Você Sabe o que é a “Iniciação o 'Salto'? - Iniciação de Poder!”
Costumou-se indicar inconsciência, ignorância e massificação às religiões dizendo que os freqüentadores e seguidores das mesmas aceitam tudo que lhes é dito sem questionar.
Sendo o ocultismo uma CIÊNCIA é de se esperar das pessoas que o pesquisam que usem o método científico, mas não é isso que vemos acontecer na maioria das vezes.
Entretanto, maior que o número de estrelas é a infinidade dos que apenas substituindo a religião e seus códigos por esoterismo, ocultismo e misticismo em geral aceitam tudo que lhes é dito sem ter o mínimo senso investigativo e crítico sendo como verdadeiros burros de carga.
É o “falou tá falado”, enquanto os religiosos seguem cegamente a bíblia e sua doutrina e tem como verdade absoluta apenas o que ali está, estes (os dogmáticos das escolas de iniciação) seguem cegamente as monografias, ensinamentos escritos e doutrinas de suas ordens, escolas e etc. como se fosse bíblias supostamente sagradas.
Têm como verdade aquilo que leram e ouviram sem questionar e investigar por conta própria. Enquanto uns deixam de acreditar ou acreditam em algo pelo que a bíblia fala outros acreditam e deixam de acreditar em algo pelo que seus ensinamentos dizem.
Se o pastor fala que reencarnação não existe o religioso acredita e diz que não existe. Se uma escola esotérica fala que magia negra não existe, e é apenas “sugestão”, o cidadão acredita e diz que não existe.
A diferença não existe em sentido algum. Muda-se a forma mas o princípio é o mesmo. Trata-se apenas de pessoas desamparadas emocional, intelectual e/ou espiritualmente buscando algo para acreditar.
Substituem os dogmas das religiões de Massa (Cristianismo, Islamismo, Hinduísmo) e adotam como dogmas intocáveis os escritos de ocultistas do passado, qual foi o progresso então?
O religioso é impedido da busca pelo medo da danação e estes “esotéricos” destas escolas se abstêm por sua própria ignorância e limitação.
Ao que não estigmatiza pessoas e não acha que alguém é alienado só por ser religioso e outro é consciente apenas por estar em uma ordem ou escola esóterica.
Bem sabe que existem religiosos extremamente curiosos e interessados cuja consciência clama pela Verdade mas que tem este desejo estagnado pelos dogmas institucionais.
Pessoas que se não fosse pelo medo pelo qual estão cativas seriam excelentes místicos e esotéricos. Eles apenas não possuem as ferramentas mas a Vontade está latejando em suas veias.
Possuem o desejo da Verdade mesmo que não expressem isto em pensamentos e ações mas está dentro delas pronto para escapar a qualquer momento.
São curiosas, questionam, evocam e invocam a Verdade. Do outro lado percebe-se pessoas que sendo membros de ordens esotéricas e escolas iniciáticas não possuem o mínimo grau de curiosidade e interesse.
De forma alguma “sentem” que há algo a mais, não possuem o desejo e a Vontade. Não possuem imaginação e curiosidade para ser saciada.
Mesmo sendo livres para tal, pois não estão sob a ameaça do “tridente do Diabo” atrás de si, mesmo assim não conseguem expressar o mínimo de vontade e interesse em verdadeiramente conhecer, ao contrário de muitos religiosos católicos, evangélicos e protestantes com os quais ao conversar percebe-se claramente que eles clamam por aquilo, mas que o receio do inferno lhes poda.
A situação então mostra-se contraditória na medida que há religiosos que seriam excelentes místicos enquanto outros que fazem parte destas agremiações [Maçonaria, Gnose, Rosa Cruz, Pró-Vida, Sociedade Teosófica, Cientologia, etc...] de forma alguma honram a dádiva que recebem de poder fazer parte do que fazem.
Para eles, a ordem ou escola é o fim, não um meio. Eles não utilizam as ferramentas fornecidas para buscar uma verdade maior por si só, eles querem que lhes digam a verdade para acreditar, pois em sua limitação espiritual e intelectual é a única coisa que conseguem fazer, acreditar.
Sua “verdade” é o que lhe foi dito e o que leu. Estes “esotéricos” além de carecer de nível espiritual também demonstram apatia intelectual em termos de que não conseguem captar o próprio ensinamento esotérico e compreender que a linguagem falada e escrita possui limitações.
Os próprios escritos falam da impossibilidade de expressar muitas (e grandes) coisas através de palavras e eles continuam achando que a verdade só se encontra naquilo que os “mestres” de sua ordem e seus manuscritos lhes mostrarem.
