Mas esse inusitado é ainda pior, pois, dentre as centenas de blocos gigantes tem quadro em particular que são simplesmente imensos, os maiores blocos de pedra já talhados na história, em todo o planeta!
Mas se fomos analisar melhor o assunto vamos perceber que esse Super paredão é ainda mais surpreendente. Pois o maior bloco de pedra que existe no complexo de Gizé tem “apenas” 250 toneladas e fica em um dos templos que circunda a Esfinge.

A Grande Pirâmide de Quéops (Alnitak), maior bloco já identificado até hoje tem "apenas" 70 Toneladas, ele é de granito maciço
Mas é um nanico (me refiro ao bloco na câmara do Rei) perto dos Super blocos de Baalbek, pois mesmo os menores nesse paredão tem 300 toneladas em média (ou 500 segundo algumas pessoas) e os maiores ultrapassam as 700 toneladas (os 3 Trilithon) e para ficar ainda mais incrível (se é que isso tudo já não basta-se) tem ainda um outro super bloco ainda maior que ficou “abandonado” na presumível 'pedreira' de onde os outros saíram. Trata-se do maior bloco de pedra já talhado em todo o planeta.
Mesmo nas maiores pedreiras modernas os blocos cortados com esse tamanho não permanecem assim por muito tempo, pois os meios disponíveis atualmente para mover um colosso dessa natureza é muito complicado, difícil e caro.
O que adianta talhar um super bloco de mil toneladas se o transporte dele da pedreira até a obra é um verdadeiro pesadelo? Melhor talhar blocos de menor peso (como 100 toneladas em média ) que podem ser carregados por caminhões, algo muito mais prático e barato. Essas super gruas que suportam pesos de mais de mil toneladas são super gigantes.
Nas maiores existem ainda os métodos de deslocação de prédios e casas inventados há poucas décadas atrás (esses prédios e casas são colocados em caminhões gigantes e especialmente preparados e seguem por terra até o destino) mas esses métodos são moderníssimos e exigem meses e meses de planejamento.
Cortar e esculpir blocos de granito puro é uma arte também bem recente e mesmo assim exige muita sofisticação e aparelhos muito modernos com serras de ponta de diamante e motores poderosos para fazer essas serras se moverem para de fato conseguirem cortar e trabalhar esse muito duro mineral (o granito).
O Terreno a volta do paredão é montanhoso e acidentado (como já dito) na região não existem vestígios de estradas, rampas ou outras obras de terra que poderiam, nem que fosse remotamente, sugerir que esses megalíticos foram arrastados ou empurrados até o local da obra no alto do monte.
Tem um bloco ainda maior igualmente esculpido no granito puro. Incrível mesmo não é? Tal super construção logicamente causou especulações das mais diversas ordens, tanto no passado como mais recentemente.
As Pedras Esquecidas de Baalbek, pedreira de Al Habli World Biggest Stone (Hajar al-Hibla) Líbano:
A “Pedra do Sul”, em Baalbek, Líbano, é o maior
monólito trabalhado da Terra, pesando impressionantes 1.242 toneladas. É ainda
mais pesado que a "Pedra da Mulher Grávida", que pesa cerca de 1.000
toneladas e fica do outro lado da estrada, na pedreira.
Nenhuma dessas pedras chegou ao principal "Templo
de Júpiter", a cerca de 900 metros a nordeste, mas algumas pedras de 400 e
800 toneladas chegaram ao templo, foram erguidas a 6 metros de altura e
colocadas com precisão mecânica nas fundações deste imponente complexo antigo.
Na semana passada, Janine Abdel Massih e sua equipe
descobriram outro monólito que fica praticamente abaixo da "Pedra da
Mulher Grávida", que antes era destinado ao sítio arqueológico do Templo
principal.
Até recentemente, estava enterrado sob alguns metros
de terra e foi medido em 19,6 metros de comprimento, 6 metros de largura e 5,5
metros de espessura”. Como ainda não chegamos ao fundo da rocha para ser
completamente limpo", disse Janine Abdel Massih, "não temos ideia do
volume ou dimensão completa desta pedra antiga".
O contorno dela pode ser visto nessas imagens e mostra
um tipo de precisão que encontramos no antigo Peru e Egito. A descoberta deste
novo monólito apenas adiciona outro nível de mistério à situação, já que ele
fica virtualmente 'sob' a 'Pedra da Mulher Grávida' e teria que ter sido
retirado depois que este outro bloco de 1000 toneladas foi movido.
Baalbek é oficialmente um templo romano construído
sobre as fundações de um sítio muito anterior. Algumas das pedras fundamentais
que compõem a plataforma principal pesam cerca de 800 a 1.000 toneladas.
No entanto, as verdadeiras origens deste sítio são cercadas
de mistério, mas sabe-se que os romanos o chamavam de Heliópolis – em homenagem
ao seu homônimo no Egito (que, curiosamente, o conecta geodeticamente – veja o
comentário abaixo).
O nome "Baal" geralmente significa
"Senhor" ou "Deus", e para os fenícios significava
"Sol". O sítio fica sobre um "tel" ou monte ocupacional a
1.150 m acima do nível do mar e é habitado desde a Idade do Bronze Inicial
(2.900-2.300 a.C.), com ocupação contínua.
Estudiosos e pesquisadores independentes argumentam
que ela poderia ter sido construída pelos fenícios, conhecidos na Bíblia como
cananeus, o povo de Canaã (2). A região também é mencionada como habitada por
gigantes.
Baalbek também aparece na Bíblia sob o nome de
Baalate, uma cidade refortificada pelo rei Salomão de Israel, por volta de 970
a.C. (3), confirmando tanto sua santidade a Baal nessa época inicial quanto sua
aparente importância estratégica na estrada para Damasco.
