quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Livro de Rosane Collor (Vulgo Malta), Tudo o que Vi, e Vivi - Fernando Collor e a Magia Negra - Candomblé - Umbanda

Você Sabe o que é “O Salto Quântico Genético”? [Clique Aqui]

Aqui no nosso site fizemos um artigo sobre esse assunto [Clique Aqui], porém nessa pagina eu irei dizer a minha modesta opinião sobre o livro dela, pois já o li inteiro...

Rosane Collor e seu livro, “Tudo o que Vi e Vivi” (ed. Leya), show de desonestidade e omissões

Para quem está interessado na parte sobre Magia e Ocultismo da vida de Fernando Collor e Rosane Collor (vulgo Malta) vai se decepcionar um pouco... pois na verdade a parte reservada a esse MUITO INTERESSANTE ASSUNTO no livro é pequeno... o livro todo tem 222 paginas, mas ela só começa a falar algo sobre a Magia praticada por Fernando Collor (e por ela própria) a partir da pagina 160! No Capitulo 10 intitulado “A Maldição do Impeachment” é onde Rosane fala alguma coisa sobre o assunto, de forma bem superficial e resumida, o capitulo tem apenas 6 paginas... ela dedica muito mais espaço falando de igreja evangélica do que da magia verdadeira praticada com muito sucesso por Fernando Collor e por ela mesma.

As razões para isso eu acho que é obvia... Rosane não pode simplesmente falar muito do assunto por que vai se meter numa bela encrenca, não só judicialmente, mas em todos os sentidos, afinal ela própria foi completamente entregue a essas praticas, e como o Babarolixá Pai Ralf diz nessa entrevista [Clique Aqui], e veja mais abaixo. Rosane era totalmente adepta das praticas, e praticava com afinco e muita fé, e de fato deve algum sucesso na vida graças a isso.

O ponto de virada nessa questão para Rosane ela cita no livro. Enquanto vivia na Flórida [nos EUA] Rosane aparentemente se encheu de tudo isso, ela pelo jeito se irritou com os Babarolixás que os serviam na época [ela não conta a historia em detalhes, fala muito superficialmente do assunto] isso de dispor dos serviços de um ocultista é como ter um médico da família, esse médico vai periodicamente pedir exames, fazer recomendações, indicar remédios, novos tratamentos, verificar os progressos, estudar os casos, investigar... e claro tudo isso vai ter custos, mas se como consequência a sua saúde ficar boa, tudo ok né? O que interessa de verdade é estar vivo e bem.

Pois um Babarolixá a seu serviço é bem parecido com isso, e principalmente se tratando de uma celebridade que corre riscos de vida, tem uma vida publica escancarada, vitima de investigações da policia, metido em corrupção como é o caso de Collor, então  esperasse naturalmente muito mais problemas do que com uma pessoa normal. Então suponho que algum, ou alguns, Babarolixás estavam fazendo uma porção de recomendações, talvez exigindo atitudes, providencias, e essas cobranças em algum momento a irritou, pois como ela mesma escreveu na pagina 161, trecho: “Fernando chega disso. Eu não quero ter mais nada com essas coisas. Esses pais e mães de santo sempre querem mais. Os trabalhos deles parecem não ter fim”. Ela parece ter se enjoado do assunto, porém...

Porém não é algo simples “sair desse mundo” pois, para começar, esperasse algum reconhecimento. Ela ainda jovem, estava vivendo uma vida de conto de fadas, rica, respeitada, vivia na Florida em alto luxo, e seu trabalho era desfrutar do que havia de melhor no mundo, iates, viagens extravagantes, hotéis de máximo luxo, carros de luxo, etc... ela própria confessa no livro que era paparicada como uma verdadeira rainha, e aliás escreveu o livro justamente para reivindicar sua vida de luxo novamente... quando ela se estressou com esses magistas eles com certeza se sentiram traídos, ou a julgaram ingrata, afinal ela devia o sucesso a eles... PC Farias e sua mulher, por exemplo, estavam mortos, e ela muito bem obrigado...

