sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A União dos Esfarrapados! - O Conto do "Ajude os Outros, e Esqueça de Si mesmo" - Alienação Espiritualista Cristã

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A união faz a força... será? 

A Figura Abaixo é Membro do Pró-Vida, e ele tem tendências para a religião New Age, veja o argumento dele, e minha resposta -  Pessoa: Estou achando bom ver novas opiniões nessa fase da minha vida...em nenhum momento entenda como desaforo, por favor, apenas expresso minha mentalidade do momento, passível de mudança. Eu vejo as habilidades psíquicas como uma etapa, para cada degrau na escala psíquica, dez na espiritual, não vejo vc falar de amor, ajuda ao próximo, querer um mundo melhor, exemplos de amor deixado por grandes mentes, se possível me responda por email, como vc ve essa questão de bondade, amor, ajuda.

Minha Resposta: Ajude a si mesmo primeiro, antes de querer ajudar os outros, se você não for mais um peso no mundo, já será ajuda suficiente. Menos um para ser carregado nas costas... Então esse é o foco de nosso trabalho, tornar os fracos, doentes, debilitados, perdidos em pessoas fortes, confiantes, sabendo onde estão pisando, conscientes do deus verdadeiro, o interior. De que adianta unir um grupo de esfarrapados? Que força para o bem tem isso? Agora se os esfarrapados puderem ser melhorados, alimentados, treinados. Ai sim serão úteis para alguma coisa. Nosso foco é no individual, para então serem úteis ao coletivo, por isso da nossa aparente falta de "cristandade". Digo e repito, AJUDE A SI MESMO, ANTES DE QUERER AJUDAR OS OUTROS, um cego não pode guiar outro cego.

Tags: União dos Esfarrapados,O Conto,Ajude os Outros, Esqueça de Si mesmo,Alienação,Espiritualista,Cristã,pró-vida,conspiração da ignorância, 

4 comentários:

Rogerio disse...

Bruno, gosto de suas respostas, realmente coerentes... mesmo que nao descubramos como mudar esta mentalidade da massa, acredito que estes pesos mortos devem reviver e isso realmente tem que ser mudado pela persistencia, abraço e continue "ligado"...

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Osho, em "Transformando Crises em Oportunidades: O Grande Desafio Para Criar Um Futuro Dourado Para a Humanidade" [1]:

Solucione os problemas! Não há necessidade nenhuma de ensinar as pessoas a servir. Quais são os problemas? A explosão populacional é um deles. Todas as religiões pregam, “Ajudem os pobres”, mas ninguém está pronto para dizer, “Aceitem o controle de natalidade para que a população se reduza”.

Eu sou absolutamente a favor do controle de natalidade. Só poucas pessoas deveriam ter permissão para ter filhos, e isso deveria ser feito por meio da inseminação artificial... Por que qual é a necessidade? É possível que você se apaixone por uma garota e que ela se apaixone por você, mas vocês podem não ser as pessoas certas para se tornarem pais, para dar à luz um filho. Podem não ser, pois o amor não leva em consideração a sua química interior.

Você não vai a um químico para perguntar, “Eu me apaixonei por uma garota; a nossa química interior combina?” Se você for a algum lugar, será a um astrólogo, uma quiromante... o cego que guia outro cego. Trata-se de uma questão bioquímica, nada a ver com quiromancia, nada a ver com astrologia. Mas o ego do ser humano acha que as estrelas estão interessadas no que acontece com ele, e o estão afetando e as suas combinações o estão afetando. Isso simplesmente me entristece com relação ao ser humano. Que tipo de humanidade se desenvolveu na Terra?

Mas todas essas religiões são contra o controle de natalidade, e sem controle de natalidade não há jeito agora. Eu defendo o controle de natalidade absoluto, lembre-se, não apenas o controle de natalidade; porque com o controle de natalidade as pessoas - se não as religiões, então o governo - poderiam, na melhor das hipóteses, ser compelidas a aceitar que devem ter só dois ou três filhos. Mas isso não resolve.

Ter dois ou três filhos não resolve nada. Controle de natalidade absoluto: ninguém tem permissão para ter filhos; qualquer pessoa interessada em ter filhos pode doar seu sêmen para um laboratório científico e o laboratório decide quem será a mãe da criança.

