sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

O Mercado de Notícias - Em Full HD - Documentário sobre Jornalismo e a Mídia - Corrupção nessa Indústria - Imprensa

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O Mercado de Notícias - Site Oficial: http://www.omercadodenoticias.com.br/
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O documentário “O Mercado de Notícias” discorre sobre a tremenda corrupção que impera na imprensa brasileira, 13 jornalistas de destaque dão sua opinião sobre esse fenômeno que não é exclusividade do Brasil. Nos EUA como podemos ver com a eleição de Trump, fica claro que lá a corrupção na imprensa é tão grande quanto aqui. Aliás, a imprensa do Brasil é 'copia e cola' da dos EUA.

O Mercado de Notícias - Em Full HD - Documentário sobre Jornalismo:

Personificação de Pecúnia (dinheiro) atriz Elisa Volpatto

É chocante de se verificar como a imprensa é tendenciosa, e escolhe lados muito bem definidos, e sempre na defesa da Elite brasileira, que no caso do Brasil não é de 1% mas sim de 0,1% da população, mas essa quantidade insignificante da população consegue fazer de tolos todo o restante do país simplesmente controlando a mídia, a imprensa com mãos de ferro. Toda a população brasileira (ou boa parte dela) é facilmente manipulável pela indústria da mídia. Esta por sua vez está nas mãos de um bocado de bilionários que são a elite do Brasil, e essa elite não tem nenhum pudor, ou consideração com o restante da população do país. Distorcem mesmo os fatos, inventam notícias, e combatem sem dó todos aqueles que possam incomoda-los, o mais incrível é ver como conseguem muito facilmente colocar o povo contra o povo, como conseguem fazer as populações mais pobres combaterem e perseguirem aqueles que justamente estão querendo ajuda-los!

Os donos de Jornais, Revistas, TVs, Rádios, etc... noticiam o que bem entendem, manipulam a opinião pública a vontade, inventando mentiras deslavadas, ocultando fatos escandalosos, distorcendo e aumentado acontecimentos. E principalmente diminuindo ou censurando verdades que vão contra os interesses desses donos de Rádio e Televisão. A tal mítica liberdade de imprensa, nada mais é que liberdade para os donos de cada veículo de comunicação dizer o que quiser, mentir à vontade, inventar a vontade, distorcer e enganar para o benefício de seus interesses e ideologias pessoais. Ao povo burro e desinformado só podemos lamentar, esses são feitos de bobos pelos bobos da corte, e enquanto os Reis Riem das traquinagens do bobo, o povo é feito de bobo, e este também ri da sua própria desgraça como bobos que são...

Destaques do Documentário:

José Serra, e o caso da Bolinha de Papel, Agressão dos Petistas? Fraude Eleitoral do PSDB:

Imprensa Corrupta - Caso do Picasso do INSS - Corrupção na Imprensa Brasileira - Mídia do Brasil:

O Mercado de Notícias - Trailer Oficial - Documentário:

Casos jornalísticos mostrados no DOC:  

BOLINHA DE PAPEL - José Serra do PSDB:
Por que ninguém lembra de algo que todo mundo viu?

No dia 20 de outubro de 2010, pouco antes do segundo turno da eleição presidencial brasileira, a campanha eleitoral foi marcada por um incidente. O candidato de oposição, José Serra, interrompeu sua agenda para ser submetido a uma tomografia e a exames clínicos. O motivo: uma suposta agressão por militantes governistas, amplamente divulgada nos veículos de comunicação, nas redes sociais e no programa de televisão do candidato. Foram muitas as tentativas, nos telejornais e nas redes sociais, de provar que algum objeto pesado realmente atingira o candidato, nenhuma com sucesso. O fato é que, poucos minutos antes da suposta agressão, o candidato foi atingido por uma bolinha de papel. Este fato foi documentado por, pelo menos, cinco câmeras de televisão. A imprensa, que tanto discutiu a agressão que ninguém viu, nunca se interessou por investigar quem foi o homem que, diante de cinco câmeras de tevê, jogou a bolinha de papel em José Serra.

