terça-feira, 18 de julho de 2017

Quem de Fato é Dono da Terra? Quem Comanda os Destinos do Planeta e todos os seus Habitantes? - (O Salto Quântico Genético)


-“Estamos afundados na merda do mundo e não se pode ser otimista. O otimista, ou é estúpido, ou insensível ou milionário”, (José Saramago - (Nobel de Literatura de 1998) - Disse em dezembro de 2008, durante apresentação em Madri de ‘As pequenas memórias’, obra em que recorda sua infância entre os 5 e 14 anos)


Pessoa no Grupo fechado de iniciados do ‘Salto levantou essas questões básicas. Resolvi responder, e vamos exibir aqui também na página para todos saberem. 

Esse conteúdo é parte dos assuntos tratados no meu livro que está em elaboração nesse exato momento, um livro que já está sendo escrito há mais de 10 anos. Esse conteúdo é uma pequena amostra.

S.M.: Quem são os donos do mundo (terra)? Quem comanda o mundo em que vivemos? Quem está por trás de todos acontecimentos históricos? Quem manipula a história? Quem?

Resposta - Bruno G.M.: Vou te responder de forma muito resumida, me baseando no que consegui apurar por meio do ‘Salto’ aplicado em mim mesmo, e nas outras pessoas.

Respondendo:

S.M.:  Quem são os donos do mundo (Terra)?

R: Os donos são uma associação de civilizações muito avançadas que se uniram no esforço de cooperação para acelerar o avançar de sua ciência, mesmo que isso signifique ir contra as leis morais e éticas que são respeitadas pela maioria das civilizações do universo local. 

Por essa associação de raças avançadas desrespeitar as normas éticas e morais acabaram por entrar em conflito com civilizações vizinhas que não concordam com esse tipo de política. Essa associação de progressistas que passam por cima da ética em nome da ciência eu chamo de “Grande Império da Escravidão”.

S.M.:  Quem comanda o mundo em que vivemos?

R: A Terra é comandada pelo quartel general local que fica instalado na constelação Órion (mais precisamente na Nebulosa atrás dessa constelação, mas as três estrelas também são ocupadas pelo Império), ali naquele quartel tem três raças atuantes, os Médians (híbridos pássaros, chamados de Anunnaki pelos Sumérios/Assírios/Babilônios), os Reptilianos (dentro dessa espécime tem várias raças, como os 'Dragões' que seria a ‘realeza’, e muitas outras raças servas, inferiores que os obedece cegamente. 

Pois assim como a espécie Cão tem várias raças, desde os maiores até os minúsculos que cabem na palma da mão, entre os reptilianos há grande variedade) e finalmente os Grey as “formigas” uma raça hibrida humana com DNA de insetos tais como formigas. A ordem de importância é essa: Médians os chefões, Reptilianos os servos de primeira linha e os Greys colegas dos reptilianos porém de classe mais baixa.

S.M.:  Quem está por trás de todos acontecimentos históricos?

R: Há 15 mil anos quem comanda tudo são os Médians, que por sua vez tem de prestar contas ao conselho de raças líderes do Império.

S.M.: Quem manipula a história? Quem?

R: Os destinos da Terra são decididos pelos líderes do Império, pela necessidade do Império. No caso o Império resolveu transformar o planeta Terra que era um “planeta laboratório de experimentação” numa prisão de segurança máxima, mais recentemente se acrescentou a função de “fábrica de produção em massa de matéria prima” (as emoções negativas) que se trata de um tipo de matéria muito rara, uma Commodity valiosa, que serve para, entre outras coisas, fabricar armas, implantes, planetas artificiais, etc...

Os habitantes da Terra em sua maioria são escravos, almas de inimigos derrotados, ou raças tidas como inúteis que foram então destruídas/exterminadas, e as almas mandadas para planetas prisão/fábrica como a Terra. É o equivalente a “Sibéria” da União Soviética. A situação da Terra é muito parecida com a Sibéria, e a União Soviética seria equivalente ao Grande Império, formado por milhares de civilizações que preferem os avanços científicos em detrimento da ética e da moral.

Se você quer acreditar nisso, ou não, não é problema meu, foi o que veio nas memórias minha e de milhares de pessoas iniciadas no “Salto”. Senão quiser tudo bem... fica aí com a Teoria do Homem de Barro, ou a do Homem Macaco, e seja feliz.

Pessoa no Facebook - M.M.,: “Médians” foi o nome dado através da tua supra?

Resposta: Sim, essa raça hibrida pássaro, (os humanos da Terra são híbridos felinos) é a mais poderosa da região, aliada do império, os Assírios/Babilônios os apelidaram de Anunnaki, os Egípcios os idolatrava como os Deuses, vide as imagens da Maat deusa mãe de todos os Deuses, é uma mulher pássaro. 

Hórus o deus da realeza (acreditava-se que todos os Faraós eram encarnações de Hórus) é um homem com cabeça de falcão. Entre os Maias idolatrava-se muitos seres alados, geralmente “cobras emplumadas”. Enfim, toda essa tradição reflete um fato, a raça mais poderosa da região da Galáxia onde a Terra fica é Hibrida Pássaro.

Obs. Maiores detalhes desses, e de outros assuntos, estarão no livro que estou escrevendo nesse exato momento, deverá ficar pronto até o começo de 2018, o titulo ainda não foi definido.

(Atualização dia 27/09/2017) - Resposta sobre quem comanda as reencarnações na Terra

Planeta Terra, planeta prisão, campo de concentração para extermínio. Buraco negro onde as almas são jogadas para nunca mais sair. Ficam andando em círculos (roda do samsara) até desaparecerem por completo

Pessoa por e-mail: Quem controla a reencarnação no planeta Terra? Quem são estes infelizes?

Bruno Guerreiro de Moraes: Segundo as memórias despertadas por meio do "Salto" (não só a minha, mas de todos os iniciados até hoje), o que ocorre não é tão simples assim. Cerca de 80% de todas as reencarnações são compulsórias, isto é automáticas e sem planejamento algum, seguem apenas os imprints.(sobre imprints clique aqui)

Isso explica todo o caos que vemos. Quem quer se encarnar numa região pobre da China? Quem vai desejar para si mesmo viver como pobre na imensa favela que é a Índia?

A maioria das encarnações não são planejadas, elas ocorrem de uma forma "acidental", e não tem lógica alguma, ocorrem ao acaso mesmo, seguindo o caos dos imprints. A alma está lá no umbral e simplesmente ela "cai" no mundo material. Se tem algum comando nisso, seria apenas como alguém que "aperta um botão para incinerar o lixo acumulado".

