domingo, 27 de junho de 2010

Resenha do Livro de Christopher Dunn - The Giza Power Plant - Parte [1 de 2]

Avançadas Máquinas no Antigo Egito? 
Os Grandes Mistérios das Pirâmides e Outras Construções Megalíticas
Parte [2] Clique Aqui

Por Christopher Dunn [Engenheiro de projetos e Gerente de processos a laser de uma Empresa Aeroespacial norte-Americana da qual atualmente é Gerente Sênior, ele analisou as milenares construções egípcias e seus artefatos de pedra tratada, e fez considerações bombásticas em seu livro, como podem ver abaixo] - Quer Saber mais sobre Egito e as Pirâmides? Clique Aqui Quer comprar o livro? [Clique Aqui] não há versão para o português por enquanto...

Parte [2] Clique Aqui

Introdução:

Christopher Dunn - Desde 1976 vinha me questionando como a Pirâmide de Kéops (maior das três no vale de Gizé) havia sido construída, quem a construiu e qual tecnologia havia sido utilizada. Mesmo sem possuir dados científicos a respeito desses questões, as informações divulgadas sobre a construção desse monumento não me convenciam. Então, em agosto de 1984, quando li – na revista Análog – o artigo “Avançadas Máquinas no antigo Egito?”, escrito pelo egipitologo britânico William Flinders Petrie, iniciei a estudar as Piramides, especialmente a de Kéops, de forma metódica. Um ano depois já tinha iniciado pesquisas e estudos pessoais que culminaram em duas viagens ao Egito. Este artigo é um resumo do meu primeiro trabalho de pesquisas, medições, analises e teorias que realizamos nessas duas viagens.

Capa do livro The Giza Power Plant, compre o livro, Clique Aqui

Viagem ao Egito

Em visita ao Egito entrei em contato com arqueólogos e perguntei-lhes sobre o método que os antigos egípcios usavam para cortar o granito. Eles afirmaram que usaram cunhas com água para rachar a pedra. Ora, rachar rocha é muito diferente de trabalhá-la e eles não souberam explicar como ferramentas de cobre foram capazes de cortar o granito. Por sugestão dos arqueólogos fui até Assuão para ver de perto as marcas deixadas nas pedreiras pelos operários, e o enorme obelisco inacabado que lá se encontra. As marcas que vi da pedreira não me convenceram que os métodos descritos foram os únicos meios pelos quais os construtores das Pirâmides extraíram suas rochas. Pelo contrário, aumentaram mais dúvidas… Na maioria das vezes, as ferramentas primitivas descobertas são consideradas contemporâneas dos artefatos do mesmo período. E durante este período da história egípcia os artefatos eram produzidos abundantemente, sem que tivessem sobrevivido ferramentas que explicassem sua criação. Os antigos egípcios criaram artefatos que não podem ser explicados em termos simples. As ferramentas simplesmente não representam integralmente o estado da arte que se evidencia nos artefatos.
Estátuas feitas de Diorito, um tipo de rocha que tem a dureza quase semelhante ao Diamante. Como os antigos Egípcios das mais antigas dinastias eram capazes de trabalhar esse tipo de Rocha extremamente dura? Christopher Dunn só vê uma resposta plausível, eles possuíam algum tipo de maquinaria que era ainda mais avançada que as disponíveis na atualidade

Há alguns objetos intrigantes que sobreviveram ao término daquela civilização e, a despeito de seus monumentos mais visíveis e impressionantes, temos apenas um fraco entendimento da extensão da tecnologia utilizada. As ferramentas exibidas pelos egiptólogos como instrumentos para a criação de muitos desses artefatos incríveis são fisicamente incapazes de reproduzi-los. Depois de permanecer em reverência diante dessas maravilhas da engenharia e, ao nos defrontarmos com uma desprezível coleção de implementos de cobre do Museu do Cairo, de lá saímos pensativos, frustrados e com mais dúvidas. Um método que tem sido proposto pelos egiptólogos, por exemplo, consiste em empregar pequenas bolas de diorito – outra pedra ígnea extremamente dura – com as quais os artesãos golpeavam o granito. Na ocasião me indaguei como era possível que alguém que tenha visto os maravilhosos hieróglifos com seus intrincados detalhes, cortados com precisão surpreendente em estátuas de granito e de diorito, que se elevam quatro metros acima de uma pessoa, proponham que esse trabalho tenha sido feito golpeando-se o granito com uma bola?
Aqui uma Estatua feita de diorita (uma das rochas mais duras que existem na Terra)

Os hieróglifos são incrivelmente precisos, com sulcos quadrados, mais profundos do que largos. Eles seguem contornos exatos e alguns têm sulcos que correm paralelos entre si com espaço com menos de um centímetro entre eles. Tais sulcos só podem ter sido cortados com uma ferramenta especial capaz de fender completamente o granito sem lascar a pedra.

