sexta-feira, 17 de março de 2017

Médium Gilberto Arruda do Centro Espirita Lar de Frei Luiz no RJ possivelmente foi Morto por Alma/Espirito Materializado?!

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-“A verdade é inalcançável, todavia devemos nos aproximar dela por tentativas”. [Karl Popper, filósofo da ciência, sistematizador do método cientifico, escritor, membro da Royal Society, professor universitário na London School]

- “Para os que querem acreditar, provas não são necessárias, para os que não querem... NENHUMA SERÁ SUFICIENTE! ”
(Ditado popular)

Reportagem com Ronie Lima, Jornalista e Escritor onde o primeiro tema é o caso do Gilberto Arruda:

Gilberto Arruda, Médium/Paranormal conseguia com suas capacidades materializar almas, e provocar efeitos físicos incontestáveis

Poderia uma alma/espirito matar uma pessoa encarnada? Se materializar usando o ectoplasma (energia) de um médium e atacar o próprio médium? Parece coisa de filmes e desenhos animados, mas por mais inacreditável que isso pareça, aparentemente deve ter sido isso que aconteceu com o paranormal Gilberto Arruda que atuava intensamente no centro espírita Lar de Frei Luiz que fica no RJ. Ali ele atendia mensalmente centenas de pessoas gravemente doentes, já desenganadas pela medicina, e as curava usando sua energia/ectoplasma para fornecer matéria prima para almas de médicos desencarnados atuar em operações sobrenaturais, ele fazia esse serviço desde os seus 6 anos de idade, ele desencarnou com 74 anos, por tanto já atuava como médium há 68 anos.

No dia 19/06/2015 às cerca de 07h00hs ele foi encontrado morto/desencarnado por sua esposa dona Marli no quarto ao lado do dela, segundo as diversas reportagens feitas naqueles dias, ele foi encontrado amordaçado, não se sabe ao certo se deitado na cama, ou no chão, ou ainda sentado numa cadeira (muito infelizmente as reportagens sobre esse detalhe divergem bastante... e quem encontrou o corpo, e demais dirigentes da casa, não se preocuparam em passar a informação exata aos jornalistas) mas fato é fato, ele foi encontrado amarado, amordaçado e com vários hematomas por todo o corpo. Esses hematomas são de punhos... ele então foi literalmente esmurrado por todo o corpo, principalmente no rosto, sendo que nem arma de fogo nem objeto cortante foi usado para feri-lo, apenas socos... o que é bastante fora do comum.

E mais... a razão exata da sua morte não foi divulgada, a polícia ficou de informar mas nenhuma conclusão foi divulgada para a imprensa, pois pelo jeito não chegaram a conclusão nenhuma...

Mas o que é realmente surpreendente é que não foi a primeira vez que algo parecido com isso veio a acontecer com ele. O Jornalista e Escritor Ronie Lima relata em um dos seus livros várias ocasiões onde o médium teria sido agredido por espíritos/almas durante sessões de cura. O livro 'A Vida Além da Vida' que se trata de continuação do Livro ‘Os Médicos do Espaçorelata que Gilberto esteve perto da morte várias vezes durante a sua longa carreira de médium, isso por que almas muito mal-intencionadas se aproveitando de seu ectoplasma tentavam mata-lo. Será que então finalmente essas almas tiveram êxito? Ao que tudo indica sim, pois sua morte até hoje não foi esclarecida, ainda hoje quase 2 anos depois continua sendo um grande mistério...

Mas vamos por partes, primeiro, quem é o Médium Gilberto Arruda?

Trecho do Livro “Vida Além da Vida” de Ronie Lima, Editora Mauad, ano de 2005, onde se lê o relato de uma situação perigosa sofrida por Gilberto, transcrição: [Logo depois, foram ouvidos gritos abafados do médium Gilberto Arruda de dentro da cabine. “Abrindo as cortinas vi a situação perigosa em que se encontrava o médium Gilberto. Os espíritos tiraram a fronha do travesseiro no qual repousava sua cabeça. Molharam-na e fizeram com a mesma forte mordaça, tapando seu nariz e sua boca hermeticamente. Com o lençol molhado, fizeram uma corda e amarraram com nó cego os braços do Médium para trás”].

Reportagem da Record sobre morte do Gilberto Arruda, Clique Aqui

Possivelmente morto por espíritos/almas desencarnadas


O Gilberto é um paranormal que fornecia a matéria necessária para a atuação das almas desencarnadas, essa matéria é chamada no ocidente como ectoplasma, uma matéria misteriosa que todo ser vivo produz, inclusive as plantas, animais, e segundo li, até mesmo a água em movimento, no caso água limpa, produz o ectoplasma. Não se tem uma ideia exata do que se trata por que a ciência materialista/ateu, também chamada de “ciência convencional” (leia-se pseudociência) não reconhece esse elemento e o motivo é por que simplesmente se reconhecerem terão de admitir que os fenômenos paranormais existem, e podem ser provados pela ciência. A “lógica” funciona assim: Se não querem admitir os peixes, nada mais simples que negar que a água exista. Se os peixes precisam de água para viver, e se essa substância é negada, então naturalmente os peixes não passarão de “superstições/mitos/delírios” de pessoas sofrendo de anomalias mentais. Esse é o modus operante da pseudociência do materialismo/ateísmo, “ciência” essa que na verdade se trata de uma religião. O ectoplasma é uma matéria que talvez seja algo parecido com eletricidade e vapor, tipo uma nuvem mesmo, quando o paranormal a produz em uma grande quantidade ela pode ser usada pelas almas desencarnadas para produzir efeitos físicos. Aliás, a mente do próprio médium pode manipular essa matéria e causar os efeitos físicos, que são diversos, tais como os produzidos pelo John Chang.

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John Chang, na foto da capa do livro sobre ele a cena registrada, ele usa o ectoplasma para materializar alguma coisa, demonstração para os discípulos, Clique Aqui  

Muitas vezes é provado que em certa casa “assombrada” ocorrem fenômenos sobrenaturais por que uma ou mais pessoas da casa produzem muito ectoplasma e principalmente se houver almas ali próximo que entendam isso e queiram se manifestar, esse poderá, usando dessa matéria prima. Foi o que aconteceu no caso das irmãs Fox nos EUA nos idos de 1847 veja sobre o caso AQUI, (página bem completa sobre o assunto). Um caso parecido é o da  Leonice Flitz a "Menina Poltergeist" do Rio Grande do Sul,  veja sobre o caso AQUI. O Gilberto Arruda então era um paranormal com grande capacidade de produção de ectoplasma, esse talento não pode (até onde sei) ser adquirido, ou treinado. Existe suspeitas de que tradições místicas no oriente extremo faça a ativação e potencialização dessa capacidade, seria por exemplo a Ordem dos MO-PAI dos taoístas imortais, veja sobre o assunto AQUI mas certamente o Gilberto não era um caso desses, ele já nasceu com o talento, e até onde sei não precisou exercitar, nem ser iniciado em nenhum procedimento misterioso. Se treinou alguma coisa foi com as almas no centro espírita, permitindo a essas dispor de sua energia. É provável claro que as almas de alguma forma intervieram em seu corpo para este produzir mais ectoplasma, se isso aconteceu eu não tenho confirmações da hipótese.

Ele seguia a doutrina espírita ortodoxa e por isso não cobrava nada, então ao crescer para poder se sustentar tinha de ser mecânico de carros, trabalhava numa modesta oficina. Ficando mais velho, e vendo a necessidade de se dedicar mais tempo ao que realmente interessava, largou o trabalho de mecânico e foi morar no centro espírita, onde basicamente vivia como os outros idosos no asilo que foi instalado ali.

Ali chegou a atender em apenas 1 dia mais de 90 pessoas, graças a forte produção de ectoplasma, muitas almas de médicos podiam se materializar (isso mesmo que você leu) e operar os doentes, o principal que se manifestava dava o nome de Frederick Von Stein. Mais detalhes sobre ele, e seus atendimentos, leia os livros de Ronie Lima repórter que investigou por décadas todo esse assunto altamente interessante e fundamental.

Lar de Frei Luiz, centro espírita dos Inquisidores da Igreja Católica?
[Fica na Estrada da Boiúna, 1367 – Taquara,  Jacarepaguá - Rio de Janeiro – RJ - Brasil - CEP 22723-021]
Gilberto Arruda, morte misteriosa, morto por espíritos? 

Entender esse ponto é importante para poder compreender o que aconteceu com o Gilberto Arruda, pois segundo os próprios fundadores do Centro Lar de Frei Luiz o local foi fundado com a intenção de dar chance para que almas envolvidas em torturas inenarráveis durante toda a idade média pudessem expurgar seu “carma” compensando o mal com o bem, eles tiraram a vida e a saúde de muitos, agora precisarão devolver a saúde e salvar vidas. O fundador dessa organização foi a alma desencarnada de Frei Luiz um monge católico que viveu e atuou no RJ, e segundo diz a história era capaz de provocar efeitos milagrosos hoje identificados como paranormais, esse monge era um médium mal compreendido dentro da igreja, assim como muitos outros hoje em dia identificados como “santos milagrosos” na verdade eram paranormais. Ele justamente era um imigrante alemão que veio para o Brasil por isso mesmo almas como Frederick Von Stein veio para atuar aqui.

Segundo diz a história (contada por ele mesmo, aos médiuns da casa) ele se encarnou para preparar o terreno para logo depois de seu desencarne contatar os encarnados e começar essa obra espiritualista para que as almas de carrascos, torturadores, inquisidores da igreja católica possam saudar suas dívidas para com as suas antigas vítimas e com a humanidade num geral, curando em vez de ferir, apaziguando em vez de atormentar.


