack Ruby amava Kennedy como a um deus. 

Nas horas que se seguiram ao assassinato, Ruby chorava como uma criança e beijava constantemente uma foto do presidente que trazia no bolso do terno. Ruby morreu de câncer, na cadeia, condenado pela morte de Oswald. Os 2,5 quilos de verdade produzidos pelo severo promotor de Los Angeles vão enterrar para sempre as teorias conspiratórias sobre a morte de John Kennedy? Deveriam. Mas não vão. Nem Vincent Bugliosi acredita nisso... 



Quem Matou JFK? - Galeria de Imagens
John F. Kennedy Assassinado em 1963

Lee Harvey Oswald sendo morto por Jack Ruby


Jacqueline Kennedy de costas, logo depois do cérebro de Kennedy ser destruído pelo tiro que o matou

John F. Kennedy e o tiro fatal



Lee Harvey Oswald o assassino? Tudo indica que sim... 


Preso e logo depois assassinado na frente das câmeras por Jack Ruby


Marina Oswald Porter (nascida Marina Nikolayevna Prusakova) esposa de Lee Harvey Oswald na época do assassinato, foi ela que tirou a foto de Oswald com o rifle


Marina Oswald Porter com Lee Harvey Oswald

Marina Oswald Porter, uma mulher muito atraente e fotogênica


Agora uma Galeria de Imagens da Linda Jacqueline Kennedy (jornalista)
























Galeria de Imagens de J D Tippit o policial morto por Lee Harvey Oswald quando esse tentava fugir depois de assassinar John Kennedy em Dallas





Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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O que Está Acontecendo?

- “A maior revelação que o ‘Salto’ traz não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermínio de uma Superpotência do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)

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