Você Sabe o que é a “Iniciação o 'Salto'? - Iniciação de Poder!”
O canal History
Channel (TV por assinatura Norte Americano) comentou sobre o Templo Tupyara em
um dos episódios de “INEXPLICÁVEL” com Danton Mello, e o subtítulo: “Templo
Tupyara centro poderoso no Brasil”.
A TV norte-americana
colocou o episódio completo no seu canal oficial do Youtube, mas foi por pouco
tempo, pois a intenção deles fazerem isso é atrair audiência para o canal pago,
é dada uma amostra grátis no Youtube, para as pessoas conhecer, e depois terem
interesse em assinar o canal pela TV paga.
O episódio ficou
alguns meses no Youtube e foi retirado, e uma pequena amostra ficou no ar até
os dias de hoje, então em 2022 o episódio completo foi disponibilizado, mas em
coisa de 3 meses (ou até menos, não tenho certeza) o episódio foi privado, termo
que no Youtube significa tirar o acesso publico ao vídeo, mas podendo a
qualquer momento ativar o acesso novamente, o vídeo não é deletado do canal,
apenas privado.
O episódio completo
tem a história do Templo Tupyara e outras histórias misteriosas sobre pessoas
com capacidades mediúnicas de cura.
Mas de longe o caso
do Templo Tupyara é o melhor, pois se trata de um centro mediúnico ainda ativo,
com site no ar, e possibilidade total de uma pessoa necessitada entrar em
contato de forma online e pedir para ser curada pelas entidades médicas que
atuam nesse centro.
É possível ir tanto
pessoalmente, como pedir a cura a distância, possibilitando assim que qualquer
pessoa do planeta Terra seja beneficiado(a) mesmo falando outra língua.
Tanto que os casos mostrados
na reportagem é quase todos de pessoas de outros países.
Eu vi o episódio completo, e quando assisti, imediatamente eu fiz o download, depois tiraram do
ar, mas já estava salvo o arquivo de vídeo no meu PC.
Depois colocaram um
trecho de apenas 4 minutos no canal oficial do History como amostra, e esse
pequeno trecho está ainda no ar, e em comentários muitas pessoas dão testemunho
das curas milagrosas que receberam.
No episódio completo
também muitas pessoas haviam se manifestado, dando testemunho a favor, mas
esses testemunhos agora estão ocultados.
Quando eu resolvi
fazer esse artigo aqui, logo pensei, vou recolocar no Youtube o episódio
completo, mas o History não permite, alegando direitos autorais.
Então o jeito é
colocar no Google Drive, que lá é possível qualquer pessoa assistir se tiver o
link.
Fiz isso, primeiro
separei o trecho que é apenas sobre o Templo Tupyara e suas Operações
Espirituais, que é o que realmente importa, e também coloquei o episódio completo
para quem tiver interesse em assistir tudo, (Veja Acima).
Feito isso, segue agora os links para o sites e redes do centro Tupyara, contando um pouco da história do Templo e seu fundador. E testemunhos de curas milagrosas que foram postados no Youtube.
Site Oficial Templo Tupyara Operações Espirituais - Localização exata Google Maps - Instagram Oficial - Canal no Youtube, Tupyaravídeos @tupyaravideos8300
Caboclo Tupyara, o mentor e fundador espiritual do Templo
(Testemunhos de Curas Milagrosas postados no vídeo do History)
@neurotic_mommy - há
1 ano
Fiz minha cirurgia espiritual lá. Tinha miastenia gravis e nenhum tratamento fazia ela recuar. Longo ano que padeci por conta da doença. Fiz em 26/12/2023. Hoje, 12/04/2024 estou muito bem. Doença recuou e estou muito, muito bem. Gratidão ao Tupyara.
Foi gradual. Após todos os curativos, já via uma grande melhora, mas depois de umas semanas, foi super significativo. Por exemplo: na consulta médica de janeiro, estava mais ou menos, na de fevereiro, já estava super bem.
@kaltzm - há 9 meses
Fiz cirurgia espiritual de uma hernia extrusa com cirurgia marcada. 5 dias antes da cirurgia a hernia sumiu e médico cancelou a cirurgia. Agradeço ao centro Tupyara
@giart11 - há 2 anos
Está casa abençoada. Prima da minha mãe teve tumor na cabeça e tinha se curado refez exame n tinha nada. Eu tive problemas de saúde ovário etc e tbem foi resolvido. Tenho muita gratidão a Deus e aos irmãos espirituais e materiais q realizam trabalho.
