domingo, 27 de junho de 2010

Resenha do Livro de Christopher Dunn - The Giza Power Plant - Parte [2 de 2]


Avançadas Máquinas no Antigo Egito? 
Os Grandes Mistérios das Pirâmides e Outras Construções Megalíticas
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Por Christopher Dunn [Engenheiro de projetos e Gerente de processos a laser de uma Empresa Aeroespacial norte-Americana da qual atualmente é Gerente Sênior, ele analisou as milenares construções egípcias e seus artefatos de pedra tratada, e fez considerações bombásticas em seu livro, como podem ver abaixo]. Quer Saber mais sobre Egito e as Pirâmides? Clique Aqui - Quer comprar o livro? [Clique Aqui] não há versão para o português por enquanto. Parte [1] Clique Aqui

Equipamentos Ultrasônicos? - Continuação:

Acredito que a única maneira – do ponto de vista técnico e lógico – para cortar os orifícios e os miolos achados em Gizé seria o uso de máquinas ultrasônicas. Essas máquinas produzem movimentos oscilatórios que lasca o material e o arremessa para longe, igual a uma britadeira que lança para longe um pedaço de pavimento de concreto. A diferença é que ela é muito mais rápida, vibrando entre 19 à 25 mil ciclos/segundo. Um abrasivo aquoso ou em pasta é usado para apressar a ação cortante. Em síntese, a maquinaria ultrasônica usa um processo de desagregação abrasivo-oscilatório. O fato do sulco helicoidal ter penetrado mais produndamente tanto no quartzo – material mais duro – como no feldspato – mais macio – é explicado por sua teoria. São empregados cristais de quartzo na produção do ultrasom e, reciprocamente, são suscetíveis à influência de vibrações nas gamas ultrasônicas e podem ser induzidos a vibrar em alta frequência.

Christopher Dunn analisando um dos sarcófagos de Serapeum em Saqqara, que pesam mais de 100 toneladas cada, são feitos de granito sólido

Ao trabalhar o granito usando ultrasonografia, o material mais duro (quartzo) não ofereceria necessariamente maior resistência, como aconteceria durante práticas de emprego de maquinarias convencionais. Uma ferramenta de corte vibrando ultra-sonicamente encontraria numerosos sócios simpatizantes enquanto cortasse o granito, embutidos diretamente no próprio granito. Em vez de resistir à ação cortante, o quartzo seria induzido a responder e vibrar em consonância com as ondas de alta frequência e ampliaria a ação abrasiva à medida em que a ferramenta cortasse através dele. Embora a formação de sulcos não fosse esperada nas peças trabalhadas com ultrasom, já que esse atua mais por um processo de trituração do que por ação rotacional, acredito que eles podem ter sido criados por várias razões: um fluxo desigual de energia pode ter feito a ferramenta oscilar mais em um lado do que no outro; a ferramenta pode ter sido impropriamente montada, ou um acúmulo de abrasivo em um lado da ferramenta pode ter cortado o sulco à medida em que a ferramenta se movia no granito. Por outro lado, é preciso que se entenda que a ferramenta pode ter sofrido não apenas movimento oscilatório, mas também giratório, visando forçá-la através do granito, o que teria causado os sulcos.


O formato cônico do orifício e do miolo são normais porque no emprego de qualquer ferramenta cortante é necessário que ela possa ser liberada da superfície da peça que está sendo trabalhada. Nesse caso, ao invés de termos um tubo contínuo, teríamos um tubo cuja espessura da parede ficaria gradualmente mais fina ao longo de seu comprimento. O diâmetro externo ficando gradualmente menor criaria a liberação entre a ferramenta e o orifício e o diâmetro interno, ficando maior, criaria a liberação entre a ferramenta e o miolo central. Isto permitiria que um fluxo livre da pasta fluída usada como abrasivo pudesse alcançar a área cortante. Uma broca tubular com tal feitio também explicaria o afunilamento das laterais do orifício e do miolo. Usando uma broca desse tipo feita de material mais macio do que o abrasivo, a extremidade cortante iria se desgastando gradualmente. As dimensões do orifício, portanto, corresponderiam às dimensões da ferramenta no instante do corte. Na medida em que a ferramenta ia se desgastando, o orifício e o miolo iam refletindo esse desgaste na forma de um cone. Nela vemos o progresso da perfuração em granito com o emprego de uma broca ultrasônica (vibratória). A broca avança 0,25 milímetros mais o desgaste da própria ferramenta para cada rotação da manivela.