A inquisição durou mais de 400 anos, a Igreja Católica em nome de Jesus matou, torturou e perseguiu milhões de pessoas por toda a Europa, a inquisição Espanhola foi a mais brutal

Sendo claro que todas essas pessoas envolvidas nesses crimes contra a humanidade nem tem tanta culpa assim, eles/elas seguiam ideias supersticiosas baseadas nas mentiras insanas da bíblia, da doutrina Católica cristã que na verdade só tinha a intenção de ter uma desculpa qualquer para matar e varrer da face da Terra a concorrência que seria as ordens místicas de ocultistas que seguiam algumas tradições célticas ainda persistentes na idade média na Europa. O Gilberto Arruda então, ao que tudo indica, seria um carasco que serviu a inquisição da igreja e por tanto deve ter matado e torturado muitas centenas de pessoas achando que estava fazendo um “favor” a elas... pois é essa a ideia central da inquisição. A igreja na época achava que o ‘pecador’ tem de sofrer, pois sofrendo ele/ela paga os seus pecados, quanto mais sofrer melhor (como alegadamente dizem que jesus sofreu) assim os carrascos da inquisição se esforçavam por causar o máximo possível de dor na pessoa “pecadora” pois assim eles estariam “salvando aquela alma” uma vez morta depois de ser severamente torturada a alma então seria recebida no paraíso pois tudo o que tinha de sofrer já tinha sofrido em vida aqui na Terra, essa é a ideia insana dos católicos e isso não mudou muito desde a idade média, pois a Madre Tereza de Calcutá ainda seguia essa filosofia como é explicado AQUI nessa página. 

Se isso for verdade, e parece que é, então a possível explicação para almas/espíritos estarem sempre querendo fazer mal a ele, desde criança, e sempre querendo agredi-lo mesmo enquanto ele atendia solidariamente centenas de doentes é por que tinham muito ódio, o reconheceram como sendo o carrasco do passado que os torturaram e mataram sem piedade, com muita brutalidade em nome de Jesus. Essas almas vingativas, e pelo jeito de pessoas inocentes que nada tinham feito de errado, ainda hoje mantém o ódio contra ele, isso apesar de ele estar trabalhando gratuitamente para a obra de solidariedade. Também é provável, mas eu não acredito muito, que ele foi muitas vezes atacado simplesmente por que ele é “um alvo dos trevosos” afinal é uma pessoa que estava 100% dedicado a fornecer energia/matéria para tornar possível a atuação de almas amigas que vinham apenas para fazer o bem, e com isso dar credibilidade a essa religião mais consciente que é o espiritismo.

Lar de Frei Luiz, muitos médiuns atuando, materialização de Espíritos

Ronie Lima, frequentador do Lar de Frei Luiz e de outros centros onde se pratica a materialização das almas 

O centro espírita Lar de Frei Luiz aparentemente é o maior centro espírita do mundo, se tem outro maior e melhor que esse, nós não temos notícias... aparentemente ele é o único centro espírita que ainda pratica a materialização das almas/espíritos, já existiu no passado outros, especialmente o “Casa do Caminho” que fica em Campinas, estado de SP, (inclusive esse foi diretamente envolvido nas materializações em Uberaba com a presença de Chico Xavier e Waldo Vieira, etc...) mas esse parou de praticar as materialização por conta da polêmica enorme levantada na época, e como a turma lá tem medo, não quer encarar a sociedade, não quer encarar os cientistas, tem medo da fama, da imprensa, eles/elas preferiram cair na completa mediocridade, fizeram a escolha mais fácil e covarde, pararam de trabalhar com as materializações, e assim seguem até hoje, mas o centro espírita ainda existe no mesmo endereço.  Mais detalhes do assunto no livro “O Fotografo dos Espíritos” de Nedyr Mendes da Rocha, “Grupo Espírita Casa do Caminho”. Ali no Frei Luiz atua muitos médiuns onde o principal era o Gilberto Arruda.

Como foi a ocorrência? E que histórico é esse de agressões?

Livro o Fotografo dos Espíritos de Nedyr Mendes da Rocha, onde ele conta a história das reuniões de materialização de almas no centro Espirita em Campinas, SP

Para entender tudo o que aconteceu é preciso estudar muita coisa, nós iremos resumir aqui, mas para ter detalhes terá de pesquisar livros e documentários que falam do assunto. O ectoplasma é uma matéria misteriosa produzida principalmente pelo corpo de seres vivos, inclusive os humanos, essa estranha substância é muito sensível a luz, segundo diz as pessoas que trabalharam com isso, o ectoplasma é dissolvido muito facilmente pela luz do Sol, e também por luzes artificiais sendo que a luz vermelha é a que menos agride o ectoplasma, mas ela o afeta também, porém em menor grau. 

Então vejamos o caso das irmãs Fox, ali na casa assombrada os fenômenos de batidas misteriosas só aconteciam a noite, ou ainda num período em que o Sol não estava a forte, como por exemplo no início do dia, e em dias nublados. O Gilberto foi justamente desencarnado a noite... Essa matéria prima misteriosa é “acionada” pelas almas/espíritos. Como eles fazem isso não se sabe ao certo, mas é assim que funciona, o médium que doará o ectoplasma fica deitado, ou sentado, praticamente dormindo, então as entidades de alguma forma passam a retirar a matéria do corpo dele, e aí que aparece a “fumaça branca” que tem uma aparência de “algodão” ao se observar, mas na verdade é um vapor denso, como espuma de barbear. Uma vez que a alma/espirito toma essa substancia de alguma forma eles são capazes de densificar a matéria até ficar sólidos, então torna-se tão visíveis e consistentes como uma pessoa encarnada mas é apenas a casca. Também podem se “semi-materializar”, o suficiente para usar véus e roupas.

Outros fenômenos incríveis que podem produzir é o teletransporte da matéria, isso falando de matéria física mesmo, até a ponto de desmaterializar e materializar em seguida uma pessoa inteira! Foi o que aconteceu, por exemplo, em uma das materializações em Uberaba onde o médium Antônio Alves Feitosa foi teleportado de um lugar a outro da sala (isso, caso o relato for mesmo verdadeiro, está no livro “O Fotografo dos Espíritos” pg.150) uma paranormal que também é capaz de produzir muitos teletransportes e também com a ajuda de entes espirituais é a Edelarzil Munhoz Cardozo, a mulher do algodão que atua em Votuporanga, SP. Veja artigo sobre o assunto AQUIÉ curioso que justamente algodão é usado no trabalho dela, e o ectoplasma se parece com algodão quando se condensa.

Materialização de Almas/Espíritos, irmã Josefa, Chico Xavier e o médium Antônio Alves Feitosa que foi teleportado para fora da jaula, maiores detalhes no livro “O Fotografo dos Espíritos”, (página 150)

Nas diversas reportagens sobre o caso Gilberto Arruda é dito que ele foi encontrado morto pela mulher a Dona Marli, mas no lugar em que ele estava funciona um asilo com vários moradores, mais de 20 idosos moram ali e nenhum deles foi incomodado, nem ouviram nada, a Dona Marli tem quarto bem ao lado do dele e não ouviu nada.

Então um homem de 1 metro e 90, pesando cerca de 120 quilos, idoso porém com boa saúde, um tipo que não se deixa intimidar (segundo os relatos ele tinha personalidade dominante e até mesmo pavio curto) foi dominado, amarrado, torturado para, (segundo a hipótese do delegado) dizer onde estaria o dinheiro que ele guardava (estava ali mesmo, no guarda roupas, mais de 25 mil reais que não foi roubado...) nisso ele foi esmurrado pelo corpo inteiro e além disso segundo diz o delegado, estava amordaçado (!?), então ele foi espancado até a morte para dizer onde estava o dinheiro, mas o bandido o amordaçou? Como ele poderia dizer onde estava o dinheiro se estava amordaçado??

Bem... segundo o delegado eles acharam “evidências de arrombamento na janela da cozinha do prédio” e buraco na cerca, atrás dessa cerca, uma mata fechada onde teria uma suposta “trilha” por onde o bandido teria fugido... mas, não há fotos sobre essas alegadas “provas” nem dizem nada sobre impressões digitais, nem qualquer outra evidência que prove que uma pessoa estranha invadiu o local e cometeu esse crime perverso. Cerca de 2 dias depois foi preso um ex-detento que trabalhava numa obra em um dos prédios do centro, esse ex-detento parece que era foragido da polícia, ele foi preso e acusado de ter feito toda essa barbárie, mas... depois de alguns dias foi liberado pois não existia provas contra ele.

Então pausa para raciocinar: O Bandido estaria ali trabalhando como ajudante de pedreiro, ai esse ex-detento invade o quarto do principal médium da casa, e também dirigente do centro, (o seu padrão) o tortura dando socos por todo o corpo, não usa arma de fogo, nem objeto cortante, ele mata esse homem corpulento, “rouba” uma suposta ‘maleta de dinheiro’, mas não leva os 25 mil que estava ali no guarda roupa, e simplesmente permanece mais 2 dias trabalhando normalmente no local do crime?... cadê o dinheiro que ele ‘roubou’? Não tem dinheiro nenhum... tanto é assim que ele foi solto depois de alguns dias por falta de provas.

Então essa conversa foi apenas uma distração para a imprensa, para os repórteres acharem que já estava tudo resolvido e não perguntarem mais sobre o assunto.

Nenhuma reportagem depois se preocupou de ver novos detalhes, as últimas reportagens dizem que o delegado pediu para estender o prazo de investigação ele precisaria (depois de 1 mês do crime) fazer investigações complementares para então quem sabe desvendar o crime. Teve uma conclusão da polícia? O caso ainda está em aberto? Depois de quase 2 anos não há nenhuma reportagem nova sobre o assunto. Isto é, os repórteres se deram por satisfeitos com a ‘estória’ do ex-detento, e não procuraram saber mais. O caso então ainda é um mistério não solucionado, e mais uma vez a imprensa revela a sua incompetência e desleixo (Clique Aqui).