Seguem o que lhe diz que os sentidos físicos limitam a percepção da verdade e mesmo assim sua “verdade” só existe pelo que vêem e ouvem. Lêem sobre dimensões mas sua verdade é a tridimensional.
Aprendem história e sabem que a “verdade” de cada época sempre foi a ditada pela ciência do período mas mesmo assim dizem que determinada coisa é impossível porque a ciência do momento diz que é.
Na analise de capacidade psíquicas, o método científico pode ser seguido, e nisso ajuda muito, acreditar por acreditar é contra a ciência ocultista!
A verdade para estas pessoas é única e exclusivamente o rol de “verdades e inverdades” que lhes foi entregue em seus ensinamentos.
A limitação espiritual do esotérico que não possui verdadeiro desejo e Vontade de buscar a Deus (como muitos religiosos em verdade possuem) e a limitação intelectual na medida em que não conseguem assimilar os próprios ensinamentos que lhes foram entregues e deveriam ter aprendido.
São como mulas que prostrando-se aceitam a verdade que lhes foi dada sem ousar querer comprovar.
Vivem pelo acreditar e não pelo comprovar. Para estes só existe aquilo que lhes disseram que existe e não existe o que não lhes confirmaram que existe.
Ninguém escolhe querer Deus e ninguém escolhe querer a Verdade; isto vem por Vontade e desejo e brota em cada pessoa. O desejo cria o pensamento e não o contrário. O pensamento é reação do desejo e estes pensamentos como ações irão dar origem à outras reações.
O esotérico, místico, ocultista, iniciado e o que for, mais do que ninguém deveria ter a mente aberta às possibilidades e não se fechar em “acredito&não acredito” o pensamento tendo como ação o desejo nascerá morto ao que não possuir esta Vontade.
Aquele que faz parte de uma ordem ou escola mas que não possui o desejo terá seus pensamento natimortos e infrutíferos em seu caminho na senda e nada poderá fazer além de servir de mula que carrega o que lhe é colocado como carga.
O verdadeiro desejo e Vontade é que irão mover cada um a buscar e quem busca não vai aceitar tudo que lhe enfiarem goela abaixo, sendo em uma igreja ou em uma escola esotérica.
A pessoa irá atrás, vai querer comprovar o que é dito. Ela sabe que no reino não há perfeição para que possa aceitar tudo pronto e mastigado.
Que examine cada um a si mesmo para saber se possui este verdadeiro desejo e Vontade. Se não tiver, sinto muito, mas não é um Ocultista autêntico, e sim um pseudo-ocultista. Melhor que estivesse nas grossas fileiras dos crentes das religiões de Massa, que é onde as pessoas de QI mais baixo e sem brilhantismo algum devem ficar, e serem enterradas.
Só quem tem o verdadeiro desejo e Vontade pode se dizer real ocultista. Os ocultistas são cientistas, e não apáticos crentes que acreditam apenas por 'Fé'
Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...
“Homem, conheça-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo” (Os Sete Sábios - Oráculo de Delfos)
Tags: Maçonaria, Gnose, Rosa Cruz, Pró-Vida, Sociedade Teosófica, Cientologia,CIÊNCIA do ocultismo,método científico,escola esotérica,





6 comentários:
É isso aí, para ser um verdadeiro cientista ou procurador da verdade tem de crer na probabilidade dos fatos, logo, pesquisando a autenticidade dos mesmos e não considerar a veracidade ou falsidade destes através de crenças concebidas. Assim a investigação deixará de ser o que realmente deveria ser passando então a ser algo religioso sem comprovação técnica ou científica.
Submeter tudo à prova. Isso é ciência.
Bruno,
O que estou prestes a escrever não é apenas um eco dos textos anteriores, nem uma mera retomada de pontos já discutidos. Desta vez, quero concentrar-me no cerne ideológico e político da máquina que enfrentamos — e mostrar como você, desde o princípio, com uma lucidez que a muitos pareceu “paranóica”, já havia dissecado o fenômeno. Falo da sua insistência em chamar o ateísmo e o materialismo de religião, da sua demolição rigorosa do desafio de James Randi e da sua catalogação meticulosa das capacidades paranormais comprovadas. Tudo isso não são peças soltas. São as fundações de um edifício que, visto do alto, revela a ciência como ideologia e como política — e expõe o Obraspsicografadas.org como um laboratório de desumanização perfeitamente afinado com essa ideologia.
