quarta-feira, 26 de abril de 2017

Teoria do Design Inteligente - Livro Assinatura na Célula de Stephen C. Meyer - DNA Prova que Evolução não acontece!

Outros livros sobre o Design Inteligente: [A Caixa Preta de Darwin] - [Evolução uma Teoria em Crise]

Palestra de Stephen C. Meyer sobre o seu livro “Assinatura na Célula” e a Teoria do Design Inteligente:

Teoria da Evolução é Pura Insanidade! Uma Religião! Se trata de ideologia, não de Ciência! Ateísmo/Materialismo:

Stephen C. Meyer é um cientista Norte Americano com PhD especialista na molécula do DNA, ele escreveu um livro de mais de 600 páginas onde explica por “A” mais “B” que a Teoria da Evolução de Charles Darwin está provada falsa pela ciência honesta e lúcida. Sendo o cientista de VERDADE que é, foi seguindo o método cientifico à risca, tentando entender o que de fato ocorre aqui nesse planeta. Ele tentava entender como a vida veio surgir e se desenvolver na Terra, e ao fazer isso descobriu a verdade, a evolução simplesmente não acontece... toda a vida é produto de design inteligente, isto é, foi criada por alguma inteligência, (uma, ou várias) inteligências essas igual ou superiores a inteligência humana. Ele se tornou um defensor do Teoria do Design Inteligente, [Clique Aqui] mas quem é essa(s) inteligência(s)? De onde elas vieram? E por que fizeram isso? Bem... essas são questões muito profundas, grandes e importantes demais, e os proponentes da teoria do design inteligente argumenta que é preciso a união de toda a classe cientifica para serem respondidas. O design inteligente resume a sua missão a apenas classificar e separar o que seja produto de Design do que é produto de meras coincidências. Se toda a classe cientifica, de todas as áreas do conhecimento se unirem nessa busca por respostas a volta do ID (Intelligent Design) então poderemos saber quem são, de onde vieram e por que implantaram a vida aqui nesse planeta. Mas enquanto a guerra entre proponentes do Design e os defensores da evolução prosseguir, nada será feito... é preciso que a Teoria da Evolução seja descartada de vez para assim a ciência se concentrar no que realmente importa, desvendar os mistérios de como a vida surgiu, se desenvolveu, e quem foram os implementadores dela aqui na Terra.
      
O Livro Signature in the Cell, DNA and the Evidence for Intelligent Design, de Stephen C. Meyer
Compre pela Amazon em inglês AQUI
Stephen C. Meyer e seu tratado cientifico, o livro Signature in the Cell, DNA and the Evidence for Intelligent Design, ciência de VERDADE! Contra a pseudociencia da evolução

Descrição: Um argumento convincente para o design inteligente baseado em descobertas revolucionárias na ciência. Em assinatura na célula, Stephen C. Meyer escreveu o primeiro argumento abrangente baseado nos estudos do DNA para a teoria do design inteligente. Como ele conta a história de sucessivas tentativas de desvendar um mistério que Charles Darwin não abordou - como a vida começou? - Meyer desenvolve o caso para esta teoria muitas vezes incompreendida usando o mesmo método científico que o próprio Darwin usou. Oferecendo uma nova perspectiva sobre um dos mistérios duradouros da biologia moderna, Meyer revela de forma convincente que o argumento para o design inteligente não se baseia na ignorância ou “desistir da ciência”, mas em claras evidências científicas convincentes, bastante vastas e inegáveis. A ciência prova, e não deixa dúvidas, toda a vida na Terra, desde as bactérias até os seres humanos é produto de Design Inteligente, esse fato é inegável e ele prova isso em mais de 600 páginas.

Richard Dawkins, o maior defensor da teoria da evolução na atualidade (apelidado o Rottweiler de Darwin) tem medo do Stephen C. Meyer, corre dele, como o rato corre do gato

Richard Dawkins Admite o Design Inteligente - Evolução Falsa:

Opiniões:

- “A Assinatura na Célula é uma obra definidora na discussão das origens da vida e a questão de se a vida é produto de uma matéria não pensante ou de uma mente inteligente. Para aqueles que discordam da ID (Teoria do Design Inteligente), o material poderoso que Meyer apresenta não pode ser ignorado em qualquer debate honesto. Para aqueles que podem ser simpáticos a ID, a cerca, ou simplesmente curioso, este livro é sem dúvida alguma um divisor de águas” - [American Spectator]

- “Este controverso e convincente livro do Dr. Stephen C. Meyer apresenta-se como um dos melhores livros de 2009 do Times Literary Supplement (Londres), que apresenta um novo argumento convincente para o design inteligente, baseado em descobertas revolucionárias na ciência e no DNA. Ao longo do caminho, Meyer argumenta que a teoria de Charles Darwin da evolução como exposto em A Origem das Espécies não refuta de forma alguma a Teoria do Design Inteligente (ID).

- “Um caso decisivo baseado em ciência de ponta, de tirar o fôlego!” (Dr. Philip S. Skell, membro da Academia Nacional de Ciências e Evan Pugh Professor Emérito da Pennsylvania State University).

- “Uma fascinante exploração. . . Se você acredita que o design inteligente é verdadeiro ou falso, Assinatura na Célula é um livro de leitura obrigatória”.  (Dr. Scott Turner, professor de biologia ambiental e florestal da Universidade Estadual de Nova York e autor de The Tinkerer's Accomplice).