O que realmente aconteceu então?


- “Não permitais o desencorajamento nos vossos esforços para abrir um novo domínio à ciência, nem pelos ataques malucos, nem pelas calúnias covardes, nem pela falsificação dos fatos, nem pela violência dos malévolos ou por qualquer espécie de intimidação. Avançai sempre pelo caminho que abristes, tendo em mente aquelas palavras de Faraday: ‘Nada é demasiado maravilhoso que não possa ser verdadeiro’ [Barão Dr. Albert von Schrenck-Notzing, médico psiquiatra, parapsicólogo, pesquisador, escritor, creditado como o primeiro psicólogo forense por Guinness World Records]

Dr. Albert von Schrenck Notzing observando o efeito ectoplásmica produzido pela médium/paranormal Eva Carrière em 08 de Maio de 1912, Cidade de Munique na Alemanha

A médium Stanislawa Tomczyk materializando o ectoplasma - Dia 23 Junho de 1913 em Varsóvia, capital da Polônia, foto tirada durante experimentos do Dr. Barão Albert Von Schrenck-Notzing

Ao que tudo indica, depois de dois anos do ocorrido, perante todas as evidências e investigação policial infrutífera, o Médium Gilberto Arruda foi morto por uma (ou várias) entidades espirituais que se materializaram e o mataram por vingança, por atrocidades que ele cometeu em existências anteriores. [O que eu acho que aconteceu]:  Gilberto foi teleportado para algum lugar onde foi espancado a socos por almas vingativas, então transportado de volta ao quarto depois que morreu. 

Simples assim... Ridículo? Então investigue o caso para ver se tem alguma explicação convencional para o ocorrido. Essa possibilidade só é “muito incrível”, muito “inacreditável”, ou mesmo “ridícula” para quem nunca pesquisou a paranormalidade, os efeitos físicos, a atuação das almas, as operações espirituais, os poderes paranormais, etc... O Gilberto Arruda era um médium muito potente e graças a sua forte paranormalidade as almas podiam realizar grandes feitos. 

Então se for isso mesmo, se for verdade essa possibilidade, por que então as almas mentoras da casa “permitiram” que isso viesse a acontecer? Bem...

Agora nós vamos entrar no mundo das puras especulações filosóficas, pois só quem pode dizer, (e já devem ter dito) são de fato as entidades, os trabalhadores do centro espírita já devem ter sido informados mas preferiram não divulgar o que foi dito. Então vou dizer o que eu acho que pode ser a razão, e um dia quem sabe todos nós poderemos saber exatamente o que aconteceu.

São duas hipóteses:
Nos experimentos feitos por Sven Türck nos anos de 1930 até 1940 o Fotografo Dinamarquês pode registrar fortes e violentas manifestações de almas/espíritos, onde mesas, cadeiras e até pessoas eram levantadas no ar, e jogadas! Essa série de experimentos prova que as manifestações das almas podem sim serem violentas. Em seu livro intitulado “Jeg var dus med Aanderne” ele exibe muitas fotos tiradas com 3 câmeras diferentes em vários ângulos

Primeira hipótese: Simplesmente a “segurança” no lado espiritual falhou... sim isso mesmo, lá no plano espiritual não é tudo muito “certinho” como os devotos religiosos imaginam, lá também há falhas, há incompetências, há guerras entre as entidades, existe tramas e planos malignos, etc... e dizer que Jesus é perfeito, o único filho de Deus não deixaria isso acontecer, por que o sangue de jesus tem poder, etc... não vale... simplesmente por que Jesus nunca existiu, é apenas uma fraude, é um personagem de ficção. E “Deus”? Deus no caso também não deve ser culpado, afinal ele está tão acima, ele é tão maior que isso tudo que simplesmente é ridículo achar que um ser tão transcendental iria estar diretamente responsável pela vida aqui na Terra, no que dirá então no que acontece num centro de atendimentos espirituais... nem se consegue provar que deus existe, nem sabemos de onde ele veio, qual o seu propósito, e por que fez o universo, então esqueça a possibilidade de intervenção direta do deus supremo nesse e em todos os outros casos.

Então houve uma falha na segurança e simplesmente um grupo de entidades desencarnadas conseguiu fazer aquilo que já tencionavam a muito tempo, se vingar do carrasco que os torturou e matou em existência anterior, eles acharam o criminoso e no entender deles, deram o que ele merecia...

Segunda hipótese: As almas dirigentes do centro, os mentores da casa, deixaram a tragédia acontecer... mas por que, e para que? Primeiro, Gilberto já estava com 74 anos, sempre foi protegido durante toda a sua vida para continuar o trabalho de assistência, eu creio que ele já estava perto de desencarnar, por conta disso os mentores da casa por alguma razão deixaram almas vingativas desencarna-lo dessa forma violenta, mas por que? As razões pode ser, 01: Compensar mais uma quantidade de ‘karma’ com esse ‘acerto de contas’, digamos que essas almas vingativas estavam inconformadas por ele escapar tão ‘facilmente’ das consequências de seus crimes hediondos, e como não podiam ser convencidas do contrário, foi feito um acordo para que o deixassem em paz durante a vida toda, mas com a promessa que poderiam finalmente ‘fazer justiça’ uma vez que ele estivesse próximo de desencarnar. 02: Pode ser que os mentores da casa resolveram elaborar um plano bem arquitetado para chamar a atenção do mundo para o Centro Frei Luiz, os trabalhos realizados ali e para a paranormalidade. Se o Gilberto Arruda morresse de forma tranquila e natural então só os frequentadores discretos e tímidos (e até acovardados) do local iria lamentar a morte, fazer homenagens, e ele seria enterrado sem maiores novidades, ele ficaria para a história do centro como um bom médium que ajudou muita gente, e morreu tranquilamente, como todos os outros, a imprensa brasileira não se interessaria em cobrir o caso, e nem nós estaríamos falando do assunto aqui no site.

Porém os mentores da casa (falo dos seres espirituais) devem ter tido uma ótima ideia! O Gilberto é um criminoso que trabalhou a vida toda para compensar o seu mal com o bem, mas tinha lá seus defeitos de personalidade ainda, eles previram que se ele morresse de forma tranquila, sem novidades, ele não seria impactado com uma experiência dolorosa, tipo, a pessoa pensaria, “fiz tantas maldades, matei e torturei tanta gente, mas veja só! Me livrei da punição com relativa facilidade!” e esse tipo de pensamento talvez o levaria a concluir que “fazer o mal não é tão ruim assim...” então os mentores da casa uniram o útil ao agradável, ele teria um desencarne espetacular, essa dolorosa consequência serviria para a sua educação como alma, as almas vingativas ficaram satisfeitas em finalmente ‘botar a mão’ nesse criminoso, e assim talvez o deixaria em paz em definitivo, e finalmente com essa morte espetacular o caso dele promoveria (ou pelo menos lembraria) as pessoas num geral que o ‘fantástico’ existe, que de fato há o mundo das almas, os poderes paranormais, que coisas ‘surpreendentes’ pode acontecer, e que a vida pode ser mais do que apenas comer, beber, procriar e morrer... De quebra faz propaganda do Centro Lar de Frei Luiz e reaviva o interesse das pessoas nesses assuntos fundamentais.

Acham bobagem a minhas hipóteses? Vamos ver então uma reportagem sobre o que o Ronie Lima diz em seus livros:



(Jornal Extra do Grupo Globo de Comunicação)
(Reportagem de 19/06/15 14:21 - Atualizado em 15/09/15 15:33)

Médium morto no Frei Luiz viveu histórico de agressões, segundo autor de livro sobre cura espiritual

Um livro lançado em 2005 sobre o trabalho do médium Gilberto Arruda - encontrado morto, amarrado e amordaçado - tem revelações chocantes sobre agressões sofridas por ele durante uma sessão espírita. O trecho de “A vida além da vida”, do jornalista Ronie Lima, descreve uma situação de violência que remete ao relato da polícia militar sobre a cena do crime, encontrada na manhã desta sexta-feira dia 19/06/2015.

Na obra, Gilberto é achado dentro de uma cabine, deitado sobre a cama, durante uma sessão de materialização - fenômeno em que o espírito toma forma física, de acordo com a doutrina espírita. Segundo o autor, ele estava amarrado com o lençol e sufocava com a fronha colocada dentro da sua boca. A ação teria sido realizada por espíritos materializados. O jornalista Ronie Lima, em entrevista ao EXTRA, afirmou que este não foi o primeiro e nem seria o último caso do extenso histórico de agressões vivenciadas por ele. Ronie, que também escreveu "Os Médicos do Espaço", sobre a casa Frei Luiz, diz que Gilberto foi vítima de inúmeros amordaçamentos e até queimaduras ao longo de sua vida. Em um desses casos, ele teria ficado com manchas vermelhas pelo corpo.

- Os fenômenos de materialização vivenciados por ele eram muito fortes, tanto que uma vez ele quase foi sufocado com um lençol. Ele conseguia sair dessas situações porque era muito dedicado à espiritualidade, mas não podemos descartar que sua morte tenha acontecido pela influência de espíritos mal-intencionados a encarnados - acredita ele.

Segundo Ronie, sessões de materialização, realizadas no Centro Espírita Lar de Frei Luiz desde a década de 60, são relativamente comuns na doutrina espírita, mas a capacidade de Gilberto fazia com que tomassem outra dimensão. Além de fenômenos físicos, o médium receberia o espírito do médico alemão Frederik Von Stein - e chegava a falar alemão fluentemente durante as sessões, segundo testemunhas.

