quarta-feira, 20 de maio de 2015

Jesus Cristo, Apenas uma Fraude do Império Romano, Personagem de Ficção, Nunca Existiu - Cristianismo

Você Sabe o que é “O Salto Quântico Genético”? [Clique Aqui]

Jesus Cristo é Apenas uma Ficção, uma criação do Imperador Constantino de Roma. Ele o criou a partir de contos e mitos sobre outras figuras da época, Jesus é uma concha de retalhos, um personagem de ficção bem óbvio, e mal feito.

Jesus Nunca Existiu - Veja esse vídeo, curto mas muito esclarecedor:

Jesus Nunca Existiu - Falso, Fraude, Ficção, Fraude Religiosa, Cristianismo, Mentiras, http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2010/02/segredos-da-biblia-os-rivais-de-jesus.html
Posted by Bruno Guerreiro de Moraes on Quinta, 18 de junho de 2015
 
Jesus Nunca Existiu, se trata de uma Fraude Grosseira de Roma:

Nunca existiu, é apenas uma ficção do Império Romano

O Jesus Cristo como é relatado na bíblia na verdade nunca existiu, nunca existiu um milagreiro, um ser muito iluminado, enviado por deus para salvar a humanidade, morrendo por nós... a figura central da religião cristã é na verdade uma concha de retalhos, criado a partir do conjunto de mitos e lendas da época de Constantino. O personagem Jesus foi criado para doutrinar as pessoas usando de uma filosofia conformista, introduzindo a idéia que a 'recompensa' está no outro mundo, depois da morte, então para que se rebelar? Para que lutar por justiça? Dignidade? Melhores condições de vida? Se o 'reino dos céus' não é desse mundo, e só pode ser alcançado depois da morte, então por que ir contra os tiranos, e déspotas? A idéia é simples, e brilhante... criar uma figura exemplar para todos seguirem, e assim se tornarem dóceis, e passivos, para então os governantes poderem fazer o que quiserem. Sentenças tais como:  'Jesus morreu na cruz, e por causa disso ele foi consagrado', 'Jesus cumpriu o mandamento Divino, se sacrificou, derramou seu sangue, e por isso está sentado ao lado direito de Deus, faça o mesmo você, se sacrifique, se deixe crucificar, e ai vai se juntar ao filho de deus no paraíso'. Essas são as diretrizes centrais que é o objetivo final de toda a ficção colocada na bíblia, e imposta a massa da população como a 'verdade estabelecida', a 'palavra de deus'.  

O Imperador Constantino queria acabar com a instabilidade dentro do império romano, e aconselhado por filósofos, historiadores, e políticos, resolveu que criaria uma religião única, e todas as outras seriam proibidas. A religião cristã é uma construção de Constantino, a figura Jesus foi profundamente modificada, agregando talentos e feitos míticos de outras figuras mais populares. O Jesus verdadeiro, se existiu, era apenas um homem comum, sem poderes, não era nada demais, talvez apenas um médium, como tantos outros da época, não se destacava... O cristianismo gnóstico floreou muito as estórias sobre ele, e Constantino se apropriou e a modificou ainda mais, e completamente, a ponto dele (Jesus), não ter mais nada a ver com a figura original. Jesus Cristo é fundamentalmente apenas uma ficção criada pela elite para alienar as pessoas comuns, torná-los passivos e dóceis, para aceitarem o sua miséria e decadência. A mensagem é clara, e não deixa duvidas:  - 'veja Jesus, ele aceitou que deveria sofrer e morrer, era a vontade de deus... sigam o EXEMPLO!' –


Pessoa no Facebook:

Opinião minha pelo que ví, vivi, senti e pude perceber... Jesus é mais uma tática de dominação em massa, um personagem criado á partir da figura do que chamamos hoje de hippies, que por acidente acabou dando certo e dominou a mente de gerações e gerações de pessoas presas na terra. Diria que Jesus foi criado por uma das maiores mentes da história, porque seu legado vem destruindo e dominando seus seguidores e pelo visto a coisa só vai piorar. De fato, sua mensagem bondosa não poderia ser diferente, afinal ele é o tal filho do Deus de Israel então obviamente não veio para nada mais do que submeter a grande massa ao escravismo.

Engraçado que Jesus como Messias não cumpriu sequer nenhuma profecia , tudo que o novo testamento supõe que ele cumpriu está fora do contexto das profecias originais da Torah , até porque um salvador como os Judeus esperam é impossível. Não entendo porque tanta crença num ser tão nefasto e escravista, os crentes ficam lendo somente essa biblia com "mil" livros á menos e acham que sabem de tudo. No próprio Talmud Judaico está escrito que "Quando o Messias vier, cada Judeu terá 2800 escravos", outra citação : “No tempo do Messias, os judeus exterminarão todos os povos da terra.”

Em 1673, Bar Nachmani, no “Bammidhar rabba”, fol. 172, c. 4 e fol. 173, c. O Messias que eles esperam irá concluir a promessa de seu deus YHVH de que o “Povo escolhido” irá dominar toda terra. Obviamente que já se passaram tantos anos nessa espera que hoje em dia a maior parte dos membros do Judaísmo já deixaram de acreditar em tais escritos e, ou não praticam religião nenhuma, ou estão migrando para organizações mais amplas que englobam toda a humanidade e não só um grupo seleto. Tenho pena, conheço judeus de perto, vejo que por conta dessa história milenar eles sofrem preconceito dos cristãos, preconceitos por sua raça, obvio que há aqueles que fazem por merecer mas não dá para generalizar. Em fim , se esses Jesus é o todo poderoso filho de deus e tudo mais, a história dele é bem cheia de problemas e pelo visto ele mais derrama sangue do que salva alguém com o seu próprio como os cristãos adoram pregar.