Mais Pesquisas

A ultrasonografia soluciona todas as perguntas sem resposta que as demais teorias não conseguiram responder com relação a todos os aspectos da existência das marcas no material examinado por Petrie. No entanto, pode ocorrer que quando procuramos um único método que possa dar resposta para todos os dados que nos afastamos daqueles mais primitivos e até mesmo da maquinaria convencional e somos forçados a considerar métodos que são um pouco anômalos para aquele período da história. Por isto sugiro que estudos adicionais dos miolos precisam ser feitos; que se reproduza miolos usando-se os métodos que proponho e métodos primitivos. Após essa reprodução, uma comparação dos miolos deve ser feita usando equipamento de metrologia e um microscópio de escaneamento eletrônico. Mudanças microscópicas na estrutura do granito podem acontecer devido a pressão e calor enquanto está sendo trabalhado. É duvidoso que egiptólogos compartilhem minhas conclusões referentes aos métodos de perfuração dos construtores da Pirâmide e seria benéfico executar esses testes para provar conclusivamente os verdadeiros métodos usados pelos construtores da Pirâmide para cortar pedra.

De volta ao Egito:

Em fevereiro de 1995 retornei ao Egito com a finalidade de medir alguns artefatos produzidos pelos construtores das Pirâmides. Essas medições provaram, sem sombra de dúvida, que ferramentas e métodos altamente avançados e sofisticados foram empregados por essa antiga civilização. Examinei três peças usando alguns instrumentos especiais que adquirira. Um deles visava determinar a precisão com a qual os artefatos haviam sido confeccionados. O primeiro objeto que inspecionei foi o sarcófago do interior da Pirâmide de Kéfren. Fiquei surpreso ao verificar que a superfície do interior da caixa era perfeitamente lisa e plana. Também me pareceu que os cantos internos arredondados do sarcófago tinham um raio uniforme em toda sua extensão, sem variação da precisão da superfície no ponto de tangenciamento. Quando observava atentamente esse sarcófago muitas perguntas me vieram à mente - “Por que o interior de uma enorme caixa de granito foi acabada com a exatidão que usamos em placas de revestimento de precisão? Como fizeram isso? E por que fizeram isso? Por que consideraram essa peça tão importante que se deram a tão grande trabalho?" - Seria impossível fazer esse tipo de trabalho no interior de um objeto manualmente. Mesmo com a maquinaria moderna, seria uma tarefa muito difícil e complicada. Seria uma tarefa grandemente problemática a de polir o interior da caixa com a precisão que se observa no sarcófago, a qual resultou numa superfície completamente plana no ponto onde as laterais encontram os cantos curvos. Há problemas físicos e técnicos associados com uma tarefa como essa que não são fáceis de resolver. Poderiam ser usadas brocas para desbastar o interior, mas quando se trata de terminar uma caixa deste tamanho com uma profundidade interior de 75,15 centímetros enquanto se mantém um raio no canto de menos de 1,25 centímetros, há alguns desafios enormes a ser superados. Também tive a oportunidade de examinar os túneis cavados na rocha no Serapeum, em Saqqara. Lá se encontram 21 enormes sarcófagos de granito, que pesam, junto com suas tampas, cerca de 100 toneladas cada um. A matéria-prima foi extraída a cerca de 800 quilômetros de distância – pedreiras de Assuão. Cada peça tem aproximadamente quatro metros de comprimento, 2,28 metros de largura e 3,35 metros de altura.