Com episódios de cura conhecidos em todo o Brasil, Gilberto chegou a atender até 90 pessoas diariamente. As sessões eram frequentadas por personalidades, inclusive. O tenista Gustavo Kuerten, com dores muito fortes no quadril, passou por uma cirurgia espiritual com o médium, em 2006.
- O trabalho intenso do médium incomodava as entidades negativas, que tentaram durante toda a vida dele interromper o processo - diz o autor.

Amigos e espíritas comentam fenômenos


Um dos fundadores do centro espírita, amigo de Gilberto há 48 anos, Paulo Ruy afirma que o fenômeno é comum e que outros médiuns tiveram essa experiência.

— Isso todo médium sofre. Lógico que a obra dele é grande e, por isso, chama mais atenção. A agressão é maior — minimiza.

Outra amiga do médium, Eliane Vilella Campos, explica que a materialização acontece por conta do tipo de mediunidade.

— O processo acontece a partir do ectoplasma dele. A energia liberada pelo corpo humano consegue condensar e formar um outro corpo, em parte ou inteiro, que aparece como uma forma viva. Era essa a capacidade física que ele usava para tratar as pessoas. No entanto, pode acontecer de um espírito que não gosta do trabalho tentar sufocar o médium, por exemplo.

Presidente do Frei Luiz, Wilson Vasconcelos Pinto acompanhou a trajetória dele por 15 anos, desde que assumiu a direção da casa. Ele diz que não chegou a presenciar as agressões ao colega, mas que os casos de materialização eram parte da rotina do médium.

— Não vi pessoalmente as agressões, mas são um fenômeno conhecido na doutrina espírita e podem, sim, ter acontecido. É importante lembrar os diversos casos de cura promovidos por ele e reconhecidos até mesmo por médicos, afirma.

Já o diretor de comunicação da Federação Espírita Brasileira, João Rabelo, nega que agressões como as que Gilberto teria sofrido sejam reconhecidas na doutrina espírita.

— Não acredito que as manifestações possam ter chegado a esse ponto, pois não há registros desse tipo nos códigos espíritas, como nos livros de Kardec, que são a base da doutrina. Mas o espírito pode sim se materializar e até produzir materiais, sendo capaz de deixar o formato da mão gravado na parafina, por exemplo, afirma. [Nota Bruno: João Rabelo certamente está muito mal informado, é um pesquisador medíocre].

Uma vida dedicada a fazer o bem

Alma Silver Belle se materializando, médium/paranormal Ethel Post-Parrish dos EUA Pennsylvania ano de 1953

As habilidades de Gilberto foram notadas quando ele ainda criança, pelo fundador do centro, Luiz Rocha Lima, que atuou pessoalmente na sua formação como médium. Era o primeiro contato dele com a doutrina a que se dedicou por toda a vida e pela qual teria deixado o trabalho como mecânico, passando a se dedicar exclusivamente às atividades do Frei Luiz.

- Gilberto não comia carne, nem bebia álcool e muitas vezes precisava estar abstêmio de sexo para que os vícios e os prazeres não influenciassem negativamente o trabalho - diz Ronie.

(Fim da Reportagem)

Ai está a fala de quem estudou e conviveu diretamente com o Gilberto Arruda, frequentando o centro Frei Luiz. Para maiores detalhes, Compre os Livros: (A Vida Além da Vida, onde se conta o trecho acima citado), (Médicos do Espaço) e (Os Caminhos Espirituais da Cura).


Biografia: Ronie Lima é jornalista desde 1980, tendo trabalhado por 18 anos como repórter em três das mais importantes redações da grande imprensa brasileira. Jornal do Brasil, Veja e Folha de S.Paulo, onde se destacou principalmente em matérias de meio ambiente. Atualmente, trabalha como assessor de imprensa, continuando envolvido com questões ecológicas. Desde o final dos anos 80, porém, outro tema começou a despertar a sua paixão investigativa: a espiritualidade. Ao vivenciar experiências de regressão de memória, em que acessou duas de suas vidas passadas, Ronie Lima abraçou o caminho da pesquisa dos fenômenos espirituais, sempre à procura de uma explicação científica sobre essa realidade. Seu primeiro encontro com um espírito materializado, em 1994, no Lar de Frei Luiz, no Rio de Janeiro, fez dele um estudioso dos fenômenos de efeitos físicos. Como primeiro fruto de suas pesquisas nesse campo, lançou em 2000 o livro “Médicos do Espaço”, Luiz da Rocha Lima e o Lar de Frei Luiz. Cinco anos depois, como resultado do aprofundamento de seus estudos publica “A Vida Além da Vida” e finalmente em 2010 lança o livro “Os Caminhos Espirituais da Cura”.

Livros e Descrição:


Livro - Médicos do Espaço: Luiz da Rocha Lima e o Lar de Frei Luiz - Roni Lima de 2000: Relato do jornalista que trabalhou na revista Veja e no jornal a Folha de São Paulo, sobre o trabalho Rocha Lima no Lar Frei Luiz, no Rio de Janeiro, onde o espírito do médico Frederick Von Stein realiza operações espirituais e curas milagrosas através do Médium Gilberto Arruda.


Livro - A Vida Além da Vida - Ronie Lima de 2005: A Vida Além da Vida é um livro que se destaca no cenário da literatura sobre os chamados fenômenos de efeitos físicos, tais como as materializações de espíritos. As pessoas que nunca ouviram falar deste tema ou mesmo aquelas que já entraram em contato com esta inusitada realidade que comprova a existência de vida além desta nossa vida material se surpreenderão com a profundidade de informações e de análises sobre essa fenomenologia reunidas pelo jornalista Ronie Lima. A Vida Além da Vida é um livro de referência sobre a atuação de Seres de Luz que voltam à Terra materializando fisicamente seus corpos sutis, para fazer revelações sobre dimensões astrais e para curar enfermos, atuando como médicos do espaço. Produto de mais de dez anos de pesquisas e de encontros com espíritos materializados no centro espírita Lar de Frei Luiz, no Rio de Janeiro, este novo livro do escritor Ronie Lima se baseia em fatos experimentais, alguns já comprovados cientificamente. Ao ilustrar o que há de mais consistente e informativo nesse campo, este livro é um precioso guia para o desenvolvimento de novos estudos sobre a espiritualidade.


Livro - Os Caminhos Espirituais da Cura - Ronie Lima de 2010: Este livro leva o leitor ao mundo da espiritualidade. Jornalista há mais de 30 anos, o escritor e pesquisador Ronie Lima baseia ‘Os Caminhos Espirituais da Cura’ em sua própria experiência em reuniões da Cura espiritual, seja através de espíritos materializados ou incorporados em médiuns, seja por meio de regressão a vidas passadas. Testemunha do que há mais raro no mundo da cura espiritual - reuniões em que espíritos, para curar inúmeras doenças, voltam a solidificar o corpo físico que possuíam quando viveram na Terra -, esse estudioso produziu um texto conciso e ágil, principalmente, até onde - e como - um espírito pode curar alguma enfermidade, por mais grave que seja, como um verdadeiro médico do espaço.

Documentários sobre Materialização, Ectoplasma, poderes paranormais:

Materializações de Almas, Espíritos, Fenômenos Paranormais, Sobrenaturais, Poderes, Ciência - BBC:

Dr. Paulo Cesar - Ectoplasma e materialização de espíritos:

A História do Lar de Frei Luiz contada por Paulo Ruy Portella em 09 Junho 2008:

Materialização de Espíritos - A Face Oculta da Medicina - Dr. Paulo Cesar Fructuoso:

Materialização da Alma Scheila e outras, Peixoutinho Super Paranormal do Brasil – Espíritos:

Materializações de Espíritos em Uberaba, Chico Xavier, Waldo Vieira, Revista Cruzeiro, Fatos:

Imagens de manifestação de efeitos físicos, médiuns, ectoplasma, e as almas atuando


Fontes:

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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17 comentários:

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=7Ig9CQgqlH0

Publicado em 13 de jul de 2015

-- Durante uma vida, o médium Gilberto Arruda dedicou-se integralmente a doar-se em favor dos mais necessitados no Lar de Frei Luiz, no Rio de Janeiro.
-- Extraordinário médium de efeitos físicos, atuou em constantes trabalhos de cura, inclusive em materializações, atendendo a milhares de pessoas, provenientes não apenas do Rio de Janeiro, mas também de todo o Brasil e do Exterior.
-- A sua vida sempre foi dedicada ao amor, ao carinho às pessoas, independente de rótulo religioso, à doação total e nunca teve qualquer atitudes que alguém pudesse identificar como fazer mal a alguém, pelo contrário, servia por servir, amava por amar.
-- De repente, para a surpresa de todos, Gilberto Araújo é torturado e assassinado de forma misteriosa, dentro do próprio Lar de Frei Luiz, na casa onde morava, sem que em primeiro momento ninguém pudesse, ao menos, entender as razões de tal episódio.
-- Carlos Vereza, consagrado ator do cinema e da televisão, mais conhecido pelas suas participações nas novelas da Rede Globo, que também é dedicado e assíduo trabalhador do Lar de Frei Luiz, neste vídeo fala sobre a sua convivência com Gilberto Arruda, por mais de 26 anos.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

01: As irmãs Fox médiuns problemáticas que por causa da pobreza e de alcoolismo complicaram bastante a história do espiritismo.
http://psychicinvestigator.com/demo/FOXtx2.htm