- “Uma apresentação cuidadosa desse problema diabólicamente difícil”. (Dr. Thomas Nagel, professor da Universidade de Nova York, no Times Literary Supplement.

Quem é Stephen C. Meyer? - Biografia: Dr. Stephen C. Meyer recebeu seu Ph.D. da Universidade de Cambridge na filosofia da ciência. Um ex-geofísico e professor universitário, agora dirige o Centro de Ciência e Cultura no Discovery Institute, em Seattle. Em 2004, Meyer acendeu uma tempestade de mídia e controvérsia científica quando um jornal de biologia na Smithsonian Institution publicou seu artigo científico revisado por pares sobre o design inteligente. Meyer foi apresentado na televisão nacional e programas de rádio, incluindo The News Hour com Jim Lehrer, Sunday Morning da CBS, Nightly News da NBC, ABC World News, Good Morning América, Nightline, FOX News Live e Tavis Smiley na PBS. Ele também foi destaque em duas histórias da primeira página do New York Times e atraiu atenção em outros meios de comunicação de alto nível.

Pesquisa no Google sobre Meyer e seu fabuloso tratado cientifico, Clique Aqui 

Artigos Revisados ​​por Pares Suportando o Design Inteligente, [Link AQUI]

Teoria Cientifica do Design Inteligente - Documentário Explicativo - Ciência de Verdade:

Design Inteligente é uma teoria científica que sustenta que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, em vez de processos não direcionados, como a seleção natural. O design inteligente (ID) é uma teoria científica que emprega os métodos comumente usados ​​por outras ciências históricas para concluir que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, e não por um processo não direcionado, como a seleção natural. Os teóricos da ID argumentam que o design pode ser inferido estudando as propriedades informacionais de objetos naturais para determinar se eles carregam o tipo de informação que em nossa experiência surgem de uma causa inteligente. A forma de informação que observamos é produzida por ação inteligente e, portanto, indica de forma confiável o design. Essa evidencia é geralmente chamada de “complexidade especificada” ou “informação complexa e especificada” (CSI). Nesta página você pode baixar uma bibliografia anotada de artigos científicos revisados ​​por pares e editados por pares apoiando, aplicando ou decorrentes da teoria do design inteligente. Você também pode ler uma descrição da comunidade de pesquisa de design inteligente e seus objetivos. Continua... em: [Clique Aqui]



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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Top 23 Razões para você não acreditar em Jesus Cristo - Jesus Cristo nunca existiu e a Bíblia e um Livro de Contos de Fadas

Você Sabe o que é “O Salto Quântico Genético”? [Clique Aqui]

Jesus Cristo é um personagem de ficção criado pelo Imperador Constantino de Roma em 300 d.C, ele o criou a partir de outras figuras mitológicas da época, Clique Aqui para saber maiores detalhes

Aqui no site temos uma longa e vasta série de artigos que divulgam as informações e evidências que prova sem sombra de dúvida que Jesus nunca existiu, que a religião cristã é uma farsa criada pelo império romano, que a bíblia (primeiro e segundo testamentos) é puro conto de fadas para fazer adulto dormir. A bíblia é um livro de contos baseados em lendas, estórias distorcidas, e rumores da época. Esses contos da carochinha foram reunidos e modificados mais ainda pelos responsáveis por reunir as lendas (a equipe de historiadores e filósofos do imperador Constantino de Roma). É obvio que as lendas foram floreadas, dando vazão a imaginação. Tudo para poder encantar e impressionar analfabetos e semi-analfabetos da época. Assim como hoje, a única coisa que as pessoas presenciaram naqueles tempos foi muito "blá,blá,blá", muita conversa fiada, retórica, e nada mais... e assim como hoje, naquela época só essa conversa fiada era suficiente, principalmente numa época onde não se conhecia a metodologia cientifica. Então imagine! Se hoje em dia com toda a informação que temos a disposição, bilhões caem na conversa fiada dos Padres e Pastores, imagine naquele tempo? Então temos toda essa informação aqui no site, e você pode conferir usando os links logo abaixo. Aqui nessa página resolvi reunir 23 boas razões para não acreditar que Jesus tenha existido, vão ser textos menores com breves explicações, um resumo, porém com poderosos argumentos. Uma página feita para aquelas pessoas que não querem mergulhar em longos e difíceis textos explicativos (pelo menos inicialmente). Mas uma vez que veja que temos razão poderá se animar em ler os textos mais longos.


Maria 'Mãe' de Jesus? [Clique Aqui]


Então vamos a elas! 23 ótimas razões para você NÃO acreditar em Jesus Cristo:

01 - Jesus é o Salvador que não salva ninguém... nem a si mesmo salvou!: É muito estranho os devotos cristãos de todas as denominações se referir a Jesus como sendo o “Salvador”. Aliás é dito que ele é o “único e suficiente senhor e salvador de toda a humanidade”(!?). Porém esse alegado “salvador” nunca salvou ninguém... Desde o tempo do Império Romano até hoje milhões de cristãos devotos e dedicados tem sido mortos, torturados, roubados, humilhados, estuprados(as) injustiçados, enganados, etc... e Jesus simplesmente não faz nada... apesar de ser chamado em preces fervorosas, apesar de ser invocado com muita fé e vontade ele não aparece. Todos os dias vemos notícias de cristãos devotos, frequentadores de igreja, doadores de dinheiro para a caridade, trabalhadores voluntários cristãos, padres, madres, pastores, pastoras, etc... sofrendo com as mazelas do mundo como qualquer ateu, umbandista, budista, taoísta, xintoísta, etc... Então Jesus salva quem? E do que Mesmo?? Na estória clássica ele mesmo não foi capaz de se salvar, morreu miseravelmente na cruz como tantos outros milhões tinham morrido, imagine então salvar os seus pobres devotos...

