quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Origem do Candomblé, Umbanda e Quimbanda - Mitologia Africana - Magia, Feitiçaria, Encantamentos - Lendas - Deuses da África Negra

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Candomblé, Umbanda e Quimbanda - Full HD - Mitologia Africana - Magia - Feitiçaria - Deuses da África Negra:
Essa é uma série original do Canal Tio Lú, Link: [Clique Aqui]


Mitologia Africana, as Deusas Oxum, Iansã, e Iemanjá, segundo a tradição vivem no Olorum que é equivalente ao Monte Olimpo

Se trata de uma série dividida em vários capítulos com comerciais longos durante o conteúdo, esses vídeos todos foram reunidos e unificados aqui para melhor estudo dos que se interessarem. O Canal "Tio Lú" é ideologicamente tendencioso para o cristianismo, tanto que o nome do canal é “Tio Lú” brincadeira com o nome Lúcifer tanto é que o personagem que aparece nas animações tem “asas”. Ele chega a falar em “Jesus Cristo” e defende a fé cristã em vários vídeos do canal... porém ele está aprendendo e acredito que mudando o pensamento, tanto que produziu essa série com muitos episódios sobre a mitologia africana, e suas entidades cultuadas se limitando a apenas divulgar a tradição, sem dar suas opiniões cristã infelizes.

O tal “Tio Lú” se limitou a apenas passar as histórias como são contadas nos terreiros de Candomblé, Umbanda e Quinbanda, ele diz em um dos episódios (como poderá conferir se assistir o DOC inteiro) que ele pesquisou a sério o assunto durante 2 anos para fazer os vídeos. Em outros vídeos do canal ele fala sobre “Anjos”, “Demônios”, “Bíblia”, fala contra a Igreja Católica, mas não inclui o mitológico Jesus como sendo parte de toda a fraude, enganação e corrupção da religião, ele apenas diz que a “Igreja Católica” não é cristianismo verdadeiro, que Jesus não aprova o que a Igreja Católica fez, e faz, então... é um discurso bastante protestante, ele também fala de AntiCristo, Illuminatis, Maçonaria, tudo isso seguindo uma linha bastante evangélica. Então ou ele é Evangélico ou tem muita afinidade com eles, em nenhum vídeo do canal ele fala algo desabonador contra os corruptos, estúpidos e intolerantes evangélicos e seus lideres cara de pau que engana e rouba a vista de todos.

Mas apesar dessa péssima tendência cristã tem muito conteúdo interessante que merece ser visto, e se aparecer entre uma informação útil e outra algum “Jesus te abençoe”, “Viva o senhor Jesus”, etc... ignore, dê uma colher de chá afinal não sabemos o que aconteceu com ele, e por que eventualmente acabou se afeiçoando ao cristianismo evangélico dessa forma tão vexatória, (uma pista é esse relato aqui, onde ele conta a sua experiência com as almas materializadas) apesar disso os estudos que ele anda fazendo para poder criar os vídeos parece tá fazendo efeito, e ele está se tornando mais sábio e imparcial, como fica provado aqui nessa ótima série sobre as tradições da Magia e Religião Africana.

Sobre a Tradição da Magia e Religião Africana:

O que temos de fato lá na África não é bem uma religião, mas sim uma tradição de sabedoria da arte da magia. Essa tradição mágica junto com os mitos ancestrais criam o que os acidentais gostam de classificar como “Religião Africana” mas isso é mais uma preguiça e negligencia intelectual dos ocidentais que preferem não reconhecer o obvio, a Magia existe, as almas existem, as pessoas podem incorporar outras inteligências, existem os médiuns, os paranormais, os efeitos do poder da mente e das entidades extracorpóreas são reais e provocam efeitos físicos REAIS e possíveis de serem estudados.