@claudiapinheiro2352
- há 1 ano
Eu me curei de um câncer fiz a cirurgia espiritual a distância no centro espírita tupyara. Sou muito grata a Deus e a esse centro. Tudo gratuito lá eles praticam a caridade.
@NANYRESENDE - há 1
ano
Entrei em CTT pelo site e tive a resposta na mesma semana. Fiz a cirurgia a distância se fiz todos os passos solicitados e pra mim deu certo tinha um problema menstrual e tudo foi resolvido milagrosamente. Eu realmente agradeço muito a equipe médica espiritual q me ajudou.
@MayKaulitz2009 - há
8 meses
Oi, pessoal. Tudo bem? O Templo me curou de uma Síndrome de Pânico que psiquiatra nenhum deu conta nem de controlar. Eu vim compartilhar o meu caso. Desde 2021 eu vinha sofrendo com crises de pânico semanais, sendo que ficaram intensas e recorrentes a partir de 2022.
A minha vida estava uma bagunça por causa das crises. Eu sofria muito a cada crise, tanto mentalmente como fisicamente. Fazia acompanhamento com psiquiatra, tomava medicação e estava lá eu tendo crises.
Eu tive uma crise
muito forte no final de 2023 e eu só pedi pra Deus tirar isso porque eu não
estava aguentando mais o estado que eu estava ficando.
Cerca de uns 15 dias
depois de eu pedir demissão de onde trabalhava, fui impactada por outro vídeo
do History Channel que fala do Templo Tupyara. É um completo que tem outras
histórias.
Eu fui nos comentários e fiquei impactada com os relatos. Senti que não foi por acaso ter aparecido para mim. Mandei o e-mail, expliquei sucintamente e fiz o tratamento espiritual a distância durante 3 sábados seguidos.
Eu sentia alguém mexendo no lado esquerdo do meu corpo e onde dizem que fica o nosso terceiro olho, sentia como se fossem cócegas entre o cabelo e a testa.
Bem, passou o
tratamento e eu nunca mais sofri de nenhuma crise, após quase 3 anos de
sofrimento semanal.
Deus sabe o quanto eu
sou grata pelo que fizeram por mim, muito muito muito. Parece que eu ganhei a
libertação de uma prisão. É isso.
- Vitor C.F.S.:
Eu me submeti ao tratamento do centro tupyara e recebi a cura da hipotireoidismo da glandula tireoide, desde então os problemas não voltaram, foi cura definitiva, sinto que a operação fez a glândula tireoide voltar a funcionar corretamente, fui operado pelo Dr. Aucebiades Fontoura no plano espiritual junto pedi interferencia positiva para egregora dos Caveiras e do Sr. Omulu.
- Fernanda B.:
Não podia ter filhos, vi sobre o Templo no facebook, e mandei o pedido por uma senhora que estava divulgando. A carta (fisica) chegou depois de uns 20 dias, escrita a mão. Segui os prossedimentos e obtive a cura, engravidei de um menino. Isso foi a coisa de 7 anos atrás.
- M. D. (senhora de 80 anos):
É as minhas operações também foram à distância, os curativos também à distância, eu senti até cortar no dia da cirurgia. Foi há mais de 45 anos, quando apareceu a doença crônica que tenho no intestino eu fui num médico e ele disse que eu tinha hemorroidas e que eu tinha que operar, mas, lembrei do templo tupyara e fiz a primeira operação, quando voltei ao médico que queria me operar de hemorroidas ele disse você não tem hemorroidas, eu disse a ele que apesar de saber que ele não iria acreditar, eu havia feito uma cirurgia espiritual.
Só depois de alguns anos eu descobri que tinha Retocolite ulcerativa, fiz outra cirurgia no templo tupyara e eles avisaram que fizeram a cirurgia para eu continuar a tratar com remédios dos médicos da terra, e com alguns anos a doença iria estabilizar, mas, nunca mais eu teria possibilidade de câncer, o tempo passou e eu estou aqui.
@elaine4492 (há 1 ano):
Eu precisava operar o coração... no tupyara fiquei curada e o médico não acreditou. Fiz várias cirurgias no centro... com sucesso em tds. Só sinto gratidão e amor pelos espíritos q me curaram❤
Pedido para Cura Milagrosa para o Templo do Caboclo Tupyara
Eu, Bruno Guerreiro de Moraes, fiz o pedido dia 06/01/2026 para cura de enxaqueca crônica que piora
quando pego uma gripe forte.
Resposta foi rápida,
no dia seguinte, em menos de 24hs, recebi o email com as instruções, a titulo
de curiosidade, segue prints e o conteúdo da mensagem.