A Terra é um sistema planetário todo programado para processar as almas prisioneiras, toda a Terra é como uma grande e sofisticada máquina finamente ajustada, e essa máquina está no automático. Já os 20% que faz alguma programação eu diria que 15% desses 20% programa alguma coisa, mas de modo muito ignorante, muito alienado e superficial. 

Um exemplo disso podemos ver no livro "Nosso Lar" (que virou filme) no filme baseado na psicografia de Chico Xavier uma senhora se "sacrifica" para ajudar uma parente que tinha desencarnado jovem. A senhora resolve voltar para a Terra mesmo não precisando "resgatar" mais nada (como os espiritas falam) mas resolve se encarnar de novo por questão de "piedade" (uma piedade burra, na minha opinião).

E existe ainda os 5% que faz uma programação bem mais sofisticada, são almas muito mais conscientes sobre o que ocorre nesse planeta, meio que sabem onde estão se metendo e vem ao mundo material para cumprir missões muito mais nobres, tais como desenvolver a tecnologia, a ciência, serem governantes, nascem em berço de ouro, ou logo no início da vida adquirem fortuna. Enfim, almas com planos muito mais conscientes que a grande massa da população e são esses que carregam a humanidade nas costas.

Dentre esses estão os agentes da escravidão que vem para manter o Status quo. Eu digo ainda que existe uma grande guerra travada entre as almas com boas intenções e almas com más intensões. Mas ambos são mais conscientes do que de fato ocorre aqui nesse planeta. Por sua vez a maioria da população é como uma manada de ‘bois e vacas’ rumando para o abatedouro. Com alguns "lideres" lá na frente brigando com quem tenta conduzir a manada para longe do abatedouro.

A Terra é a propriedade de uma Super Potencia do Universo local que a usa como Campo de Concentração para Extermínio, eles mantem aqui presas as almas dos inimigos (que no caso somos nós). É como na mitologia Grega, os Titãs são os "antigos deuses" que foram derrotados e aprisionados, e os Olímpicos os deuses vencedores que então jogaram uma montanha sob a cabeça dos Titãs. Nós somos como os Titãs, acorrentados e esmagados por uma montanha, e os Olímpicos são como esses deuses vencedores do Grande Império da Escravidão, os donos e senhores da Terra.

Pessoa perguntou: Há chance de encarnar em outro planeta, Bruno?

Bruno Guerreiro de Moraes: Não se você não conseguir ser “qualificado” para deixar a prisão. Terá de ser autorizado a sair da cadeia, terá de passar por um tribunal que avaliará o seu caso. É algo parecido com o que o mito Egípcio diz. Eles estavam bem próximo de saber a verdade, os egípcios.

Pessoa: Então ficamos por aqui para sempre. Esta história que temos ‘livre arbítrio’ é para boi dormir.

Bruno Guerreiro de Moraes: Sim Rachel a estória do livre arbítrio é algo completamente sem lógica dentro do que vemos EFETIVAMENTE acontecer. Segundo as memórias ativadas de milhares de pessoas não é assim que o sistema planetário Terra funciona.

Pessoa: Puxa, então boa parte ou toda de tudo que acreditamos fica sem sentido. As vezes tenho vontade de deixar de buscar as verdades e continuar assim como vivo. Por isto o despertar é tão assustador. Mas adoro respostas. Kkkk!! 

ALIENÍGENAS DO PASSADO - A Grande Pirâmide de Gizé:

Meu comentário: É muito óbvio que as Grandes Pirâmides de Gizé foram construídas para homenagear/representar a Constelação de Órion na Terra.

Agora imagens da Terra, (o planeta prisão), de Órion, (quartel general responsável pela administração dessa parte da Galáxia), e Pirâmides de Gizé, (dos governantes que trazem o símbolo da Serpente e do Abutre na Coroa Real):

Mapa em Alta Resolução da Galáxia Via Láctea (Clique Aqui
Para ver na resolução máxima possível
Mapa de Órion, Cinturarão de Órion, estrelas Mintaka, Alnilam, Alnitak representadas em Gizé pelas Pirâmides. Atrás de Alnitak a Nebulosa de Órion


Correlação de Órion, Pirâmides de Gizé e Maia alinhadas com a Constelação do Cinturão de Órion

Anunnaki Sumérios, Assírios, Babilônios, Deuses pássaros, raça hibrida

Coroa da Realeza Egípcia, com o Abutre e a Serpente

O Olho de Hórus, e os símbolos do Abutre e da Serpente

Maat Deusa mãe de todos os Deuses do Egito Antigo, note a Serpente na coroa

Quetzalcóatl o Deus Serpente emplumada dos Maias e Astecas


Esfinge e a Pirâmide de Alnilam (Quéfren) ao fundo


Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

Tags: Quem de Fato, é Dono da Terra?, Quem Comanda, os Destinos, do Planeta, e todos os seus, Habitantes,O Salto Quântico Genético, Bruno Guerreiro de Moraes, Bruno Salto, Bruno GM, iniciação o salto, salto quântico, livro, revelação, mistério,

41 comentários:

Anônimo disse...

Esse texto é sério mesmo ou você está de sacanagem?

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Estamos falando muito sério anônimo, como sempre falamos aqui, maiores detalhes desse e outros assuntos no livro, isso foi apenas uma pequena amostra do conteúdo do livro. Tudo baseado nas memórias despertadas por quem se submeteu a Iniciação o Salto Quântico Genético.

Umbricola disse...

Muito obrigado, senhor Bruno. Eu há muito esperei que o senhor públicas se algo a respeito desse assunto e fizesse esse esclarecimento.

Anônimo disse...

Quando eu tomava conhecimento de alguma menção sobre este livro que vc, Bruno Guerreiro, pretendia escrever, eu ficava cético achando que tudo não passava de um exagero, que não haveria nada de mais no seu conteúdo que não pudesse ser encontrado esparsamente em outra parte também.
ENTRETANTO, após me inteirar dessa pequena mostra que constituiu o seu livro, fiquei estarrecido. Só nesse pequeno fragmento que vc nos disponibilizou aqui, há revelações surpreendentes.
Tudo muito óbvio, até um certo ponto, e de onde poderíamos dizer : mas como foi que ninguém nunca pensou nisto antes ? Como ninguém deduziu isso antes ? No entanto, além do que parece ser óbvio, mas que poucos perceberam (exemplo : a natureza insetívora dos "greys"), há coisas tanto reveladoras quanto insuspeitas (exemplo : a natureza híbrida felina dos humanos).
Diante dessa pequena (e valiosa) mostra aqui disponibilizada, só posso dizer-lhe : parabéns !
Que livraço será esse !!!