PICASSO DO INSS tentativa de desmoralizar o governo de Lula:
Como um cartaz de 20 dólares vira notícia na Folha de SP

Em março de 2004, o jornal Folha de S. Paulo publica na capa de sua edição de domingo (07.03.2004), sob o título “Decoração burocrata”, uma reportagem informando que um valioso “desenho do pintor espanhol” Pablo Picasso “passa os dias debaixo de luzes fluorescentes e em meio à papelada de uma repartição do governo federal”, dividindo sua “moldura com restos de inseto”. Na foto, além da reprodução do supostamente valioso desenho, um retrato do Presidente Lula. O sentido da matéria é claro: os novos ocupantes do governo federal não reconhecem e não sabem lidar com o valor da arte. A notícia do suposto descaso com tão valiosa obra aparece em vários jornais, revistas e sites, no Brasil e no exterior. A observação atenta de alguns leitores logo deixa evidente que se trata de uma “barriga”: o tal desenho de Picasso é, na verdade, de uma reprodução fotográfica, sem nenhum valor. Os jornais são alertados de seu erro, mas nenhum desmente a informação. Em dezembro de 2005, o “Picasso do INSS” está outra vez na capa da Folha de São Paulo (29.12.2005) e também na do Estado de S. Paulo: um incêndio destruiu parte do prédio do INSS mas, para alívio de todos e apesar do descaso dos órgãos públicos, o “valioso” Picasso foi salvo das chamas. Mais uma vez os jornais são alertados por leitores de que se trata de uma reprodução sem valor, mas nada noticiam. As reportagens que tentam esclarecer os fatos só fazem aumentar a confusão. Detalhe: o supostamente valioso desenho de Picasso foi dado ao INSS como pagamento de uma dívida. Em quanto foi avaliado? E por quem?
TAPIOCA
Um escândalo de 8 reais e 30 centavos...

No final de 2011, o ministro dos esportes Orlando Silva foi vítima de uma tentativa de “assassinato de reputação”. A imprensa deu grande repercussão aos gastos do ministro com seu cartão corporativo. Ele foi acusado de gastar indevidamente R$ 8,30 na compra de uma tapioca. Logo a seguir, a revista Veja estampou em sua capa (e cartazes em bancas) a “informação” de que o “ministro recebia dinheiro na garagem” do ministério, dinheiro de propina. A afirmação era baseada exclusivamente nas declarações de um homem que foi preso, acusado de desviar mais de um milhão de reais de um programa educacional destinado aos alunos de escolas públicas. Este homem disse ao repórter da revista que “por um dos operadores do esquema” – isto é, um dos acusados e presos por desviar dinheiro das crianças carentes de Brasília – ele “soube na ocasião que o ministro recebia dinheiro na garagem.” Sete dias depois, o mesmo homem negou ter qualquer prova contra o ministro. Cinco dias depois, Orlando Silva deixa o Ministério para poder se defender das denúncias. Em junho de 2012 o ex-ministro foi inocentado pela Comissão de Ética da Presidência da República por absoluta falta de provas. O denunciante, a única fonte da grave acusação da capa da revista contra o ministro, foi preso várias vezes, antes da denúncia, em 2011, por corrupção, invasão de prédio público, agressão e ofensa racial, e dois anos depois, em 2013, por receptação de material roubado.

ESCOLA BASE, a “escolinha do Sexo”?
O poder destruidor da calúnia

Escola Base foi uma escola infantil da zona sul de São Paulo, fechada em 1994 quando seus proprietários, sócios e uma professora foram injustamente acusados de abuso sexual contra alguns alunos de quatro anos. A escola foi depredada e os proprietários e professores tiveram que ser protegidos pela polícia para não serem linchados. Nada ficou provado. O delegado inocentou os seis acusados e o inquérito foi arquivado três meses após o surgimento das denúncias. Vinte anos depois, vários veículos de comunicação foram condenados a indenizar os professores acusados.

RECEITA DE CAIPIRINHA NO DIÁRIO OFICIAL
O mau jornalismo perde a razão mas não perde a piada

Em novembro de 2008, no pior momento da crise financeira, uma matéria da Agência Estado, amplamente repercutida por vários jornais, tinha a seguinte manchete: “Governo ‘ensina’ a fazer caipirinha no Diário Oficial”. O fato, como a leitura atenta da própria notícia deixa claro, é que o Ministério da Agricultura publicou no Diário Oficial através de uma Instrução Normativa (I.N.), como é sua obrigação, as especificações técnicas de uma bebida, assim como faz de todas as bebidas e alimentos disponíveis no mercado. É obrigação do Ministério agir assim, em defesa do consumidor: trata-se da composição e ingredientes de um produto comercializado, exportado. Não são – como afirma a matéria – “dicas” do Ministério, que teria resolvido “às vésperas do fim de semana”, “ensinar aos apreciadores de bebidas alcoólicas a preparar uma autêntica caipirinha”. A Agência Estado sabe, mas não resiste à piada fácil que reforça preconceitos contra o governo Lula.