Boston Journal
22 de novembro de 1904
ROCHESTER, NY , 1904: O esqueleto do homem que supostamente causou as batidas ouvidas pela primeira vez pelas irmãs Fox em 1848 foi encontrado nas paredes da casa ocupada pelas irmãs, e as elimina da única sombra de dúvida sobre Sua sinceridade na descoberta da comunicação espiritual.
A descoberta foi feita por crianças da escola que brincam na adega do prédio em Hydesville, conhecida como a "Casa do Fantástico", onde as irmãs Fox ouviram as maravilhosas batidas. William H. Hyde, um respeitável cidadão de Clyde, dono da casa, fez uma investigação e encontrou um esqueleto humano quase inteiro entre a terra e as paredes desmoronando da adega, sem dúvida a do viajante ambulante que se dizia que foi assassinado no quarto leste Da casa, e cujo corpo estava escondido na adega.
O Sr. Hyde notificou os parentes das irmãs Fox e a notificação da descoberta será enviada à Ordem Nacional de Espiritualistas, muitos dos quais se lembram de terem feito peregrinação à "Casa dos Mágicos", como é comumente chamado. A descoberta dos ossos praticamente corrobora a declaração juramentada feita por Margaret Fox, 11 de abril de 1848.
Descobriu-se uma caixa de lata de pedreira, bem como os ossos, e esta caixa está agora preservada em Lillydale, a sede central dos espíritas americanos, à qual também foi transportada a antiga casa de Hydesville".
De A História do Espiritismo de Arthur Conan Doyle

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

02: https://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3s_Fox
Irmãs Fox
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As irmãs Fox. Da esquerda para a direita: Margaret, Kate e Leah.
As Irmãs Fox foram três mulheres que, nos Estados Unidos da América tiveram um importante papel na gênese do Moderno Espiritualismo Ocidental. As irmãs eram Katherine "Kate" Fox (1837–1892), Leah Fox (1814–1890) e Margaret "Maggie" Fox (1833–1893). [1] As irmãs fizeram sucesso por muitos anos como médiuns que diziam possibilitar espíritos a se manifestarem por batidas (tiptologia). Em 1888 Margaret alegou que as batidas eram uma farsa e no ano seguinte se retratou de tal alegação, dizendo que na verdade eram manifestações mediúnicas mesmo.[2][3] Este quadro de "confissão" seguido de retratação tem fornecido argumentos para os espiritualistas e materialistas defenderem suas posições sobre o caso, de modo que a controvérsia nunca termina.[4]

Índice [esconder]
1 Biografia
1.1 A família Fox
1.2 Os acontecimentos de Hydesville
1.3 As escavações na adega
1.4 O movimento espiritualista espalha-se
1.5 "Confissões" e "desconfissões"
1.6 A descoberta do esqueleto
2 Referências
3 Bibliografia
4 Ligações externas
Biografia[editar | editar código-fonte]
A família Fox[editar | editar código-fonte]
Em 11 de dezembro de 1847, a família Fox, de origem canadense, instalou-se em uma casa modesta na povoação de Hydesville, no estado de Nova Iorque, distante cerca de trinta quilômetros da cidade de Rochester[5].

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

03: O nome da família Fox origina-se do sobrenome "Voss", depois "Foss" e finalmente "Fox". Eram de origem alemã, por parte paterna; e francesa, holandesa e inglesa, por parte materna.

O grupo compunha-se do chefe da família, Sr. John D. Fox, da esposa Sra. Margareth Fox e de mais duas filhas: Kate, com 11 e Margareth, com 14 anos de idade. O casal possuía mais filhos e filhas. Entre estas, Leah, mais velha, que morava em Rochester, onde lecionava música. Devido aos seus casamentos, foi sucessivamente conhecida como Sra. Fish, Sra. Brown e Sra. Underhill. Leah escreveria um livro, "The Missing Link" (New York, 1885), no qual faz referência às supostas faculdades paranormais de seus ancestrais.

Inicialmente, apenas Margareth e Kate tomaram parte nos acontecimentos. Posteriormente, Leah juntou-se a elas e teve participação ativa nos episódios subsequentes ao de Hydesville.

Os acontecimentos de Hydesville[editar | editar código-fonte]
A fonte mais conhecida e divulgada sobre o ocorrido em Hydesville é o depoimento da Sra. Margareth Fox que consta no livro História do Espiritismo de Sir Arthur Conan Doyle:

"Na noite da primeira perturbação, todos nos levantamos, acendemos uma vela e procuramos pela casa inteira, enquanto o barulho continuava e era ouvido quase que no mesmo lugar. Conquanto não muito alto, produzia um certo movimento nas camas e cadeiras a ponto de notarmos quando deitadas. Era um movimento em trêmulo, mais que um abalo súbito. Podíamos perceber o abalo quando de pé no solo. Nessa noite continuou até que dormimos. Eu não dormi até quase meia-noite. Os rumores eram ouvidos por quase toda a casa. Meu marido ficou à espera, fora da porta, enquanto eu me achava do lado de dentro, e as batidas vieram da porta que estava entre nós. Ouvimos passos na copa, e descendo a escada; não podíamos repousar, então conclui que a casa deveria estar assombrada por um Espírito infeliz e sem repouso. Muitas vezes tinha ouvido falar desses casos, mas nunca tinha testemunhado qualquer coisa no gênero, que não levasse para o mesmo terreno.
Na noite de sexta-feira, 31 de março de 1848, resolvemos ir para a cama um pouco mais cedo e não nos deixamos perturbar pelos barulhos: íamos ter uma noite de repouso. Meu marido aqui estava em todas as ocasiões, ouviu os ruídos e ajudou a pesquisa. Naquela noite fomos cedo para a cama – apenas escurecera. Achava-me tão quebrada e sem repouso que quase me sentia doente.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

04: Meu marido não tinha ido para a cama quando ouvimos o primeiro ruído naquela noite. Eu apenas me havia deitado. A coisa começou como de costume. Eu o distinguia de quaisquer outros ruídos jamais ouvidos. As meninas, que dormiam em outra cama no quarto, ouviram as batidas e procuraram fazer ruídos semelhantes, estalando os dedos.
Minha filha menor, Kate, disse, batendo palmas: "Senhor Pé-Rachado, faça o que eu faço". Imediatamente seguiu-se o som, com o mesmo número de palmadas. Quando ela parou, o som logo parou. Então Margareth disse brincando: "Agora faça exatamente como eu. Conte um, dois, três, quatro" e bateu palmas. Então os ruídos se produziram como antes. Ela teve medo de repetir o ensaio. Então Kate disse, na sua simplicidade infantil: "Oh! mamãe! eu já sei o que é. Amanhã é primeiro de abril e alguém quer nos pregar uma mentira".
Então pensei em fazer um teste de que ninguém seria capaz de responder. Pedi que fossem indicadas as idades de meus filhos, sucessivamente. Instantaneamente foi dada a exata idade de cada um, fazendo uma pausa de um para o outro, a fim de os separar até o sétimo, depois do que se fez uma pausa maior e três batidas mais fortes foram dadas, correspondendo à idade do menor, que havia morrido.
Então perguntei: "É um ser humano que me responde tão corretamente?" Não houve resposta. Perguntei: "É um Espírito? Se for dê duas batidas." Duas batidas foram ouvidas assim que fiz o pedido. Então eu disse: "Se foi um Espírito assassinado dê duas batidas". Estas foram dadas instantaneamente, produzindo um tremor na casa. Perguntei: "Foi assassinado nesta casa?" A resposta foi como a precedente. "A pessoa que o assassinou ainda vive?" Resposta idêntica, por duas batidas. Pelo mesmo processo verifiquei que fora um homem que o assassinara nesta casa e os seus despojos enterrados na adega; que a sua família era constituída de esposa e cinco filhos, dois rapazes e três meninas, todos vivos ao tempo de sua morte, mas que depois a esposa morrera. Então perguntei: "Continuará a bater se chamar os vizinhos para que também escutem?" A resposta afirmativa foi alta.
Meu marido foi chamar Mrs. Redfield, nossa vizinha mais próxima. É uma senhora muito delicada. As meninas estavam sentadas na cama, unidas uma à outra e tremendo de medo. Penso que estava tão calma como estou agora. Mrs. Redfield veio imediatamente, seriam cerca de sete e meia, pensando que faria rir às meninas. Mas quando as viu pálidas de terror e quase sem fala, admirou-se e pensou que havia algo mais sério do que esperava. Fiz algumas perguntas por ela e as respostas foram como antes. Deram-lhe a idade exata. Então ela chamou o marido e as mesmas perguntas foram feitas e respondidas.
Então, Mrs. Redfield chamou Mr. Duesler e a esposa e várias outras pessoas. Depois, Mr. Duesler chamou o casal Hyde e o casal Jewell. Mr. Duesler fez muitas perguntas e obteve as respostas. Em seguida, indiquei vários vizinhos nos quais pude pensar, e perguntei se havia sido morto por algum deles, mas não tive resposta. Após isso, Mr. Duesler fez perguntas e obteve as respostas: Perguntou: "Foi assassinado?" Resposta afirmativa. "Seu assassino pode ser levado ao tribunal?" Nenhuma resposta. "Pode ser punido pela lei?" Nenhuma resposta. A seguir, disse: "Se seu assassino não pode ser punido pela lei dê sinais." As batidas foram ouvidas claramente. Pelo mesmo processo Mr. Duesler verificou que ele tinha sido assassinado no quarto de leste, há cinco anos passados, e que o assassínio fora cometido à meia-noite de uma terça-feira, por Mr.; que fora morto com um golpe de faca de açougueiro na garganta; que o corpo tinha sido levado para a adega; que só na noite seguinte é que havia sido enterrado; tinha passado pela despensa, descido a escada, e enterrado a dez pés abaixo do solo. Também foi constatado que o motivo fora o dinheiro.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