Jesus além de não ajudar ninguém, ele pelo contrário! Manda gente para te matar! Jim Jones pastor evangélico responsável pela morte de mais de 918 devotos de Jesus! Tragédia aconteceu em Jonestown, na Guiana (antiga colonia da Inglaterra na América do Sul), eram todos cidadãos norte-americanos e Jesus não apareceu para salva-los!?

02 - Disse que voltaria, (ainda na geração para quem ele discursava) e não voltou: Até hoje depois de 2 mil anos ainda não voltou. Então quando voltará esse alegado “salvador”? Geração após geração, desde a fundação do cristianismo tem acreditado que o “senhor” voltaria ainda no tempo da duração de suas vidas, a estória da Igreja Adventista do Sétimo Dia é o maior exemplo disso, e é simplesmente cômica! Para saber o que aconteceu, acesse AQUI 


03 - O Filho é o ‘Salvador’, porém quem sempre aparece é a ‘Mãe’?!: Jesus é tido pelos cristãos como “O Filho ungido de Deus”, “O único e suficiente senhor, e Salvador de toda a humanidade”, porém é claro e notório de se verificar que a única que vive aparecendo de tempos em tempos para fazer grandes milagres, e dar recados para a humanidade é a ‘mãe’ dele... por que? A verdade é que esse suposto ‘único filho de deus’ disse que ia voltar há mais de 2 mil anos, mas nunca volta. Já a sua ‘mãe’, que segundo a bíblia era uma mulher comum, sem grande destaque, exceto pelo fato de ser uma ‘virgem’, essa vive aparecendo e realizando milagres, passa recados importantes, e lembra os seres humanos sobre cultivar a bondade, a empatia, a tolerância e lembrar dos mais humildes que sofrem (por total negligencia dos mais ricos) ela já apareceu no Egito, Espanha, França, Portugal, Índia, China, México, Japão, etc... mas por que a ‘mãe aparece para pelo menos dar um ‘Oi’ e o filho que seria “o verdadeiro caminho, a verdade e a vida” não? Esse problema é tão grande que a Igreja Católica teve que se envergar perante o fenômeno e idolatrar a “Maria, Mãe de Jesus” por que ela é a única que aparece e dá vastas demonstrações de força. A igreja bem que gostaria, mas não pode se dar ao luxo de desprezar “maria” pois não tem outro jeito de se legitimar. Se desprezar as aparições marianas sobra o que para a Igreja Católica?
Pois saibam meus amigos(as) que esse fenômeno das aparições de ‘maria’ é um sintoma que evidencia uma grande verdade que tá na cara, mas é sempre negada. Ninguém consegue “acionar o tico e o teco” na cabeça e perceber o que está bem na frente do nariz de todos.  A verdade simples e óbvia é que Jesus nunca existiu, e essa a quem chamam de “Maria” na verdade é outra coisa, se trata de uma entidade muito boa, com excelentes intenções, mas que deixa as pessoas se enganarem com sua identidade intencionalmente para assim o recado dela ser passado adiante para as grandes massas. A ‘Mãe’ aparece sempre por que ela existe mesmo, se trata da Mãe Terra, já o suposto ‘filho’ nunca aparece por que ele nunca existiu, é ficção... Mais Sobre o Conjunto das Aparições Marianas [Clique Aqui].

O Conjunto das Aparições Marianas deixa claro que essa entidade que vive parecendo para a humanidade de tempos, em tempos não é ‘Maria Mãe de Jesus’ mas sim outra coisa, uma força antiga que já vem aparecendo milhares de anos antes de cristo, veja mais AQUI

04 - Não há relatos contemporâneos da vida de Jesus: Se considerar registros históricos contemporâneos, Jesus não existiu. Não há uma única menção a ele em registros militares ou expedições, seja em Roma, seja na palestina. Certamente qualquer um que pudesse comandar multidões de pessoas em uma província seria de suma importância em qualquer registro. Ele chegou a entrar pelo pórtico principal da cidade de Jerusalém cavalgando um burrinho, sendo ovacionado por centenas de pessoas com ramos de oliveira, (é o que diz a bíblia). Além disso ele foi até o templo principal da cidade para pregar, realizou diversos “milagres” e ainda por cima causou muito tumulto ao expulsar os mercadores do templo de Jerusalém, e nada disso foi merecedor de nota? Uma vez preso, foi julgado pelo sinédrio, depois foi levado ao Rei Herodes, e depois ainda levado até Pôncio Pilatos para este então perguntar ao povo se deveria libertar Jesus ou Barrabás. E mesmo assim nenhuma nota de roda pé mereceria ser escrita sobre esse homem? Muito ESTRANHO não acham? Não escreveram nada por que não tinha nada para ser escrito... Jesus nunca existiu, e toda a sua estória é fantasia.

05 - Todos os relatos posteriores da vida de Jesus são puro boato: Mesmo que não haja relatos do tempo de vida contemporâneos da existência de Jesus, há referências a ele na escrita cristã, e textos não cristãos nas décadas após sua suposta morte. Nem um único destes relatos é um credível da vida dele. Nenhum deles reporta quaisquer textos anteriores e são, portanto, nada mais do que rumores, boatos, e como tal, não confiável. Não há qualquer prova, seja material, histórica ou arqueológica de que um dia Jesus tenha existido na palestina, ou em qualquer lugar do planeta Terra, nem antes e nem depois do que é relatado na Bíblia. Toda a estória contada na bíblia não passa de ficção. Não é diferente de estórias em quadrinhos tais como o Batman, Superman, Homem Aranha, etc...

