quarta-feira, 22 de março de 2017

Leonice Fitz, a Menina Poltergeist - Full HD - Paranormal do Rio Grande do Sul - Poderes da Mente - Médium

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Para os que querem acreditar, nenhuma prova é necessária, para os que não querem, nenhuma será suficiente
[ditado popular]

Leonice Fitz a menina Poltergeist do Rio Grade do Sul, uma verdadeira Paranormal que infelizmente foi muito mal orientada, a família um bando de tolos, e depois foram dar ouvidos para um Padre! Tragédia pouca é bobagem. Virou empregada doméstica, casou com um jardineiro e morreu de câncer aos 35 anos, não teve filhos (continua abaixo).

Leonice Fitz, a Menina Poltergeist - Full HD - Paranormal:

 Sendo mal orientada por um padre que naturalmente defende os dogmas da Igreja Católica

Com as capacidades que possuía poderia ter “dominado o mundo” mas foi convencida por padres da igreja católica a rejeitar suas capacidades, e se encolher na completa mediocridade, tudo claro em nome do ‘senhor Jesus’, o salvador que não salva ninguém, um personagem de ficção... Jesus uma Fraude: [Clique Aqui]. Leonice claro, não teve capacidade intelectual suficiente para superar toda essa má influência, e o que poderíamos esperar? Todo mundo a volta dela eram de desinformados, de gente alienada, e o emocional dela não era diferente de outras garotas, não tendo apoio e sendo PESSIMAMENTE orientada foi convencida a primeiro, rejeitar as suas capacidades, e segundo, se esconder de todos. Além disso certamente ela não era uma pesquisadora, mas temos de dar uma colher de chá, afinal era extremamente pobre e num tempo que não tinha internet.

Sobre Igreja Católica, veja essa página AQUI, assista o vídeo abaixo:

João Ignácio comentou em um dos vídeos que falava sobre ela, onde centenas de pseudocéticos faziam críticas baseadas em pura ignorância, veja o texto abaixo, comentário original AQUI:

Para quem diz que é ‘fraude’, eu lembro bem desse caso (sou do RS) e a RBSTV chegou a mostrar ao vivo algumas manifestações, como panelas batendo sozinhas, lâmpadas acendendo e apagando, não havia a menor possibilidade de ser fraude, ainda mais numa casinha pobre de área rural, em plenos anos 80. Além disso, as manifestações paranormais de Leonice incomodavam demais a família, que chegou a chamar a polícia inúmeras vezes para afastar os curiosos. O que gente assim ganharia com uma fraude? 

Outra coisa que foi mostrado na época e que hoje ninguém mais fala, é que a Leonice fazia uns desenhos estranhíssimos, com uma técnica muito apurada, impossível para uma garota simples, da zona rural alemã do interior do RS, de família pobre, bastante humilde (fico me perguntando se a família ainda tem aqueles desenhos...). Tenho 43 anos e jamais vou esquecer daqueles desenhos, que foram mostrados ao vivo, num programa muito conhecido dos gaúchos, o Jornal do Almoço, da RBS TV, afiliada da Globo no RS.  Este programa ainda é exibido ao vivo, aliás.

Leonice Fitz já adulta

Na cidade de Santa Rosa, muita gente conheceu a família Fitz e podem atestar que desde muito pequenininha ela aprontava com suas manifestações sobrenaturais, inclusive na escola. Me expliquem como ela conseguia, se FOSSE UMA FRAUDE, arrancar os bonés das cabeças dos meninos e fazê-los voar pela janela? Tenham paciência em achar que TUDO é fraude, tudo é fake. A verdade é que há muitas coisas sem explicação. E sem explicação não quer dizer fake. É sem explicação. Ponto.
Leonice faleceu em 2010, de câncer ósseo. Durante muito tempo, dava consultas espirituais, atraindo inclusive gente do exterior. A família dela continua vivendo na zona rural e se recusa a falar sobre o caso, sobre a doença da moça ou mesmo sobre sua morte. Nem tudo é fake. Quem pensa assim, um dia pode ter uma surpresa.

Minha resposta: Obrigado João Ignácio pelos esclarecimentos, sabe é lamentável que não há algum jornalista com mais informações para fazer um artigo completo, essa mesma ai do vídeo nem estudou melhor o caso e já colou duvidas só por causa do “estranhamento” da menina ficar na cama. Já que você sabe tanto, e acompanhou tanto o caso, eu aconselho a fazer um Blog e escrever tudo o que sabe sobre o assunto. O que vai ganhar com isso? Vai defender a verdade perante tanta ignorância sobre esse assunto.