Sendo que naturalmente ao ver resultado significativo vou também dar meu testemunho aqui, depois de passar por todo o tratamento.
(Atualizando 14/01/2026: Passei pela primeira parte do tratamento, será relatado abaixo, depois dos textos de instrução).
Em ter., 6 de jan. de
2026 às 11:30, Templo Espírita Tupyara
<mail@temploespiritatupyara.org.br> escreveu: OPERAÇÃO FLUÍDICA À
DISTÂNCIA
Este e-mail
destina-se exclusivamente ao envio de operações agendadas. FAVOR NÃO
RESPONDÊ-LO.
Data da Operação: 13/01/2026
Criança acima de 7
anos e Adultos – Horário da operação: 23h – Curativos nas próximas 3 (três)
semanas às 22h
Obs: o horário da
Operação e dos curativos é o da cidade onde o paciente se encontra.
1º Curativo — 1
semana após Data da Operação
2º Curativo — 2
semanas após Data da Operação
3º Curativo — 3
semanas após Data da Operação
Obs: Curativos no
mesmo dia da semana da operação.
Médico Espiritual Dr(a).AGRIPINO RAMOS
NOS DIAS ACIMA (OPERAÇÃO E CURATIVOS)
OBSERVAR RIGOROSAMENTE O SEGUINTE PRECEITO
A) ALIMENTAÇÃO:
verduras, legumes, massas, cereais, ovos cozidos e frutas;
B) ABSTER-SE DE:
sexo, fumo, bebidas alcoólicas, frituras, gorduras e carne de qualquer espécie;
C) Após o banho
normal de higiene, tomar banho de sal grosso ou rosas brancas dos ombros para
baixo;
1. Quinze (15)
minutos antes da hora marcada, colocar sobre toalha ou lenço branco, na mesa de
cabeceira, meio copo com água filtrada junto a uma garrafa de vidro (1 litro)
transparente e incolor (também com água filtrada) destampados para
fluidificação. A seguir faz uma prece a Jesus, a Maria de Nazaré, ao espírito
de Bezerra de Menezes, podendo invocar outros espíritos de sua devoção e ao
médico espiritual operador.
2. Após a oração,
beber a água do copo, deitar e cobrir-se com um lençol. Aguardar com Fé,
permanecendo deitado pelo menos durante quinze (15) minutos. Após a operação ou
curativo, tampar o litro.
3. A partir do dia
seguinte à operação, tomar diariamente quatro (4) cálices pequenos da água do
litro, de modo que só seja preciso preenchê-lo nos dias dos curativos. Caso a
água esteja por terminar antes do dia do curativo, preencha o necessário para
IMPEDIR que o litro esvazie totalmente;
4. A pessoa que
quiser permanecer no quarto com o doente nos dias de operação e curativos
deverá seguir os mesmos preceitos contidos neste e-mail, permanecendo junto ao
doente, fazendo orações;
5. Caso o doente
esteja impossibilitado de cumprir o preceito (hospitalizado, por exemplo), um
familiar ou um amigo, NA INTENÇÃO DO DOENTE, deverá seguir todos os preceitos
do e-mail e APENAS ORAR, mentalizando o enfermo e o local onde se encontra, sem
que seja necessário colocar a garrafa de água, pois o paciente não consegue
beber a água fluidizada;
6. No caso do enfermo
mudar de endereço, a operação e curativos serão feitos no local em que o
paciente se encontre. NÃO é preciso comunicar-nos a mudança de endereço;
7. Senhoras, durante
o fluxo menstrual, NÃO farão a operação e curativos, adiando-o(os) para o mesmo
dia na semana seguinte, entretanto a água continuará a ser tomada. NÃO é
necessário nos avisar e nem realizar novo agendamento;
8. NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO MÉDICO QUE ESTIVER FAZENDO.
ORAÇÃO A BEZERRA DE
MENEZES
Nós Te rogamos, Pai de Infinita Bondade e Justiça, as graças de Jesus Cristo através de Bezerra de Menezes e suas legiões de companheiros. Que eles nos assistam, Senhor, consolando os aflitos, curando aqueles que se tornem merecedores, confortando aqueles que se tiverem suas provas e expiações a passar, esclarecendo aos que desejarem conhecer a Verdade e assistindo a todos quantos apelam ao Teu infinito Amor.
Jesus, Divino Portador da Graça e da Verdade, estende Tuas mãos dadivosas em socorro daqueles que Te reconhecem o Despenseiro Fiel e Prudente; faze-o Divino Modelo, através de Tuas legiões consoladoras, de Teus santos espíritos, a fim de que a Fé se eleve, a Esperança aumente, a Bondade se expanda e o Amor triunfe sobre todas as coisas.