05: "Qual a quantia: cem dólares?" Nenhuma resposta. "Duzentos? Trezentos?" etc. Quando mencionou quinhentos dólares as batidas confirmaram.
Foram chamados muitos dos vizinhos que estavam pescando no ribeirão. Estes ouviram as mesmas perguntas e respostas. Alguns permaneceram em casa naquela noite. Eu e as meninas saímos. Meu marido ficou toda a noite com Mr. Redfield. No sábado seguinte a casa ficou superlotada. Durante o dia não se ouviram os sons; mas ao anoitecer recomeçaram.
Diziam que mais de trezentas pessoas achavam-se presentes. No domingo pela manhã os ruídos foram ouvidos o dia inteiro por todos quantos se achavam em casa.
Na noite de sábado, 1º de abril, começaram a cavar na adega; cavaram até dar n'água; então pararam. Os sons não foram ouvidos nem na tarde nem na noite de domingo. Stephen B. Smith e sua esposa, minha filha Marie, bem como meu filho David S. Fox e sua esposa dormiram no quarto aquela noite.
Nada mais ouvi desde então até ontem. Antes de meio-dia, ontem, várias perguntas foram respondidas da maneira usual. Hoje ouvi os sons várias vezes.
Não acredito em casas assombradas nem em aparições sobrenaturais. Lamento que tenha havido tanta curiosidade neste caso. Isto nos causou muitos aborrecimentos. Foi uma infelicidade morarmos aqui neste momento. Mas estou ansiosa para que a verdade seja conhecida e uma verificação correta seja procedida. Ouvi as batidas novamente esta manhã, terça-feira, 4 de abril. As meninas também ouviram.
Garanto que o depoimento acima me foi lido e que é a verdade; e que, se fosse necessário, prestaria juramento de que é verdadeiro."
Assinado Margaret Fox
11 de abril de 1848."[6]
Assim também, no mesmo livro, é relatado demais depoimentos de proprietários anteriores que alegam ocorrências de ordem sobrenatural na residência:

"Depoimento da Senhora Hannah Weekman

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

06: Ouvi falar nos ruídos misteriosos que eram ouvidos na casa agora ocupada pelo Senhor Fox. Nós moramos na mesma casa cerca de um ano e meio, daí nos mudando para onde agora estamos. Há cerca de um ano, quando lá habitávamos, ouvimos alguém, conforme pensamos, batendo de leve na porta de entrada. Eu acabara de me deitar, mas meu marido ainda não. Assim, ele abriu a porta e disse que não havia ninguém. Voltou e já estava para se deitar quando novamente ouvimos bater à porta. Ele foi então abri-la e disse que não via ninguém; não obstante esperou um pouco. Então voltou e deitou-se. Veio muito zangado, pois supunha fosse algum garoto da vizinhança querendo aborrecer-nos. Assim, disse que "eles podiam bater, mas não o levariam na brincadeira", ou coisa semelhante.
As batidas foram ouvidas novamente; depois de algum tempo ele se levantou e saiu. Eu lhe disse que não saísse, pois temia que alguém quisesse pegá-lo fora e o agredisse. Ele voltou e disse que nada tinha visto. Ouvimos muito barulho durante a noite; dificilmente poderíamos dizer onde era produzido; por vezes parecia que alguém andava na adega. Mas a casa era velha e pensamos que fossem estalos da madeira ou coisa semelhante.
Algumas noites depois uma de nossas meninas, que dormia no quarto onde agora são ouvidas as batidas acordou-nos a todos soluçando. Meu marido, eu e a empregada nos levantamos imediatamente para ver o que se passava. Ela sentou-se na cama em pranto e nós custamos a verificar o que se passava. Disse ela que algo se movimentava acima de sua cabeça e que ela sentia um frio sem saber o que era. Disse havê-lo sentido sobre ela toda, mas que ficara mais alarmada ao senti-lo sobre o rosto. Estava muito assustada. Isto se passou entre meia-noite e uma hora. Ela se levantou e foi para a nossa cama, mas custou muito a adormecer. Só depois de muitos dias conseguimos que fosse dormir em sua cama. Tinha ela então oito anos.
Nada mais me aconteceu durante o tempo em que lá moramos. Mas meu marido me disse que uma noite o chamaram pelo nome, de algum lugar na casa – não sabia de onde –mas jamais pôde saber de onde e quem era. Naquela noite eu não estava em casa: estava assistindo uma pessoa doente.
Então não pensávamos que a casa fosse assombrada...
Assinado: Hannah Weekman
11 de abril, de 1848."
"Depoimento de Michael Weekman

Sou marido de Hannah Weekman. Morávamos na casa agora ocupada pelo Senhor Fox, na qual dizem que ruídos estranhos são ouvidos. Aí moramos cerca de um ano e meio. Uma noite, à hora de dormir, ouvi batidas. Supunha que fosse alguém que quisesse entrar. Não disse o costumeiro "pode entrar"; fui até à porta. Não encontrei ninguém, voltei e exatamente quando ia para a cama ouvi novas batidas e rapidamente abri a porta, mas não vi ninguém. Então me deitei. Pensei que alguém estivesse querendo divertir-se. Depois de alguns minutos ouvi novas pancadas e, depois de esperar um pouco e, ainda as ouvindo, levantei-me e fui à porta. Desta vez saí e rodeei a casa mas não encontrei ninguém. Voltei, fechei a porta e segurei o ferrolho, pensando que se viesse alguém seria pilhado. Dentro de um ou dois minutos nova batida. Eu estava com a mão na porta e a batida parecia na porta. Podia sentir a vibração das batidas. Abri instantaneamente a porta e saí rápido, mas não havia ninguém à vista. Então dei nova volta à casa mas, como da outra vez, nada encontrei. Minha mulher tinha dito que era melhor não sair, pois talvez fosse alguém que me quisesse agredir. Não sei o que pensar, pois parece estranho e incrível.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

07: Então relata o caso da menina assustada, como ficou dito acima.
Uma noite, após isto, despertei cerca de meia-noite e ouvi pronunciarem o meu nome. Parecia que a voz vinha do lado sul do quarto. Sentei-me na cama e escutei, mas não mais ouvi. Não me levantei, mas esperei que repetissem. Naquela noite minha mulher não estava em casa. Contei-lhe isto depois e ela me disse que eu estava sonhando. Freqüentemente minha mulher se assustava com estranhos ruídos dentro e fora da casa.
Tenho ouvido tais coisas de homens fidedignos acerca dos ruídos que agora se ouvem que, ligados ao que ouvi, não posso deixar de supor que sejam sobrenaturais. Desejo prestar uma declaração dos fatos acima, caso necessário.
Assinado: Michael Weekman
11 de abril, de 1848."
As escavações na adega[editar | editar código-fonte]
Através de combinação alfabética com as pancadas produzidas, as irmãs Fox teriam obtido a identidade daquele que supostamente produzia os sons. Tratar-se-ia de um mascate de nome Charles B. Rosma, o qual tinha trinta e um anos quando, quatro anos antes, teria sido assassinado naquela casa e enterrado na adega. O assassino teria sido um antigo inquilino o que, pela data, levou a deduzir que o crime poderia ter sido cometido pelo Sr. Bell. Os mais interessados em esclarecer o caso resolveram escavar a adega, visando encontrar os despojos do suposto assassinado.

As escavações não levaram a quaisquer resultados uma vez que não foram encontrados quaisquer indícios de restos mortais. Por essa razão foram suspensas.

Nesta altura já havia surgido ao menos um depoimento de quem se lembrava da passagem pela região de um certo mascate na mesma data em que o suposto espírito indicou como sendo o do seu assassinato. Esse depoimento, com riqueza de detalhes, descrevia o comportamento muito suspeito dos antigos proprietários da residência em Hydesville, o Sr. Bell e a esposa que, sozinhos, teriam recebido o mascate, tendo até dispensado os empregados da casa naqueles dias.

No Verão de 1848, David Fox, irmão mais velho da família, fez mais escavações. A uma profundidade de um metro e meio, encontraram uma tábua. Aprofundada a cova, encontraram restos de carvão, cal, cabelos e alguns fragmentos de ossos que, de acordo com Doyle, foram reconhecidos por um médico como pertencentes a um esqueleto humano; mais nada. Evidências comprovadas na época em que estes achados demonstram pelo aspecto e textura dos materiais analisados a sua autenticidade por alguns cientistas deste período como William Crookes, Cesare Lombroso, Alexander Aksakof e Alfred Russel Wallace.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

08: O movimento espiritualista espalha-se[editar | editar código-fonte]
As duas meninas, Margareth e Kate, foram afastadas de sua casa, pois se suspeitava que os fenômenos fossem ligados sobretudo à sua presença. Margareth passou a morar com o seu irmão David Fox. Kate mudou-se para Rochester, onde ficou em casa de sua irmã Leah, então casada e agora Sra. Fish. Entretanto, os ruídos insistiam em acompanhar as irmãs Fox; onde quer que elas se encontrassem, registravam-se os fenômenos. Agora se observava mesmo uma espécie de contágio, pois, Leah Fish, a irmã mais velha, passou a apresentar também fenômenos mediúnicos. Em pouco tempo, começaram a ser observados no seio de outras famílias. Como consta no livro História do Espiritismo:

"Era como uma nuvem psíquica, descendo do alto e se mostrando nas pessoas suscetíveis. Sons idênticos foram ouvidos em casa do Reverendo A. H. Jervis, ministro metodista residente em Rochester. Poderosos fenômenos físicos irromperam na família do Diácono Hale, de Greece, cidade vizinha de Rochester. Pouco depois a Sra. Sarah A. Tamlin e a Sra. Benedict de Auburn, desenvolveram notável mediunidade (...)."
O movimento espalhar-se-ia, mais tarde, pelo mundo, conforme fora afirmado em uma das primeiras comunicações através das irmãs Fox. As próprias forças invisíveis teriam insistido para que se fizessem reuniões públicas onde elas pudessem manifestar-se ostensivamente.