Por Jorge Furtado - Diretor e Roteirista:

O roteiro do documentário “O Mercado de Notícias” tem como linha condutora a peça homônima do dramaturgo inglês Ben Jonson (1572- 1637), “The staple of news”. A peça de Jonson foi encenada pela primeira vez em 1626, em Londres, e esta é sua primeira tradução para a língua portuguesa, feita por mim e pela professora Liziane Kugland. A peça é uma crítica bem humorada a uma atividade recentemente criada, uma novidade em Londres: o jornalismo.

O Mercado de Notícias, o filme, traça um painel sobre mídia e democracia, incluindo uma breve história da imprensa, desde o seu surgimento, no século 17, até hoje, destacando seu papel na construção da opinião pública, seus interesses políticos e econômicos.

O documentário enfatiza dois aspectos destacados na peça de Ben Jonson: o primeiro o debate sobre a credibilidade da notícia, que inevitavelmente contraria e favorece interesses; o segundo é a necessidade constante e crescente de informações, a demanda por notícias que acaba por se tornar entretenimento.

Além dos trechos da peça e de pequenos documentários sobre a história do jornalismo, o filme traz entrevistas com treze grandes jornalistas brasileiros. Estas entrevistas, onde os profissionais compartilham suas experiências e percepções acerca da profissão – presente, passado e futuro – estão também disponíveis aqui no site, em versões ampliadas.

Acredito que um documentário, para ser durável – e ele deve ser, mais que uma notícia -, tem que ser útil, no sentido de iluminar um tema, uma atividade, uma época. Deve servir de elemento deflagrador de debates, instigar novas pesquisas, despertar nos espectadores aquilo que o Umberto Eco chama de “espírito de decifração”.

“O Mercado de Notícias” debate critérios jornalísticos, e este é o seu sentido e o sentido da peça de Jonson. É também uma defesa da atividade jornalística, do bom jornalismo, sem o qual não há democracia.

Sinopse: O filme traz os depoimentos de treze importantes jornalistas brasileiros sobre o sentido e a prática de sua profissão, as mudanças na maneira de consumir notícias, o futuro do jornalismo, e também sobre casos recentes da política brasileira, onde a cobertura da imprensa teve papel de grande destaque.

O surgimento do jornalismo, no século 17, é apresentado pelo humor da peça “O Mercado de Notícias”, escrita pelo dramaturgo inglês Ben Jonson em 1625. Trechos da comédia de Jonson, montada e encenada para a produção do filme, revelam sua espantosa visão crítica, capaz de perceber na imprensa de notícias, recém-nascida, uma invenção de grande poder e grandes riscos.

SINOPSE da Peça - O Mercado de Notícias - (The staple of news, Ben Jonson - 1625)

A peça se passa em um dia, em Londres, em 1625. Um homem, Pila Pai, simula a própria morte e volta, disfarçado de mendigo, para vigiar os passos do filho, Pila Júnior. No exato dia em que chega a sua maioridade, Pila Júnior começa a torrar sua fortuna, com roupas de luxo, jantares e festas. Faz uma semana que ele recebeu, através de um mendigo, a notícia de que seu pai havia morrido em terras distantes.

Pila Pai, antes de partir em sua última viagem, deixou documento firmado e entregue ao advogado Gazua, condicionando a posse de sua herança ao casamento com Pecúnia, riquíssima herdeira.
Tio Pila, usurário, vive às custas de Pecúnia. Ele vende os suprimentos de sua cozinha e empresta dinheiro a juros. Tio Pila mantém Pecúnia e suas amas – Hipoteca, Norma, Promissória e Taxa – em cativeiro, vivendo em condições precárias. Ele administra a casa com mão de ferro e a ajuda de Notário.

Em Londres a novidade é um Mercado de Notícias, comandado pelo senhor Trombone, seu sócio Patranha e seus repórteres. A agência cria um intenso comércio de notícias e, para que mais prospere, o senhor Trombone pretende em casamento a senhorita Pecúnia, também cortejada por Pila Junior. Enfim, todos querem Pecúnia.