Nada disso os acadêmicos materialistas/ateus querem saber de reconhecer, então eles preferem falar muito por cima sobre a suposta “religião africana” para não ter de entrar em detalhes “incômodos” tais como descrever fatos sobrenaturais, fenômenos inexplicáveis, potenciais místicos, bruxaria, etc... os materialistas ateus correm do tema “magia africana” como o rato foge do gato, afinal se eles resolverem estudar melhor o assunto vão se deparar com fatos empíricos que não poderão negar, como fenômenos que vai derrubar toda a sua teoria reducionista. E já que a base da fé dos materialistas ateus é a Teoria da Evolução, onde se diz que toda a vida veio a surgir nesse mundo por mero acaso, apenas por grandes coincidências e que os seres humanos não passam de macacos pelados, então como explicar que entre esses macacos existem fenômenos de materialização? Força sobrenatural? Manifestação de inteligências extracorpóreas? Curas milagrosas? Mortes misteriosas, etc, etc, ?

A África é um continente todo fortemente voltado para a inter-relação “encarnado/desencarnado” desde o Egito no norte até o sul temperado do imenso continente os povos se dedicaram desde tempos imemoriais a arte da magia, do sobrenatural, da interação com as almas, e se preocuparam em ativar e usar os potencias paranormais. Eu acredito que em termos de “ativar poderes da mente” os Asiáticos foram mais bem-sucedidos, mas os Africanos conseguiram desenvolver uma solida ciência da interação encarnado/desencarnado. Com certeza a arte dos feitiços, invocação, manipulação, troca de conhecimentos entre encarnados e desencarnados é muito avançado na África e isso é inegável.

O triste disso tudo é que os africanos não tiveram o cuidado de documentar mais fielmente todo esse conhecimento, tudo é por tradição “oral” e com acesso restrito para apenas alguns privilegiados, e nessa política de restrição muita coisa, mas muita coisa mesmo é perdida para sempre, mesmo aqui no Brasil não temos uma unificação do conhecimento, um compendio completo e fidedigno sobre as tradições ancestrais referentes a Deuses, Magia e Mitologia. Mesmo nessa ótima série o que temos é um apanhado de histórias tradicionais mas que muda de terreiro para terreiro, de país em país, a história real que deu origem aos mitos foram perdidos e o que restou foram “estórias” curiosas, e muitas vezes bizarras e sem lógica. Mas pouco conhecimento é melhor que conhecimento nenhum.

Alta Magia na África - Materialização das Entidades - Os Zangbeto, do Togo, do Benin e do Senegal - Magia Voodoo
 Artigo mais Extenso sobre o Assunto [Clique Aqui]


Entrevista com a Sociedade Grupo Zangbeto, da cidade de Sigbehoue no Togo:

O nome da nossa sociedade é Grupo Zangbeto, da cidade de Sigbehoue. Prefeitura de Lake, no sul de Togo. É uma vila localizada à cinquenta quilômetros a leste de Lome, justo na divisa com a fronteira de Benin. Sigbehoue é uma pequena cidade cosmopolita, as pessoas não vivem da pesca, da agricultura, da pecuária, como na maioria das aldeias africanas.

A nossa cidade existe desde a década de 1950. Nossos pais sentiam a necessidade de ter dentro de sua sociedade o que nós chamamos de Vodu, que é sagrado. Vodu é um *fetiche, (Objeto a que se atribui poder sobrenatural ou mágico e se presta culto), criado para proteger nossas vilas contra a ação de criminosos. Quando dizemos “Zangbetos” estamos falando sobre os Guardiões da Cidade. Em todas as sociedades existem pessoas que ameaçam a sua vida ou o que você faz. Portanto, pode existir uma outra população que pretende aniquilar os nossos poderes, assim poderiam dominar-nos ou prejudicar.

É comum as pessoas circularem entre aldeias. Então, alguém de outra aldeia passa por Denin ou por aldeias vizinhas, esta é a forma como as nossas pessoas compartilham os guardiões, os Vodus, alguém de passagem pela aldeia vê que o Vodu local pode proteger nossa vila, então ele se comunica com os praticantes da nossa aldeia, uma vez chegando a um acordo, viajamos para a aldeia do visitante para levar o Vodu a sociedade dele. O nosso Zangbeto comparado ao de Benin, é o mesmo. Nossos povos foram separados pelo colonizador, mas a população sempre viveu junto. Falamos o mesmo idioma, estamos isolados na mesma planície.