As irmãs viveram por cerca de 10 anos relacionadas com o fenômeno espiritualista, principalmente realizando apresentações dos seus poderes mediúnicos. Nas primeiras dessas apresentações, membros da platéia conhecidos na sociedade e incrédulos eram convidados a examinar as irmãs e verificar a ausência de quaisquer equipamentos ou montagens que pudessem ser usados.

Por conveniência, porém, cada vez mais as irmãs aderiam à apresentações e caminhos individuais no uso de sua suposta mediunidade. Em 1858, por conta dos seus casamentos, Maggie e Leah retiraram-se da militância espiritualista, ficando apenas Kate como expoente médium da família.

Além de batidas, outros supostos tipos de mediunidade que Kate possuía eram a capacidade de produzir luzes espirituais, escrita direta, aparecimento de formas materializadas e poltergeist[7]. Nos anos 1870 o cientista Sir William Crookes fez vários experimentos com Kate e concluiu que ela realmente tinha tais capacidades mediúnicas.

Relatou Crookes: "Eu segurava ambas as mãos da médium numa das minhas enquanto seus pés estavam sobre os meus. Havia papel sobre a mesa em nossa frente e eu tinha um lápis na mão livre. Uma luminosa mão desceu do alto da sala e, depois de oscilar perto de mim durante alguns segundos, tomou o lápis de minha mão e escreveu rapidamente numa folha de papel, largou o lápis e ergueu-se sobre as nossas cabeças, dissolvendo-se gradativamente na escuridão."

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

09: Sobre a suposta capacidade de Kate mediar batidas, Crookes registrou: "Durante vários meses, tive o prazer de em inúmeras ocasiões verificar os fenômenos variados que se produziam em presença desta senhora, e foram esses ruídos (batidas) que especialmente estudei.
É geralmente necessário, com os outros médiuns, para uma sessão regular, que todos fiquem sentados e em silêncio, mas com a Sra. Fox parece-lhe simplesmente necessário colocar a mão sôbre qualquer parte, para que sons ruidosos aí se façam ouvir, como que triplo choque, e algumas vezes, com bastante fôrça para serem ouvidos através de vários aposentos.
Ouvi-os assim produzirem-se em uma árvore, num grande quadro de vidro, em um arame esticado, numa membrana distendida, em um tamboril, sobre a cobertura de uma carruagem, e no tablado de um teatro. Ainda mais, o contato imediato nem sempre é necessário; ouvi esses ruídos saírem do soalho, das paredes, etc., quando a médium tinha as mãos e os pés ligados, quando estava em pé sobre uma cadeira, quando se achava em uma balança suspensa no teto, quando estava encerrada em uma gaiola de ferro, e quando em letargia numa poltrona. Ouvi-os sobre os vidros de uma harmônica, senti-os sobre meus próprios ombros e sob as minhas mãos. Ouvi-os sobre uma folha de papel segura entre os meus dedos, por uma extremidade de fio passado num canto dessa folha.
Com pleno conhecimento das numerosas teorias que foram apresentadas antes, sobretudo na América, para explicar esses sons, experimentei-os de todas as maneiras que pude imaginar, até não mais ser possível furtar-me à convicção de que eram bem reais e que não se produziam pela fraude ou por meios mecânicos."[8]
"Confissões" e "desconfissões"[editar | editar código-fonte]
Ao fim da década de 1880, Kate e Maggie haviam se desentendido com Leah que, denunciando o alcoolismo das primeiras, conseguiu retirar a guarda dos filhos de Kate. As irmãs mais novas então, decididas a macular a imagem da mais velha, optaram por fazer alegações salientando uma suposta manipulação que teriam sofrido de Leah quando crianças.

Inicialmente no The New York Herald de 24 de setembro de 1888, Margaret publicou longa crítica ao Espiritualismo e culpou Leah por uma suposta manipulação de tudo o que se passava.

Ansiosas para prejudicarem Leah o tanto quanto possível, no mês seguinte Margaret e Kate viajaram para Nova York, onde um repórter ofereceu 1.500 dólares para elas afirmarem publicamente que fraudavam os fenômenos de alegadas comunicações com espíritos.[9][3] Então Margaret, diante de uma platéia da Academia de Música de Nova Iorque (a qual Kate estava presente) disse:

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

10: "Eu estou aqui hoje como uma das fundadoras do Espiritualismo, para denunciá-lo como uma falsidade absoluta do começo ao fim, como a mais frívola das superstições, a blasfêmia mais perversa conhecida no mundo."
A seguir a essa declaração, tirou o seu sapato direito e demonstrou uma técnica de bater com o dedo maior do pé, visando reproduzir o som que era observado em suas apresentações.

No mesmo periódico, em 10 de outubro de 1888, Kate disse:

"O espiritualismo é fraude do princípio ao fim. É a major impostura do século. Não sei se ela já lhe disse isso, mas Maggie e eu começamos quando éramos crianças muito pequeninas, pequenas e inocentes demais para compreendermos o que fazíamos. Nossa irmã Leah contava vinte e três anos mais que nós, Iniciadas no caminho do engano e encorajadas a isso, continuamos, é claro. Outros, com bastante idade para se envergonharem de tal infâmia, apresentaram-nos ao mundo. Minha irmã Leah publicou um livro intitulado O Elo que faltava ao Espiritualismo. Pretende contar a verdadeira história do movimento, tanto quanto se originou conosco. Ora, só há no livro falsidade do início ao fim. Salvo o fato de que foi Horace Greeley que me educou. O restante é uma cadeia de mentiras."
Quando perguntada sobre às manifestações de Hydesville em 1848 e aos ossos encontrados na adega, respondeu: "Tudo fraude, sem exceção, contudo, Maggíe e eu somos as fundadoras do espiritualismo!"

(Sendo posteriormente na edição de 23 de novembro de 1904 do Boston Journal foi publicada a descoberta do esqueleto de um homem cujo espírito se supunha ter ocasionado os fenômenos na casa da família Fox em 1848)

E continuou:

"Debaixo do nome dessa terrível, horrorosa hipocrisia — o espiritualismo — tudo que há de impróprio, mau e imoral é praticado. Vão tão longes a ponto de terem o que chamam 'filhos espirituais'! Pretendem algo como a Imaculada Conceição! Coisa alguma poderia ser mais blasfematória, mais nojenta, mais altamente fraudulenta! Em Londres, fui disfarçada, a uma sessão privada em casa de um homem rico. Vi uma chamada 'materialização'. O efeito foi obtido por meio de papel luminoso cujo brilho se refletia sobre o refletor. A figura assim exibida era a de uma mulher – virtualmente um nu; envolvia-a uma gaze transparente. O rosto apenas se achava oculto. Era essa uma das sessões a que são admitidos alguns amigos privilegiados, não 'crentes', de espíritas 'crentes há, porém, outras sessões a que só são admitidos os mais provados e fiéis; aí ocorrem as coisas mais vergonhosas, que rivalizam com as saturnálias secretas dos antigos romanos. Não posso descrever-lhe essas coisas, porque não ousaria."
Maggie afirmou no New York World de 21 de outubro de 1888:

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

11: "Minha irmã Katie foi a primeira a descobrir que por esfregar os dedos podia produzir certo ruído com as juntas e que o mesmo efeito podia ser produzido com os artelhos. Descobrindo que podíamos criar ruídos com nossos pés - primeiro com um pé, depois com ambos - praticamos até poder fazer isso com facilidade quando a sala estava às escuras. Ninguém suspeitava de que fosse um truque nosso pois éramos crianças ainda tão novas... todos os vizinhos julgavam que havia algo, e desejaram descobrir do que se tratava. Estavam convencidos de que alguém havia sido assassinado na casa. Perguntaram-nos a respeito, e praticávamos as pancadas, sendo uma para "sim", três para "não", como passamos fazer daí por diante. Nada sabíamos sobre espiritualismo então. O assassinato, concluíram, devia ter sido cometido na casa. Finalmente, encontraram um homem chamado Bell e disseram que o pobre inocente havia cometido um assassinato na casa, e que aqueles sons procediam dos espíritos das pessoas assassinadas. O pobre Bell passou a ser evitado e visto como assassino por toda a comunidade. No que tange a espíritos, nem eu nem minha irmã pensávamos a respeito disso... Tenho visto tanto engano danoso que estou disposta a prestar assistência o quanto puder e positivamente declarar que o espiritualismo é uma fraude da pior descrição. Faço isso perante Deus, e minha ideia é denunciá-lo... Estou convicta de que esta declaração, partindo solenemente de mim, a primeira e mais bem sucedida nesse engano, romperá a força do rápido crescimento do espiritualismo e comprovará ser tudo uma fraude, hipocrisia e engano."
Um ano após as denúncias de supostas fraudes contra si mesma e suas irmãs, e percebendo não ter atingido a irmã Leah, Maggie decidiu desmentir as suas "confissões", alegando tê-las feito em troca de dinheiro (US$ 1.500,00) de religiosos que se aproveitaram de sua situação de pobreza.[2][3] Disse Maggie ao The New York Herald de 24 de setembro de 1889[2]:

"Preza a Deus que eu possa desfazer a injustiça que fiz à causa do Espiritualismo quando, sob intensa influência psicológica de pessoas inimigas dele, fiz declarações que não se baseiam nos fatos. Esta retratação e negação não parte apenas do meu próprio senso daquilo que é direito, como também do silencioso impulso dos Espíritos que usam o meu organismo, a despeito da hostilidade da horda traidora que prometeu riqueza e felicidade em troca de um ataque ao Espiritualismo, e cujas esperançosas promessas foram tão falazes[...] Muito antes que falasse a quem quer que fosse sobre este assunto, estava sendo incessantemente advertida por meu Espírito-guia daquilo que devia fazer; por fim cheguei à conclusão de que era inútil contrariar as suas recomendações."