Pila Júnior descobre como funciona e para que serve uma agência de notícias e nela emprega seu amigo, Tom, um barbeiro. O Pai desaprova o comportamento do filho perdulário, sua vida de dissipação e luxo com seus amigos boêmios, um grupo de desaforados que vive nas abas da nobreza e da nova burguesia: Almanaque (o médico), Timorato (o militar), Madrigal (o poeta) e Heraldo (o homem de sociedade).

Despindo a fantasia de mendigo, Pila Pai revela sua identidade, seus planos e impõe ao filho o castigo de viver como mendigo. Comovido com a solidariedade (não inteiramente desinteressada) do filho na disputa contra Gazua, o advogado inescrupuloso, e tendo expulsado os amigos oportunistas do filho, o pai acaba por perdoá-lo, entregando-lhe a mão da cobiçada Pecúnia. Tio Pila arrepende-se de sua avareza, liberta seus cães. Os oportunistas fogem, Gazua é processado e preso. A paz se restaura no casamento de Pila Júnior e Pecúnia.
Sobre Ben Jonson:

Ben Jonson (Westminster, 11 de Junho de 1572 — Londres, 6 de Agosto de 1637) foi um dos grandes dramaturgos da Renascença inglesa, contemporâneo de Shakespeare. Entre suas peças mais conhecidas estão Volpone e O Alquimista. Embora sem curso universitário, Ben Jonson se tornou um dos homens de maior cultura de seu tempo, chegando a merecer títulos honorários das Universidades de Oxford e Cambridge. Dotado de uma genialidade multiforme, sua obra conta não apenas com peças teatrais, mas com a poesia lírica, o epigrama, a crônica, o gênero epistolar, as traduções e até a gramática. Foi também mestre na produção de mascaradas, entretenimentos festivos que utilizavam a música, a dança e o canto em cuidadosa coreografia. Falava grego, latim, espanhol, italiano, além de inglês e francês. Além disso, teve uma vida totalmente aventuresca: foi pedreiro, soldado, professor e ator. Ben Jonson faleceu em agosto de 1637 e está enterrado na Abadia de Westminster, em Londres.

FICHA TÉCNICA - O MERCADO DE NOTÍCIAS (HD, 94 MIN, 2014)

Roteiro e Direção: Jorge Furtado
Produção Executiva: Nora Goulart
Montagem: Giba Assis Brasil
Direção de Fotografia: Alex Sernambi / Jacob Solitrenick
Direção de Arte: Fiapo Barth
Figurinos: Rosângela Cortinhas
Som Direto: Rafael Rodrigues
Música: Leo Henkin
Pesquisa: Bibiana Osório
Direção de Produção: Nicky Klöpsch
Assistente de Direção: Janaína Fischer
Coordenação de Finalização: Bel Merel
Estúdio de Som: Kiko Ferraz Studios
Animações: Rocket
Finalização: Cubo Filmes
Masterização DCP: Mistika
Site: Dobro Comunicação
Estratégia de Comunicação Digital: Zé Agripino e Babi Sonnewend

* Projeto selecionado no Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas do Gênero Documental nº 05, de 2011, do Ministério da Cultura.


Mais imagens do DOC e da Atriz Elisa Volpatto:

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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3 comentários:

Anônimo disse...

A mídia brasileira é absolutamente corrupta e manipulativa. Conforme a matéria denuncia, eles só noticiam aquilo que querem, rigorosamente conforme os interesses da elite - que controla praticamente tudo por aqui. Qualquer fato que possa atrapalhar esses interesses é imediatamente sufocado e acobertado, e para o público só é oferecido distração, obviedades e desinformação. Por exemplo, o que nos interessa saber que a chuva abriu um buraco na rua ? O que nos interessa saber que o preço do tomate aumentou ? Que a prefeitura está começando os preparativos para o Carnaval ? Que houve um arrastão na praia ? Que o engarrafamento na volta do feriado já é de 5km ? Tudo isso é cortina de fumaça lançada pela mídia pra desviar a atenção do público sobre os reais problemas. Eles se fixam nessas banalidades que é pro pessoal acreditar que a realidade se resume nesse tipo de coisa e nesses tipos de situações. Enquanto isso, as verdadeiras questões da vida acabam sendo ignoradas e passam despercebidas.

