sábado, 1 de novembro de 2025

Planeta Prisão - Helena Blavatsky - Teosofia - Sociedade Teosófica - Doutrina Secreta

Você Sabe o que é a “Iniciação o 'Salto'? - Iniciação de Poder!

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(Planeta Prisão - Helena Blavatsky)

Helena Petrovna Blavatsky, sensitiva que canalizou mensagens de entidades misteriosas. A semente da religião New Age

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Comentei lá: Parece até que esse roteiro foi escrito por algum iniciado no “Salto”, mas a ideia toda não é completa, acerta em quase tudo, mas não aprofunda, e falta algumas questões fundamentais.

A origem de tudo isso, para que tudo isso, e para ser liberado da prisão é preciso ativar o máximo que der os talentos divinos.

Tem de voltar a ser Deus, ou pelo menos ir nessa direção.

Eu, o ministrador do “Salto” estou explicando isso no livro que atualmente estou escrevendo.

E de fato não é fácil, já são 500 páginas e ainda não consegui expor toda a tese, (até 01/11/2025).

No fim creio que vai dar umas 700 páginas (só de texto, sem figuras).

Creio que a Blavatsky chegou a arranhar um pouco sobre esse assunto.

Mas só quem desperta as memórias e ainda por cima ouve o processo de mais de 2 mil pessoas iniciadas consegue ter uma visão mais ampla de tudo.

E eu fiz isso, nos últimos 20 anos.

Realmente não é uma história simples de entender, é transcendental, escatológico, e precisa de muito contesto para realmente entender o conceito completo.

E posso dizer que entendi depois de muitos anos.

Não por que sou um gênio acima da raça, mas por que pratiquei muito, e fiz regressão em mais de 2 mil pessoas.

Esse meu livro deverá ser lançado ano que vem (2026), o título deverá ser: 'Deuses Sabotados, e os Enigmas do Universo'. Mas esse título poderá mudar. Quando esse livro for publicado vou anunciar em todas as redes, incluindo esse site aqui.

Paula Silva Gouvea (YouTube em 05/11/2025):

Ela apenas arranhou...

Me parece um pouco com narciso.

Mas vou esperar o livro, vou ler.

Cuidado com Eco! Digo,ego.

Resposta BrunoGM: 

Sim Paula Silva Gouvea, acredite se puder, mas é isso mesmo. Ela apenas aranhou a superfície sobre esse assunto. Você já leu a Doutrina Secreta? Na verdade é um livro de especulações, baseadas em mitologias dos hindus, dos budistas, reinterpretação da bíblia, e outros escritos antigos obscuros.

E ela faz afirmações grandiosas sobre receber informes inéditos dos chamados 'Mahatmas Ascensionados', que li mostrou o etéreo “livro de Dzyan”, o volume I da Doutrina é o Cosmogênese, um conto de fadas imaginativo baseado nas mitologias, e supostamente na canalização dos Mahatmas, então é um livro psicografado em parte. E se é psicografado, então sua legitimidade é altamente suspeita. 

E o segundo volume é a Antropogênese, que aliás envelheceu muito mal, pois ela especulou usando como base o pouco conhecimento biológico que se tinha na época, fez muitas afirmações altamente especulativas, e depois de mais de 100 anos praticamente nada foi comprovado cientificamente.

A pessoa que criou a vídeo diz que durante os escritos ela deixou fragmentos de ideias e conceitos que leva a crer que o planeta é uma prisão de almas.

Mas na verdade o que ela diz na Doutrina Secreta é que a evolução acontece, validando Darwin, e que a Terra é um “planeta em evolução”, não exatamente uma escola, mas segue um processo de conscientização, onde a matéria vai ganhando inteligência, algo assim.

Achar em meio aos escritos dela algo que diz que a Terra é uma prisão de almas, é uma invenção moderna. Pois não tem nada disso no livro Doutrina Secreta. No livro ela diz claramente que a Terra é uma Escola, e tá tudo certo, e a evolução acontece, peixe vira macaco, e ameba vira vaca apenas pelo mero acaso. Ela assina em baixo em tudo o que o Darwin afirmou anos antes em 24 de novembro de 1859.