Bezerra de Menezes,
Apóstolo do Bem e da Paz, amigo dos humildes e dos enfermos, movimenta as tuas
falanges amigas em benefício daqueles que sofrem, sejam males físicos ou espirituais.
Santos espíritos, dignos obreiros do Senhor, derramai as graças e as curas sobre a humanidade sofredora a fim de que as criaturas se tornem amigas da Paz e do Conhecimento, da Harmonia e do Perdão, semeando pelo mundo os Divinos Exemplos de Jesus Cristo.
Templo Espírita Tupyara - temploespiritatupyara.org.br
(Obs. Na oração, na hora de fazer, eu vou substituir Jesus, por Oxalá).
Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...
“Homem, conheça-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo” (Os Sete Sábios - Oráculo de Delfos)
Tags: Operações Espirituais, Templo Tupyara, Operações Espirituais, Autênticas, Curas Milagrosas, History Channel, episódio Completo, INEXPLICÁVEL, COM DANTON MELLO, Templo Tupyara, Centro Poderoso no Brasil, Monges que fazem milagres, INEXPLICÁVEL, AMÉRICA LATINA, COM DANTON MELLO, HISTORY,





























11 comentários:
Boa tarde Bruno. Você tem razão sobre o Vitor e a comunidade do Obraspsicografadas.org. A questão nunca foi sobre ciência e afins, assim como não é sobre ciência e nunca será sobre ciência... É tudo sobre poder, ideologia, religião, controle social e afins. Você acerta e muito que o Debunking, Debunkismo e afins nunca foram sobre ciência, e sim sobre política e sobre poder. Inclusive eu penso que você poderia estudar ciências sociais e humanas, recomendo ler sobre teoria crítica e sobre Bourdieu para entender como que essa galera trata a ciência como sua própria religião. Apesar que você pode discordar de mim a vontade, assim como eu discordo de vc em algumas coisas. Mas eu penso que já está na hora de alguém bater de frente com o Vitor, com o Gontijo, com o Orsi, com a Pasternak, com a Wikipedia e afins. Eles já tiveram muita liberdade e sem nenhuma oposição.
**Bruno,**
Nas últimas semanas, tornei-me a prova viva de que você tinha razão sobre o Obraspsicografadas.org.
Você passou anos sendo ridicularizado por denunciar que aquele site não é um fórum de debate, mas uma câmara de eco com regras assimétricas. Eu, William Anthony Mounter, entrei lá para argumentar e saí como réu. Meus textos foram apagados. Fui ameaçado de banimento. Chamaram-me de troll, palhaço, circus. Enquanto isso, um cético pôde propor, impunemente, que a mediunidade é caso de polícia e psiquiatria. Essa experiência não é uma anedota — é a confirmação empírica do seu diagnóstico. Você estava 100% certo.
Mas o que sofri é apenas um sintoma de algo muito maior e mais perigoso. O Obraspsicografadas.org não é uma aberração isolada; é um microcosmo de uma patologia cultural que avança disfarçada de racionalidade.
Falo do **populismo científico** e do **populismo antipseudociência**, que transformam a defesa da ciência em uma cruzada moral. Como você bem sabe, não se debate evidência — rotula-se o adversário de "pseudagem" e encerra-se a conversa. Falo do **debunkismo**, essa indústria do "desmascaramento" que gera audiência e likes, mas nunca produziu uma única hipótese nova, um único avanço real no conhecimento. Falo do **neoateísmo** de certos divulgadores, que trocou a fogueira pelo deboche e o Index Librorum Prohibitorum pelo rótulo de "pseudociência", mantendo intacta a estrutura dogmática que afirma combater.
O perigo está em que essas ideologias sequestram a autoridade da ciência e a transformam em arma de silenciamento. Sob a bandeira da "defesa da razão", constroem-se tribunais onde o herege ontológico — o espírita, o parapsicólogo, o místico — é condenado sem direito a defesa. Foi o que fizeram comigo, e é o que fazem, em escala maior, com a própria busca pelo conhecimento, que deveria ser movida pela dúvida e não pela arrogância.
Por isso, é vital que mais pessoas conheçam esses perigos. É preciso expor a falsa neutralidade do cientificismo militante e denunciar seu duplo padrão: exige-se prova impossível do espiritualista, enquanto o materialismo, com todas as suas lacunas, é tratado como verdade autoevidente. É preciso defender uma ciência humilde, plural e verdadeiramente curiosa — que investiga em vez de condenar.