Mas há coisa pior ainda. A mídia promove uma overdose de reportagens e programas absolutamente inúteis e perniciosos. Músicos decadentes cantando suas porcarias grotescas, pseudos especialistas dando palpites sobre qualquer assunto, gente dando dicas sobre qual a melhor maquiagem para quem tem a cara redonda, gente comentando sobre o melhor lance no último jogo da Chapecoense, gente ensinando como fazer suflê de bode ao molho, novelas, Big Brother Brasil, propagandas e comerciais que parecem destinadas a débeis mentais e que nos tratam como se tivéssemos cinco anos de idade. E por aí vai.
Tudo isso é proposital. Visa degradar a sociedade e torná-la impotente. Visa criar zumbis incapazes de raciocinar. Em suma, visa tornar suas vítimas em pessoas imbecis, ridículas, superficiais e completamente submissas às tendências que a mídia determinar. O seu objetivo é a destruição mesmo da personalidade e da inteligência dos indivíduos.

Atualmente há toda uma geração que foi formada pela massiva influência midiática. Tornaram-se seus escravos e são completamente incapazes de agir diferente.

Anônimo disse...

Os canais de tv aberta e muitas rádios estão comprometidos com o esquema podre de corrupçào porque ficam de olho nas gordas verbas publicitárias que os governos federal, estadual e municipal sempre reservam para o "cala-boca". São bilhões todos os anos incessantemente despejados na mídia pra promover as bobagens que o governo anuncia só mesmo pra que esses veículos de enganação se mantenham fiéis e não passem a fazer ataques, acusações ou fofocas que beneficiem a eventual oposição.
Outro motivo é que os donos desses veículos de enganação não querem mexer com aqueles que têm o poder das instituições nas mãos. Assim, as podridões, roubalheiras e patifarias dos juízes, por exemplo, quase nunca são expostas na mídia. O judiciário é um mar de lama intocável. A imprensa sabe desse mar de lama mas se mantém omissa. No Rio de Janeiro, praticamente TODOS os mais de 800 juízes e desembargadores recebem por mês muito além do que é permitido pelo teto constitucional. Seus salários sempre chegam a 50, 80, 100, 200, 500 mil reais (sim, isso mesmo !) por mês, graças aos infindáveis auxílios e benefícios que essa gente se autoconferiu (auxílio moradia, auxílio transporte, auxílio educação, auxílio alimentação, venda de férias - que são duas por ano mais o recesso - venda de licenças e etc pois senão ficaremos horas enumerando o que esses caras recebem) . Além disso, incumbem o pessoal de seus gabinetes muitas vezes a fazerem despachos, decisões e até sentenças (sim, isso mesmo!) enquanto suas majestades curtem a vida - talvez nos luxuosos e ultraprivativos espaços da academia exclusiva que o TJ do Rio disponibilizou pra esses malandros, onde há até banhos de ofurô (sim, isso mesmo!). A imprensa sabe disso tudo e de muito mais, porém não toca no assunto pois tem o rabo preso. O lema desses vagabundos é que "se ninguém mexe comigo, eu não mexo com ninguém". E desse jeito é que a malandragem, a corrupção e a canalhice prosperam, juntamente com os seus beneficiados.
E a população, otária como sempre, é que paga por tudo isso e ainda bate palmas, deslumbrada com os patifes que lhes engana dia e noite.

Anônimo disse...

A máfia, perto do que acontece no judiciário do Rio de Janeiro, é brincadeira de criança. Somente aquele famigerado Auxílio Moradia que TODOS os juízes e desembargadores recebem já é uma afronta à sociedade (auxílio moradia de quase 5 mil por mês pra quem já tem casa própria e mora muito bem). Os servidores comuns da Justiça do Rio precisam trabalhar DOIS ANOS pra conseguir receber o que aqueles caras ganham POR MÊS. Mas o pior é o que acontece nos gabinetes herméticos de suas majestades. E é fácil deduzir que tipo$ de negócio$ bem mais lucrativos ocorrem ali pra quem tem o poder de proferir despachos, decisões e sentenças.
A última venda de férias e licenças para magistrados envolveu valores tão altos que o Portal da Transparência do TJRJ sequer publicou os valores (como determina o Conselho Nacional de Justiça). Mesmo que a imprensa conivente e criminosa tenha algum interesse em denunciar os podres do judiciário, o fato é que aquilo ali é uma caixa-preta impenetrável.
Taí a dica pra quem quer conseguir tudo na vida (fortuna, imunidade, regalias e poder praticamente absoluto) : tornem-e juízes !

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