- Sobre a Bíblia: [Clique Aqui]  

A Bíblia é um livro INTEGRALMENTE manipulado, desde a sua concepção, ela já nasceu mentirosa, e continuou sendo cada vez mais mentirosa com o passar dos tempos. Por motivos políticos, sociais e ideológicos a Bíblia foi sendo mudada a seu bel prazer pelos sacerdotes, reis e imperadores para levar a cabo seus planos, ou necessidades na época, para manipular o povo para alcançar seus objetivos de poder e riqueza. A bíblia não tem nada de "Sagrada" nem de "Divina", ela é, isso sim uma criação humana, feita por homens, para passar conceitos de homens, para enganar homens. Deus não tem nada a ver com isso. Ela nunca foi, e nunca será a "palavra de Deus", ela é na verdade o discurso da mentira, uma ferramenta eficiente para enganar e manipular a massa da população.

Episódio 01: No primeiro episódio é mostrado as mais eloqüentes distorções, contradições, erros grosseiros, modificações escandalosas, acréscimos fantasiosos, etc... que se encontra na bíblia moderna. A conclusão é que a Bíblia já nasceu mentirosa, e com o passar do tempo ficou ainda mais mentirosa, pois governantes, papas corruptos, e interesses políticos modificaram profundamente as escrituras originais, que já eram fantasiosas, e floreadas, e criaram algo ainda mais estranho e sem nexo. A Bíblia é Pura insanidade, e mais insanos ainda são as pessoas que a levam a sério.

Os Segredos da Bíblia: O Canal por assinatura o History Channel resolveu fazer uma série que desmascara a Bíblia de cima a baixo de um horizonte ao outro, essa série foi inspirada numa outra de nome idêntico feita anos atrás pelo National Geographic [Clique Aqui], mas o History foi ainda mais longe, ele mergulhou profundo em toda a problemática, e disseca cada controvérsia, cada falha e contradição existente nesse livro que é tido por milhões como sendo a "autêntica e inalterada palavra de Deus", esse livro que moldou a cultura ocidental, que foi a fonte primeira para muitas neuroses, perseguições, guerras, genocídios, extermínios, preconceitos, paradigmas, etc... na verdade é um livro muito frágil, de textos obviamente confusos e contraditórios, cheios de erros grosseiros e mentiras deslavadas. Mas o History, graças a deus, teve a coragem de desmascarar as farsas, as distorções e assim ele revela claramente que de sagrada a bíblia não tem nada, ela é isso sim, um livro criado por homens, para divulgar preceitos de homens, para enganar homens, deus não tem nada a ver com isso. E se ele existe, deve estar cheio de vergonha perante a demência de suas criaturas, os seres humanos. Como as pessoas podem levar a sério um livro tão tolo? Tão estúpido? Tão sem pé nem cabeça? Só mesmo sendo um lesado para levar a sério a Bíblia, o livro mais Bizarro já escrito...


Apenas conto de Fadas, nunca existiu, não voltará por que nem “vir” ele veio! Como alguém que nunca veio, pode agora voltar?

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

Tags: Jesus Cristo, Apenas uma, Fraude do Império, Romano, Personagem de Ficção, Nunca Existiu, Cristianismo,bíblia,carmen viana,ficção,mentiras,bíblia,escrituras sagradas,

26 comentários:

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Edson Roveri:

Jesus não foi uma pessoa, nem é um mito, é uma ideia, o ideal romano.
"Novo Testamento" tem a assinatura do gnosticismo platônico, acho que é certo dizer, amor platônico... Até óbvio se você observar a discrepância com os textos judaicos. Afinal os romanos assimilaram a cultura grega, e reformaram a religião judaica segundo a filosofia e doutrina moral platônica, o cristianismo primitivo ja tinha esse contorno, apenas sistematizaram, após a campanha de Tito Flávio.

Anônimo disse...

disso todo mundo sabe mas admitir kkkk eles nao querem

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Edson Roveri: Dando nome aos bois, o deus de jesus é o deus de sócrates e platão, a figura/metáfora messiânica de jesus é o homem que saiu da caverna. O conjunto doutrinário e filosófico é o mesmo. É uma idéia, não uma pessoa.


No faceBook: Celio Kellermann

Jesus existiu sim... desculpe mas vc. está errado. Provas históricas: Uma: Flávio Josefo, (Historiador) Antiguidades judaicas e A guerra dos Judeus. Alí ele é citado por inimigos. Mas a liberdade é feita de escolhas..Sucesso!

Resposta:

Lamento Celio Kellermann mas na verdade os documentos relativos a Flávio Josefo já foram provados falsos, veja esse site: http://ceticismo.net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/as-falsificacoes/ Assista esse video em 9:40 comentam sobre o assunto, https://vimeo.com/112188981

Falou de "Antiguidades judaicas"? e "guerra dos Judeus" onde o citam como inimigo? Fale mais desses casos, quero ver do que se trata exatamente...


Trecho do Site:

Tomemos, primeiramente, Flávio Josefo como exemplo. Ele escreveu a história dos acontecimentos judeus na época em que pretensamente Jesus teria existido. Os falsificadores aproveitaram-se então de seus escritos e acrescentaram: “Naquele tempo nasceu Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos. Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes do nosso país ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã, que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa.”

Depois deste trecho, passa a expor um assunto bem diferente no qual refere-se a castigos militares infligidos ao povoado de Jerusalém. Mais adiante, fala de alguém que conseguira seus intentos junto a uma certa dama fazendo-se passar como sendo a humanização do deus Anubis, graças aos ardis dos sacerdotes de Ísis. As palavras a Flávio atribuídas são as de um apaixonado cristão. Flávio jamais escreveria tais palavras, porquanto, além de ser um judeu convicto, era um homem culto e dotado de uma inteligência excepcional. O próprio Padre Gillet reconheceu em seus escritos ter havido falsificações nos textos de Flávio, afirmando ser inacreditável que ele seja o autor das citações que lhe foram imputadas. Além disso, as polêmicas de Justino, Tertuliano, Orígenes e Cipriano contra os judeus e os pagãos demonstram que Flávio não escreveu nem uma só palavra a respeito de Jesus. Estranhando o seu silêncio, classificaram-no de partidário e faccioso.


Sinto muito Celio Kellermann, mas faço minhas essas palavras: - “Nós não queremos ser indelicados, mas temos que ser factuais. Não queremos magoar os sentimentos de ninguém, mas queremos ser academicamente corretos naquilo que compreendemos e sabemos ser verdadeiro. O cristianismo não é baseado em verdades. Consideramos que o cristianismo foi somente uma história romana, desenvolvida politicamente”- (Jordan Maxwell, pesquisador escritor, denunciador das conspirações mundiais).