06 - Os Pergaminhos do Mar Morto não citam NADA sobre Jesus!: Os Pergaminhos de Qumran são um conjunto de centenas de papiros pertencentes a uma seita fundamentalista de Judeus conhecida hoje em dia como ‘essênios’, esses pergaminhos eram conservados e usados como estudo por esses radicais, quando houve a primeira Guerra entre Judeus e Romanos em 64 d.C. (isto é 30 anos depois da morte e ressurreição do suposto Jesus) os essênios participaram dos conflitos e atraíram para si a agressão dos inimigos, quando o exército romano rumou para Qumran (o QG dos essênios) esses antes de fugir esconderam os pergaminhos nas grutas do deserto ali da região, e só foram encontrados na era moderna. Acontece que esses pergaminhos são da época que abrange toda a vida e atuação do suposto Jesus de Nazaré, por isso era de se esperar que alguma coisa seria dita sobre o ‘poderoso messias’ e seus ‘fantásticos milagres’, seus poderes divinos, seu movimento pela Paz, etc... mas... entretanto... porém... não foi encontrado NENHUMA MENÇÃO a Jesus!
Nem a seus discípulos, nem a nenhuma das ocorrências mencionadas no evangelho! Esse silêncio dos essênios é perturbador, é UM GRANDE PROBLEMA PARA OS CRISTÃOS! Pois leva a crer que aquilo que muitos historiadores e arqueólogos já estão afirmando a muito tempo é verdade. Jesus simplesmente nunca existiu! É uma ficção criada mais de um século depois da destruição e demolição de Jerusalém pelos Romanos. A seita dos essênios foi criada e se estabeleceu em Qumran a partir de 130 a.C. e durou até 70 d.C. e eles não conheceram Jesus? Nem ficaram sabendo de seus feitos? De seus Milagres? Palavras Sábias? Entrada triunfante em Jerusalém? Julgamento por Pilatos? Nada disso?? Ele é o messias que os essênios tanto esperavam! Um ente divino, exibindo super poderes extraordinários esteve entre eles! Por que não escreveram nada quanto a tudo isso?? - Mais Sobre o assunto, [Clique Aqui], Documentário sobre eles AQUI.

Essênios seita de fundamentalistas Judeus, fanáticos cuja diretriz principal era suplicar pela presença do Messias que deveria aparecer entre eles

07 - Os evangelhos foram escritos como propaganda cristã, nada a ver com a Realidade: Os Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas, e João são as fontes oficiais dos acontecimentos da vida de Cristo, como escrito por seus discípulos, “aqueles que o conheceram melhor e observaram seu ministério”. Porém assim como acontece com a figura principal, não há qualquer prova empírica que esses tais discípulos tenham existido, aliás os livros atribuídos a eles na verdade são identificados como pseudopigráficos, este termo refere-se a trabalhos de escrita cujos autores ocultam as suas verdadeiras identidades atrás de nomes de personagens lendários do passado. A escrita pseudopigráfica era particularmente popular entre os Judeus durante os períodos Asmoneu e Romano, e este estilo de escrita foi adotado pelos primeiros Cristãos. O fato de que os primeiros Cristãos escreviam evangelhos pseudopigráficos sugere que isto era de fato a norma e não exceção. Esses evangelhos que são adotados como oficiais não passam de pseudoepigrafia isto é, escrito que já nasce mentiroso, isso por que os verdadeiros escritores escondem a sua real identidade alegando que tais textos foram escritos por figuras celebres do passado apenas para serem levados mais a sério, mas não foram.

08 - É provável que os evangelhos terem sido escritos por discípulos que não conheceram Jesus: O Evangelho de Marcos, embora o segundo no Novo Testamento fosse o primeiro a ser escrito, provavelmente em torno de 70 d.C enquanto o Evangelho de João foi escrito em torno de 90 d.C. Em nenhuma parte em quaisquer dos evangelhos os autores se identificam como os discípulos e companheiros deles de mesmo nome, levando a crer de fato se tratar de pseudoepigrafia, eram pessoas querendo promover ou criar uma nova religião, já que a cidade de Jerusalém havia sido destruída pelo império Romano, o povo judeu foi fortemente combatido, boa parte da população foi morta, e o que restou foi feita de escravos e espalhados por todo o território do império. Então entre a população havia os desiludidos que se agarraram em confusas crenças heréticas que se aproveitava da desgraça do Judaísmo. Grupos principalmente vindos do Cairo (capital Egípcia) tentaram "explicar" todo o fracasso e miséria do "povo escolhido" dizendo sofisticamente que a desgraça caiu sob eles por terem "rejeitado" o messias. Toda a estória é falsa, criada na imaginação de alucinados.

Jesus vai te Salvar... ????????

09 - Os primeiros livros do Novo Testamento, As Epístolas de Paulo, nunca se referem a Jesus como um ser vivo que de fato existiu: As Epístolas de Paulo são os primeiros livros do Novo Testamento, mas São Paulo não conhecia Jesus durante o suposto tempo de vida dele. Paulo claramente não teria conhecido Jesus pessoalmente. Na realidade, ele não faz praticamente referências a uma vida terrena para Jesus, ao invés, aconselha outros cristãos sobre como viver suas vidas. Paulo fala de Jesus como uma metáfora, não como um ser real, que tenha existido, e ressuscitado para Paulo Jesus era como se fosse um ser mitológico, tipo Zeus, Apolo, etc... e se for assim, então ele estava com a noção mais correta. 