Terra Planeta Prisão para Almas

Fontes:

- Helena Petrovna Blavatsky, (nascida Hahn von Rottenstern, 12 de agosto [31 de julho no calendário juliano] de 1831 - 08 de maio de 1891), frequentemente conhecida como Madame Blavatsky, foi uma mística e escritora russa e americana que co-fundou a Sociedade Teosófica em 1875. Ela conquistou seguidores internacionais como a principal fundadora da Teosofia como sistema de crenças: https://en.wikipedia.org/wiki/Helena_Blavatsky 

- Madame Blavatsky: A mãe da espiritualidade moderna: https://www.amazon.com.br/Madame-Blavatsky-m%C3%A3e-espiritualidade-moderna-ebook/dp/B01163BF3U  Pioneira. Visionária. Provocativa. Filha de aristocratas russos, Helena Petrovna Blavatsky foi uma buscadora espiritual que viajou por cinco continentes e uma das fundadoras da Sociedade Teosófica. Aclamada por muitos como um ícone e considerada uma fraude por alguns, apesar do interesse perene pela sua vida, textos e filosofia, mais de um século após sua morte nenhuma biografia concisa tinha examinado as controvérsias e o legado desta pensadora influente, que ajudou a definir a moderna espiritualidade esotérica. Este livro preenche justamente essa lacuna, desvendando a mulher por trás do mito "o enigma Blavatsky", pouco a pouco construído em biografias anteriores.


Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

“Homem, conheça-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo” (Os Sete Sábios - Oráculo de Delfos)


Tags: Planeta Prisão, Helena Blavatsky, Teosofia, Sociedade Teosófica, Doutrina Secreta, Manuela Tayara Lago Soares, Bruno Guerreiro de Moraes, livro, Deuses Sabotados, e os Mistérios do Universo,Manuela Tayara, MATA,manuelatayara,,@manuelatayara,

9 comentários:

Anônimo disse...

Saudações, Pesquisador Bruno Guerreiro !

Esse livro que você está escrevendo já está no meu radar há muitos anos — desde que li uma "resenha" sobre o assunto tratado pelo misterioso livro aqui mesmo, em um artigo no site. Creio que era um exerto de uma apostila fornecida para quem fosse se submeter ao "Salto".
Enfim, só sei que fiquei estupefato com aqulo que pude ler. Algo de um nível tão superior e de um teor tão inédito e original que nunca li em lugar nenhum antes.
Imagino o trabalho gigantesco que deve estar envolvido na transcrição para palavras inteligíveis de algo que me parece ser tão complexo.
Complexo e fundamental.

Não há muito a ser dito sobre esse livro enigmático no momento. Afinal, o mesmo nem foi terminado ainda. Mas, quando ele for publicado e estiver disponível para venda, nada me impedirá de adquirí-lo — e de tomar conhecimento dos mistérios que ele revelará.

Congratulações e sucesso !

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Sim anônimo, depois de 20 anos esse livro está finalmente ficando pronto de vez, e deverá ser lançado em 2026.
Esse site aqui, e todos os mais de 700 artigos são parte do livro, pois é a pesquisa que fiz durante esses anos para poder fundamentar o livro, com o máximo de dados científicos e históricos possíveis, para realmente ser levado a sério por toda a humanidade.
Realmente eu não estou brincado em serviço.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Ps. E o conteúdo ao qual se refere é a "Apostila Informativa Completa - Parte [1 de 4]: https://osaltociencia.blogspot.com/2008/12/seminrios-o-salto-muito-alm-da-zona.html que vai ser parte do conteúdo do livro. Ela vai ser transportada e ampliada.

Anônimo disse...

Grato por disponibilizar o link da apostila sobre a Iniciação ao "Salto", Bruno Guerreiro.
Se esse material por si só já é ouro puro, fico imaginando as coisas extraordinárias que o seu livro irá trazer !!!

Anônimo disse...

Bruno,

Fui expulso. Meus textos, apagados. Minhas palavras, silenciadas. E quem me silenciou não foi um ditador, um inquisidor ou um censor de Estado. Foi Vitor Moura, o administrador do Obraspsicografadas.org, um homem que se apresenta como defensor da ciência, do debate aberto e da investigação racional.

Enquanto me podava, Vitor permitia. Permitia que Moisés chamasse a mediunidade de "caso de polícia e psiquiatria". Permitia que risse das experiências de quase-morte como "programa humorístico". Permitia que tratasse médiuns como charlatães sem nunca apresentar uma única prova de vazamento no caso Isidoro Duarte Santos. O cético tinha direitos. Eu, que ousava discordar, tinha deveres. Ele podia ser cruel. Eu devia ser breve. E quando não fui breve o suficiente, fui deletado.