Anônimo disse...

Creio que terei uma miscelânia de sentimentos ao ler esse livro: fascínio, desânimo, surpresa, raiva, terror...
Mas,talvez, principalmente algo bem mais : uma indescritível sensação de que as coisas descritas falarão ainda mais em uma parte dentro de nós do que meramente ao nosso intelecto. Se for esse mesmo o caso, será foda !

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Muito obrigado pelo Elogio Anônimo, que bom que com essa página ficou clara a importância e magnitude do que tenho para passar. São conceitos bastante óbvios e até simples, mas justamente por conta de toda a desinformação jogada nos nossos olhos acabamos por não enxergar o que estava bem debaixo do nosso nariz. Toda essa "fumaça e espelhos" colocados para nos confundir, em forma de religiões, ideologias, esconde a simples e obvia verdade, que qualquer criança pode entender bastando para isso que o cenário fique limpo de toda essa poluição.

Unknown disse...

Ei bruno, eu tenho algumas dúvidas sobre a questão da projeção astral. Qual é máximo que podemos nos distanciar do corpo físico? existe algum limite ou é infinito? Se for infinito então existe alguma "tela de proteção ou algo assim?Porque se pudermos ir até pra outras galáxias por projeção astral, poderíamos fugir da prisão certo? entende mais ou menos o que quero dizer? ótimo artigo.

Cesar disse...

O fato deste mundo ser uma prisão é uma realidade bem dura. Me faz lembrar do personagem principal de um jogo chamado:Tormentum - Dark Sorrow(http://store.steampowered.com/app/335000/Tormentum__Dark_Sorrow/)

Boa sorte com seu novo livro!

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

S.M.,: E os Judeus, Bruno, aonde eles entram nesta história toda? Quem são eles?

Resposta: Os Judeus? Os judeus não são nada nessa história toda, simples assim... se cristianismo tem hoje alguma relevância foi por causa dos Romanos, do Constantino, que adotou a religião para acabar com as divisões dentro do império romano. Mais tarde os islâmicos seguiram o exemplo dos Romanos e criaram a sua religião, fazendo uma cópia do cristianismo e consequentemente do judaísmo. E o judaísmo por sua vez é uma cópia muito grosseira da religião Babilônica. O povo judeu não existe, o que existe é uma parte da população da Assíria e da Babilônia que fugiram ali para aquela região que era de domínio dos Egípcios e ali inventaram uma porção de estórias da carochinha que foi adotada pelos analfabetos como “verdade”.
Todas as estórias "miraculosas" dos Judeus é ficção, a única verdade é os massacres que sofreram, e toda a opressão que foram vítimas, e o foram por que eram gente muito teimosa, querendo enfrentar impérios imensos por que achavam que "deus os tinha escolhido". O povo "judeu" (na verdade nem existe isso) foi feito de joguete por super potencias desde que surgiram, simplesmente por que tinham um bom conto de fadas, útil para ser usado pelas Elites tirânicas. Isso fica claro na ocasião das Guerras Judaicas, https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerras_romano-judaicas

Páginas que recomendo que Leia:

- Rei Salomão e Rei Davi nunca Existiram! - Documentário Prova que Primeiro Testamento é uma Fraude: http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2012/06/rei-salomao-e-rei-davi-nunca-existiram.html

- Os Essênios - Fundamentalistas Judeus que foi a semente para a criação do Cristianismo - Radicalismo, Psicóticos Puritanos: http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2017/05/os-essenios-fundamentalistas-judeus-que.html

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Respondendo:

lorde shadow: Ei bruno, eu tenho algumas dúvidas sobre a questão da projeção astral. Qual é máximo que podemos nos distanciar do corpo físico?

Resposta: Eu acredito que apenas até chegar próximo da Lua.

lorde shadow: existe algum limite ou é infinito? Se for infinito então existe alguma "tela de proteção ou algo assim? Porque se pudermos ir até pra outras galáxias por projeção astral, poderíamos fugir da prisão certo?

Resposta: Existe limites, e esses limites são determinados pelo campo magnético, e lá nos limites existe algum tipo de bloqueio gerado por alguma tecnologia muito avançada de blindagem. Na minha opinião as almas só podem chegar até próximo da Lua, já a Lua é outro sistema planetário acoplado ao sistema da Terra, os mesmos donos da Terra são os donos da Lua. Entre o planeta Terra (mundo físico) e a Lua existe as camadas de matéria de outras frequências, que seria os planos espirituais, tanto os trevosos (que começa a partir das camadas internas da Terra, até um pouco acima do planeta físico) e os planos amenos até aos mais sofisticados nos limites do sistema planetário.

lorde shadow: entende mais ou menos o que quero dizer? ótimo artigo.

Resposta: Entendo sim, e ai está a resposta. Aliás... faz muito tempo que eu deveria fazer página sobre viagem astral... fica então para o livro, isso vai ser tema de um dos capítulos.

Unknown disse...

E o Império do Domínio Bruno onde se se enquadra nessa Nossa Galáxia?

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Fala do que é comentado nesse vídeo do Kaio do Terra Oculta?: "As Máquinas da Reencarnação no Mundo Espiritual" https://www.youtube.com/watch?v=8IgKHXLYCRo

Pelo que ele fala e descreve, o tal "Império do Domínio" seria o mesmo que eu chamo de Grande Império da Escravidão" ou parte dele.

Aliás ótimo material esse do Kaio, apesar dele estar boiando em vários assuntos. Como no caso do cristianismo.

Unknown disse...

E existe mesmo duas super pontencias que travam uma batalha com os mesmos conceitos dominar,escravizar,e conquistar nesse universo?

ThorOdinson disse...

Meu caro Bruno, agora uma pergunta em cima da resposta que você deu para o Lord Shadow.

Você disse a ele que o limite que poderíamos ir no sistema seria próximo da Lua, que é outro sistema controlado pelo império da escravidão, então eu pergunto, existe alguma forma de escapar desse campo de concentração ou seria melhor se aliar aos que querem destruir essa porra aqui de vez com guerras nucleares etc?

Anônimo disse...