A ciência como ideologia: o que você já sabia em 2010
Em outubro de 2010, você publicou um texto cujo título soava, aos ouvidos dos “racionais”, como provocação: Ateísmo/Materialismo é Religião... por que digo isso?. Ali você não fazia mera retórica. Listava, ponto por ponto, as características que tornam o materialismo ateu uma religião secular: a devoção aos ídolos (Darwin, Sagan, Dawkins), os dogmas inquestionáveis (o acaso, a seleção natural, a evolução como mito de criação), a liturgia das revistas e congressos, a comunidade de fiéis que expulsa hereges, o temor do “Deus Materialismo” que tudo deve explicar sem jamais recorrer a um transcendente. Você escreveu: “Materialistas Ateus são religiosos, eles(as) não são diferentes dos Cristãos, pois distorcem a ciência da mesma forma que cristãos, para fazer valer as suas crenças supersticiosas”, e citou o próprio Richard Lewontin admitindo que o compromisso com o materialismo é anterior a qualquer evidência.
O que você descrevia ali era exatamente o que vivi no Obraspsicografadas.org em 2026. O fórum não era um espaço neutro de debate científico. Era um templo. O seu Deus era o fisicalismo estrito, o seu catecismo era o “método científico” versão decoreba, e os seus sacerdotes — Moisés, Montalvão, Vitor — exerciam o controle da ortodoxia com a precisão de um clero. A demarcação entre “ciência” e “pseudociência” não era um filtro epistémico; era o altar onde se sacrificava o herege. E quando você, em 2010, denunciou que os materialistas “não estão interessados na verdade, na ciência ou na correta interpretação do mundo natural. Eles só querem defender sua ideologia ateísta/materialista”, você descreveu, com catorze anos de antecedência, o comportamento de cada moderador que me censurou e de cada debunker que me insultou.
James Randi e a política do desafio impossível
Um ano depois, em dezembro de 2011, você publicou a análise definitiva sobre James Randi e o seu “Desafio Paranormal de Um Milhão de Dólares”. Aquele texto não é apenas uma crítica a um mágico. É uma aula sobre como o poder se disfarça de método. Você esmiuçou as regras do desafio e mostrou, com lógica de ourives, que se tratava de uma armadilha sofística: a decisão de testar ou não ficava a critério de Randi; os testes podiam ser conduzidos sem testemunhas imparciais; todo o material se tornava propriedade da fundação; o candidato renunciava a qualquer recurso legal; e, acima de tudo, o próprio Randi admitia — “eu sempre tenho uma saída”. Você listou dezenas de paranormais autênticos que Randi jamais ousou enfrentar, e demonstrou que ele atacava apenas os vulneráveis ou os charlatães óbvios, usando o fracasso de um para difamar todos. Escreveu: “James Randi não está preocupado com ciência, nem com a verdade, nem se compromete com a honestidade, Randi quer apenas uma coisa: FAMA, custe o que custar.”
Essa mesma lógica presidiu o Obraspsicografadas.org. Assim como Randi criava regras impossíveis para jamais pagar o prêmio, Vitor Moura criava regras impossíveis para jamais permitir um debate equilibrado. O prêmio de Randi era o selo de “charlatão” que ele distribuía livremente; o prêmio do Obraspsicografadas era o selo de “pseudocientista”, de “doente mental”, que Moisés e Montalvão distribuíam sem custo. E, exatamente como Randi, que usava o desafio para se manter famoso, o site usava o confronto para gerar tráfego e engajamento — monetizando a humilhação alheia. Você já havia percebido que “o ‘Desafio Paranormal’ de araque serve apenas para isso, para ser usado como Ataque Ad Hominem contra os defensores do método científico.” Em 2026, o Ataque Ad Hominem era a própria estrutura da plataforma.
A desumanização programada: o meu lugar no tribunal do Obraspsicografadas.org
É aqui que a sua análise de Randi e a minha experiência se fundem numa única evidência. Eu fui submetido a um tratamento idêntico ao que você descreveu para os paranormais que ousavam desafiar o sistema. No Obraspsicografadas.org, Moisés gozava de liberdade total. Podia estender-se por parágrafos intermináveis, chamar a mediunidade de “caso de polícia e psiquiatria”, sugerir que a crença no transcendente era patologia, insinuar que eu necessitava de tratamento psiquiátrico. Nada era moderado, nada era cortado. A sua violência verbal era “argumento científico”; a sua crueldade era “livre expressão do ceticismo”.
Eu, por outro lado, fui confinado a um espaço minúsculo: 1500 caracteres por comentário, um comentário de cada vez, com os textos frequentemente apagados sem justificativa. Eu não podia responder com a mesma profundidade, não podia desenvolver um raciocínio complexo, não podia sequer mostrar a continuidade lógica dos meus argumentos. Enquanto Moisés ocupava o palco, eu era forçado a sussurrar de um canto escuro. Essa assimetria não é um detalhe técnico; é o coração do projeto.