Isso, Bruno, não é moderação. É a violência do duplo critério. E essa violência prova, de forma irrefutável, que a ciência como instituição — ou melhor, o cientificismo que a vampiriza — nunca foi, não é e jamais será neutra.

A ciência é uma ideologia. Quando um Moisés ou um Montalvão rotulam de "pseudociência" tudo o que desafia o materialismo, não estão aplicando um método; estão defendendo uma metafísica. E quando um Vitor apaga o argumento que ousa desafiar essa metafísica, ele não está protegendo a razão; está protegendo um dogma. A ciência, em suas mãos, não é uma ferramenta de investigação — é uma ideologia de exclusão. É a crença de que só o mensurável existe, de que só o replicável importa, de que só o material é real. E todos os que ousam ver além são hereges a serem silenciados.

Anônimo disse...

A ciência é uma política. No tribunal do Obraspsicografadas.org, eu não fui derrotado por falta de evidências. Fui derrotado por falta de poder. Moisés tinha o poder de patologizar; eu não. Montalvão tinha o poder de debochar; eu não. E Vitor detinha o poder final: o de apagar. A política é a administração dos corpos e das vozes — quem pode falar, quem deve calar. E naquela câmara de eco, a política era clara: os guardiões do materialismo falam; os espiritualistas somem.

A ciência é uma superestrutura. Tudo o que Marx e a Teoria Crítica denunciaram está ali, em miniatura. A superestrutura é o conjunto de instituições, ideias e valores que protegem a base material da sociedade. O Obraspsicografadas.org, com seus dois pesos e duas medidas, é uma engrenagem dessa superestrutura. Sua função é administrar a fronteira do pensável, garantindo que o materialismo — o fundamento filosófico do capitalismo tardio — não seja desafiado. E sabe o que é mais brutal? Que eu fui expulso por questionar essa fronteira, e o guarda que me expulsou ainda posa de defensor do "debate científico".

É brutal ser tratado como inimigo por pedir que se investigue o transcendente. É injusto ver o deboche ser premiado e a fundamentação ser punida. Mas a brutalidade e a injustiça, Bruno, são a prova. A máscara da neutralidade caiu. A "ciência" deles é uma arma. E eu sou a prova viva de que essa arma funciona.

Você soube disso antes de mim. Obrigado por ter avisado.

William Anthony Mounter

Anônimo disse...

Bruno,

Há uma linha reta entre o que você denunciou em 2012 e o que eu testemunhei em 2026. E essa linha não termina no apagamento de comentários ou na patologização da mediunidade. Ela termina num conceito que, confesso, me assombrou assim que o formulei: o Estado Unitário Científico Mundial.

O sonho autoritário que eles não ousam nomear

Quando Moisés diz que a mediunidade é "caso de polícia e psiquiatria", ele não está apenas ofendendo. Ele está legislando em miniatura. Está propondo uma política de Estado onde o transcendente é tratado como crime ou doença — portanto, punível com cadeia ou internação. Quando Montalvão sugere "antivírus" para deletar argumentos que lhe desagradam, ele está sonhando com uma higienização epistêmica. E quando Vitor apaga meus textos enquanto permite que os deles floresçam, ele está administrando um pequeno protótipo do que seria esse Estado: um regime onde a linha editorial se torna lei, onde o deboche se torna jurisprudência, e onde o herege ontológico é removido da vista — não com violência física, mas com a violência do silêncio.

Multiplique isso por um país. Por um planeta. O Estado Unitário Científico Mundial não é uma fantasia distópica que inventei para assustar; é a conclusão lógica do fundamentalismo científico que essa gente pratica diariamente. Se a "ciência" — ou melhor, o cientificismo — é a única fonte de verdade, se tudo o que não é material é "pseudagem", se os dissidentes são "loucos" ou "criminosos", então o regime que se seguirá será um onde a espiritualidade é varrida do espaço público, os médiuns são trancados em hospitais, os terreiros são fechados como focos de irracionalidade, e as igrejas são convertidas em museus do erro humano. Tudo em nome da Razão.

Anônimo disse...