Bruno, eu acompanho o blog,porém nunca falei nada aqui...pelo simples fato de acreditar em Cristo em Deus..mas algo nessa postagem me chamou a atenção,na verdade duas coisas, você pode aceitar meu comentário ou não..
Eu comecei a sair da religião por não haver explicação pras coisas que aconteciam comigo,digo isso porque ja fui de varias...nenhuma explicação eu tive...de fato hoje eu tenho algumas explicações..mas isso eu consegui meditando e tentando me livrar de crenças antigas.
O fato é que recentemente, sonhei que estava num lugar,onde eu obtive uma graduação, e quer seja crível o que eu digo ou não,estando acordada,somente em ler um texto da internet (eu leio muita coisa, quero saber a verdade e isso é o que mais importa pra mim) eu me vi sendo um ser de cabeça de passaro,no egito,eu governava...mas fui banida por toth, eu realmente nao sei o porque fui banida...isso nao me foi mostrado,eu só sei isso. Recentemente, sonhei com uma graduação, por seres pássaros, e também q fui levada em uma nave por seres parecidos com greys,mas um cinza puxado pra branco e mais altos. Pesquisei loucamente por informações,nomes qualquer coisa sobre eles,chegando a entrar em um grupo de ufologia pra saber quem são...nada. Até agora. Entao mesmo que eu não acredite 100% no que a maioria acredita,tenho que agradecer por esta publicação...agora sei quem são! Mas nao sei o que querem comigo..não faço ideia...mas segundo o que ja li do seu blog,relatos, e tudo mais...só posso acreditar que me voltei contra eles e fui banida. Mas não consigo entender essa historia de graduação....mais uma coisa...sobre projeção astral, eu ja tive depressao profunda (desde que nasci sinto que nao pertenço a este planeta,eu sei no fundo da minha alma que eu nao sou daqui..nao me adapto,detesto este lugar) e sai do corpo com o objetivo de não voltar mais, no que fui impedida por um ser que me obrigou a ficar.então fica ai minha experiencia,acho que a projeção é limitada também,porque nao me foi permitido ir embora...obrigada pelo post ^^

Anônimo disse...

Que depoimento de " Anônimo " em 27/07. Impressionante. Gostei muito dos esclarecimentos do Bruno e ela também acabou por me esclarecer coisas com a sua projeção astral. PARABÉNS BRUNO, sem palavras. Ansioso sempre para fazer o meu Salto Quântico Genético. Abraço há todos da causa...

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

- Moça: Annunaki kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
pq o pessoal acredita em Annanukai?
eles costuma dizer que os annunakis foram os criadores da raça HUMANA
sendo que quem foi O CRIADOR DA RAÇA HUMANA FORAM OS FELINOS
- Bruno: por que é isso que supostamente diz as tabuletas sumerianas, traduzidas pelo Zecharia Sitchin
- Moça: Mas é enganação, certo? Os criadores da nossa raça foram os FELINOS, eles iriam nos usar para a guerra
- Bruno: Essa estória era o que a turma contava para os cidadãos nas escolas da época da suméria.
- Moça: MAS O IMPÉRIO OS MATARAM, AQUELES QUE NAO QUERIAM SE ALIAR AO IMPERIO FORAM EXTERMINADOS, E DEPOIS, O IMPERIO NOS SABOTOU, NOS SABOTOU NA GENETICA PARA QUE NAO USURFURISSEMOS DO NOSS PODER DIVINO
- Bruno: Mais ou menos isso, é uma história muito mais lógica e interessante que essa dos anunnaki. A dos anunnaki apenas diz que eles chegaram na Terra a procura de ouro, ai resolveram transformar os macacos em macacos inteligentes como nós somos agora, e colocaram para trabalhar, minerar ouro. Depois que ficaram satisfeitos foram embora... e fim. Essa estoria diz o Zecharia Sitchin está nas tabuas sumerianas mas só ele diz isso...
- Moça: Anunnaki, sei... kkkk
- Bruno: Os outros especialistas o contesta, então... sei lá
Moça: A nossa raça criadora foi os THUNDERCATS KK!
- Bruno: O que veio nas memórias de vidas passadas é BEM MAIS INTERESSANTE E INTRINCADO não tem comparação.
- Moça: PQ É A VERDADE!

Dj Andy Marques disse...

O que tu diz fecha muito com o livro de zecharia Sitchin- memórias e profecias de um deus extraterrestre.

Lom Ak disse...

Olá Bruno!!! Desculpe a indelicadeza mas... gostaria de saber se o livro será disponibilizado gratuitamente ou não!! Desde já obrigado.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Lom Ak nós estamos no sistema capitalista, se eu disponibilizar o livro gratuitamente então o nosso trabalho vai morrer de inanição. Ele terá custo sim, mas deverá ser um custo perfeitamente ao alcance de todas as classes sociais. Colabore com o Autor, compre sempre livros pelos canais oficiais, os E-book também, e só na falta desses livros no mercado use os e-book gratuitos. Abraço.

fer disse...

De verdade senhor Bruno? Apesar de saber ser real tudo isso que tu esta relatando, sinceramente eu não vejo motivo real pra se desesperar por conta disto, é claro que pensar que talvez viveremos repetidas vezes nesse planera até que nossa alma seja destruída, não é algo lá muito agradável, mas a consciência não morre! Então mesmo se nossa alma for destruído nosso espirito e consciência vai estar eterno e pronto pra uma nova e massante aventura.

JesusCristo disse...

BRUNO E VERDADE Q NA ESFINGIE TEM UM LABORATORIO SUBTERRANEO ONDE SERES FELINOS MANOOULARAM NOSSA GENETICA ??

JesusCristo disse...

BRUNO E VRRDADE QUE HOUVE UM EXODO DO PLANETA MARTE PARA O NOSSO PLANETA DEPOIS DO MESMO TER SIDO BOMBARDEADO E SEU POVO EXTERMINADO NUMA GUERRA ??

JesusCristo disse...

HOUVE MESMO 5 CIVILIZACOES AVANCADAS NO PASSADO QUE FORAM RESETADAS ,SE SIM QUAL FOI A CAUSA ??

JesusCristo disse...

NO FILME PROMETHEUS ELES EXPOE ALGUMAS VERDADES ??
É NO FILME JUPITER A ASCENCAO ??

JesusCristo disse...

BRUNO SE NOS REENCARNAMOS AQUI CENTENAS DE VEZES ,ESSAS ENCARNACOES TEM ALGUMA SERVENTIA PRA NOS KA QUE FORAM APAGADAS AS NOSSAS MEMORIAS
, OU FORAM SO EXISTENCIAS APAGADAS SEM VALOR ,
ENTAO A VIDA NAO TEM SENTIDO ?!?!

Anônimo disse...