Sarcófagos de Serapeum em Saqqara, mais de 100 mil toneladas (equivalente há cerca de 50 carros de porte médio)

Estão instalados em criptas escavadas na pedra calcária em intervalos matemática e geometricamente regulares ao longo dos túneis. O piso das criptas fica cerca de 1,20 metro abaixo do piso do túnel e os sarcófagos estão colocados em recessos estrategicamente localizados no centro. Ao examinar esse conjunto, me questionei sobre os problemas de engenharia existentes para instalar tais caixas enormes em espaços confinados e com a última cripta localizada próximo ao fim do túnel. Como colocá-las no lugar se ali não havia espaço nem para algumas dezenas quanto mais para que algumas centenas de escravos puxando cordas pudessem posicionar os Sarcófagos? Ao examinar o lado externo de um desses sarcófagos, constatei que era uma superfície perfeitamente plana. Examei o interior de outro sarcófago e constatei, novamente, que a superfície era absolutamente plana. Chequei uma tampa e a superfície sobre a qual ela se apoiava e constatei, pela terceira vez, que ambas eram perfeitamente planas. Isso produzia um fechamento hermético no caixão, já que duas superfícies absolutamente planas entravam em contato e o peso de uma delas expulsava o ar existente entre ambas. Finalmente, usando um esquadro de altíssima precisão, inspecionei o ângulo formado entre essa tampa de 27 toneladas e a superfície interior do sarcófago sobre o qual ela se apoiava; verifiquei que o lado inferior da tampa e a parede interior da caixa formavam um ângulo reto absolutamente perfeito e que o fato se dava não apenas num lado da caixa, mas em ambos, o que aumenta o nível de dificuldade para realizar esse feito.

Geometria

Pense nisso como uma realidade geométrica. Para que a tampa fique no esquadro com as duas paredes internas, estas têm que ser paralelas entre si ao longo do eixo vertical. E ainda mais, a parte superior da caixa precisa formar um plano que esteja no esquadro com as laterais. Isso torna o acabamento do interior extremamente mais difícilOs fabricantes desses sarcófagos do Serapeum não apenas criaram superfícies internas que são planas quando medidas vertical e horizontalmente, mas também se certificaram de que as superfícies que estavam criando estivessem no esquadro e paralelas umas com as outras; com uma superfície, o topo, tendo laterais que estão afastadas entre si entre 1,5 e 3 metros. Mas sem tal paralelismo e sem o perfeito esquadro da superfície do topo, o perfeito esquadro notado em ambas as laterais não poderia existir. Certo dia quando trabalhava meio agachado, além da posição desconfortável senti a atmosfera carregada de poeira do interior daqueles túneis, o que tornava difícil até a respiração. Sentei por um momento e fiquei imaginando o desconforto e quão insalubre seria dar acabamento a qualquer uma daquelas enormes peças de granito – independente do método empregado. Uma melhor alternativa seria executar o trabalho fora daquele ambiente. Eu estava tão surpreso com este achado que não me ocorreu na ocasião que os construtores destas relíquias, por alguma razão esotérica, desejavam que elas fossem extremamente precisas. Eles tinham se dado ao trabalho de trazer para o túnel o produto inacabado e terminaram-no no subterrâneo por uma boa razão. Essa é a coisa lógica a fazer se você requer um alto grau de precisão na peça em que está trabalhando. Terminar a peça com tal precisão em um local que mantivesse uma atmosfera diferente e uma temperatura diferente, como ao ar livre debaixo do Sol quente, significaria que quando ela fosse finalmente instalada dentro do túnel frio, numa temperatura semelhante à de uma caverna, aquela precisão seria perdida. O granito mudaria sua forma por expansão e contração térmica. A solução, naquela época como hoje em dia, é claro, é preparar superfícies de precisão no local no qual elas deverão ser utilizadas.


Finalidades

Com que propósito os egípcios extraíram de suas minas blocos de granito de 90 toneladas, escavaram seu interior e o fizeram com tão alto nível de precisão? Por que acharam necessário trabalhar a superfície no topo desta caixa de maneira a torná-la perfeitamente plana de forma que uma tampa, com uma superfície no seu lado inferior igualmente plana, se assentasse perfeitamente no esquadro com relação às paredes interiores do sarcófago? Ninguém faz esse tipo de trabalho a menos que haja um elevado propósito para o artefato. Até mesmo a idéia deste tipo de precisão não ocorreria a um artesão, a menos que não houvesse nenhum outro meio para atingir aquilo que se pretendia que o artefato fizesse. A única outra razão pela qual tal precisão poderia ser implantada em um objeto seria a de que as ferramentas usadas para criá-lo fossem tão precisas que fossem incapazes de produzir qualquer coisa menos exata. Em qualquer dos dois cenários, estamos olhando para uma civilização de um nível mais alto do que aquele que é normalmente aceito hoje em dia. Para ele as implicações desse fato são surpreendentes. É por isso que acredito que estes artefatos que examinei no Egito são evidências que provam, sem sombras de dúvidas, que uma civilização mais adiantada do que aquela que aprendemos existiu no antigo Egito. Estas evidências estão gravadas na pedras. Pode-se argumentar que a falta de maquinaria refuta a existência de tal sociedade avançada no passado, mas a falta de um tipo de evidência não é evidência. É falacioso negar ou ignorar o que existe argumentando com aquilo que não existe. Em todo caso é prudente sugerir que sejam feitos estudos mais aprofundados nesses sarcófagos para que se descubra que finalidade levou os artífices egípcios a buscarem tão alto grau de precisão, já que a intenção nesse sentido está bastante clara. Talvez as superfícies das caixas até estejam acabadas com precisão ótica. Se assim for, por quê? Entretanto, analisar esse tipo de detalhe não é meu objetivo.