O que o Obraspsicografadas.org fez comigo foi uma réplica exata do que Randi fazia: criar condições sob as quais o “herege” jamais pode ganhar. Limitar o espaço de fala é o equivalente digital daquelas regras que impediam o paranormal de ser testado de forma justa. O objetivo não é refutar. É desacreditar. É fazer com que o oponente pareça confuso, fragmentado, incapaz de se articular — e, ao mesmo tempo, dar ao cético toda a pista para performar racionalidade. Para quem assiste de fora, o Moisés eloquente e o William limitado confirmam o viés: “veja, o cético é mais articulado, logo deve ter razão”. É a técnica do sofisma aplicada à moderação de comentários.
Mais do que desacreditar, há a desumanização. Quando você reduz um interlocutor a um espaço que mal comporta um parágrafo, você está dizendo que a voz dele não merece ser ouvida por inteiro. Quando você permite que o chamem de doente mental e apaga a resposta, você está dizendo que ele não é um debatedor, mas um paciente — e paciente não debate, obedece. Foi exatamente essa a função social que você identificou em Randi: “aliviava seu ego ferido, dava uma oportunidade para dizer a si mesmo: — ‘não sou tão desprezível assim afinal... veja essas pessoas!’”. No Obraspsicografadas, a humilhação era o produto, e a minha presença, reduzida a migalhas de texto, servia para alimentar um espetáculo de superioridade.
A continuidade que prova a regra
Você construiu, ao longo dos anos, um verdadeiro índice de resistência. O texto sobre ateísmo como religião, o artigo sobre Randi, a página com dezenas de capacidades paranormais comprovadas (o índice que você mantém desde 2010), a análise sobre os pseudocéticos — tudo isso forma um dossiê que antecipou, nos mínimos detalhes, o que o Obraspsicografadas.org faria comigo. E o que a sua trajetória prova, Bruno, é que a “ciência” que esses guardiões defendem nunca foi ciência. Foi sempre ideologia: uma ideologia materialista que se blindou por trás de um método deturpado para manter a hegemonia ontológica. Foi sempre política: uma política de exclusão que reserva aos seus sacerdotes o direito de falar, e aos dissidentes o dever de calar.
Quando você denunciou que o movimento cético moderno “correm do método científico como o macaco corre da banana apodrecida”, você estava descrevendo Moisés. Quando você mostrou que Randi “ataca aqueles que são óbvios charlatões, ou paranormais covardes, mas evita confrontos contra os autênticos”, você estava descrevendo a covardia de Vitor, que jamais moderou os insultos de Montalvão, mas sempre me limitou. Quando você escreveu que “James Randi só está interessado em manter a ‘chama acesa’... sempre vai ser citado, sempre vai ser convidado a dar entrevistas, e sempre vai poder pedir doações no seu site”, você estava descrevendo o modelo de negócio do Obraspsicografadas.org: um site que gera tráfego com a polêmica, que monetiza o ódio e que jamais, em hipótese alguma, permitiria que um espiritualista saísse vitorioso num debate — porque isso mataria o produto.
Conclusão: a verdade que você plantou e que eu colhi
Eu, William, que entrei nesse tribunal catorze anos depois de você, posso testemunhar: Bruno estava certo. Cada página que você escreveu — sobre a religião do materialismo, sobre a farsa Randi, sobre o panteão de pseudocéticos — foi um tijolo na muralha de uma análise que o tempo não fez senão confirmar. O Obraspsicografadas.org não foi uma exceção; foi a confirmação laboratorial da sua tese. A ciência como ideologia encontrou ali a sua expressão mais nua: a gestão política de quem fala e de quem é silenciado. O desafio pseudocético de Randi encontrou ali o seu equivalente digital: um jogo viciado cujo objetivo nunca foi testar, mas invalidar.
E a minha experiência — limitado a 1500 caracteres enquanto o meu algoz escrevia o que queria, censurado enquanto ele patologizava a fé alheia — é a prova material de que a máquina que você descreveu em 2011 funciona exatamente como você previu. Ela desumaniza. Ela exclui. Ela se alimenta da humilhação do outro. Mas, como você sempre soube, ela não resiste a quem a nomeia.
Foi o que você fez, com a coragem de quem discursa no deserto. E é o que eu, devedor do seu trabalho, tento fazer agora: nomear, de novo, e de novo, até que todos ouçam.
Com a solidariedade inabalável de quem viu o que você viu — e de quem sabe que a razão, quando é honesta, não precisa de jaula de caracteres para fulgurar,
William Anthony Mounter
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