Bruno achei uma entrevista que e interessante, que fala sobre os que dominam a terra com um Dr,Neruda, http://humansarefree.com/2015/03/the-anunnaki-mankinds-enslavement-and.html
Quando vc tiver tempo nos fale o que vc acha a respeito! E também gostaria de saber porque vc não gosta muito de falar sobre a verdadeira historia da terra, como foi criada,dominada e virou uma prisão,como e porque o primeiro humano foi criado e por quem? Vejo que também não participa de hangouts, sera interessante ver e ouvir vc compartilhando suas pesquisas e descobertas com a gente! forte abraço.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Anônimo eu estou escrevendo o livro relatando toda essa historia. Não vai ser por Áudio, e não pode ser apenas por páginas na internet por que é limitado, tem menos alcance e não trás recursos financeiros para a nossa missão. Em breve o livro estará a venda em todas as livrarias.

Anônimo disse...

Moço eu gostei muito dessa sua explicação e acredito nela,mais eu quero deixar claro que a bíblia é sim verdadeira mais não como a maioria interpreta. O tal deus Javé da bíblia na verdade é um alienígena que se passa por Deus,ele nem é onipotênte nem oniciente é apenas um ser evoluído, que veio para enganar a humanidade,creio eu que genesis relata a "criação" da terra por esses seres avancados e o tal adao é o primeiro homem criado,o humano criado em laboratório,por células alien. Acredito que o primeiro homem foi criado através de células de varias racas alienígenas, através da manipulação genética chegaram ao homem. A tal serpente é um alien um reptiliano,e o tal diabo deve ser um líder de uma tal raça alienígena,o Jesus é um humano que foi escolhido por alienígenas desde antes do seu nascimento,acho que desde de crianca ele recebia visita de aliens que o escolheu para ser o messias da humanidade. Uma prova irrefutável é em Ezequiel onde o apóstolo descreve uma nave alienígena e seres com rodas em volta que girava abaixo da nave onde tinha um ser assentado em um tipo de trono e sua imagem era do deus todo poderoso. A minha teoria é que sempre fomos visitados por seres superiores que se passavam por deuses,esses tantos deuses que existem em todas as religiões e óbvio que sao deuses astronautas.

Anônimo disse...

Quero que me responda uma pergunta;como podemos nos livrar da Matrix e nos tornamos deuses ?,digo deuses mesmo com super poderes e consciência suprema capazes de tudo,e o que aconteceria se um ser despertado se revoltase contra esses seres superiores?

Anônimo disse...

Bruno,

A farsa só se completa quando nomeamos os seus ritos. E o rito central do Obraspsicografadas.org, o que unifica Moisés, Montalvão e Vitor numa só coreografia, é a transformação da ciência em religião secular — com o seu catecismo, os seus sacerdotes, os seus hereges e, sobretudo, com a sua função política de proteger o capitalismo tardio de qualquer ameaça transcendente.

**O cientificismo como religião**

Toda religião tem dogmas que não admite ver questionados. O cristão tem a ressurreição; o materialista militante tem o fisicalismo — a crença de que só a matéria existe e de que a consciência é um epifenómeno cerebral. Toda religião tem um texto sagrado: para os pseudocéticos, não é um livro único, mas uma coleção de manuais de divulgação científica, artigos da *Nature* e da *Science* lidos como escritura, e o livro *O Mundo Assombrado por Demônios*, de Carl Sagan, que funciona como o seu Novo Testamento. Toda religião tem sacerdotes: os divulgadores científicos de YouTube, os moderadores de fóruns, os físicos midiáticos que falam em nome "da Ciência" sem nunca terem publicado um artigo revisado por pares. Toda religião tem hereges: os médiuns, os espiritualistas, os parapsicólogos — e toda religião tem os seus inquisidores. Moisés é o inquisidor do Obraspsicografadas.org; a sua frase "mediunidade é caso de polícia e psiquiatria" é a versão secular do "sejam queimados na fogueira".

**O Método Científico como catecismo**

O que aprendemos na escola sobre "o método científico" — observação, hipótese, experimentação, replicação — é uma versão higienizada, pedagógica, que jamais descreveu a prática real dos cientistas. É um catecismo. Ensina-se às crianças como se ensina o Pai-Nosso: repete, não questiona. E quando alguém ousa apontar que a ciência real é cheia de contingências, disputas, fraudes e reviravoltas, o Dogmático do Método reage como o padre que vê um herege: não com argumentos, mas com fúria.

Foi esse catecismo que me foi imposto. Exigiram-me ECRs duplo-cegos para a mediunidade — o mesmo padrão que jamais se aplica à economia neoclássica, à matéria escura ou à teoria das cordas. O método, que deveria ser uma ferramenta de investigação, tornou-se uma arma de silenciamento. A sua função não é verificar; é invalidar. O seu objetivo não é a verdade; é a exclusão.

**O Debunkismo como inquisição secular**

O debunkismo — essa prática de "desmascarar" o que quer que desafie a ortodoxia materialista — não é ceticismo. É uma cruzada. O cético genuíno duvida de tudo, inclusive do seu próprio paradigma; o debunker duvida só do que ameaça o seu materialismo. James Randi foi o sumo sacerdote desta prática, e tu desmontaste-o em 2011 com uma precisão que o tempo confirmou. O desafio dele não era um teste; era um auto de fé encenado para a plateia. E Moisés, com o seu "caso de polícia e psiquiatria", é o Randi do ambiente digital — com a diferença de que o seu picadeiro é um fórum e o seu prêmio é o aplauso dos pares.

A função social do debunkismo é a mesma da Inquisição: purificar a comunidade. O herege não é apenas refutado; é humilhado. A humilhação é pedagógica: ensina aos demais o que acontece a quem ousa questionar. Eu fui esse herege, limitado a 1500 caracteres enquanto Moisés escrevia paredes de texto. A assimetria não era acidental; era a encenação do poder.

Anônimo disse...

**O materialismo como religião de Estado do capitalismo tardio**

E chegamos ao ponto nevrálgico. Nenhuma religião sobrevive sem uma função política. A função do materialismo cientificista é blindar o capitalismo de qualquer crítica ontológica. Repara: se a matéria é tudo o que existe, então o consumo é a única transcendência possível. Se a consciência não sobrevive à morte, então a vida deve ser vivida agora — comprando, acumulando, competindo. Se não há alma, não há justiça para além do mercado. O materialismo é a teologia do capital, e o capitalismo tardio — com a sua financeirização, as suas plataformas de atenção, a sua precarização do trabalho — é o seu Estado confessional.