Segundo Estfan Doweihi, Patriarca Maronita do Líbano:
“A tradição afirma que a fortaleza de Baalbek… é a construção mais antiga do
mundo. Caim, filho de Adão, a construiu no ano 133 da criação, durante um
acesso de loucura. Deu-lhe o nome de seu filho Enoque e a povoou com gigantes
que foram punidos por suas iniquidades pelo dilúvio”.
Certamente parece ter sido construído por gigantes, ao
tentarem descobrir como algumas dessas pedras poderiam ter sido movidas para o
local. A parede oeste do "Templo de Júpiter", contém alguns desses
imensos blocos que compõem o "trilito", a pelo menos seis metros
acima do nível do solo. Então, como eles poderiam tê-los transportado da
pedreira para o sítio principal e, em seguida, posicionado com tanta precisão?
O Templo de Júpiter, Baalbek
Em 1977, Jean-Pierre Adam realizou um estudo sugerindo
que os grandes blocos poderiam ter sido movidos sobre rolos com máquinas que
utilizavam cabrestantes e polias, um processo que, segundo ele, poderia exigir
512 trabalhadores para mover um bloco de 557 toneladas (quase metade do peso
dos blocos de trilito).
No entanto, isso não explica como eles foram então
içados até o local. Outras estimativas indicam que seriam necessários 40.000
homens para movê-los até o templo principal. Ainda parece haver um debate
saudável sobre isso, então é compreensível que gigantes, poderes ocultos e até
mesmo "alienígenas antigos" tenham sido creditados com tal feito.
As pedras de Baalbek são um dos mistérios mais
duradouros de todas as eras, e parece que algum poder oculto especial foi
empregado para extrair, levantar e transportar esses imensos blocos. O motivo
pelo qual decidiram usar pedras desse tamanho tem intrigado pesquisadores por
gerações.
Teria sido muito mais fácil usar blocos menores e
juntá-los no local. Agora parece claro que os famosos megablocos não foram
colocados no local pelos romanos, pois parecem completamente diferentes e vir
de uma época muito anterior devido ao estilo, ao desgaste e à reutilização de
muitas das pedras.
O autor Graham Hancock visitou recentemente Baalbek e
a pedreira e fez este comentário sobre por que, se os romanos construíram este
local, eles não reutilizaram as pedras da pedreira? “…o fato de esses blocos
gigantescos, quase acabados, permanecerem na pedreira e nunca terem sido
fatiados em blocos menores e usados na construção geral do Templo de Júpiter,
sugere-me fortemente que os romanos nem sequer sabiam que eles estavam lá.
Muito provavelmente, estavam enterrados sob muitos metros de sedimento há milhares de anos quando os romanos apareceram em cena. Eles fizeram uso dos megalíticos que já estavam no local sagrado, já remotamente antigo, que se tornaria o Templo de Júpiter - uma plataforma prática, maciça e conveniente sobre a qual poderiam construir seu templo, mas nada sabiam sobre os megalíticos totalmente cortados e moldados, mas não utilizados, que jaziam profundamente enterrados na pedreira”.
As maiores e misteriosas pedras megalíticas antigas cortadas em Baalbek, Líbano:
Baalbek é o nome de um sítio arqueológico no Líbano. Na época romana, era conhecido como Heliópolis ou Cidade do Sol. Um exemplo da antiguidade do sítio pode ser encontrado no fato de que sua área mais sagrada (nos tempos pagãos) era o Templo de Baal-Júpiter; um híbrido entre o antigo deus cananeu Baal (senhor) e o Júpiter romano.
Além disso, este templo foi construído sobre um "tel" ou monte em ruínas, indicando um local que há muito era considerado sagrado, embora se desconheça o que tornou esta área significativa ou "sagrada". O que está claro é que ele é muito mais antigo do que os historiadores tradicionais acreditam e oferece excelentes exemplos de Alta Tecnologia Antiga Perdida.
A parte mais antiga das ruínas de Baalbek não se encaixa em nenhuma cultura conhecida e foi originalmente utilizada para algum propósito misterioso, enquanto as obras superiores são claramente pertencentes aos cananeus e romanos.
Ainda aguardando transporte da pedreira próxima está a famosa "Pedra do Sul". Pesando 1.200 toneladas, foi considerada por muito tempo a maior pedra lapidada do mundo, até que escavações recentes revelaram uma pedra vizinha, de 1.500 toneladas, anteriormente enterrada.
Existem guindastes no mundo capazes de levantar uma pedra dessas, mas não conseguem movê-la e carregá-la simultaneamente. E a ideia de que rolos de madeira teriam sido usados é ridícula. Então, quem fez esse trabalho? E quando?
Considere também que a pedra é granito duro. Então, quais ferramentas poderiam ter existido na época cananeia ou romana para cortar blocos tão enormes da rocha de onde foram extraídos? O que pretendemos focar não é apenas a escala do trabalho, mas também as marcas de ferramentas que permanecem. Serão elas semelhantes às que conhecemos no Peru, Bolívia e Egito?
Para complicar ainda mais o enigma de Baalbek, a precisão do encaixe das pedras é notável. Michel Alouf, o antigo curador das ruínas, escreveu certa vez sobre o Trilithon: “...apesar de seu imenso tamanho, eles são colocados em posição com tanta precisão e unidos com tanto cuidado que é quase impossível inserir uma agulha entre eles. Nenhuma descrição dará uma ideia exata do efeito desconcertante e estupefaciente desses enormes blocos sobre o espectador”.
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