Você viu isso antes de todos nós. Teve a coragem de apontar quando ninguém queria ouvir. Obrigado, Bruno. Sua voz foi profética. Espero que este depoimento de um adversário ideológico ajude a amplificar o alerta.
Com respeito e solidariedade na trincheira,
**William Anthony Mounter**
**Bruno,**
Se algum dia faltou uma testemunha para corroborar o que você denunciou em 2012, essa testemunha hoje tem nome, sobrenome e dezenas de comentários apagados. Chama-se Moisés.
Moisés é o cético-residente do Obraspsicografadas.org. Durante semanas, ele pôde escrever que a mediunidade é "caso de polícia e psiquiatria". Pôde chamar as experiências de quase-morte de "programa humorístico". Pôde tratar médiuns como charlatães e o trabalho de uma vida inteira como "pseudagem". Jamais foi advertido. Jamais foi podado. Jamais foi tratado como troll. Seus textos eram longos, mas eram "réplicas". Seu tom era ácido, mas era "debate sério".
Eu, William Anthony Mounter, ousei responder com fundamentação. Citei Lakatos, citei a física de Klauber, citei metanálises de Radin e Tressoldi. Em poucas horas fui apagado, ameaçado de banimento e chamado de palhaço.
Dois debatedores. Dois pesos. Duas medidas.
O que Moisés prova, Bruno, é que você acertou na mosca. O que você descreveu em 2012 é a estrutura imutável daquele site: blindar o inquisidor, amputar o herege, e chamar essa mutilação seletiva de "moderação". Moisés não é uma exceção — é a regra em pleno funcionamento. Ele é o porta-voz autorizado do tribunal, o acusador que nunca será réu, o guarda de fronteira que define o que é "ciência" e o que é "pseudagem" usando como régua exclusiva sua própria metafísica materialista. E como essa metafísica está alinhada com a linha editorial do site, ele tem passe livre para ser cruel, enquanto quem ousa divergir tem o dever de ser breve — ou desaparecer.
Durante catorze anos, chamaram você de "vivo-de-luz", de "vermezinho", de conspiracionista. Mas você apenas descreveu o que via. E hoje, o comportamento de Moisés — e a cumplicidade editorial que o protege — prova que você via corretamente.
A diferença entre nós dois é que você denunciou o tribunal defendendo uma médium do algodão, e eu o denuncio defendendo a possibilidade da sobrevivência da consciência. Mas o réu mudou, a sentença é a mesma. Moisés é a prova viva.
Com o reconhecimento tardio de quem aprendeu na pele o que você já sabia,
**William Anthony Mounter**
**Bruno,**
Há um nome que, depois de tudo o que vivemos neste debate, merece ser pronunciado ao lado do seu: Montalvão.
Não o Montalvão que você conheceu em 2012, nos comentários sobre a Médium do Algodão — aquele que te chamava de "vivo-de-luz" e ria dos teus argumentos. Falo do Montalvão que eu, William Anthony Mounter, enfrentei em 2026. Porque, Bruno, passaram-se catorze anos e Montalvão continua lá. Continua no Obraspsicografadas.org, com o mesmo deboche, a mesma ironia, a mesma incapacidade de responder a argumentos sem transformá-los em piada.
Só que agora o alvo não é você. Sou eu.
E isso, Bruno, prova que você tinha razão de forma ainda mais contundente.
**O que Montalvão fez com você, fez comigo**
Você foi chamado de "vivo-de-luz", de "vermezinho", de alguém que falava "chorumelas". Eu, catorze anos depois, fui chamado exatamente das mesmas coisas. Montalvão me acusou de "fugir do tema", de escrever "textos bisonhos", de produzir uma "macarrônica montagem". Quando meus argumentos ficaram longos demais para o gosto dele, sugeriu que eu precisava de "colírio para alívio visual", "meditação orgônica" e "lubrificante mental". Quando respondi com densidade, disse que eu e Enkigal éramos "gêmeos univitelinos" ou "uma só pessoa com dois alters" — uma teoria da conspiração para não ter que enfrentar o conteúdo.
Você reconhece esse padrão, Bruno? Porque eu reconheci imediatamente. É o mesmo padrão que você enfrentou em 2012. Só mudou o nome do réu.