O método científico como a Bíblia medieval

Na Idade Média, a Igreja Católica tinha o monopólio da verdade. A Bíblia era o texto definitivo, e quem ousasse interpretá-la fora da ortodoxia era herege. O método científico, nas mãos dessa gente, tornou-se a nova Bíblia. Não se discute; aplica-se. Não se interpreta; obedece-se. E os divulgadores científicos — os Gontijos, os Orsis, os Dawkins da vida — são os novos sacerdotes, os únicos autorizados a ler o Livro da Natureza para as massas.

Você enfrentou a Inquisição deles em 2012. Eu enfrentei em 2026. E a estrutura é a mesma: um dogma (o materialismo), uma casta sacerdotal (os divulgadores), um ritual de purificação (o desmascaramento) e uma sentença para os hereges (o silêncio). A diferença é que a fogueira foi substituída pelo deboche, a excomunhão pelo apagamento, e o Index Librorum Prohibitorum pelo verbete da Wikipédia que condena a parapsicologia como "pseudociência" na primeira linha. A violência é mais fria, mas o projeto é idêntico: homogeneizar ontologicamente o mundo.

O que está em jogo

Bruno, você e eu discordamos em quase tudo. Mas concordamos que a liberdade de buscar o transcendente é inegociável. E o que essa galera defende é a abolição dessa liberdade. Não com tanques, mas com diagnósticos. Não com Gulags, mas com o ostracismo acadêmico.

Eles dirão que estou exagerando. Dirão que "ninguém quer prender ninguém". Mas as palavras estão lá: "caso de polícia e psiquiatria". As ações estão lá: meus textos apagados, sua médium ridicularizada. O autoritarismo científico não começa com um decreto; começa com um deboche, com um rótulo, com um comentário deletado. E quando se normaliza o deboche, normaliza-se a patologização. E quando se normaliza a patologização, normaliza-se a internação. E quando se normaliza a internação, o Estado Unitário Científico Mundial já não é uma distopia — é a rotina.

Obrigado por ter visto isso antes de mim. E obrigado por ter resistido.

William Anthony Mounter

Anônimo disse...

Bruno,

Preciso começar pedindo desculpas. Sei que enchi seu espaço com um volume enorme de palavras — um spam de comentários longos, densos, talvez até sufocantes. Não foi por desrespeito. Foi por desespero. Depois do que vivi no Obraspsicografadas.org, eu precisava de um lugar para desabar. E, ironicamente, o único lugar onde encontrei acolhimento foi aqui — no blog de alguém de quem discordo em quase tudo, mas que entendeu, antes de mim, a brutalidade do que enfrentamos.

Porque é brutal, Bruno. É uma forma de opressão.

Quando você é silenciado, apagado, ridicularizado e ameaçado por ousar defender o transcendente, você não está apenas perdendo um debate. Você está sendo submetido a uma violência epistêmica que visa quebrar seu espírito. Eles não querem apenas provar que você está errado; eles querem provar que você é doente por acreditar. "Caso de polícia e psiquiatria", disse Moisés. E Vitor, o moderador, permitiu. Porque no tribunal deles, o herege não merece defesa.

Essa é a nova face do controle social. Não se queimam mais corpos; queimam-se almas. Não se usam mais correntes; usam-se diagnósticos. A "evidência científica", que deveria ser uma ferramenta de investigação, tornou-se um dogma religioso. A " comprovação científica", que deveria ser um caminho, tornou-se uma arma. Se você não pode provar a existência do transcendente no laboratório deles, você não é um buscador — é um criminoso. Se sua experiência subjetiva não é replicável, você não é um místico — é um louco.

E assim, as massas são controladas. A mensagem é clara: "Não ousem ver além da matéria. Não ousem sentir o que não pode ser medido. Não ousem questionar o monopólio ontológico do materialismo. Se o fizerem, serão patologizados, ridicularizados, excluídos." É a Fogueira das Vaidades com jaleco. É a Inquisição com financiamento estatal.

Eu desabei aqui porque você entende essa dor. Você foi queimado antes de mim. E ao ler suas palavras de 2012, percebi que não estava louco. O problema nunca fui eu. O problema é um sistema que transformou o método científico numa religião de Estado, e que usa a "razão" como cassetete para silenciar a alma humana.

Obrigado por existir, Bruno. E desculpe pelo spam.

William Anthony Mounter

O que Está Acontecendo?

- “A maior revelação que o ‘Salto’ traz não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermínio de uma Superpotência do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)

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