Nos Estados Unidos

Quando retornei aos Estados Unidos, contactei quatro fabricantes de granito de precisão e não encontrei ninguém que pudesse fazer um artefato semelhante. Um deles informou que um pedaço de granito daquele tamanho deve pesar cerca de 90.000 quilos e, se uma peça daquele tamanho estivesse disponível, seu custo seria enorme. O pedaço do granito bruto valeria algo em torno de 115 mil dólares. Este preço não incluiria o corte do bloco no tamanho adequado ou qualquer custo de frete. Para o transporte seriam necessárias muitas licenças especiais a serem emitidas pelos órgãos competentes que custariam outros milhares de dólares. E, entretanto, os egípcios moveram esses pedaços de granito por quase 800 quilômetros. O mesmo fabricante informou que sua empresa não tinha o equipamento ou a capacidade técnica para produzir caixas semelhantes. O que poderiam fazer seria produzir as caixas em cinco pedaços, transportá-los até o cliente e juntá-los no local.

Contornos e Simetria

O terceiro objeto que examinei foi um pedaço de granito encontrado próximo ao planalto de Gizé. Analisando esse pedaço de granito é difícil não chegar à conclusão de que os construtores das pirâmides usaram uma máquina capaz de executar contornos precisos em três eixos de movimentação (X-Y-Z) para guiar a ferramenta num espaço tridimensional e criar a peça. Ainda que sejam inacreditavelmente precisas, superfícies planas normais, simples geometricamente, podem ter sua fabricação explicada através de métodos simples. Entretanto, essa peça é tão intrigante que a primeira coisa que vêm à nossa mente são: - ‘que ferramenta foi usada para cortá-la e o que guiou essa ferramenta de corte?' - Muitos artefatos da civilização moderna seriam impossíveis de ser produzidos usando-se trabalho puramente manual. Estamos rodeados de artefatos que são resultados da criação de ferramentas que superam nossas limitações físicas. Desenvolvemos máquinas para criar os moldes que produzem os contornos estéticos dos nossos carros, rádios, eletrodomésticos e uma infinidade de outros produtos. Para criar os moldes que produzem tais artigos, uma ferramenta cortante tem que seguir com precisão um contorno predeterminado em três dimensões. Em algumas aplicações ela irá se mover em três dimensões usando, simultaneamente, três ou mais eixos de movimentação. O pedaço de granito que examinei exigiria um mínimo de três eixos de movimentação para sua confecção. Quando a indústria de ferramentas elétricas era relativamente jovem, foram empregadas técnicas onde a forma final era dada à mão, usando modelos como guia. Hoje, com o uso de máquinas controladas por computador, pouco se usa o trabalho manual.

Um pequeno polimento para remover marcas indesejáveis da ferramenta talvez seja o único trabalho manual requerido atualmente. Então, para descobrir que um artefato foi produzido em tal máquina, precisamos encontrar uma superfície precisa com sinais das marcas de ferramenta que mostrem o caminho da ferramenta em si. E foi exatamente isto que encontrei em Gizé, a aproximadamente 10 metros a leste da segunda Pirâmide. Eram dois pedaços de granito que tinham sido originalmente um único pedaço. Minha atenção foi despertada pela precisão do contorno e sua simetria. Os dois objetos encontrados, quando juntos, assemelhavam-se a um pequeno sofá. O assento é um contorno extremamente preciso que se funde com as paredes dos braços e com o encosto. É impossível que tenha sido feito sem o uso de maquinaria motorizada de alta velocidade e com técnicas modernas de mecânica não convencional.