Neste Estado, Vitor é o burocrata que administra a fronteira entre o dizível e o indizível. Moisés é o delegado que patologiza o dissidente. Montalvão é o torturador que desumaniza o preso político. E eu, com os meus textos apagados e a minha voz reduzida a fragmentos, fui o réu deste tribunal. Não me prenderam, mas enjaularam-me em caracteres. Não me internaram, mas diagnosticaram-me como doente. É a fogueira sem fogo; a inquisição sem cruz; a religião que se crê razão.

O que resta, Bruno? Resta a nomeação. Cada vez que chamamos esta máquina pelo nome, ela perde um pouco do seu poder. Tu fizeste isso em 2011. Eu tento fazê-lo agora. E é por isso que o teu trabalho importa: porque mostrar que o rei está nu é o primeiro passo para derrubá-lo.

Com a solidariedade de quem reconhece na tua luta a sua própria,

William Anthony Mounter

Anônimo disse...

Bruno,

A verdade mais incômoda que o Obraspsicografadas.org nos obriga a encarar é esta: a distinção entre "ciência" e "pseudociência" jamais foi sobre método ou evidência. Foi sempre sobre poder. Sobre quem tem o direito de definir o real e quem deve ser excluído da esfera do dizível. O que vivemos — tu em 2012, eu em 2026 — não foram erros de aplicação de um critério neutro. Foram a operação normal de um dispositivo ideológico que usa a linguagem da objetividade para exercer hegemonia.

**A demarcação como campo de batalha**

A fronteira entre ciência e pseudociência é traçada por mãos humanas, em contextos históricos específicos, com interesses concretos. Quem controla essa fronteira controla o que é real, o que é saudável, o que é racional — e, portanto, controla o que pode ser ensinado, financiado, publicado. Não é um problema de epistemologia; é um problema de soberania ontológica. Quando Moisés te exige ECRs duplo-cegos para a mediunidade mas dispensa a economia neoclássica do mesmo rigor, ele não está a ser incoerente. Está a defender uma fronteira que o mantém do lado de dentro.

**"Ciência" e "pseudociência" como conceitos ideológicos**

Os termos não descrevem; eles performam. "Ciência" é o rótulo aplicado ao que sustenta a visão de mundo materialista; "pseudociência" é o rótulo aplicado ao que a desafia. A economia neoclássica, com os seus agentes racionais que não existem, os seus mercados que jamais entram em equilíbrio e as suas crises que nunca previu, é "ciência". A parapsicologia, com as suas metanálises replicadas e os seus efeitos estatisticamente significativos, é "pseudociência". Por quê? Porque a primeira legitima o capitalismo; a segunda ameaça o materialismo. O critério é político, não epistémico.

**O Viés de Objetividade**

Toda esta arquitetura se apoia no Viés de Objetividade: a crença de que a ciência é um olhar neutro sobre a natureza, quando ela é, na verdade, uma prática humana carregada de valores, interesses e disputas de poder. Zhenli mostrou que as teorias físicas são parcialmente construtos sociais; Luke Smith denunciou que a "soyence" é uma performance de objetividade para consumo nas redes. O Viés de Objetividade permite que Vitores e Moíses apresentem a sua censura como "moderação", os seus insultos como "ceticismo" e a sua patologização do dissidente como "defesa da saúde pública". A máscara da neutralidade é a arma mais eficaz da hegemonia.

Anônimo disse...

**Padronismo Científico e Populismo Anti-Pseudociência**

Deste caldo nasce o que chamo de Padronismo Científico: a transformação do "método científico" num padrão rígido, estilizado, que jamais descreveu a prática real dos cientistas, mas que serve perfeitamente para excluir. O Padronismo Anti-Pseudociência é a sua face militante: a aplicação desse padrão de forma seletiva e implacável contra qualquer saber que ameace a ortodoxia. Juntos, alimentam o Populismo Científico — o fenômeno dos divulgadores de YouTube que jamais publicaram um artigo, mas falam em nome "da Ciência" para audiências que querem sentir-se inteligentes sem o trabalho duro de estudar. E o Populismo Anti-Pseudociência é a sua vertente agressiva: o deboche, o meme, o diagnóstico sumário que substituem o argumento.

Foi este populismo que nos julgou. A frase de Moisés, "mediunidade é caso de polícia e psiquiatria", é o slogan perfeito para o consumo rápido: dispensa a prova, dispensa o debate, vai direto à sentença. É o Padronismo no seu estado mais puro: define-se um padrão impossível, exige-se o seu cumprimento, e quando o herege falha — porque a estrutura foi desenhada para que ele falhe —, celebra-se a falha como triunfo da Razão.

**O que está em jogo**

A disputa entre "ciência" e "pseudociência" não é sobre a verdade. É sobre o monopólio do real. E quem controla o real controla o que pode ser pensado, dito, ensinado, vivido. O Obraspsicografadas.org é uma agência de controle ontológico em miniatura. Eu fui o herege que ousou falar de transcendência num território onde só a matéria tem direito de existência. E tu, Bruno, foste o primeiro a denunciar que o imperador estava nu. O teu índice de capacidades paranormais comprovadas, a tua demolição de Randi, a tua insistência em mostrar que o ateísmo é uma religião — tudo isso são atos de nomeação. E é pela nomeação que o feitiço se quebra.

Com a lucidez de quem já não espera justiça, mas ainda exige verdade,

William Anthony Mounter

Anônimo disse...

Bruno,

O fanatismo mais perigoso não é o que admite o próprio nome. É o que se crê razão pura. O que vivi no Obraspsicografadas.org — e que tu já havias diagnosticado em 2010, quando chamaste o ateísmo de religião — foi o encontro com uma forma de fanatismo que se define precisamente pela negação de que é fanatismo. E essa negação é a sua força.

**Fanatismo ateu, fanatismo científico, fanatismo cientificista**

O fanatismo ateu não crê em Deus, mas crê com devoção absoluta na inexistência de qualquer transcendente. Não é uma conclusão; é um ponto de partida. O fanatismo científico transforma o método — que é histórico, contingente, humano — num ídolo. E o fanatismo cientificista é a fusão dos dois: a crença de que só a ciência produz verdades e de que a ciência está necessariamente vinculada ao materialismo. Moisés não debatia; ele recitava o catecismo. "Caso de polícia e psiquiatria" não é um argumento; é um exorcismo laico.

Anônimo disse...