10 - O Novo Testamento foi concebido para criar/promover o cristianismo, não como um documento histórico: Nos primeiros anos do cristianismo, havia um número de interpretações diferentes e concorrentes. No segundo século Ireneu de Lyon começou a codificar o Novo Testamento e identificou os 4 Evangelhos, que são usados atualmente como parte do catálogo, rejeitando todas as outras interpretações. Ele escreveu com eloquência e veemência em seu livro, Contra Heresias, para estabelecer exatamente o que devia ser incluído e excluído na definição do cristianismo. O Novo Testamento é, portanto, muito da visão de um homem e interpretação do que o cristianismo deveria ser. Os evangelhos canônicos não são os únicos evangelhos. Por exemplo, há também evangelhos de Maria, Pedro, Tomé e Filipe. Estes quatro evangelhos são reconhecidos como sendo pseudopigráficos tanto por escolas Cristãs como não Cristãs. Eles providenciam uma informação histórica ilegítima dado que foram baseados em rumores e crenças. A existência destes óbvios evangelhos pseudepigráficos faz com que seja bastante racional suspeitar que os evangelhos canônicos (oficiais, segundo a Igreja Católica e Evangélicas) poderão também ser pseudopigráficos, por tanto mentiras e falsificações.

11 - Não há evidência histórica de eclipse, terremoto ou rasgo do véu no templo, supostamente ocorrido no momento da morte de Jesus: O Evangelho de Mateus, capítulo 27, e o Evangelho de Lucas, capítulo 23, dão um relato em profundidade dos eventos da crucificação. Porém a falta de evidência histórica é perturbadora! Os eventos principais como terremotos e eclipses teriam sido registrados em detalhes por historiadores contemporâneos na época, e um terremoto grave suficiente para estourar sepulturas teria sido registrado pelo tribunal judaico e pelos administradores romanos COM CERTEZA, mas nada foi relatado, então ou eles foram TREMENDAMENTE INCOMPETENTES ou na verdade nada disso aconteceu. Pelas evidências históricas os Romanos e Gregos estão longe de serem incompetentes... por isso podemos especular sem medo de errar que na verdade o conto escrito na bíblia é apenas isso, um 'Conto', tratasse de fantasia, que é exatamente como as atuais historias em quadrinhos, e filmes de Hollywood. É apenas fantasia, nada disso aconteceu de verdade. 

Crucificação do suposto “salvador” nunca aconteceu, e por tanto nenhum dos fenômenos relatados na bíblia aconteceram por tabela...

12 - Não há artefatos históricos tangíveis associados a Jesus: Nada, absolutamente nada da vida de Jesus permaneceu, mesmo logo após sua morte. Não há um único objeto, verificável e tangível na existência atual ou conhecido a ter existido em qualquer momento nos últimos 2.000 anos que pertenceram a Jesus comprovadamente. Apenas supostos boatos para manter viva a memória cristã. Artefatos como o Sudário de Turim, supostas partes da cruz, espinhos da sua suposta coroa, a lança usada para perfura-lo, o mítico “cálice sagrado” tudo não passa de fraudes, foram criados durante a idade média para angariar mais devotos, peregrinos que então faziam ofertas em dinheiro para a igreja e movimentavam o comércio local.  Lá mesmo na época muitos dos artefatos foram denunciados como obvias fraudes ao Vaticano que basicamente não fez nada, naturalmente, afinal lucrava com isso.

O Sudário de Turim é uma fraude da idade média, veja um documentário que explica isso [Clique Aqui] página sobre o assunto [Clique Aqui]

13 - A Cidade de Nazaré não existia durante a época que alegam Jesus ter estado vivo: Na bíblia é dito que Jesus era conhecido como “o nazareno”, possivelmente por causa da fama dele ter nascido e crescido na cidade de Nazaré. Para muitas pessoas desinformadas não há razão para duvidar da alegação, afinal Nazaré existe hoje, é uma cidade antiga com uma longa história, e um “filho muito famoso”, mas enquanto Nazaré é velha, não é tão antiga como Jesus ou mesmo o cristianismo. O historiador Flávio Josefo lista todas as cidades na Galiléia daquela época e Nazaré não está nesta lista. Não há qualquer prova arqueológica que a cidade de Nazaré existia na época de Jesus, essa cidade só foi criada em 300 d.C. pelos Romanos, de acordo com estudos feitos entre 1955 e 1990, nenhuma evidência arqueológica dos períodos assírio, babilônio, persa, helênico ou do início do período romano foi encontrada lá. Bagatti, o principal arqueólogo nos sítios venerados em Nazaré desenterrou grandes quantidades de artefatos do final do período romano e do período bizantino, por tanto a região só passou a ser habitado ali a partir de 300 d.C. James Strange, um arqueólogo americano, ressalta que “Nazaré não é mencionada nas fontes antigas judaicas antes do século III". Alguns historiadores sugeriram que a ausência de referências textuais de Nazaré no Velho Testamento e no Talmude, assim como nas obras de Josefo, sugerem que uma cidade chamada 'Nazaré' nem mesmo existia nos dias de Jesus, então como ele poderia ter nascido, e vivido lá? Aquele local é montanhoso e de difícil acesso (no passado principalmente), e foi usado esporadicamente como cemitério, ali tem alguns túmulos antigos, mas a cidade mesmo só passou a existir a partir de 300 d.C.