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 1:

Site: http://ceticismo.net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/as-falsificacoes/

Os únicos autores que poderiam ter escrito a respeito de Jesus Cristo, e como tal foram apresentados pela Igreja, foram Flávio Josefo, Tácito Suetonio e Plínio. Invocando o testamento de tais escritores, a Igreja pretendeu provar que Jesus Cristo teve existência física, e incutir como verdade na mente dos povos todo o romance que gira em torno da personalidade fictícia de Jesus. Contudo, a ciência histórica, através de métodos modernos de pesquisa, demonstra hoje que os autores em questão foram falsificados em seus escritos. Estão evidenciadas súbitas mudanças de assunto para intercalações feitas posteriormente por terceiros. Após a prática da fraude, o regresso ao assunto originalmente abordado pelo autor.

Tomemos, primeiramente, Flávio Josefo como exemplo. Ele escreveu a história dos acontecimentos judeus na época em que pretensamente Jesus teria existido. Os falsificadores aproveitaram-se então de seus escritos e acrescentaram: “Naquele tempo nasceu Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos. Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes do nosso país ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã, que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa.”

Depois deste trecho, passa a expor um assunto bem diferente no qual refere-se a castigos militares infligidos ao povoado de Jerusalém. Mais adiante, fala de alguém que conseguira seus intentos junto a uma certa dama fazendo-se passar como sendo a humanização do deus Anubis, graças aos ardis dos sacerdotes de Ísis. As palavras a Flávio atribuídas são as de um apaixonado cristão. Flávio jamais escreveria tais palavras, porquanto, além de ser um judeu convicto, era um homem culto e dotado de uma inteligência excepcional. O próprio Padre Gillet reconheceu em seus escritos ter havido falsificações nos textos de Flávio, afirmando ser inacreditável que ele seja o autor das citações que lhe foram imputadas. Além disso, as polêmicas de Justino, Tertuliano, Orígenes e Cipriano contra os judeus e os pagãos demonstram que Flávio não escreveu nem uma só palavra a respeito de Jesus. Estranhando o seu silêncio, classificaram-no de partidário e faccioso.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 2:

Site: http://ceticismo.net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/as-falsificacoes/

No entanto, um escritor com o seu mérito escreveria livros inteiros acerca de Jesus, e não apenas um trecho. Bastaria, para isto, que o fato realmente tivesse acontecido. Seu silêncio, no caso, é mais eloqüente do que as próprias palavras. Exibindo os escritos de Flávio, Fócio afirmava que nenhum judeu contemporâneo de Jesus ocupara-se dele. A luta de Fócio, que viveu entre os anos de 820 a 895, e foi patriarca de Constantinopla, teve início justamente por achar desnecessário a Igreja lançar mãos de meios escusos para provar a existência de Jesus. Disse que bastaria um exemplar autêntico não adulterado pela Igreja e fora do seu alcance para por em evidência as fraudes praticadas com o objetivo de dominar de qualquer forma.

Embora crendo em Jesus Cristo, combateu vivamente os meios sub-reptícios empregados pelos Papas, razão porque foi destituído do patriarcado bizantino e excomungado. De suas 280 obras, apenas restou o “Myriobiblion”, tendo o resto sido consumido, provavelmente por ordem do Papa.

Tácito escreveu: “Nero, sem armar grande ruído, submeteu a processos e a penas extraordinárias aos que o vulgo chamava de cristãos, por causa do ódio que sentiam por suas atrapalhadas. O autor fora Cristo, a quem, no reinado de Tibério, Pôncio Pilatos supliciara. Apenas reprimida essa perniciosa superstição, fez novamente das suas, não só na Judéia, de onde proviera todo o mal, senão na própria Roma, para onde de confluíram de todos os pontos os sectários, fazendo coisas as mais audazes e vergonhosas. Pela confissão dos presos e pelo juízo popular, viu-se tratar-se de incendiários professando um ódio mortal ao Gênero humano”.

Conhecendo muito bem o grego e o latim, Tácito não confundiria referências feitas aos seguidores de Cristo com os de Crestus. As incoerências observadas nessa intercalação demonstram não se tratar dos cristãos de Cristo, nem a ele se referir. Lendo-se o livro em questão, percebe-se perfeitamente o momento da interpelação. Afirmar que fora Cristo o instigador dos arruaceiros é uma calúnia contra o próprio Cristo.

E conforme já referimos anteriormente, os cristãos seguidores de Cristo eram muito pacatos e não procuravam despertar atenção das autoridades para si. Como dizer em um dado momento que eles eram retraídos e, em seguida, envolvê-los em brigas e coisas piores? É apenas mais uma das contradições de que está repleta a história da Igreja. Ganeval afirma que foram expulsos de Roma os hebreus e os egípcios, por seguirem a mesma superstição. Deduz-se então que não se referia aos cristãos, seguidores de Jesus Cristo. Referia-se aos Essênios, seguidores de Crestus, vindos de Alexandria.

A Igreja não conseguiu por as mãos nos livros de Ganeval, o que contribuiu ponderavelmente para lançar uma luz sobre a verdade. Por intermédio de seus escritos, surgiu a possibilidade de se provar a quais cristãos, exatamente, referia-se Tácito. Suetônio teria sido mais breve em seu comentário a respeito do assunto. Escreveu que “Roma expulsou os judeus instigados por Crestus, porque promoviam tumultos”. É evidente, também, a falsificação praticada em uma carta de Plínio a Trajano, quando perguntava o que fazer sobre os cristãos, assunto já abordado anteriormente. O referido texto, após competente exame grafotécnico, revelou-se adulterado. É como se Plínio quisesse demonstrar, não apenas a existência histórica de Jesus, mas sua divindade, simbolizando a adoração dos cristãos. É o quanto basta para evidenciar a fraude.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 3:

Site: http://ceticismo.net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/as-falsificacoes/


Se Jesus Cristo realmente tivesse existido, a Igreja não teria necessidade de falsificar os escritos desses escritores e historiadores. Haveria, certamente, farta e autêntica documentação a seu respeito, detalhando sua vida, suas obras, seus ensinamentos e sua morte. Aqueles que o omitiram, se tivesse de fato existido, teriam falado dele abundantemente. Os mínimos detalhes de sua maravilhosa vida seriam objeto de vasta explanação. Entretanto, em documentos históricos não se encontram referências dignas de crédito, autênticas e aceitáveis pela história. Em tais documentos, tudo o que fala de Jesus e sua vida é produto da má-fé, da burla, de adulterações e intercalações determinadas pelos líderes cristãos. Tudo foi feito de modo a ocultar a verdade.