Petrie

Já conhecia o extraordinário trabalho realizado no Egito pelo renomado egiptólogo britânico, William Flinders Petrie, no Século 19. Naquele tempo Petrie já havia reconhecido que essas ferramentas manuais eram insuficientes para explicar a qualidade e sofisticação dessas construções; e expressou diversas dúvidas quanto aos métodos que os antigos egípcios usavam para cortar rochas ígneas tão duras. Na época ele atribuiu métodos que somente agora no século 21 estamos dominando! E Petrie estava correto. Indubitavelmente, muitos artefatos oriundos do antigo Egito foram produzidos com o uso de tornos e outros equipamentos ainda mais modernos que os conhecidos. Há claras evidências de marcas de torno e outras ferramentas sofisticadas em algumas tampas de sarcófagos e diversos outros achados arqueológicos. Só o Museu do Cairo possui centenas de objetos que contém evidências suficientes para provar que os antigos egípcios usavam métodos industriais altamente sofisticados.

Analisando Marcas

As marcas deixadas nas pedras da Grande Pirâmide permitem que delas se deduzam quais os métodos usados para cortar o material empregado. Não apenas as pedras da Pirâmide, mas também vários outros artefatos indicam, quase que indubitavelmente, os construtores daqueles monumentos usaram máquinas tipo modernas. Alguns desses artefatos também foram estudados por Petrie – a maioria dos quais são fragmentos de rochas ígneas extremamente duras. Trata-se de peças de diorito e granito que exibem marcas de cortes idênticas a que encontramos hoje em rochas duras cortadas por modernos maquinários. Certamente motivado por essas e outras evidências Petrie afirmou que - “…os antigos egípcios utilizaram não só tornos como técnicas especializadas altamente desenvolvidas, especialmente em utensílios côncavos e convexos sem danificar o material” -


Aqui as evidências que Dunn encontrou nas Pirâmides de Gizé, vejam que é muito Nítida o uso de Maquinaria tipo moderna na construção de tais obras, isso há mais de 5 mil anos atrás (no mínimo)


Apesar das evidências demonstradas nos trabalhos de Petrie e outros especialistas, ainda há uma persistente crença entre alguns egiptólogos – especialmente entre os egípcios – de que o granito usado na Grande Pirâmide foi cortado usando cinzéis de cobre... Mas isto é tecnicamente impossível, pois a liga de cobre mais dura existente hoje em dia é o cobre berílio; e mesmo se os antigos egípcios possuíssem tal liga, ela simplesmente não é suficientemente dura para cortar granito. Na verdade isto é tão absurdo como dizer ele que o alumínio pudesse ser cortado usando-se um cinzel feito de manteiga. Métodos atuais do corte do granito incluem o uso de serras de fita e um abrasivo que tem uma dureza comparável à do diamante – duro o bastante para cortar o cristal de quartzo do granito. A serra não corta o granito, mas é projetada para agarrar o pó do abrasivo, que é o que verdadeiramente faz o corte. Examinando as formas dos cortes feitos em duas peças de basalto, concluiu que é possível que uma serra de fita tenha sido usada, pois deixou sua impressão na pedra. O sulco no fundo do corte tem exatamente a forma do sulco que uma serra desse tipo deixaria. Lembro-me que na ocasião me perguntei - "Se os antigos egípcios realmente usaram serras de fita para cortar pedras duras, elas foram impulsionadas à mão ou à máquina?" - Mesmo ponderando outras alternativas, minha experiência em metalurgia e no número incontável de vezes em que tive que usar serras manuais e elétricas, as evidências apontam para o uso de máquinas, a precisão e qualidades encontradas nesses artefatos é muito elevado para ter sido feito sem elas.