A cidade de Nazaré é MUITO LONGE de Jerusalém, ela fica há mais de 158 km de carro, imagine percorrer tudo isso de jegue... essa área era desabitada na época que alegam que Jesus viveu, a cidade foi criada pelo Império Romano a partir do ano 300 d.C. antes disso não tinha nada lá, talvez apenas alguns túmulos, o local é montanhoso. Jesus não nasceu na cidade de Nazaré, por que na verdade ele NUNCA EXISTIU! - Mapa [Clique Aqui

14 - A história de vida de Jesus faz paralelo com outros seres míticos: Muitas mitologias têm um “Cristo” como personagem cuja história é determinada ao redor de mesmo padrão. Osíris, o deus egípcio do submundo tinha uma história de vida muito semelhante, os antigos egípcios celebravam sua “paixão” com gosto. Filho de Osíris, Hórus nasceu de uma virgem em uma caverna, com uma estrela especial brilhando ao alto. Krishna é a “verdadeira personalidade de Deus” na mitologia Hindu, ele ressuscita muitas pessoas, faz grandes milagres, derrota poderosos vilões. Ele morre, mas depois ressuscita e volta para o seu reino celestial onde prossegue administrando esse e outros mundos. Tem que ter muita fé em Krishna, se tiver fé nesse salvador, depois que morrer irá ser recebido de braços abertos no reino celestial.

Jesus é apenas uma ficção criada a partir de outras figuras mitológicas conhecidas na época do imperador Constantino em 300 d.C.

15 - Não existe menção a Jesus nos textos pagãos: Talvez a mais óbvia das razões, minimizada durante séculos pelos cristãos, mas importante o suficiente para ser levada em conta. Esse argumento afirma que não há provas da vida de Jesus em textos escritos na época. Isso significa que nenhum documento da época de fonte não-cristã menciona Jesus de Nazaré, nem são feitas alusões a sua figura ou boatos sobre sua existência. Vale ressaltar que, apesar dos milênios que nos separam desse tempo, temos acesso a grande documentação histórica da época, feita por funcionários do governo, historiadores e poetas em todo o império Romano, tudo foi muito bem registrado e é por isso que sabemos tanto sobre Roma, seus governos, cultura, fracassos e conquistas.

16 - Jesus, um homem comum, sem destaque algum: Muitos historiadores cristãos abandonaram a ideia de um Jesus “mágico”, que tem poderes divinos. Eles se concentraram em buscar um sentido simbólico baseado em um personagem histórico que 'talvez' tenha existido. Assim, Jesus deixou de ser o messias fariseu, filósofo e xamâ da época que realizava grandes milagres, curava, multiplicava pães e peixes, transformava água em vinho, etc... para se tornar uma pessoa comum sem destaque algum, que inclusive é torturado e morto como qualquer outra pessoa comum seria na época. Porém não só não existe nenhuma evidência de que Jesus tenha desempenhado alguns desses papéis, como também os historiadores acabam por se contradizer, deixando uma nuvem de incertezas acerca do tema. Nenhum deles teve exito em provar que existiu um "Jesus Histórico", na verdade a evidencia é clara para o contrario. Nem o Jesus "mago" nem o Jesus comum existiu...

17 - Até mesmo os Evangelhos são contraditórios: Os quatro Evangelhos responsáveis por narrar a vida e obra de Jesus de Nazaré tem graves contradições entre si. Dependendo do Evangelho que lemos, obtemos dados diferentes. No Evangelho de João diz que "uma mulher" visitou o túmulo de Cristo no domingo, o Evangelho de Mateus diz que eram duas mulheres, enquanto o Evangelho de Marcos relata que eram três. Por sua vez, os Evangelhos de Mateus e João contam que ainda era noite, já o de Marcos diz que o Sol tinha acabado de nascer... Mas as contradições pioram quando chegamos à ressurreição. Para Mateus, Jesus apareceu em algum lugar entre a sepultura e Jerusalém; para João, foi apenas fora de seu túmulo, para Marcos, ele apareceu lá na Galiléia, (130 km de Jerusalém!!!!) e para Lucas, Jesus estava a caminho de Emaús há 11 km da cidade de Jerusalém. E esses são apenas alguns poucos exemplos, muito mais contradições existem, e são GRAVÍSSIMAS. O ex-pastor Evangélico Rivanildo Menezes em seu canal no Youtube mostra todas as contradições, mentiras e absurdos insanos que existe no primeiro e segundo testamento da Bíblia, ele ainda vende um material com esses apontamentos, confiram lá: Canal Originais Grego da Bíblia.

Exemplo de Vídeo informativo do Rivanildo:

18 - Jesus se encaixa perfeitamente ao conceito de mitema Levi Strauss: Para o antropólogo Claude Levi Strauss, um mito consiste em pequenas frações de relatos que são irredutíveis e imutáveis e que juntos orquestram uma história maior que se vê repetida em diversas culturas antigas do mundo todo. Não podemos deixar de notar que a história de Jesus, tal como a conhecemos, se corresponde com os mesmos mitemas (porções irredutíveis do mito) que outros relatos religiosos utilizam, tais como morte e a ressurreição, assim como vários personagens que praticamente de repetem. Como é o caso de mitos referentes a Krishna, mitra, Talmuz, Apolônio de Tiana, Hórus, Atís, etc...