Segue agora uma página que vou replicar da RBSTV, se quiser ver no original, [Clique Aqui]

A garota Poltergeist aquietou seus poderes
[Por: Nilson Mariano 20/03/2010 - 04h02]

Leonice cuja suposta força paranormal apagou lâmpadas no passado, hoje enfrenta um câncer. Pratos decolavam da mesa de jantar, levitavam como disco-voadores, depois se espatifavam contra a parede. Luzes piscavam na roça de milho, mas não eram vaga-lumes. Espíritos apareciam para um bate-papo, comunicando-se por meio de batidinhas e toques, num código morse de arrepiar os cabelos. Cadeiras se arrastavam sozinhas, colchões se retorciam, lâmpadas estouravam fulminadas pelo olhar dela.
A responsável por esses fenômenos paranormais, que provocaram um turbilhão de espantos na região de Santa Rosa, em 1988, hoje está doente. Aos 34 anos Leonice Fitz recupera-se de um câncer ósseo que a obriga a tomar morfina a cada quatro horas. Passa os dias na cama, debilitada, conforta-se de suas dores ao lado da cachorrinha Priscila.

A Leonice enferma não gosta de lembrar a Leonice menina que atraiu exorcistas, caçadores de fantasmas, pseudocéticos e multidões de curiosos ávidos por assistirem a mesas gravitando como espaçonaves. Recostada em quatro travesseiros, conta que pagou alto por seus poderes. “Por que tive de ser diferente dos outros?” - Penaliza-se.

E será que os poderes paranormais continuam ativos? Antes de responder, ela acende mais um cigarro “a média é um a cada 10 minutos” e aponta para a luz que ilumina o quarto: - “Se quiser, desligo aquela lâmpada, eu desligo. Mas tenho medo de fazer isso e não ‘parar mais’. Aí, quem vai me ajudar?” - Os receios se justificariam. Depois que se tornou a ‘Garota Poltergeist’ para a imprensa do país, Leonice deixou o pacato Rincão da Boa Vista para trabalhar em Santa Rosa. Mas não parava nos empregos de doméstica, parecia uma feiticeira de avental a assustar as patroas. Numa ocasião, o ferro de passar roupa esquentou, embora estivesse desligado. Em outra, as bocas do fogão a gás se acenderam sem que fossem acionadas.

Padre atestou a força de Leonice

Mas como tudo começou? A mãe, Ema, 64 anos, recorda do nenê que chorava e ficava arroxeado diante da boneca Bruda. Na escola, Leonice apavorava os colegas por brincadeira. Fazia com que os bonés dos meninos esvoaçassem como pandorgas. Ao voltar para casa, na companhia das amiguinhas, as pedras da estrada flutuavam, dançantes. – “Comecei a me divertir cada vez mais” - diz ela, pegando mais um cigarro da carteira posta sobre a cama.

Em casa, somente o pai, Anildo Fitz (morto em 2003, aos 57 anos), conseguia evitar, num duelo de olhares, que a filha despedaçasse o que restava da louça. Mas os fenômenos assumiram tais proporções que a prefeitura de Santa Rosa pediu a ajuda do padre e parapsicólogo Edvino Friderichs, veterano na investigação de casos semelhantes, o estudioso diagnosticou: - “O problema é que ela acha graça quando isso acontece, sem levar em conta que se trata de um desequilíbrio físico e psíquico” -  Padre Friderichs tratou Leonice no final dos anos 80, tentou ensiná-la a controlar o porão obscuro da mente. Não adiantou. Ela seguiu conversando com o além, o interlocutor preferido era o tio-avô Otto Fitz, a quem se atribuía façanhas como hipnotizar serpentes e adormecer touros bravios. Enquanto Leonice falava, a alma do antepassado percutia as respostas codificadas na parede.
Atualmente, Leonice não sabe o que fará após o câncer. 

Talvez reabra o consultório espiritual que manteve por 10 anos. Assegura que usava seus dotes para curar pessoas com distúrbios, possessas, que vinham até do Paraguai e da Argentina. Um dos pacientes mais endiabrados foi um rapaz de Porto Mauá, que atearia fogo em galpões tendo por combustível a força do pensamento. Um pouco antes de adoecer, há dois anos, Leonice surpreendeu o marido, o jardineiro Armindo Herzog, 57 anos. Os dois foram ao supermercado, Armindo trancara a porta da casa e metera a chave no bolso. Durante as compras, ela avisou: “Ó, acabei de abrir a nossa casa” – “Não pode. A chave está comigo” - protestou o marido. Ao voltarem, o boquiaberto Armindo deparou com a porta escancarada. E não foi obra de ladrões, garantem os dois, ela com um sorriso travesso na face emagrecida.

Nota do site Sete Antigos Heptá: 
Leonice Fitz desencarnou com 35 anos no dia 26 de Junho de 2010

[Mais Sobre Super Paranormais? Clique Aqui]
[Gilberto Arruda, morto por Espíritos? Clique Aqui]


Tumulo de Leonice Fitz

Outro artigo muito interessante sobre ela, Clique Aqui - Site assombrado.com.br

Imagens Leonice Fitz Garota Poltergeist Brasileira:




Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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