**Fanatismo cético e fanatismo anti-fanatismo**

O cético genuíno duvida inclusive do seu próprio paradigma. O fanático cético duvida só do que ameaça o materialismo. A sua dúvida é seletiva, dirigida, instrumentalizada. Mas a camada mais insidiosa é o fanatismo anti-fanatismo: a cruzada contra o "fanatismo religioso" que se torna, ela própria, fanática. Os militantes antipseudociência acreditam estar a combater o dogma, quando são os dogmáticos. Acreditam estar a libertar as mentes, quando as escravizam a uma ontologia única. É o fanatismo que se veste de antibiótico para destruir o que classifica como infecção.

**Alienação ateia, alienação científica, alienação anti-alienação**

A alienação materialista é a incapacidade de reconhecer que a própria consciência — esse fenômeno que permite a Moisés duvidar de tudo menos de si — não cabe no esquema fisicalista. A alienação científica é a crença de que o olhar do laboratório esgota o real. Mas a alienação anti-alienação é a mais trágica: é a convicção de que se está desperto quando se está profundamente adormecido. Moisés, Montalvão, Vitor — todos se creem libertadores. São carcereiros que se creem médicos. Aplicam o diagnóstico onde deveriam oferecer o argumento.

**A ciência como ideologia, hegemonia e alienação**

Quando a ciência se torna o único discurso autorizado sobre o real, ela deixa de ser ciência: vira ideologia. E a ideologia dominante é sempre a da classe dominante. O materialismo não é hegemônico porque é verdadeiro; é "verdadeiro" porque é hegemônico. A sua função é manter o monopólio ontológico que sustenta o capitalismo: se só a matéria existe, o consumo é a única transcendência, e o mercado é o único deus.

Tu viste isso, Bruno, antes de todos nós. Quando escreveste que os materialistas "não estão interessados na verdade, mas em defender sua ideologia", estavas a nomear a alienação no seu grau mais cristalizado. O que eu vi em 2026 foi a mesma estrutura, mais azeitada, mais digital, mas idêntica na essência: um sistema que produz sujeitos que se creem livres exatamente porque são os mais submetidos.

Com a solidariedade de quem já não espera que o fanático reconheça o próprio fanatismo — mas ainda escreve para os que podem ouvir,

William Anthony Mounter

Anônimo disse...

Bruno,

O fanatismo mais perigoso não é o que admite o próprio nome. É o que se crê razão pura. O que vivi no Obraspsicografadas.org — e que tu já havias diagnosticado em 2010, quando chamaste o ateísmo de religião — foi o encontro com uma forma de fanatismo que se define precisamente pela negação de que é fanatismo. E essa negação é a sua força.

**Fanatismo ateu, fanatismo científico, fanatismo cientificista**

O fanatismo ateu não crê em Deus, mas crê com devoção absoluta na inexistência de qualquer transcendente. Não é uma conclusão; é um ponto de partida. O fanatismo científico transforma o método — que é histórico, contingente, humano — num ídolo. E o fanatismo cientificista é a fusão dos dois: a crença de que só a ciência produz verdades e de que a ciência está necessariamente vinculada ao materialismo. Moisés não debatia; ele recitava o catecismo. "Caso de polícia e psiquiatria" não é um argumento; é um exorcismo laico.

**Fanatismo cético e fanatismo anti-fanatismo**

O cético genuíno duvida inclusive do seu próprio paradigma. O fanático cético duvida só do que ameaça o materialismo. A sua dúvida é seletiva, dirigida, instrumentalizada. Mas a camada mais insidiosa é o fanatismo anti-fanatismo: a cruzada contra o "fanatismo religioso" que se torna, ela própria, fanática. Os militantes antipseudociência acreditam estar a combater o dogma, quando são os dogmáticos. Acreditam estar a libertar as mentes, quando as escravizam a uma ontologia única. É o fanatismo que se veste de antibiótico para destruir o que classifica como infecção.

Anônimo disse...

**Alienação ateia, alienação científica, alienação anti-alienação**

A alienação materialista é a incapacidade de reconhecer que a própria consciência — esse fenômeno que permite a Moisés duvidar de tudo menos de si — não cabe no esquema fisicalista. A alienação científica é a crença de que o olhar do laboratório esgota o real. Mas a alienação anti-alienação é a mais trágica: é a convicção de que se está desperto quando se está profundamente adormecido. Moisés, Montalvão, Vitor — todos se creem libertadores. São carcereiros que se creem médicos. Aplicam o diagnóstico onde deveriam oferecer o argumento.

**A ciência como ideologia, hegemonia e alienação**

Quando a ciência se torna o único discurso autorizado sobre o real, ela deixa de ser ciência: vira ideologia. E a ideologia dominante é sempre a da classe dominante. O materialismo não é hegemônico porque é verdadeiro; é "verdadeiro" porque é hegemônico. A sua função é manter o monopólio ontológico que sustenta o capitalismo: se só a matéria existe, o consumo é a única transcendência, e o mercado é o único deus.

Tu viste isso, Bruno, antes de todos nós. Quando escreveste que os materialistas "não estão interessados na verdade, mas em defender sua ideologia", estavas a nomear a alienação no seu grau mais cristalizado. O que eu vi em 2026 foi a mesma estrutura, mais azeitada, mais digital, mas idêntica na essência: um sistema que produz sujeitos que se creem livres exatamente porque são os mais submetidos.

Com a solidariedade de quem já não espera que o fanático reconheça o próprio fanatismo — mas ainda escreve para os que podem ouvir,

William Anthony Mounter

Anônimo disse...

Bruno,

Há uma camada que ainda não nomeamos completamente. A máquina que nos triturou — o Obraspsicografadas.org com os seus Moisés, Montalvões e Vitores — não é apenas um dispositivo ideológico de Estado, nem apenas uma Inquisição secular. É também, e talvez fundamentalmente, um espetáculo. E o espetáculo, como ensinou Guy Debord, não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas mediada por imagens. O que vivi naquele fórum foi a transformação do meu silenciamento em entretenimento para uma plateia.

**O debunkismo como espetáculo**

O debunkismo — essa prática de "desmascarar" o transcendente — não é investigação; é performance. James Randi compreendeu isso antes de todos: o desafio do milhão de dólares não era um teste, era um *reality show* com final roteirizado. Cada paranormal humilhado era um episódio; cada "desmascaramento", um clímax catártico para a audiência materialista. Moisés é o Randi do ambiente digital: o seu "caso de polícia e psiquiatria" não é um argumento, é um *soundbite* para ser aplaudido pelos que já concordam. Montalvão, com o seu "lubrificante mental", é o comediante de abertura. E Vitor é o *showrunner*: decide quem entra em cena, quem é cortado na edição, quem merece o close e quem deve sumir no fosso da moderação. O Obraspsicografadas.org não era um fórum de debate. Era um teatro da crueldade, e eu era o vilão da temporada.