Não precisa ser a sua esposa, isso não importa. Você ama a sua esposa, a sua esposa o ama, mas isso não significa que possam sobrecarregar o planeta com mais uma criança aleijada ou cega. Vocês não têm esse poder, a existência não lhes dá esse direito. Por que vocês vão ser tão irresponsáveis a ponto de colocar esse fardo sobre si mesmos e sobre toda a humanidade? Você pode gerar uma criança paralítica, cega, ou deficiente mental e ela também gerará outras crianças.

É por isso que os idiotas são sempre a maioria neste mundo. Eles são obrigados a ser, porque a combinação perfeita só pode acontecer em laboratório. Você não sabe o que carrega em seus genes; não sabe que potencial é esse, que tipo de criança vai gerar. Você ama uma mulher - não há mal nenhum nisso; o amor deve ser algo absolutamente acessível para você, pois é um direito nato. Você ama a mulher, mas nem toda mulher precisa ser mãe, nem todo homem precisa ser pai. Logo não haverá mais necessidade nenhuma de existirem mães. A criança pode crescer no próprio laboratório.

Você quer um filho, e se realmente gosta de crianças vai querer que o seu filho seja o mais perfeito possível. Então, quem contribui com o sêmen e quem contribui com o útero não deve ser da sua conta. A você só cabe ter a melhor criança possível. Então eu sugiro inseminação artificial e bebês de proveta. E também sugiro eutanásia.

Assim como estamos colocando uma barreira nos nascimentos, com o controle de natalidade, deixe-me sugerir outro termo: controle de mortalidade. Depois de certa idade - por exemplo, se aceitarmos 70 anos como uma média, ou 80 ou 90 como uma média - o ser humano deve ser livre para pedir à equipe médica, “Eu quero me ver livre do meu corpo”. Ele tem todo direito, se não quiser viver mais porque já viveu o suficiente; ele já fez tudo o que queria fazer. E agora ele não quer mais morrer de câncer, de tuberculose; ele quer simplesmente uma morte tranquila.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte [2]:

Todo hospital deveria ter uma ala especial para essas pessoas, com uma equipe especial; uma ala em que as pessoas poderiam ficar e receber ajuda para relaxar e morrer de um modo bonito, sem nenhuma doença, amparadas por um profissional da área médica. Se a equipe médica achasse que a pessoa tem valor - seja, por exemplo, alguém como Einstein ou como Bertrand Russell - se sentisse que a pessoa tem imensa importância, então podiam propor que ela vivesse um pouco mais.

Só poucas pessoas receberiam essa solicitação para que vivessem um pouco mais, porque poderiam fazer muito pela humanidade, muito para ajudar os outros. Mas se, nem mesmo essas pessoas quisessem viver, esse seria um direito delas. Você pode implorar, pedir, solicitar. Se elas aceitarem, ótimo. Mas, se disserem, “Não estou mais interessada”, então certamente elas têm todo o direito de morrer.

Por que uma pessoa deveria ser forçada a viver quando não quer mais? E a sociedade faz disso um crime, faz a pessoa se preocupar desnecessariamente: ela não quer viver, mas tem que viver porque suicídio é crime. Ela é forçada a tomar veneno, a pular no mar ou a se jogar de um precipício. Essa situação não é boa. E é estranho: se ela morre, ótimo; se não morre, é condenada à morte. Bela sociedade! Que mentes brilhantes criam as leis! Ela será condenada à morte porque estava tentando cometer suicídio.*

Todos esses problemas podem ser resolvidos. Por isso não há necessidade de servidores públicos, missionários e coisas desse tipo. Precisamos que mais cérebros pensem nesse problema e em como resolvê-lo.

Por isso eu ensino o egoísmo. Eu quero que você seja, primeiro, o seu próprio florescer. Sim, isso vai parecer egoísmo; não tenho nenhuma objeção a que pareça egoísmo. Tudo bem para mim. Mas a rosa é egoísta quando desabrocha? É egoísmo do lótus florescer? O sol é egoísta quando brilha? Então por que devemos nos preocupar com o egoísmo?

Você nasceu; o nascimento é só uma oportunidade, só um início, não um fim. Você precisa florescer. Não desperdice tempo com nenhum tipo de caridade idiota. A sua maior responsabilidade é florescer, tornar-se plenamente consciente, alerta; e nessa consciência você será capaz de ver o que pode compartilhar, como pode resolver os problemas.

Noventa e nove por cento dos problemas do mundo podem ser resolvidos. Talvez um por centro não possa. Depois você pode compartilhar com essas pessoas o que quer que tenha para compartilhar - mas primeiro precisa ter alguma coisa para compartilhar.