Quando a verdade esta ausente ou oculta, a mentira prevalece. E há um provérbio popular que diz: “A mentira tem pernas curtas”. Significa que ela não vai muito longe, sem que não seja apanhada. Em relação ao cristianismo, isto já aconteceu. Um número crescente de pessoas vai, a cada dia que passa, tomando conhecimento da verdade. E, assim, restam baldados os esforços da Igreja, no que concerne aos ardis empregados na camuflagem da verdade, visando alcançar escusos objetivos.

Palavras do papa Leão X: “Quantum nobis prodeste haec fabula Christi”! (“Quanto nos é útil esta FÁBULA de Cristo!”)

“A fábula de Cristo é de tal modo lucrativa que seria loucura advertir os ignorantes de seu erro.” – Papa Leão X

“Não creria nos Evangelhos, se a isso não me visse obrigado pela autoridade da Igreja”. São palavras de Santo Agostinho. Com sua cultura e inteligência, poderia hoje estar no rol dos que não crêem.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Índice, Jesus Nunca Existiu: http://ceticismo.net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/

A maior invenção da indústria da fé:

Quando confrontados com um defensor do cristianismo, imediatamente aponte que a existência de Jesus não foi provada. Quando os defensores cristãos argumentam, usualmente apelam mais para as emoções do que para a razão, e tentarão te deixar embaraçado ao negar a historicidade de Jesus. A resposta habitual é qualquer coisa do gênero de “Negar a existência de Jesus não é tão tolo como negar a existência de Júlio César ou da Rainha Isabel?”. Uma variação popular desta resposta, usada especialmente contra os Judeus é “Negar a existência de Jesus não é como negar o Holocausto?”. Então aponte que há amplas fontes históricas que confirmam a existência de Júlio César, da Rainha Isabel ou de qualquer outro que for nomeado, enquanto que não existe evidência correspondente para Jesus.

Para se ser perfeitamente direto, arranje um tempo para fazer alguma investigação sobre as personagens históricas mencionadas pelos defensores do cristianismo e apresente fortes evidências da sua existência. Ao mesmo tempo desafie os defensores cristãos a mostrar evidência similar da existência de Jesus. Aponte que embora a existência de Júlio César ou da Rainha Isabel, etc. seja universalmente aceita, o mesmo já não acontece com Jesus.

No Extremo Oriente, onde as maiores religiões são o Budismo, o Xintoísmo, o Taoísmo e o Confucionismo, Jesus é considerado como mais uma personagem da mitologia religiosa ocidental, a par com Thor, Zeus e Osíris. A maioria dos Hindus não acredita em Jesus, mas os que acreditam consideram que ele é uma das muitas encarnações do deus hindu Vishnu. Os muçulmanos certamente acreditam em Jesus, mas rejeitam a história do Novo Testamento e consideram que ele foi um profeta que anunciou a vinda de Maomé. Eles negam explicitamente que ele tenha sido crucificado.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

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A maior invenção da indústria da fé (2):
Em resumo, não há uma história de Jesus que seja uniformemente aceite pelo mundo inteiro. É este fato que põe Jesus num nível diferente para personalidades históricas estabelecidas. Se os defensores do cristianismo usarem o “argumento do Holocausto”, aponte que o Holocausto está bem documentado e que existem numerosos relatos de testemunhas oculares. Aponte que a maior parte das pessoas que negam o Holocausto eram semeadores de ódio anti-semítico com credênciais fraudulentas.

Por outro lado, milhões de pessoas honestas na Ásia, que fazem a maioria da população mundial, não conseguiram ser convencidos pela história cristã de Jesus na medida que não há nenhuma evidência constrangedora da sua autenticidade. Os defensores do cristianismo insistirão que a história de Jesus é um fato bem estabelecido e irão argumentar que existe “muitas evidências que comprovam isso”. Insista em ver essas evidências e se recuse a ouvir enquanto eles não apresentarem.

Se Jesus não foi uma personagem histórica, de onde veio toda a história do Novo Testamento em primeiro lugar? O nome Hebreu para os Cristãos sempre foi Notzrim. Este nome é derivado da palavra hebraica neitzer, que significa broto ou rebento – um claro símbolo Messiânico. Já havia pessoas chamadas Notzrim no tempo do Rabbi Yehoshua ben Perachyah (100 A.E.C.).

Apesar de os modernos Cristãos afirmarem que o Cristianismo só começou no primeiro século depois de Cristo, é claro que os Cristãos do primeiro século em Israel se consideravam como sendo a continuação do movimento Notzri, que existia à cerca de 150 anos. Um dos mais notáveis Notzrim foi Yeishu ben Pandeira, também conhecido como Yeishu ha-Notzri. Os estudiosos do Talmude sempre mantiveram que a história de Jesus começou com Yeishu. O nome Hebreu para Jesus sempre foi Yeishu, e o Hebreu para “Jesus de Nazaré” sempre foi “Yeishu ha-Notzri” (o nome Yeishu é um diminutivo do nome Yeishua, e não de Yehoshua.) É importante notar que Yeishu ha-Notzri não é um Jesus histórico, uma vez que o Cristianismo moderno nega alguma conexão entre Jesus e Yeishu e, além do mais, partes do mito de Jesus são baseadas em outras personagens históricas além de Yeishu.