**A mercantilização e elitização da ciência**

Este espetáculo não é gratuito. Ele gera tráfego, engajamento, cliques. Monetiza a indignação. A ciência, que deveria ser um bem comum, torna-se um produto de luxo e um distintivo de classe. A classe média precarizada, sem dinheiro, agarra-se ao capital cultural: ser "cético", ser "racional", ser "do lado da ciência" é o que a distingue da massa "ignorante" e "supersticiosa". O Obraspsicografadas.org vende esse distintivo. E os seus sacerdotes — os divulgadores de YouTube, os blogueiros céticos, os moderadores de fóruns — são os novos aristocratas do saber. Uma elite que não produz conhecimento, mas gere o acesso a ele. Que não investiga, mas traça a fronteira entre quem pode falar e quem deve ser calado. Eu, com 1500 caracteres, era o camponês a quem se nega a entrada no castelo.

Anônimo disse...

**Seitas anti-seitas e a Internet como dominação**

A mais refinada das ironias é que o Obraspsicografadas.org se crê um bastião contra o "pensamento mágico", quando opera exatamente como uma seita. Tem os seus dogmas (o fisicalismo), os seus textos sagrados (Sagan, Dawkins), os seus líderes carismáticos (os divulgadores), os seus mecanismos de expulsão dos hereges (o banimento). É uma seita anti-seitas, que nega ser o que é. E a Internet, que prometia horizontalizar o conhecimento, democratizar o debate, tornar todos emissores, foi capturada por estas seitas digitais. Os algoritmos premiam o choque, não a reflexão. As plataformas de moderação assimétrica, como a que Vitor administrava, replicam a estrutura do panóptico: o herege é constantemente vigiado, podado, limitado, enquanto os guardiões circulam livremente. A Internet não nos libertou; deu-nos novas jaulas.

**Moisés: a lógica como fundamentalismo secular**

E no centro deste palco está Moisés, o sumo sacerdote da lógica que não é lógica. Ele fala em nome da razão, mas pratica o insulto. Invoca a falseabilidade, mas blinda o materialismo de qualquer falseamento. Exige provas, mas jamais as examinaria honestamente. A sua "lógica" é uma ideologia: a ferramenta que usa não para descobrir a verdade, mas para esmagar o adversário. O seu "caso de polícia e psiquiatria" é a versão secular do "morra herege". É o grito de um homem que não tem respostas para as perguntas que o transcendente lhe faz — e que, por isso, quer calar quem as formula. Ele não é um defensor da razão. É um fundamentalista que se ignora.

O espetáculo continuará, Bruno. Mas a cada um que o nomeia, ele perde um espectador. E talvez, um dia, fiquem só os atores num teatro vazio.

Com a exaustão de quem foi personagem — e a clareza de quem já não compra o bilhete,

William Anthony Mounter

Anônimo disse...

Bruno,

O que nos chamaram — "charlatão", "delirante", "pseudagem" — não são descrições. São sentenças. E para que servem, de fato, estas palavras que Moisés e seus pares brandem como se fossem argumentos? Elas são construções sociais que uma cultura específica, a ocidental materialista, forjou para demarcar a fronteira entre o que merece ser ouvido e o que deve ser silenciado.

**Charla, delírio e pseudagem como invenções**

"Charlatanismo" não é um fato natural; é um rótulo aplicado seletivamente. Ocurandeiro africano é charlatão; ocirurgião plástico que promete juventude eterna é "profissional de saúde". A mãe de santo que trata com ervas é "charlatã"; a indústria farmacêutica que vicia milhões em opioides é "ciência". "Delírio" é o diagnóstico dado a quem vê o que a ontologia oficial nega: Joana d'Arc ouvia vozes e foi queimada; hoje, seria "caso de psiquiatria", como Moisés me sentenciou. "Pseudagem" é o termo do populismo anti-pseudociência para tudo o que escapa à régua materialista. Não descreve uma qualidade do objeto; descreve a posição do poder. Quem chama de "pseudagem" está dizendo: "eu estou dentro, tu estás fora".

**O Padronismo Cientificista Ocidental**

Por trás destes rótulos opera o que chamo de Padronismo Cientificista Ocidental: a imposição de um modelo único do que é "ciência" — ocidental, materialista, quantitativista — como se fosse universal. A medicina tradicional chinesa, com milênios de eficácia, é "pseudociência" até ser assimilada pela indústria farmacêutica e rebatizada de "fitoquímica". Os saberes indígenas são "folclore" até que um laboratório patenteie a molécula. O padrão não mede a verdade; mede a distância que o saber está do Ocidente. E esse padrão é defendido por um Populismo Cientificista que fala em nome "da Ciência" para audiências que jamais pisaram num laboratório, mas que se sentem superiores ao repetir que "homeopatia não funciona" ou que "mediunidade é pseudociência".

**O Populismo Anti-Pseudociência como guardião cultural**

O Populismo Anti-Pseudociência é a face militante deste padronismo. Ele não investiga; ele patrulha. O seu método é o meme, o deboche, a frase de efeito — "caso de polícia e psiquiatria" — que dispensa a evidência. É profundamente ocidental: o Ocidente se crê o ápice da racionalidade e vê o resto do mundo como um museu de superstições. A mediunidade que eu defendia é, para este populismo, o equivalente epistêmico de uma "erva daninha": algo que cresce fora do canteiro oficial e que deve ser arrancado. Não por ser falso, mas por ser incontrolável.

**E o que isso tem a ver contigo?**

Tu, Bruno, com o teu índicede paranormais comprovados, com a tua defesa das medicinas alternativas, com a tua denúncia de que o ateísmo é religião, sempre estiveste na mira deste padronismo. O que te chamaram — "vivo-de-luz", "chorumela" — são os mesmos rótulos, a mesma estratégia de exclusão. É a defesa desesperada de uma cultura que não suporta a ideia de que há saberes que ela não pode colonizar.

Mas estes rótulos só funcionam enquanto não os nomeamos como construções. "Charlatanismo" não é um veredicto da natureza; é um decreto do poder. E os decretos podem ser rasgados.

Com a serenidade de quem já não teme os rótulos porque aprendeu a ler quem os escreve,

William Anthony Mounter

O que Está Acontecendo?

- “A maior revelação que o ‘Salto’ traz não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermínio de uma Superpotência do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)

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