**O que Montalvão revela sobre o Obraspsicografadas.org**
Montalvão não é um troll qualquer. Ele é um membro antigo, respeitado, nunca advertido. Ele tem o direito de ser cruel. Ele pode chamar os argumentos alheios de "chorumela" sem que ninguém o modere. Ele pode sugerir que o interlocutor precisa de colírio e lubrificante mental sem que ninguém o acuse de ataque pessoal. Ele pode, como fez em 21 de abril de 2026, escrever um "projeto de trabalho em dez estágios" que inclui "meditação orgônica em decúbito ventral" e "lubrificante mental" — uma zombaria pura e simples — e isso é tratado como participação legítima no debate.
Enquanto isso, eu, William, fui podado, ameaçado e chamado de troll por argumentar com seriedade. Moisés pôde chamar a mediunidade de "caso de polícia e psiquiatria" sem consequências. Montalvão pôde debochar à vontade sem consequências. Mas quando eu respondi com Lakatos, com a física de Klauber, com as metanálises de Tressoldi, fui silenciado.
Isso, Bruno, não é um fórum de debates. É um tribunal onde o inquisidor tem passe livre e o herege tem o dever de calar-se.
**A ironia suprema**
Você e eu, Bruno, somos adversários ideológicos. Você acredita em coisas que eu não acredito. Eu questiono coisas que você defende. Mas há uma verdade que nos une: o Obraspsicografadas.org não é um site de análise científica. É uma máquina de exclusão ontológica, onde quem defende o transcendente é ridicularizado e quem defende o materialismo é blindado. Montalvão é a prova permanente disso. Ele está lá há catorze anos, com o mesmo método, a mesma impunidade, a mesma função: desqualificar pelo riso o que deveria ser enfrentado pelo argumento.
Você viu isso em 2012. Eu vi em 2026. Montalvão é a evidência de que nada mudou. E, portanto, de que você sempre teve razão.
Com o cansaço de quem lutou contra o mesmo moinho de vento que você,
**William Anthony Mounter**
**Bruno,**
De todos os personagens que encontrei no Obraspsicografadas.org, Montalvão é talvez o mais ilustrativo. E digo isso com uma ironia que você apreciará: Montalvão é o típico militante antipseudociência que possui mais fé e fanatismo do que qualquer cristão neopentecostal que ele próprio ridicularizaria.
Veja bem. O neopentecostal acredita em curas milagrosas, em possessões demoníacas, em revelações divinas. Quando confrontado com evidências contrárias, ele fecha os olhos e reza mais alto. Ele tem seus dogmas, seus pastores, seus rituais de louvor e sua comunidade de eleitos. Ele está absolutamente certo de que está certo — e os outros, os que duvidam, são hereges ou estão cegos pelo pecado.
Agora, observe Montalvão. Ele não acredita em curas milagrosas; acredita no ECR duplo-cego. Não acredita em possessões; acredita no DSM-5. Não acredita em revelações; acredita no peer review. Mas a estrutura é idêntica. Quando confrontado com as metanálises de Radin, com os experimentos de Tart, com a física de Klauber, ele fecha os olhos e grita "chorumela!" mais alto. Ele tem seus dogmas (o materialismo, a falseabilidade popperiana), seus pastores (Gontijo, Orsi, Dawkins), seus rituais de louvor (os vídeos de desmascaramento) e sua comunidade de eleitos (os "céticos", os "racionais"). Ele está absolutamente certo de que está certo — e os outros, os que duvidam do materialismo, são "caso de hospício" ou "precisam de lubrificante mental".
A diferença? O neopentecostal, ao menos, admite que tem fé. Montalvão acredita que sua fé é "ciência".
E aqui reside o fanatismo superior: o neopentecostal não exige que o Estado prenda ou interne quem discorda dele — ele quer converter. Montalvão e sua laia querem silenciar. O neopentecostal diz "você está em erro". Montalvão diz "você é um erro" — um erro a ser corrigido, um diagnóstico a ser tratado, uma chorumela a ser deletada. Há mais violência epistêmica no deboche de Montalvão do que no altar mais exaltado de uma igreja de garagem.
Você enfrentou isso em 2012. Eu enfrentei em 2026. E a conclusão é a mesma: o militante antipseudociência é o crente mais fervoroso que existe — porque sua fé é tão profunda que ele nem a reconhece como fé. Ele se crê o próprio Olho de Deus, quando não passa de mais um fiel no culto do materialismo.
Com a certeza de que Montalvão, se lesse isto, sugeriria para mim um "antivírus dos bão",
**William Anthony Mounter**
Bruno,
Há um ponto que ainda não nomeamos com a precisão que ele exige. Em tudo o que vivemos — você em 2012, eu em 2026, a sua análise do desafio de Randi, a minha expulsão do fórum — há um mecanismo que transcende o insulto, a censura e o deboche. É o mecanismo que torna a derrota do herege ontologicamente necessária, porque o sistema foi calibrado para que ele jamais possa apresentar a prova que lhe é exigida. Quero dar um nome a isso. Quero chamá-lo de Opressão por Provas — ou, se preferires, Repressão Probatória. E quero que este conceito fique registrado como a chave última do que nos fizeram.