Precisão industrial em construções de mais de 5 mil anos, aqui nessas imagens Christopher Dunn está analisando os Sarcófagos do Serapeum, em Saqqara

Evidências

Ao examinar o sarcófago encontrado na Câmara do Rei na Grande Pirâmide, Petrie observou que em uma de suas extremidades há um lugar onde a serra penetrou muito fundo no granito e foi retirada de volta pelos operários. Ao reiniciarem o trabalho, entretanto, eles ainda o fizeram muito fundamente e 10 centímetros abaixo eles retiraram a ferramenta uma segunda vez, depois de terem recortado mais de 2,5 milímetros de profundidade do que pretendiam. Na ocasião Petrie estimou que - “…teria sido necessário aplicar pressão de cerca de uma a duas toneladas sobre serras de bronze com pontas de pedras preciosas para cortar o granito extremamente duro” - Mas eu discordo deste ponto pois, se concordarmos com estas estimativas e com os métodos propostos por muitos egiptólogos com relação à construção das pirâmides, então uma forte incongruência existiria entre os dois. Até hoje os egiptólogos não deram crédito a qualquer idéia que sugira que os construtores das pirâmides poderiam ter usado máquinas ao invés de energia humana neste grandioso projeto de construção. Petrie acreditava que - “…a lógica apontava para o fato de que os cofres de granito achados nas pirâmides de Gizé precisavam ser marcados antes de serem cortados, e que era necessário que houvesse uma linha guia para orientar os trabalhadores” -

Ele estava correto, e a precisão exibida nas dimensões dos cofres aponta em tal direção. E guias de algum tipo seriam necessárias para alertar os operários de seus erros. Além do mais as marcas da serra no granito têm certas características que sugerem que elas não eram o resultado de serragem manual; sendo, pois, extremamente improvável que um grupo de trabalhadores operando uma serra manual de quase três metros de comprimento cortassem através do duro granito tão rapidamente que passassem a linha guia antes de notar o erro. E menos provável ainda que, então, retirassem a serra e repetissem o mesmo erro, como fizeram no sarcófago da Câmara do Rei. Não há absolutamente nada que confirme a especulação de que este objeto foi o resultado de trabalho puramente manual. A velocidade com que é operada uma serra manual permite que seu desvio em relação ao curso planejado possa ser detectado e evitado rapidamente. Por outro lado, sendo a serra mecanizada ela pode cortar o material e ultrapassar a linha guia tão rapidamente que o erro é cometido antes que a condição possa ser corrigida. No sarcófago de Kéops a serra entrou muito profundamente, foi retirada, e então reintroduzida para que o corte fosse reiniciado em um só lado da incisão.


Nesse caso, a pressão excessiva na serra de lâmina iria forçá-la de volta para o corte original. Para se fazer um reinicio deste tipo seria necessário que fosse exercida muito pouca pressão sobre a lâmina; e é exatamente isto que mostram as marcas. No conjunto essas marcas são evidências difíceis de serem contestadas. Além disto, nesses circunstâncias, é duvidoso que as deduções de Petrie de que duas a três toneladas de pressão seriam necessárias para cortar o granito pudessem ser atendidas.

Serra Mecânica

O reinicio no meio de um corte, especialmente num de tais dimensões como o cofre de granito, seria realizado mais facilmente com uma serra mecanizada do que com uma serra manual. Com uma serra manual há pouco controle sobre a lâmina em uma situação como essa, e seria difícil de avaliar precisamente a quantia de pressão necessária. Além disso, a lâmina da serra manual iria se mover bastante lentamente – fato que questionaria ainda mais a idéia do emprego de uma serra manual. A uma velocidade tão lenta e com muito pouca pressão, a realização do objetivo seria quase, se não totalmente, impossívelCom uma serra mecanizada, por outro lado, a lâmina move-se rapidamente, e seu controle é possível. A lâmina pode ser mantida em uma posição fixa, com pressão uniforme por todo o comprimento da lâmina, e na direção necessária ao reinicio. Esta pressão dianteira e lateral pode ser mantida com precisão até que material suficiente tenha sido removido da peça trabalhada para permitir a continuação na velocidade de corte normal. O fato que uma velocidade normal de corte foi atingida logo após a retificação do engano pode ser deduzido notando-se que no cofre da Grande Pirâmide o engano se repetiu cinco centímetros mais adiante. Este é outro exemplo da lâmina cortando o granito no lugar errado mais rapidamente do que foi possível aos homens detectar e interromper.