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

12: Na mesma ocasião, um redator do The New York Herald perguntou-lhe o seguinte: “Havia alguma coisa de verdadeiro nas acusações que você fez ao Espiritualismo?”, e Maggie respondeu:

"Aquelas acusações eram falsas em todas as minúcias. Não hesito em dizê-lo... Não. Minha crença no Espiritualismo não sofreu mudanças. Quando fiz aquelas terríveis declarações não era responsável por minhas palavras. Sua autenticidade é um fato incontroverso. Nem todos os Hermans vivos serão capazes de reproduzir as maravilhas que se produzem através de alguns médiuns. Pela habilidade manual e por meio de espertezas podem escrever em papéis e lousas, mas mesmo assim não resistem a uma investigação acurada. A produção da materialização está acima de seu calibre mental e desafio a quem quer que seja a produzir batidas nas condições em que as produzo. Não há ser humano na Terra que possa produzir as batidas do mesmo modo que elas o são por meu intermédio"
O mesmo redator também a perguntou: "Que diz sua irmã Kate de sua presente atitude?” , e Maggie disse:

"Está de pleno acôrdo. Ela não concordou com a minha atitude no passado".
Kate Fox não se retratou publicamente de suas declarações, temendo retaliações. Contudo, no livro História do Espiritismo de Sir Conan Doyle consta uma carta escrita por Kate em 1888 para uma amiga em que ela se retrata[2]:

"[...]O empresário da exibição arranjou a Academia de Música, o maior auditório da cidade de New York; ficou superlotado. Fizeram uma renda de mil e quinhentos dólares. Muitas vezes desejei ter ficado com você e se tivesse meios agora voltaria para me livrar de tudo isso. Agora penso que podia fazer dinheiro, provando que as batidas não são produzidas pelos dedos dos pés. Tanta gente me procura por causa da declaração de Maggie que me recuso a recebê-los. Insistem em desmascarar a coisa, se puderem; mas certamente não o conseguirão[...]"
São estudados os fatos ocorridos em Hidesville por cientistas e estudiosos das ciências psíquicas e comprovados sua autenticidade ( Espiritismo e Animismo; Aksakof, Alexander) , faleceram poucos anos depois como médiuns respeitadas por vários estudiosos da moderna parapsicologia.

A descoberta do esqueleto[editar | editar código-fonte]
Na edição de 23 de novembro de 1904 do Boston Journal foi notificada a descoberta do esqueleto de um homem [10] cujo espírito se supunha ter ocasionado os fenômenos na casa da família Fox em 1848. Alguns meninos de uma escola achavam-se brincando na adega da casa onde residiram os Fox, casa que tinha a fama de ser mal-assombrada. Em meio aos escombros de uma parede que existira na adega, os garotos encontraram as peças de um esqueleto humano.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

13: Junto ao esqueleto foi achada uma lata de um produto costumeiro usado por mascates. Esta lata encontra-se agora em Lily Dale, na sede central regional dos Espiritualistas Americanos, para onde foi transportada da velha casa de Hydesville.

Referências
Ir para cima ↑ “Irmãs Fox“ Revisado.
↑ Ir para: a b c d Doyle 1926: volume 1, 105–111
↑ Ir para: a b c Alvarado, C. S.; Machado, F. R.; Zingrone, N. & Zangari, W. (2007). Perspectivas históricas da influência da mediunidade na construção de idéias psicológicas e psiquiátricas. Revista de Psiquiatria Clínica, v. 34, n. 1, p. 42- 53.
Ir para cima ↑ Aldridge, Alan. Religion in the contemporary world: a sociological introduction, p. 58
Ir para cima ↑ Embora a povoação não mais exista, faz parte da atual cidade de Arcadia, no Condado de Wayne. In: WEISBERG, Barbara. Talking to the Dead: Kate and Maggie Fox and the Rise of Spiritualism. San Francisco: HarperSanFrancisco, 2004: 12–13. ISBN 0-06-075060X
Ir para cima ↑ DOYLE, Arthur Conan, Sir. História do Espiritismo, 9ª ed. pg. 73, São Paulo/SP: Editora Pensamento, 1995. ISBN 85-315-0780-4
Ir para cima ↑ Doyle 1926: volume 1, 98
↑ Ir para: a b CROOKES, William, Sir. Researches Into the Phenomena of Modern Spiritualism (1874)
Ir para cima ↑ Doyle 1926: volume 1, 103-105
Ir para cima ↑ Artigo do "Boston Journal" de 1904 relatando a descoberta de um corpo no porão da casa das irmãs Fox.
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
BROUGHTON, R.S.. Parapsychology: The Controversial Science. Ballantine Books, New York, 1991.
CARNEIRO, Victor Ribas. ABC do Espiritismo (5a. ed.). Curitiba (PR): Federação Espírita do Paraná, 1996. 223p. ISBN 85-7365-001-X p. 4l-46.
DOYLE, Arthur Conan, Sir. História do Espiritismo, 9ª ed., São Paulo/SP: Editora Pensamento, 1995. ISBN 85-315-0780-4
KLOPPENBURG (O.F.M.), Frei Boaventura. Espiritismo e fé. São Paulo: Quadrante, 1990 (Temas Cristãos, n° 16). 68p.
KLOPPENBURG (O.F.M.), Frei Boaventura. Espiritismo: orientação para os católicos. São Paulo: Edições Loyola, 1997. 208p. ISBN 8515004585
RIZZINI, Jorge. Kardec, Irmãs Fox e Outros. Capivari (SP): Editora EME, 1994. 194p. ISBN 8573531517
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
(em inglês) The Fox Sisters
(em inglês) The Fox Sisters: Communicating with the Beyond, Spiritualism and the Lily Dale Community por John H. Martin.
(em inglês) The Fox Sisters: Kate and Maggie, pioneer pythonesses
(em inglês) Video e imagens dos alicerces da casa das irmãs Fox em Hydesville, New York pelo Rev. Brian Kent
(em inglês) The Rochester Rappers The United States Democratic Review, April 1853
(em inglês) Fox Sisters em An Encyclopedia of Claims, Frauds, and Hoaxes of the Occult and Supernatural por James Randi.
(em português) A história das irmãs Fox em página do Projeto Ockham
(em inglês) The death-blow to spiritualism: being the true story of the Fox sisters, as revealed by authority of Margaret Fox Kane and Catherine Fox Jencken (1888)
(em inglês) They Spoke With the Dead por Barbara M. Weisberg.
Categorias: EspiritualismoEspiritismoMédiuns dos Estados UnidosParapsicologiaPessoas paranormais.

Anônimo disse...

Excelente material de estudo sobre um caso forense de origem espritual. São esses tipos de coisas que os Centros Espíritas deveriam se dedicar em trazer ao público, ao invés de contribuírem ainda mais pra idiotização das massas com aqueles sermões e reuniões ridículas que fazem-nos crer que tudo ligado ao plano espiritual é organizado e feliz pois lá temos protetores e guardiões. Tudo papo furado !
Muito bom, Bruno ! Vc sempre provando que é um cara à frente do nosso tempo pois está sempre remexendo naquilo que os outros preferem deixar bem quietinho e sossegado. É isso aí ! Porrada neles !

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Orgulho de ser cristão! As bruxas ladras de pênis da Idade Média - O Malleus Maleficarum (Martelo das Bruxas): Cristãos Medievais eram tão LOUCOS como os atuais: "Vários capítulos do tratado são dedicados às bruxas que roubavam pênis. De acordo com o Malleus Maleficarum, muitas mulheres possuíam, depois de realizar um pacto com o diabo, a capacidade de fazer o pênis de sua vítima desaparecer voluntariamente. Algumas, inclusive, cuidavam dos genitais masculinos como animais de estimação, alimentando-os à base de aveia. O livro também menciona a árvore de pênis, uma estranha planta da qual nasciam falos com frutos. No tratado, é possível ler: “Toda bruxaria provém da luxúria carnal, que, nas mulheres, é insaciável”. Sob a ótica atual, não é difícil compreender que grande parte desse imaginário monstruoso se baseia na misoginia causada pelo medo da sexualidade feminina". https://seuhistory.com/noticias/bruxas-ladras-de-penis-da-idade-media

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Comentário de Denise Garcia no facebook: Se era um instrumento de Deus na terra, nao foi assasinado. A nao ser que Deus o queria em outro lugar. Ninguem passa por prova que nao buscou ou que nao se ofereceu. Deus é justo.

Resposta: Denise leia o artigo, e vai entender uma coisa importante, até onde os guias da casa comentaram ele em outras vidas fez grandes maldades, matou e torturou em nome da Igreja e por isso foi condenado a compensar o mal com o bem, porém existe muitas almas ainda querendo vingança, e com razões muito boas para persegui-lo e destruí-lo. Ele foi poupado a vida toda, mas agora que estava idoso, e de qualquer modo iria morrer mesmo, de causas naturais, os guias da casa resolveram deixar que os vingativos injustiçados fizessem o que queriam tanto. Ele que ainda era muito briguento, intolerante, aprenderia alguma coisa, e essas almas vingativas acabariam se apaziguando por finalmente "castigar esse mostro". Apaziguados eles poderiam ser convencidos a parar com tanto ódio.

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