O nome comum de Zangbeto é Azu, mas existem diferentes tipos de Zangbeto. Eles possuem nomes específicos tais como Yagbano, Yagbadede, ou mesmo Abagnoke, nós trouxemos hoje Sakote e Heyusu. Quando falamos em Zangbeto estamos falando da demonstração de seus poderes místicos. Por exemplo, um ovo, podemos pôr um ovo dentro do Vodu. Se dermos a alguém um bastão de madeira, mesmo que o homem seja forte, mesmo que fossem dez homens, tentando quebrar esse ovo com o bastão, ele não vai quebrar, só vai escapulir, saltar.

O homem é produto do meio e sua sociedade evolui, desta forma o Zangbeto, obviamente, evolui também. Da última vez, em uma aldeia vizinha eu vi um show onde um Zangbeto dirigia uma moto. Nós usávamos o telefone, mesmo antes de inventarem os telefones celulares. Porque temos esse poder, das estatuetas sagradas. Se eu tiver uma estatueta, e outra pessoa, mesmo que longe, tiver outra, conseguimos nos comunicar um com outro, podemos nos falar remotamente. Essas demonstrações de força são públicas. As pessoas podem ver isso.

Ás vezes o Zangbeto está em uma lagoa e ele pode mover-se sobre a superfície dessa lagoa para chegar à margem oposta. Durante esses eventos você pode ver como nos comunicamos com o Zangbeto. Você vai ver as pessoas na margem oposta que controlam o Zangbeto com suas estatuetas. Além disso, você vai ver que onde o mago quer que o Zangbeto vá ele vai. O que é Vodu? É uma brisa. É uma brisa. Certo? É quando se repete encantamentos que ganham vida. O homem africano sempre crê em algo maior, sabendo disso, eu pessoalmente, acredito que quando Deus criou os homens, ele deixou algo aqui embaixo para que nós tivéssemos conhecimento do seu poder”.

Sobre a Série Fotográfica exibida aqui na página e no vídeo do canal Tio Lú:
(Site: A Gambiarra)
Oxum a orixá das cachoeiras, da riqueza, da beleza, da fama e status

Os Yorubás, um dos maiores grupos étnicos da África, vivem em sua maioria no oeste da Nigéria. Nessa sociedade tradicional, originou-se, em sua religião, o culto idolátrico ao orixá. Durante muitos anos, a fé yorubá foi difundida e ramificada dentro do continente africano, mas foi só com o voraz e desumano tráfico negreiro que a América (especialmente Brasil e Cuba) passou a conhecê-la. O surgimento das religiões afro-brasileiras se deu por meio da fusão da cultura de sacerdotes africanos escravizados que passaram a cultuar mais de um orixá. Assim, surgiram religiões como o Candomblé e a Umbanda.

Para quem não sabe, os orixás são ancestrais divinizados que se manifestam os elementos do cosmos, dos seres vivos, dos fenômenos naturais, dos elementos da natureza e dos sentimentos imanados aos seres humanos. A literatura de toda essa cultura, desde as primeiras crenças até as ramificações atuais, é ainda muito escassa. Essas divindades vivem em nossa imaginação, cada um com a sua imagem ideal, tornando-se base ilustrações e desenhos. A originalidade do trabalho que venho a falar trata exatamente disso. James C. Lewis é um fotógrafo que aplicou responsabilidade social em sua arte. Negro e norte-americano, viu o seu trabalho como uma ferramenta de combate ao racismo, ao evidenciar a beleza afro e participar de campanhas contra o preconceito. A identidade que ele criou deu espaço a novas experiências fotográficas, entre elas a exploração de suas raízes religiosas.

Dado o modelo de educação ocidental, James não chegou a ter muito contato com religiões politeístas em seus dias de escola. O interesse por conhecer mais resultou no estudo da riqueza cultural dos yorubás e, imediatamente após esse contato, inspirou-se para criar uma série de fotos retratando a sua visão artístico-criativa dessas divindades. Lewis decidiu focar-se na verdadeira origem da fé yorubá, portanto o nome de cada orixá foi escrito no dialeto original da época de sua concepção. Impressione-se com a coleção Yoruba African Orishas.

Veja as imagens, série fotográfica, os Deuses da África Negra:



















Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)