19 - Historiador americano diz que Jesus nunca existiu: Em entrevista ao Daily Mail, Michael Paulkovich afirma que estudou 126 escritores da época e nenhum cita Jesus, o historiador defende que Jesus Cristo não tenha existido e que, na verdade, se trata de uma lenda urbana (ou do deserto). Segundo ele, 126 escritores da época e de séculos seguintes à suposta crucificação de Jesus nunca sequer mencionaram seu nome e sua história.  Paulkovich estudou autores entre o primeiro e o terceiro século. Para ele, a falta de conhecimento ou menção indica que o Cristo não tenha realmente existido e pode ter sido inventado por rabinos que queriam ter algum líder para seguir. Em seu livro recentemente publicado, "No Meek Messiah", [Compre Aqui] o pesquisador afirma ser bastante estranho que Jesus não seja conhecido por tantos escritores da época - e destaca que detalhes da vida do Messias nunca tenham sido revelados, nem por aqueles que seriam seus discípulos. “Paulo não sabe nem onde, nem quando Jesus viveu e considera a crucificação como uma metáfora”, defendeu. Segundo seus estudos, que estão no livro “No Meek Messiah”, apenas um livro continha a menção de Jesus, o chamado “As Guerras Judaicas”, escrito pelo historiador romano Flávio Josefo, em 95 d.C. mas a citação claramente é uma falsificação perpetrada pela igreja católica. Além disso, o historiador afirma que no livro de Marcos, na Bíblia, a história da ressurreição de Cristo teria sido editada. “Falsificadores acrescentaram depois o conto da ressurreição fantasiosa”, diz ele. Quer mais detalhes do assunto? Pesquise no Google, leia o livro dele AQUI

Apenas uma fantasia, um sonho... nunca existiu, não conte com ele para te salvar, nem em vida, nem depois da morte. Salve a si mesmo...

20 - Valerie Tarico uma psicóloga com PhD em seu livro argumenta que Jesus nunca existiu: Há poucos dias do Natal, um feriado cristão que comemora o nascimento de Jesus Cristo, o The Independent nos lembrou de algo curioso, com base em algumas evidências históricas, é possível suspeitar que o filho enviado por Deus à Terra nem mesmo existiu. Neste artigo sobre o assunto, escrito por Valerie Tarico, há cinco pontos que questionam a existência de Jesus: (1) Em termos de documentos e evidências, não há nada do primeiro século que realmente comprove a existência de Cristo. Todas as fontes que falam sobre ele são cristãs e judias; (2) Os primeiros textos da Bíblia são textos vagos em termos de detalhamentos sobre a vida de Cristo; (3) Nos quatro evangelhos canônicos as versões de testemunhas oculares da vida de Jesus (Mateus, Marcos, Lucas e João) foram escritas por outras pessoas; (4) Os próprios evangelhos se contradizem sobre a vida de Cristo; (5) Pesquisadores modernos que defendem a existência de Jesus também costumam se contradizer.

21 - De acordo com Raphael Lataster, da Universidade de Sidney, Jesus é produto de pura imaginação: Em seu livro intitulado: [There was no Jesus, there is no God: A Scholarly Examination of the Scientific, Historical, and Philosophical Evidence & Arguments for Monotheism] Tradução: [Não havia Jesus, não há Deus: Exame erudito da Evidência Científica, Histórica e Filosófica e Argumentos para o Monoteísmo] (Compre Aqui) ele diz que as primeiras referências a respeito de Cristo eram sobre a fé em um plano imaginário. São textos escritos por cristãos que buscavam promover o cristianismo, o que, segundo ele, já seria motivo para questionar essas pessoas. A Parte 01 do seu livro revela a natureza espúria das fontes usadas para estabelecer a 'verdade' do Cristianismo e a existência de Jesus, e os métodos igualmente espúrios empregados por muitos estudiosos da Bíblia para tentar validar seus contos de fada. Um breve interlúdio não deixa dúvidas de que a existência do Cristo da Fé é praticamente impossível e conclui que mesmo a existência de um 'Jesus Histórico' despojado (isto é, não divino) é incerto. O raciocínio Bayesiano é mostrado para justificar visões cépticas em muitos tópicos, incluindo a existência de Deus. A Parte 02 desloca o foco para o Deus do teísmo e monoteísmo clássico, examinando as evidências e argumentos a partir de perspectivas científicas, históricas e filosóficas. A inadequação do caso de Deus é facilmente justificada pela não-crença (ateísmo). Além disso, considerações de deuses e concepções alternativas de Deus, levam a preocupações que mudam o jogo para cristãos, muçulmanos e judeus.