Todas essas religiões até hoje não ajudaram as pessoas a resolver um único problema. Veja só o que estou dizendo: eles já resolveram algum problema? - e eles têm feito da caridade um negócio há milhões de anos. Os pobres ainda são pobres e vão ser cada vez mais pobres. Os doentes ainda existem, a velhice ainda existe, todo tipo de doença ainda existe, todo tipo de crime - e continuam crescendo cada vez mais.

Todos os anos são cometidos mais crimes no mundo que no ano anterior. Estranho... as prisões são cada vez mais numerosas, os julgamentos são cada vez mais numerosos - as religiões acham que vão conseguir deter os crimes e com elas os crimes continuam aumentando.

Existe algo basicamente errado aqui. O que as religiões estão fazendo não tem relação nenhuma com o problema. A pessoa que está cometendo o crime não é um criminoso, é uma pessoa doente. Não precisa ser jogada numa cadeia e torturada, ela tem que ser internada num hospital psiquiátrico e receber ajuda médica ali, de maneira respeitosa. A culpa não é dela.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte [3]:

Existiu uma época em que as pessoas loucas eram consideradas criminosas e iam para a prisão, onde eram espancadas. Foi só há pouco mais de cem anos que ocorreu a alguém que essas pessoas não eram criminosas. Elas sofriam de uma certa doença. Bater nelas não as livrava da doença. Você está simplesmente agindo como um idiota. Essas pessoas precisavam de tratamento e estavam sendo maltratadas.

E o mesmo acontece com todas as que cometem crimes... porque eu não acho que os criminosos nasceram assim. A maneira como foram criados, a sociedade em que ele foi criado fizeram com que ele se tornasse um criminoso. E depois que a mente da pessoa começa a se tornar criminosa, você precisa mudar todo o jeito de ela pensar. Não adianta acorrentá-la, encarcerá-la, fazê-la passar fome, bater nela - isso não adianta nada. Desse modo você só está reforçando nela a ideia de que, quando sair dali, ela será uma criminosa inveterada, uma criminosa graduada.

As prisões, as cadeias são universidades do crime, onde os presidiários se graduam. Por isso, depois que um homem vai para a cadeia, ele sai de lá sabendo tudo o que aprendeu com os antigos criminosos com quem dividia a cela. E tudo o que ele aprende com isso é que cometer crimes não é crime, mas ser pego, isto sim, é crime. Por isso ele aprende maneiras de não ser pego.

É preciso mudar a rota dessa mente rumo à criminalidade. E isso pode ser feito. A bioquímica pode ser muito útil, a medicina pode ser muito útil, a psiquiatria pode ajudar muito. Agora temos todos os recursos para tornar aquele homem um ser humano digno.

A caridade não é necessária, necessário é compartilhar a sua consciência - o seu conhecimento, o seu ser, o seu respeito - mas primeiro você precisa tê-los.

Para mim, o maior problema com a humanidade é que ela não sabe nada acerca de meditação. Para mim, esse é o maior problema.

Nem a população, nem a bomba atômica, nem a fome..., não, esses não são os problemas mais básicos, pois podem ser facilmente resolvidos pela ciência.

O único problema básico que a ciência não foi capaz de resolver é o fato de que as pessoas não sabem meditar.

Para o meu pessoal eu digo: primeiro seja egoísta, totalmente egoísta - floresça. Atinja o florescimento, a fragrância, depois espalhe-a. Depois compartilhe-a com os desafortunados, que tinham o mesmo potencial que você, mas a quem a vida não deu a chance de mergulhar dentro de si, de sentir o gosto da própria divindade.

Eu sou contra todas as religiões porque, para mim, o que elas têm feito é absolutamente inútil. Você pode usar palavras bonitas, frases bonitas para esconder alguma verdade bem feia. Eu não quero fazer esse tipo de coisa de jeito nenhum.

Eu ensino você a ser natural, e ensino você a aceitar a sua naturalidade.

Sei uma coisa com certeza: quando tiver florescido, você compartilhará. Não há como evitar. Quando a flor se abre ela não tem como reter sua fragrância e mantê-la aprisionada dentro de si. A fragrância se espalha. Ela exala em todas as direções.

Por isso, primeiro, preencha-se, contente a si mesmo. Primeiro, seja. E então, do seu ser, exalará uma fragrância que atingirá muitos. E não será uma caridade, será um compartilhar de pura alegria. E não há nada mais prazeroso do que compartilhar a sua alegria.

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