Conclusão:

Em termos de um entendimento mais amplo do nível de tecnologia empregado pelos antigos construtores das Pirâmides, as implicações dessas descobertas são tremendas. Não só estamos diante de fortes evidências que parecem nos ter escapado durante décadas, e que oferecem indícios adicionais que provam que os antigos egípcios estavam bem avançados, mas também temos oportunidade de reanalisar tudo de uma perspectiva diferente. Entender como algo é feito abre uma dimensão diferente na tentativa de determinar porque foi feito. A precisão nestes artefatos é irrefutável. Até mesmo se ignorarmos a pergunta de como eles foram produzidos, estaremos ainda face à questão do porque tal precisão foi necessária. Ainda que possamos admitir que máquinas avançadas realmente tenham sido empregadas, fica a pergunta: onde estão as máquinas? No entanto, devemos considerar seriamente o fato que máquinas são ferramentas e que nenhuma ferramenta foi encontrada para explicar qualquer teoria sobre como as mais de 80 Pirâmides foram construídas ou caixas de granitos foram cortadas. Até mesmo se aceitássemos a noção de que ferramentas de cobre são capazes de produzir esses artefatos incríveis, os poucos instrumentos de cobre descobertos não representam nem de longe o número de tais ferramentas que teriam sido usadas nos canteiros de obras das Pirâmides.

As 3 Pirâmides de Gizé, ao que tudo indica foram construídas usando de maquinaria tipo moderna, ou mais avançadas do que existe atualmente

Apesar de opiniões diferentes, tecnicamente existem poucas dúvidas de que subestimamos seriamente as capacitações dos antigos construtores das Pirâmides. A interpretação e o entendimento de um nível de tecnologia de uma civilização não depende da preservação de um registro escrito de toda a técnica que eles tenham desenvolvido. Os fatos básicos de nossa sociedade nem sempre merecem elogios e uma pedra mural-testamento geralmente é erigida para transmitir uma mensagem ideológica e não a técnica empregada para entalhá-la. Até hoje, registros da tecnologia desenvolvidos pela nossa moderna civilização permanecem em mídia vulnerável e poderiam deixar de existir em caso de grandes catástrofes, tais como uma guerra nuclear ou uma nova idade do gelo. Por conseguinte, depois de vários milhares de anos, uma interpretação dos métodos usados por um artesão poderia ser mais precisa do que uma interpretação do seu idioma. O idioma da ciência e da tecnologia não tem a mesma liberdade da fala. Assim, embora as ferramentas e máquinas não tenham sobrevivido milhares de anos após seu uso, nós temos que assumir, por análise objetiva da evidência, que elas existiram.

***

Por Christopher P. Dunn.

* Christopher P. Dunn, engenheiro mecânico e escritor inglês e americano que mora nos Estados Unidos desde 1969, especialista em máquinas e ferramentas mecânicas. Trabalhou em quase todos os níveis de produção de alta tecnologia, da construção à operação de lasers industriais de grande potência, e chegou ao posto de Engenheiro de Projetos e Gerente de Processos a Laser de uma empresa aeroespacial norte-americana, da qual, atualmente é o gerente tecnológico.

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Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordináriamente obstinado para pensar com clareza...

2 comentários:

Roder disse...

Precisamos dizer mais alguma coisa? Está ai uma das milhares provas de que a Terra já foi visitada por extraterrestres na antiguidade. Só vê quem não quer. Parabéns por disponibilizar mais esse incrível material que serve como mais um reforço na credibilidade nestas evidências que estão por toda parte.

Catuinha Boucas disse...

Muito bom o artigo, agora o que deixa dúvida em relação a tecnologia das pirâmides, se foi tecnologia avancada ou não, é o seguinte: os egípcios lutaram com vários povos nessa época, e porque essa tecnologia não foi usada para guerra, já que eles tinham a questão ¨GUERRA¨como um dos pontos cruciais? e levado a sério tão quanto as pirâmides?

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- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. [Bruno Guerreiro de Moraes]