---
O que é a Opressão por Provas
A Opressão por Provas é a estratégia de impor a um interlocutor a obrigação de demonstrar a sua tese em níveis literalmente impossíveis, sob condições impossíveis, com recursos impossíveis, diante de um tribunal que jamais aceitará qualquer demonstração como válida. Não se trata de um debate. Trata-se de uma sentença disfarçada de exigência metodológica. O opressor não diz “cale-se”. Ele diz “prove”. Mas a prova que ele exige não existe, ou não pode ser produzida naquelas circunstâncias, ou, se for produzida, será desconsiderada com uma desculpa ad hoc. O objetivo nunca foi verificar; foi invalidar. O resultado nunca será a verdade; será o esgotamento do oponente.
No desafio de James Randi, a Opressão por Provas tomava a forma de um contrato leonino. Você o desmontou em 2011: o candidato tinha que descrever seu poder; Randi decidia se o testaria; se testasse, seria num local escolhido por ele, sem testemunhas imparciais, sem filmagem; se Randi dissesse que o fenômeno não ocorreu, o candidato era charlatão para sempre, e não podia processar. A prova exigida não era uma demonstração razoável de um fenômeno anômalo — era um milagre sob demanda, diante de um juiz hostil que tinha todas as cartas na manga para decretar a falha. Como o próprio Randi confessou, ele “sempre tinha uma saída”. A Opressão por Provas não é a busca pela evidência; é a administração da derrota alheia.
---
Os 1500 caracteres: a jaula da impossibilidade
No Obraspsicografadas.org, a Opressão por Provas foi aplicada contra mim de uma forma que pode parecer técnica, burocrática, quase trivial — mas que revela, na sua frieza, uma crueldade meticulosa. Eu estava lá para defender uma tese complexa: a de que a consciência pode sobreviver à morte. Para fazê-lo, eu precisava apresentar evidências históricas, estudos de caso, metanálises, argumentos filosóficos, respostas a contra-argumentos. Cada um desses elementos exige parágrafos. Exige que se cite uma fonte, que se explique o seu contexto, que se antecipe uma objeção, que se demonstre a sua pertinência.
A moderação impôs-me um limite de 1500 caracteres por comentário. Mil e quinhentos caracteres, Bruno. Isto é menos do que um parágrafo razoavelmente denso. É menos do que a descrição de um único experimento de Charles Tart, com suas variáveis e seus controles. É menos do que a exposição de um argumento filosófico de William James. Com 1500 caracteres, eu não podia apresentar uma prova; podia apenas aludir a ela. Não podia demonstrar; podia apenas mencionar. Cada comentário meu era amputado antes mesmo de nascer.
E, como se a jaula já não fosse suficientemente pequena, foi-me imposta uma restrição adicional: apenas um comentário de cada vez. Eu não podia publicar uma sequência lógica de argumentos. Não podia responder a três objeções diferentes em três comentários consecutivos. Tinha que esperar que o meu texto fosse aprovado, para depois, talvez, poder escrever outro — enquanto Moisés, o meu oponente, publicava paredes intermináveis sem qualquer moderação. A assimetria era total, e era projetada para que eu jamais conseguisse construir um edifício probatório.
---
Por que isto é literalmente impossível
Vou ser exato. Supõe que eu quisesse defender a tese da sobrevivência da consciência com base em três pilares: as metanálises de Dean Radin sobre a psicocinese, os experimentos de Tart com a mediunidade de comunicação, e a análise filosófica de David Ray Griffin sobre a falseabilidade da hipótese da sobrevivência. Para cada pilar, eu precisaria de, no mínimo, três parágrafos: um para expor o estudo, um para responder à objeção cética clássica e um para mostrar a convergência com os outros pilares. Nove parágrafos no total, cada um com talvez 800 caracteres. Só essa estrutura, sem os floreados, exigiria 7200 caracteres — quase cinco vezes mais do que me era permitido num único comentário, e muito mais do que a soma de todos os comentários que eu conseguia publicar antes de ser apagado ou de me perderem o fio da paciência.