Existe um outro método para corrigir um engano quando se usa uma serra manual, desde que o erro ocorra apenas em uma área pequena do corte. Consiste em inclinar a lâmina e continuar cortando na área não estragada, de forma que quando a lâmina atinge a área que precisa ser corrigida ela passa a ser sustentada pelo novo corte inclinado e tem força suficiente para combater qualquer tendência em seguir o corte reto original. Esse método poderia ter sido utilizado no cofre da Pirâmide de Kéops. Mas caso isso tivesse realmente ocorrido, as linhas da serra que nele aparecem após o ponto em que foi cometido o engano seriam diferentes das linhas da serra antes do erro, porque elas estariam em ângulo. Entretanto isso não ocorre e todas as marcas deixadas pela serra antes e após o erro são horizontais. Qualquer argumento propondo que o engano foi superado inclinando-se a lâmina, o qual, provavelmente, seria o único método eficaz usando-se uma serra manual, fica invalidado. Esta evidência aponta para a probabilidade totalmente diferente de que os construtores das Pirâmides possuíam maquinaria motorizada quando cortaram o granito encontrado dentro da Grande Pirâmide e da Pirâmide de Kéfren.


Métodos Modernos

A parte interna do cofre de granito da Câmara do Rei foi escavada com uso de métodos semelhantes aos que são empregados atualmente para moldar o interior de determinados objetos. As marcas das ferramentas indicam que primeiro foram feitos cortes grosseiros perfurando buracos no granito ao redor da área que seria removida. Segundo Petrie - “…os buracos foram feitos com brocas de tubo, as quais deixam um miolo central que precisa ser retirado depois do buraco ter sido feito. Só depois que todos os buracos foram feitos e todos os miolos removidos é que o cofre deve ter sido trabalhado manualmente para atingir a dimensão desejada” - Aqui também foram cometidos erros e num dos pontos se nota que o orifício não foi feito de forma perfeitamente vertical na lateral do cofre além daquilo que estava previsto. Isso significa que mais uma vez, enquanto trabalhavam com a broca no granito, os operadores cometeram um erro antes de terem tempo para corrigi-lo, sendo que nesse caso o erro foi de aproximadamente 20 centímetros abaixo do topo original do cofre. A especulação então é a de que se a broca fosse manual seria necessário redirecioná-la periodicamente para permitir a limpeza do miolo central do orifício. Dificilmente os operadores poderiam ter perfurado cerca de 20 centímetros granito adentro sem precisar remover suas brocas. Ora, se a broca fosse manual as retiradas frequentes inevitavelmente mostrariam o erro de direção cometido e jamais teriam mantido a broca no caminho errado por 20 centímetros de profundidade.


Aqui se repetiu a mesma situação que ocorrera com a serra, ou seja, duas operações de alta velocidade nas quais foram cometidos erros antes que os operadores tivessem tempo de corrigi-los. Embora também se diga que aos antigos egípcios não usaram nem mesmo uma simples roda, artefatos analisados provam que eles não só usaram a roda como deram a ela um uso mais sofisticado. A evidência de trabalho com torno mecânico é claramente observável em muitos artefatos existentes no Museu do Cairo. Dois pedaços de diorito na coleção de Petrie foram identificados por ele como sendo o resultado de verdadeiro torneamento em um torno mecânico. Acredito que podem ser criados objetos complicados sem a ajuda de maquinaria: basta simplesmente esfregar o material com um abrasivo como areia e usar um pedaço de osso ou madeira para aplicar pressão. Entretanto há diversas relíquias que simplesmente não poderiam ser produzidas por qualquer processo de abrasão ou fricção exercido sobre a superfície. Petrie examinou uma prosaica tijela de pedra. Observando-a detalhadamente percebeu que nela havia um vértice afiado onde dois raios se cruzavam. Isso indicava que os raios tinham sido cortados em dois eixos separados de rotação. Examinando outras peças de Gizé, achou outro fragmento de tigela que tinha as marcas de verdadeiro torneamento em torno mecânico. Também encontrei peças no Museu do Cairo que evidenciam o uso do torno mecânico em larga escala, a exemplo de uma tampa de sarcófago que, após examiná-la concluiu que as marcas das ferramentas deixadas na peça correspondem ao formato e localizam-se exatamente onde se poderia esperar que estivessem caso o sarcófago tivesse sido moldado com uso de tornos.