Sabemos pouco sobre Yeishu ha-Notzri. Todos os trabalhos modernos que o mencionam são baseados em informação retirada do Tosefta e do Baraitas – escritos feitos ao mesmo tempo do Mishna mas não contidos neste. Porque a informação histórica respeitante a Yeishu é tão danosa para o Cristianismo, muitos autores Cristãos (e também muitos Judeus) tentaram desacreditar esta informação e inventaram muitos argumentos engenhosos para a explicarem. Muitos dos seus argumentos são baseados em mal entendidos e citações erróneas do Baraitas, e para se ter uma imagem exata de Yeishu devem-se ignorar os autores cristãos e examinar o Baraitas diretamente.

A insuficiente informação contida no Baraitas é a seguinte: o Rabi Yehoshua ben Perachyah, num dado momento, repeliu Yeishu. As pessoas pensavam que Yeishu era um feiticeiro, considerando que ele tinha levado os Judeus a desencaminharem-se. Como resultado de acusações feitas contra ele (os detalhes das quais não são conhecidos, mas provavelmente envolveriam alta traição), Yeishu foi apedrejado e o seu corpo foi pendurado na véspera da Passagem. Antes disto, ele foi exibido durante 40 dias com um arauto que ia à sua frente anunciando que ele iria ser apedrejado e chamando por gente para avançar e o defenderem. Todavia, nada foi trazido em seu favor. Yeishu tinha cinco discípulos: Mattai, Naqai, Neitzer, Buni e Todah.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

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A maior invenção da indústria da fé (3):

No Tosefta e no Baraitas, o nome do pai de Yeishu é Pandeira ou Panteiri. Estes são formas Hebreu-Aramaicas de um nome Grego. Em Hebreu, a terceira consoante do nome é escrito com um dalet ou com um tet. Comparando com outras palavras Gregas transliteradas para Hebreu mostra que o original Grego devia ter tido um delta como sua terceira consoante, e assim a única possibilidade para o nome Grego do pai é Panderos. Como os nomes Gregos eram comuns entre os Judeus durante a época dos Macabeus, não é necessário assumir que ele era Grego, como alguns autores fizeram.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

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Jesus Cristo nunca existiu (1):

Os pesquisadores que se dedicaram ao estudo das origens do cristianismo sabem que desde o segundo século de nossa era tem sido posta em dúvida a existência de Cristo. Muitos até mesmo entre os cristãos procuram provas históricas e materiais para fundamentar sua crença. Infelizmente, para eles e sua fé, tal fundamento jamais foi conseguido, e a história cientificamente elaborada denota que a existência de Jesus é real apenas nos escritos e testemunhas daqueles que tiveram interesse religioso e material em prová-la. Desse modo a existência, a vida e a obra de Jesus carecem de provas indiscutíveis.

Nem mesmo os Evangelhos constituem documento confiável. As bibliotecas e museus guardam escritos e documentos de autores que teriam sido contemporâneos de Jesus e que não fazem qualquer referência ao mesmo. Por outro lado, a ciência histórica tem se recusado a dar crédito aos documentos oferecidos pela Igreja, com intenção de provar a existência física desta figura. Ocorre que tais documentos, originariamente, não mencionavam sequer o nome de Jesus; todavia, foram falsificados, rasurados e adulterados visando suprir a ausência de documentação verdadeira. Por outro lado, muito do que foi escrito para provar a inexistência de Jesus Cristo foi destruído pela Igreja, defensivamente. Assim é que, por falta de documentos verdadeiros e indiscutíveis, a existência de Jesus tem sido posta em dúvida desde os primeiros séculos desta era, apesar de ter a Igreja tentado destruir a tudo e a todos os que ousaram contestar os seus pontos de vista, os seus dogmas.

Por tudo isso é que o Papa Pio XII, em 1955, falando para um Congresso Internacional de História em Roma, disse: “Para os cristãos, o problema da existência de Jesus Cristo concerne à fé, e não à história”. Emílio Bossi, em seu livro intitulado “Jesus Cristo Nunca Existiu”, compara Jesus Cristo a Sócrates, que igualmente nada deixou escrito. No entanto, faz ver que Sócrates só ensinou o que é natural e racional, ao passo que Jesus teria se preocupado apenas com o sobrenatural. Sócrates teve como discípulos pessoas naturais, de existência comprovada, cujos escritos, produção cultural e filosófica passaram à história como Platão, Xenófanes, Euclides, Esquino, Fédon. Enquanto isso, Jesus teria por discípulos alguns homens analfabetos como ele próprio teria sido, os quais apenas repetiriam os velhos conceitos e preconceitos talmúdicos.

Sócrates, que viveu 5 séculos antes de Cristo e nada escreveu, jamais teve sua existência posta em dúvida. Jesus Cristo, que teria vivido tanto tempo depois, mesmo nada tendo escrito, poderia apesar disso ter deixado provas de sua existência. Todavia, nada tem sido encontrado que mereça fé. Seus discípulos nada escreveram. Os historiadores não lhe fizeram qualquer alusão. Além disso, sabemos que, desde o Século II, os judeus ortodoxos e muitos homens cultos começaram a contestar a veracidade de existência de tal ser, sob qualquer aspecto, humano ou divino.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

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Jesus Cristo nunca existiu (2):

Estavam, assim, os homens divididos em duas posições: a dos que, afirmando a realidade de sua existência, divindade e propósitos de salvação, perseguiam e matavam impiedosamente aos partidários da posição contrária, ou seja, àqueles cultos e audaciosos que tiveram a coragem de contestá-los.

O imenso poder do Vaticano tornou a libertação do homem da tutela religiosa difícil e lenta. O liberalismo que surgiu nos últimos séculos contribuiu para que homens cultos e desejosos de esclarecer a verdade tentassem, com bastante êxito, mostrar a mistificação que tem sido a base de todas as religiões, inclusive do cristianismo. Surgiram também alguns escritos elucidativos, que por sorte haviam escapado à caça e à queima em praça pública. Fatos e descobertas desta natureza contribuíram decisivamente para que o mundo de hoje tenha uma concepção científica e prática de tudo que o rodeia, bem como de si próprio, de sua vida, direitos e obrigações.