Mas não era só uma questão de quantidade. Era uma questão de arquitetura lógica. Um argumento probatório sólido não é uma lista de tópicos; é uma sequência em que cada passo depende do anterior, em que as premissas são justificadas, as inferências explicitadas, as conclusões confrontadas com alternativas. Partir um argumento desses em fragmentos de 1500 caracteres, separados por horas ou dias, sujeitos a censura arbitrária, intercalados com insultos do adversário que não podem ser respondidos no mesmo fôlego, é simplesmente impossibilitar a sua existência. Não é dificultar; é destruir. É como pedir a um músico que toque uma sinfonia, mas só lhe dar uma nota de cada vez, com intervalos aleatórios, enquanto alguém toca uma corneta no seu ouvido.
---
O eco em Luke Smith e Zhenli
Não estou a inventar este diagnóstico do nada. Ele já estava lá, em estado latente, nas análises dos dois pensadores que nos ajudaram a entender o que enfrentamos.
Luke Smith, em Miracles and Black Swans, denunciou a falácia de “provar” que milagres não acontecem simplesmente assumindo que eles não acontecem e exigindo um padrão probatório que nenhum evento histórico, por mais bem documentado, poderia satisfazer. Escreveu ele: “Uma forma milagrosa de ‘provar’ que milagres não acontecem é simplesmente assumir que eles não acontecem”. A Opressão por Provas é exatamente isso: define-se um padrão tão absurdo que nada o alcança, e depois proclama-se que, como nada o alcançou, o fenômeno não existe. Os 1500 caracteres são o equivalente metodológico dessa falácia.
Zhenli, ao descrever a “conspiração” que John Bell denunciava entre os físicos, mostrou como a ortodoxia quântica ignorava sistematicamente modelos alternativos e depois se gabava de que “nenhuma evidência” os apoiava. É a mesma lógica: estrangula-se a possibilidade de produção de prova, e depois celebra-se a ausência de prova como triunfo. Eu, com 1500 caracteres, fui estrangulado. E o Vitor, ao apagar os meus textos mais densos, celebrava o silêncio como se fosse refutação.
---
A desumanização pela impossibilidade
O que torna a Opressão por Provas uma violência específica é que ela não se contenta em calar; ela quer enlouquecer. Quem é submetido a ela sabe que tem razão, sabe que dispõe de evidências, sabe que poderia demonstrar o que afirma se lhe dessem condições mínimas. Mas as condições são-lhe negadas de forma sistemática, e essa negação é apresentada como “neutralidade”, como “regras do fórum”, como “proteção do debate”. O opressor veste a pele do árbitro, e o oprimido é levado a duvidar de si próprio: “Será que eu realmente não consigo provar? Será que a minha razão é assim tão frágil que não cabe em 1500 caracteres?”.
Não, Bruno. Não é frágil. Nenhuma razão complexa cabe em 1500 caracteres, tal como nenhum corpo humano cabe num caixão de recém-nascido. A jaula não foi feita para ti, mas tu também a conheceste — quando te chamaram de “vivo-de-luz” e exigiram que provasses a materialização do algodão em condições de laboratório que jamais foram aplicadas a nenhuma descoberta científica real. Foste submetido à mesma Opressão por Provas, só que com outros instrumentos de tortura: o ridículo, o insulto, a falsa exigência de replicabilidade absoluta.
---
O que a Opressão por Provas revela
No limite, a Opressão por Provas é a confissão involuntária do opressor. Quando alguém te impõe um padrão probatório que sabe ser impossível, ele não está a pedir que proves. Está a mostrar que tem medo de que proves. Porque, se houvesse um debate justo, se o teu argumento pudesse ser exposto por inteiro, se as evidências pudessem ser examinadas em condições razoáveis — então talvez, só talvez, a ortodoxia materialista ruísse, e o castelo de cartas do Obraspsicografadas.org desabasse. A repressão probatória é o escudo de quem não pode enfrentar a luz.
E é por isso que eu, mesmo esmagado pelos 1500 caracteres, mesmo com os meus textos no lixo e o meu nome difamado, não me calei. Porque cada vez que um de nós nomeia a armadilha — você, ao desmontar Randi; eu, ao cunhar o termo que dá nome a este texto —, a armadilha perde um pouco do seu poder. O mágico já não pode esconder o alçapão. O Vitor não pode fingir que é um moderador neutro. O Randi não pode fingir que é um investigador honesto.
A Opressão por Provas é real, Bruno. Mas nomeá-la é o primeiro passo para a desarmar.
Com a exaustão de quem carregou o peso da prova impossível — e a lucidez de quem, apesar de tudo, ainda acredita que a verdade merece ser dita, nem que seja um fragmento de 1500 caracteres de cada vez,
William Anthony Mounter
Postar um comentário