Para fazer orifícios existe uma técnica que é chamada de trepanação. Ela deixa como resíduo um miolo central do material que está sendo perfurado. Os construtores das pirâmides usaram essa técnica. Uma das peças que Petrie estudou foi um desses miolos. Examinando as marcas de ferramenta que deixaram um sulco helicoidal simétrico nesse artefato tirado de um orifício perfurado em um pedaço de granito, Petrie concluiu que o ferramental egípcio penetrava a uma taxa de 0,25 milímetros a cada revolução da broca. As brocas atuais, por sua vez, só conseguem penetrar a uma taxa de 0,125 milímetros por revolução. Isso significa que os antigos egípcios conseguiam cortar granito com uma taxa de alimentação maior ou mais profunda por revolução da broca do que as brocas mais modernas que existem hoje! Duas outras características das peças examinadas por Petrie também chamaram a atenção. A primeira foi que tanto o orifício quanto o miolo dele extraído têm uma forma cônica que se afunila em direção à extremidade. A outra é que o sulco helicoidal entrou nos componentes do granito de forma estranha, ou seja, penetrou mais profundamente no quartzo (material mais duro) do que no feldspato (mais macio). Também constatei este fato, e o afunilamento indica um aumento na superfície da área de corte da broca à medida em que ela ia cortando mais profundamente, consequentemente um aumento na resistência. Uma alimentação uniforme sob tais condições, usando método manual, seria simplesmente impossível. Petrie teorizou que -“…foram aplicadas uma tonelada ou duas de pressão a uma broca tubular feita de bronze incrustada com jóias”- Porém, isto não leva em conta que sob centenas e centenas de quilos de pressão as jóias iriam, inevitavelmente, abrir seu caminho na substância mais macia, deixando o granito relativamente incólume depois do ataque.


Nem todos os egiptólogos concordam com Petrie, pois consideram muito improvável que os egípcios tivessem conhecimento tecnológico suficiente para cortar pedras preciosas formando dentes e prendê-las no metal de tal maneira que elas suportassem a tensão do uso pesado, fabricando assim a broca sugerida. O que esses estudiosos sugerem é que foi usado um pó abrasivo em conjunto com serras e brocas de cobre macio. Então, provavelmente, pedaços do abrasivo penetraram no metal da broca, permanecendo ali por algum tempo e formando dentes acidentais e temporários, criando assim o mesmo efeito que dentes intencionais e permanentes criariam e foi a retirada da broca de tubo para remover o miolo e inserir abrasivo novo no orifício que criou os sulcos na peça. Mais eu também discordo desta questão: É duvidoso que uma ferramenta simples que está sendo rotacionada à mão permanece virando enquanto os artesãos a retiram do orifício. Igualmente, colocando a ferramenta de volta em um orifício limpo com abrasivo novo não seria necessário fazê-la girar até que estivesse no lugar. Também há a questão do afunilamento no orifício e no miolo. Ambos proveriam efetivamente a liberação entre a ferramenta e o granito, tornando impossível sob tais condições o estabelecimento de contato suficiente para criar os sulcos.



Parte [2] Clique Aqui - Mais sobre Egito e as Pirâmides? Clique Aqui


Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

2 comentários:

Anônimo disse...

Lendo seus artigos, os quais pesquiso por muitos anos, sobre as construçoes do antigo egito, quero dizer-lhe algo, fruto de decadas de estudo...Mas ante vou fazer uma pergunta:
Quantos egiptologos vc conhece que conhecem eletronica?
quantos eletronicos voce conhece que são egiptologos?
Acho que sua resposta foi nenhum, em ambos os casos;....
Entao lhe digo, que sou tecnico em desenvolvimemto em projetos de eletronica há 20 anos, e os egipcios CONHECIAM SIM, A ELETRICIDADE E A USAVAM...
Desenhos em paredes que os "estudiosos" classificam como homenagem ao "deus" "isso" ou "aquilo", SAO SIMBOLOS ELETRICOS E DE ELETRONICA...
Já vi nesses desenhos, nessas paredes, capacitores, transistores, isoladores eletricos, diodos e muito mais...
o problema, como disse, é que os egiptologos nao sao tecnicos de eletronica ou eletricidade...
Agora, como provo isso? simples...
Como vc, faria um desenho esquematico, se quissesse mostrar a circulação de algo numa só direção? (lembra-se da placa de transito?)...acho que vc faria uma flecha...se sim, é exato. É o simbolo do diodo, que conduz numa só direção...isso é logica, simplesmente lógica, e será que os egipcios tinham menos lógica que nós?
pense nisso...
há muito mais, mas é só por hora...
Edson
ems2001@globomail.com

Jax Santana disse...

Da hora !

GoogleAnalytics

O que Está Acontecendo?

- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)