A sociedade atualmente pode estabelecer os seus padrões de vida e moral, e os seus membros podem observá-los e respeitá-los por si mesmos, pelo respeito ao próximo e não pelo temor que lhes incute a religião. Contudo, é lamentavelmente certo que muitos ainda se conservam subjugados pelo espírito de religiosidade, presos a tabus caducos e inaceitáveis. Jesus Cristo foi apenas uma entidade ideal, criada para fazer cumprir as escrituras, visando dar seqüência ao judaísmo em face da diáspora, destruição do templo e de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, surgindo uma nova crença. Ultimamente, têm-se evidenciado as adulterações e falsificações documentárias praticadas pela Igreja, com o intuito de provar a existência real de Cristo.

Modernos métodos como, por exemplo, o método comparativo de Hegel, a grafotécnica e muitos outros, denunciaram a má fé dos que implantaram o cristianismo sobre falsas bases com uma doutrina tomada por empréstimos de outros mais vivos e inteligentes do que eles, assim como denunciaram os meios fraudulentos de que se valeram para provar a existência do inexistente.

É de se supor que, após a fuga da Ásia Central, com o tempo os judeus foram abandonando o velho espírito semita, para irem-se adaptando às crenças religiosas dos diversos povos que já viviam na Ásia Menor. Após haverem passado por longo período de cativeiro no Egito, e, posteriormente, por duas vezes na Babilônia, não estranhamos que tenham introduzido no seu judaísmo primitivo as bases das crenças dos povos com os quais conviveram. Sendo um dos povos mais atrasados de então, e na qualidade de cativos, por onde passaram, salvo exceções, sua convivência e ligações seria sempre com a gente inculta, primária e humilde. Assim é que, em vez de aprenderem ciências como astronomia, matemática, sua impressionante legislação, aprenderam as superstições do homem inculto e vulgar.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Índice, Jesus Nunca Existiu: http://ceticismo.net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/

Jesus Cristo nunca existiu (3):


Quando cativos na Babilônia, os sacerdotes judeus que constituíram a nata do seu meio social, nas horas vagas, iriam copiando o folclore e tudo o que achassem de mais interessante em matéria de costumes e crenças religiosas, do que resultaria mais tarde compendiarem tudo em um só livro, o qual recebeu o nome de Talmud, o livro do saber, do conhecimento, da aprendizagem. Por uma série de circunstâncias, o judeu foi deixando, aos poucos, a atividade de pastor, agricultor e mesmo de artífice, passando a dedicar-se ao comércio. A atividade comercial do judeu teve início quando levados cativos para a Babilônia, por Nabucodonosor, e intensificou-se com o decorrer do tempo, e ainda mais com a perseguição que lhe moveria o próprio cristianismo, a partir do século IV.

Daí em diante, a preocupação principal do povo judeu foi extinguir de seu meio o analfabetismo, visando com isso o êxito de seus negócios. Deve-se a este fato ter sido o judeu o primeiro povo no meio do qual não haveria nenhum analfabeto. Assim, chegando a Roma e a Alexandria, encontrariam ali apenas a prática de uma religião de tradição oral, portanto, terreno propício para a introdução de novas superstições religiosas. Dessa conjuntura é que nasceu o cristianismo, o máximo de mistificação religiosa de que se mostrou capaz a mente humana. O judeu da diáspora conseguiu o seu objetivo. Com sua grande habilidade, em pouco tempo o cristianismo caiu no gosto popular, penetrando na casa do escravo e de seu senhor, invadindo inclusive os palácios imperiais. Crestus, o Messias dos essênios, pelo qual parece terem optado os judeus para a criação do cristianismo, daria origem ao nome de Cristo, cristão e cristianismo.

Anônimo disse...

a maior fraude é a aparência descrita, naquela região era impossivel nascer alguém assim

Anônimo disse...

Bruno, não acredito que a Bíblia seja totalmente inútil e mentirosa. Acredito que ela foi manipulada e censurada com o passar dos tempos. Existem ensinamentos esotéricos e textos iniciáticos nela. Alguns registros históricos e relatos que devem ser tomadas precauções para interpretar devido ao contexto histórico da época. Sobre Jesus, acredito que tenha existido sim. Mas que também manipularam a imagem dele e a mesclaram com o Deus Sol. O motivo seria a mensagem que aliás até tem citação na própria bíblia: "sois deuses". Por isso manipularam a verdadeira mensagem e imagem de Jesus. Queriam cordeiros para serem controlados e não deuses. Obrigado.

Anônimo disse...

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI343900-17770,00-TEOLOGO+DIZ+QUE+JESUS+FOI+UMA+FICCAO+CRIADA+POR+ARISTOCRATAS+ROMANOS.html

De acordo com Atwill, ele reuniu evidências conclusivas de que essa parte da Bíblia foi escrita por aristocrata romanos e que, embora isso certamente vá deixar cristãos insatisfeitos, trata-se de questão de tempo até que sua teoria seja aceita. "Eu apresento meu trabalho com alguma ambivalência, porque não quero atingir diretamente nenhum Cristão. Mas isso é importante pra nossa cultura. Cidadãos alertas precisam saber a verdade sobre nosso passado para que possamos entender como e porque governos criam falsas histórias e falsos deuses. Isso é feito, frequentemente, para obter uma ordem social que vai contra os interesses do povo comum", disse ele no release oficial que enviou à imprensa.

Anônimo disse...

Continuação

Mas... como?

Segundo Atwill, a criação da história de Jesus teria sido uma estratégia política dos romanos para pacificar as investidas violentas dos judeus que viviam na Palestina naquela época. Os romanos esgotaram suas tentativas de conter a rebelião usando armas e teriam criado o mito de um líder judeu pacifista para inspirar o hábito de "dar a outra face" e encorajar os judeus a ceder a Cesar e pagar impostos a Roma.

Jesus não teria nem sequer sido baseado em uma figura histórica específica. Ao contrário, seria uma construção - uma colcha de retalhos - feita a partir de outras histórias. "Eu comecei a notar uma sequência de paralelos entre os dois textos [o Novo Testamento e o manuscrito "A Guerra Judaica", escrito por Flávio Josefo no séc. I]", declara Atwill sobre sua descoberta mais intrigante, "e embora estudiosos cristãos tenham reconhecido por séculos que as profecias de Jesus parecem estar cheias das coisas que Josefo escreveu em seu manuscrito, eu enxerguei outras dúzias", disse.