22 - O escritor investigativo Kenneth Humphreys fez uma longa e exaustiva busca pelo 'Jesus Histórico' e no final concluiu... ele nunca existiu!: Kenneth escreveu um livro intitulado - “Jesus Never Existed: An Introduction to the Ultimate Heresy”, [Traduzindo: Jesus nunca existiu. Uma introdução à heresia final]. Compre o Livro, AQUI Site Oficial do Autor, AQUI - Apresentação: mesmo entre os ateus modernos, um frágil consenso afirma que Jesus era, pelo menos, uma pessoa real, cuja presença histórica, ainda que embelezada, foi estabelecida de forma confiável na ordem da erudição desinteressada. Se ele é visto como sábio rabínico amante da paz ou como um profeta militante da desgraça, este homem chamado Jesus é amplamente assumido como tendo tido um impacto importante, mesmo um profundo, no curso da história do mundo.
Mas nos primeiros anos do século 21 uma tese radical, embora não particularmente nova, tornou-se cada vez mais difícil de ignorar. Esta tese, tal como é discutida e disseminada através da Internet e tornada acessível num número cada vez maior de livros, ameaça deslocar o regente paradigma historiográfico com uma proposição simples, mas devastadora: que Jesus nunca existiu em absoluto!
No espaço desta monografia contundente e entrevista suplementar, o dissidente erudito Kenneth Humphreys interroga a evidência bíblica e histórica para oferecer esta exposição concisa e consciente de uma idéia que demorou a amadurecer, mas finalmente chegou a total maturidade. Não se contentando apenas em apontar os buracos nos contos da antiguidade, Humphreys apresenta um caso surpreendentemente simples de que Jesus, pensado por milhões de crentes ingênuos como sendo ‘Deus encarnado’, ou pelo menos o ‘Filho de Deus’, não era nem mesmo um homem... Até agora, a maioria dos estudiosos da religião, pelo menos publicamente, se contentaram em repetir a certeza segura e conciliatória de que um Jesus provavelmente existiu. Mas podemos muito bem-estar se aproximando de um ponto de inflexão quando esses mesmos estudiosos, confrontados com evidência poderosa e um público inquisitivo, irão reunir a coragem de afirmar que Jesus provavelmente nunca existiu afinal. Tendo dedicado grande parte de sua vida ao estudo cuidadoso da história antiga, Humphreys não abriga nenhuma dúvida: Jesus, o filho inexistente de um pai inexistente, logo será consignado a um lugar entre seus antepassados ​​Adão, Noé, Abraão e Moisés no reino da mitologia, não na história. Deixe esta ser sua introdução à heresia final!

Capa do Livro de Kenneth Humphreys, Jesus NUNCA existiu:

23 - Nem na Bíblia a verdadeira aparência de Jesus é descrita/definida!: Em 2004, Jesus foi eleito o maior ícone ‘negro’ de todos os tempos, pelo jornal New Nation, o que levou a um debate sobre a cor de sua pele - “Apesar de as representações comuns, nas culturas ocidentais, do Jesus loiro, de olhos azuis e visual hippie, todas as evidências apontam para o fato de que jesus não poderia ter sido de extração escandinava e certamente era um irmão de cor” - disse o jornal. Qualquer especulação sobre a aparência de Jesus pode ser feita a vontade, seja de brincadeira, seja a sério, pois a Bíblia do segundo testamento a principal (e única fonte) sobre ele não se preocupou de descrever fisicamente o “salvador”. É interessante pensar nisso, pois como os “escolhidos” vão reconhecer o seu “salvador” quando ele voltar se nem sequer há uma descrição da sua aparência no dito "livro sagrado"? No início do cristianismo, quando este ainda não tinha sido adotado pelo império Romano como religião oficial (para interesses políticos) o “salvador” era desenhado de tudo que era forma, com barba, sem barba, com cabelos longos, ou com cabelos curtos, ou sem cabelo, etc... Numa igreja ele era negro, na outra ele era branco, em outra ainda ele era um pele vermelha (como o era os Egípcios mais antigos) e assim vai... era Jesus para todos os gostos e etnias! Mesmo depois de Roma se apossar dessa figura mítica existia ainda “retratações artísticas” de Jesus com vários cabelos, narizes, mas no caso predominando o biótipo Romano/ocidental. Foi só no final da idade média que finalmente alguém conseguiu cunhar uma figura que agradasse há “gregos e troianos”, no caso Leonardo da Vinci que criou a imagem atual e aceita do suposto “Salvador” a partir de sua própria imagem quando era jovem, ou se baseando na imagem do príncipe Cesare Bórgia um nobre que era filho do papa Alexandre VI. Esse príncipe chegou a prender Da Vinci para que ele construísse armas para seu exército! Foi a inspiração para Maquiavel criar a peça “O Príncipe”, Cesare Bórgia morreu com apenas 31 anos.

Cesare Bórgia e a figura atualmente aceita de como "Jesus Seria...", Leonardo da Vinci certamente deve ter se inspirado em Cesare e também nele mesmo quando era jovem, veja abaixo:

 
Imagem de Leonardo da Vinci quando novo do lado esquerdo, e imagem do “jesus” idealizado por Da Vince no lado direito. Qualquer semelhança não é mera coincidência


Importante reflexão: “É uma ficção absurda a afirmação de que as igrejas são ‘úteis’ a sociedade. Elas não são nada mais do que centros de propaganda de crenças supersticiosas e doutrinas fantasiosas, são fábricas de arrecadar dinheiro de modo ilícito. Os membros da Igreja têm o direito de acreditar e propagar suas várias doutrinas imaginárias a vontade. Mas eles devem pagar todos os custos desta propaganda, incluindo uma tributação justa para todos os bens da igreja, a arrecadação de doações para essas causas fantasiosas deve ser taxada”. [Emanuel Haldeman-Julius, escritor socialista americano, pensador ateu, reformador social e editor. ‘A Igreja é um fardo, não um benefício na vida social’].

Interessado(a) em saber mais sobre contestações contra o cristianismo? Siga os Links abaixo:



Não precisa se comover... ele nunca existiu, é apenas uma fraude! Uma ficção do Império Romano

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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O que Está Acontecendo?

- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. [Bruno Guerreiro de Moraes]