Atwill não acha que sua descoberta é o início do fim do Cristianismo, mas pode ajudar aqueles que tenham sido oprimidos pela religião de alguma forma. "Até hoje, por exemplo, [o Cristianismo] é usado nos EUA para criar apoio à guerra no Oriente Médio", exemplificou.

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI343900-17770,00-TEOLOGO+DIZ+QUE+JESUS+FOI+UMA+FICCAO+CRIADA+POR+ARISTOCRATAS+ROMANOS.html

Anônimo disse...

Informações de Utilidade Pública, realmente. Eu acreditava que esse sujeito, tido como modelo e exemplo a ser seguido, havia existido de fato, embora achasse um absurdo as narrativas dos "milagres" que sempre acompanharam a sua "biografia". Em outras palavras, ali já havia fortes indícios de que essa figura não representava alguém que pudéssemos acreditar ser uma figura histórica, de existência real. Com certeza, a criação e a manutenção desse mito foi uma das maiores fraudes - e um dos maiores golpes - da História. E isto que é inegável. Quanto mal, quantos extermínios, quantas espoliações e crimes de toda espécie foram perpetrados (e ainda são) graças a essa figura.
Parabéns pela coragem em vir denunciar essa farsa esfarrapada que escraviza e idiotiza grande parcela da humanidade. Se a maioria prefere continuar acreditando nisto, o problema é deles. De minha parte, agradeço por ter ajudado a me libertar dessas maluquices e imoralidades encarnadas na figura de um homem que só serve como modelo para nos mostrar até onde pode chegar a estupidez humana.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Anônimo adorei a sua declaração, abraço!

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Pessoa por email:

Em relação a Jesus, o que me deixa mais incomodado é que muitas pessoas ja falaram sobre sua existência, inclusive algumas religiões orientais, falavam de sua vinda. Grandes representantes da espiritualidade também falavam dele. Osho afirmava a existência dele. Nosso compatriota Chico Xavier, Allan Kardec e Divaldo Franco. Além de outros divulgadores individuais, que muitas vezes não vendem nada, apenas divulgam seus conhecimentos. Pesquisando sobre o registro Akashico já soube de pessoas que puderam vivenciar a época e relatarem que de fato Jesus existiu. A grande farsa, na realidade seria em relação a história (ou estória) bíblia. E nisso eu concordo plenamente. Questões sobre a tradução, sobre a interpretação dos discípulos, sobre as alterações no império de Constantino. A data que Jesus nasceu, a quantidade de discípulos, sobre Maria ser virgem, sobre voltar para Terra para 'resgatar' os filhos, podem ser mensagens falsas ou distorcidas. Mas isso não anularia a existência dele e seu interesse de que todos buscassem uma evolução espiritual. Vejo ele como um Avatar como Buda, Gandhi, Osho (?talvez?). Mas essas opiniões estavam no meu campo de fé e estudo e não o de experiência, que é muito mais importante. Outro ponto, eu acredito (gostaria de um dia dizer que sei) que exista uma hierarquia espiritual. Hierarquia não seria uma boa palavra, mas uma expansão de consciencia maior do que a que conheçamos. Pra mim Jesus é 'apenas' um ser expandido, independente de ser o JESUS, imagino que vc creie, ou saiba que existam inteligencias superiores a nossa conhecida, certo? Pra mim Jesus é isso.


Resposta:

Tá... se tal figura foi tão distorcida, tão adulterada, tão modificada, então não é o Jesus da Bíblia concorda? Então é outra coisa, qualquer outra coisa, menos o Jesus da Bíblia, certo? E afinal por que te interessa tanto saber se tal figura existiu ou não? Se ele era tão diferente do que é relatado na bíblia, se ele não é o "fazedor de milagres", o "Salvador", o "único filho de deus" então sobra o que? Sobra um ser medíocre, um coitado, um qualquer que não merece mais atenção... quanto a todos esse "iluminados" que falam dele, e dizem que ele existiu, só posso dizer uma coisa, não são tão iluminados assim... que tipo de "iluminados" são esses que não percebem a grande mentira, fraude e erro que é o cristianismo? Osho iluminado? Tá muito longe disso...

Ivani Medina disse...

Por que essa história continua na penumbra? Não devia ser assim. No entanto, quando fazemos uma aproximação dos fatos com fatos e não com ideias, é possível outra conclusão. http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

Anônimo disse...

A verdade que se Jesus tivesse existido, além da Igreja não ter necessidade de falsificar os documentos, haveria a tal paz prometida. Mas o que rola no mundo é o contrário. Figura inventada para acalmar a galera, pois no Império Romano, sempre houve diversas revoltas internas. O Sermão da Montanha é prova disso. Diz para todo mundo ser calmo e submisso e não se preocupar com nada. Basta ler a história do Império Romano e das Igrejas Católica e Ortodoxa e ver que tudo se encaixa. Além disso, durante a Idade Média, época áurea do Poder Católico, algumas tentativas de reerguer o Império foram executas, como o Império Latino e o Sacro Império Romano-Germanico. O Vaticano é um país e tem brasão similar a de um Reinado. A Igreja Católica tem uma estrutura hierárquica de deixar muita empresa com inveja, o que abre o questionamento do porque haver tanta organização numa coisa que deveria "ser aberta a todos" (Deus). Com a divisão do Império Romano, houve também a divisão da Igreja.

Jesus infelizmente para muitos é uma mentira.

Anônimo disse...

http://www2.uol.com.br/jornaldecampos/485/jesus.htm
No endereço indicado apresentar uma evidência da existência de Cristo "uma antiga urna de calcário, usada para depositar ossos em Jerusalém, pode conter a mais antiga referência a Jesus Cristo fora da Bíblia Sagrada".
Historicamente é comprovado, inclusive por acadêmicos descrentes, da existência de Jesus histórico (homem real e não divino). Um historiador percorreu todo o percurso relatado no livro de Atos tentando provar as mentiras escritas, mas ao final da pesquisa falou da fidelidade dos fatos elogiando Lucas como um grande historiador. Fonte: documentário da universidade de Cambridge a história da bíblia e dos cristãos.

Se Cristo histórico existiu nós temos três opções acerca Dele?
1. Ele foi um lunático e os seus seguidores também eram, no entanto, Ele não viveu e nem ensinou como um louco (leia os evangelhos, você já leu?).
2. Ele era o maior mentiroso, enganou a todos (as), era um farsante, entretanto, não viveu e nem ensinou como mentiroso (leia os evangelhos, você já leu?).
3. Ele era e é Filho de Deus, Ele é Senhor, pois viveu e ensinou como ninguém (leia os evangelhos, você já leu?).

Sócrates, Platão e Aristóteles só tinham as perguntas, Cristo tem as respostas. Existem mais evidências textuais acerca de Cristo em comparação a Platão. Apresente os papiros alterados, comprove as manipulações na bíblia. A nível de informação Constantino era um analfabeto cultural referente a Cristo, aos livros da bíblia, etc. Ele solicitou a confecções de 50 exemplares. O grupo ligado a Constantino que defendia a inclusão e retiradas de certos livros da bíblia não conseguiu influenciar.
(Fonte: documentário da universidade de Cambridge a história da bíblia e dos cristãos).

No fundo nós não queremos crer em Cristo, pois seus ensinamentos são contrários as nossas praticadas pecaminosa, a nossa natureza depravada, má, não queremos negar aquilo que nos condena, não queremos abrir mão do orgulho, vaidade, mentira, prostituição, orgias, idolatrias, etc ("Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus." 1 Coríntios 6:9-10).

As palavras de Cristo são mentirosas, loucas ou verdadeiras? Mateus 22:38 "Este é o primeiro e maior dos mandamentos. 39 segundo, semelhante a este, é: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Qual seria o beneficio do ensinamento? Leia os evangelhos e se pergunte: era louco, mentiroso ou Senhor?

Assista o testemunho de um dos maiores ex-ateus e psicólogo Augusto Cury.

Nós não somos bons e posso prova isso. Se fosse possível convidar todos os seus conhecidos para assistir um DVD de todos os seus pensamentos acredito que muitos ficariam surpresos. Os nossos melhores amigos nos abandonaria.

Muitos filósofos, sociólogos, educadores admiro pela sua inteligência. Todos propõem soluções plausíveis sobre os problemas do mundo através de suas teorias, mas Cristo indicar a fonte de todos os problemas mais profundamente, a natureza pecaminosa, depravada e imoral do homem. Nós somos o x da questão de toda mazela da sociedade. Acabe com o pecado, acabamos com os problemas. O único capaz de transformar nossa depravação é CRISTO.

Se Cristo não existiu como pode um grupo pequeno de apóstolos abalar as estruturas de um mundo da época? Eles não pregavam revolução armada, não faziam rebeliões, pelo contrario, ensinavam sobre CRISTO. Se Cristo não existiu por que tais pessoas se arriscaram tanto, muitos morreram por Cristo (todos os apóstolos com exceção João, como pode um pequeno movimento iniciado por um "louco", "mentiroso" ou alguém que não existiu crescer vertiginosamente? Estude a historia buscando quantos morreram, foram perseguidos, torturados e massacrados por Cristo.

Abraços caro amigo.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Anônimo bem escrota essa parte né?:

"Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus." 1 Coríntios 6:9-10

Destaque: "efeminados, nem os sodomitas", sujo isso em senhor "cristão de bom coração", muita incoerência, e estupidez por parte dos cristãos, aliás eu diria que toda pessoa cristã é retardada, pois lê a Bíblia, (ou diz que lê) e não percebe que aquilo ali é um livro de ficção, um conto de fadas para fazer adulto dormir. É tanta incoerência, é tanta asneira, é tanta estupidez que fico abismado de como uma pessoa lê tanta porcaria e não entende que o livreco é apenas lixo literário...

E se você acredita tanto no personagem de ficção chamado Jesus eu desafio esse "único filho de Deus" a vis aqui me provar a sua "divindade", ai se o figura aparecer, e provar o poder brutal que ele possui, ai sim eu deixo de realizar os seminários o "Salto", tiro todas as paginas contra o cristianismo do Ar e viro Pastor Evangélico da Igreja Universal do Reino de Deus! Vou lá morar no prédio do Bispo Macedo, o Templo de Salomão!

Aguardarei a "presença do senhor" sentado, por que de pé eu sei que vou me cansar...

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Comentário no Facebook:

Christiane Franco:

também acho ridículo! (sobre pastor homofóbico fazendo ameaça de morte contra politico Gay)
só Deus convence o coração do homem!
Deus já tem seus escolhidos!
até muitos que estão dentro da própria igreja não são escolhido por Deus!
ele mesmo diz na sua palavra:
muitos que dirão senhor senhor não entrarão nos reinos dos céus, e muitos vão para a igreja para sua própria condenação:
quantos crentes arrogantes existem aí?
só pensam no dinheiro, status, ostentação, não ajudam o próximo!
muitos são até procurados por pessoas humildes, e muitos que se dizem cristãos, adoradores gospels, que tem até boas condições financeiras, não estão nem aí!
querem platéia!
um dia Deus vai cobrar deles!

Resposta:

Christiane não conte com "salvador" nenhum, salve a si mesma, se converta VOCÊ no Deus. Jesus não passa de uma Fraude do Império Romano, nunca existiu... http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2014/07/pagina-indice-jesus-uma-fraude-serie.html

Unknown disse...

Caro Bruno Guerreiro de Moraes,
Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei,
Meus parabéns pela página referente às verdades ocultas da sociedade, mostrando a iluminação aos que a procuram, muito bom seu trabalho, continue assim meu caro!
Amor é a lei, amor sob vontade.
Fraternalmente,
Frater G.'.

Luciferiano x disse...

Legal você citar referências do livro da lei do CRENTE Arleister Crowley.

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O que Está Acontecendo?

- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. [Bruno Guerreiro de Moraes]