Ela não dá detalhes de como foi isso, mas como ela estava numa posição de muito conforto e poder talvez se sentindo mesmo uma autentica rainha acabou se excedendo e disse o que não deveria, os desafiou, os ofendeu, e por isso, segundo ela própria fala no livro, eles, (e claro, as almas), prometeram que ela cairia. Que a queda seria grande... e de fato isso aconteceu! Na Pagina 167 ela escreve - “Eles diziam que eu tomaria um grande tombo, que minha queda acabaria comigo” - Depois - “Se eu ‘cai’, como eles diziam, por causa disso, eu não sei”.  Não sabe ex-primeira dama? Mas isso não está MAIS DO QUE ÓBVIO??

Pela Rosane Collor ter se tornado uma evangélica medíocre e desonesta, que de fato não está batendo nada bem da cabeça, já prova o tremendo poder que a magia tem, ela não está morta por que o Collor não quis, e isso fica muito claro no final do livro, onde ela confessa que o processo de separação dela está muito longo e anormalmente complicado, seria inclusive um dos processos de separação mais oneroso de todos os tempos no Brasil, pois até ir para o supremo tribunal federal foi. Ela diz ali no capitulo final que entendeu que o Fernando Collor está arrastando o máximo que pode esse processo de divorcio primeiro para castiga-la, mas principalmente por que ele quer manter algum controle sobre ela, quer ainda manter o “cordão umbilical”, pois no dia que ele sentar e chegar num acordo definitivo sobre a partilha dos bens ai sim acabou... ai sim estarão definitivamente separados e cada um seguirá sua vida sem nem pensar um no outro. Ela então especula, e eu concordo com ela, que ele ainda a ama, e só não acabou com isso por que fazendo isso ele ainda tem alguma atenção dela, ele ainda está nos pensamentos dela, ele ainda é o “homem central” na vida dela.

Digo então que ela só está viva ainda apesar de ter peitado e ofendido os babarolixás e claro, as almas que trabalham com eles, por que Fernando Collor interviu e pediu para mantê-la viva, porém iria castiga-la... A Ex-mãe de Santo Maria Cecilia só está viva por que prestou preciosos serviços a essas almas por décadas e pelo jeito ela se afastou de uma forma correta, em vez de simplesmente chutar o balde como se fosse nada. Por essas décadas de serviço e dedicação ela merece alguma ‘colher de chá’... ela não está morta, mas está completamente anulada, virou uma pobre e medíocre pastora de igreja evangélica...  

Nesse livro da Rosane Collor fica claro o poder que realmente o Collor possui por ter se dedicado e feito tantos trabalhos de magia, a partir da pagina 143 ela fala do escândalo do Dossiê Cayman que se tratava de supostas provas que incriminavam políticos do PSDB, incluindo Mario Covas, Fernando Henrique, José Serra, etc... mas no final depois de Collor gastar mais de 2 milhões de dólares ficou provado que na verdade o tal dossiê era falso. Quem descobriu e negociou o dossiê Cayman foi Leopoldo o irmão mais velho de Collor. Collor confiou nele, e de fato gastou tudo isso, porém o dossiê se revelou uma fraude. O Leopoldo gastou dinheiro dele, e de Collor para comprar, mas uma vez verificado que era falso Collor brigou com o irmão, e não o ressarciu pois de fato ele (Leopoldo) tinha sido incompetente, gastaram mais de 2 milhões e 200 mil dólares em documentos falsos, e até grosseiros... por que Collor teria obrigação de ressarci-lo?

Mas Leopoldo não ficou satisfeito, e virou inimigo de Collor também, Rosane diz na pagina 146 - “Amigos que temos em comum me contaram que durante o enterro de um outro amigo, George Gazale, ele olhou para o defunto no caixão e disse que só sossegaria depois que visse o irmão naquele mesmo estado” -  disse ainda - “no dia em que meu irmão morrer, eu vou dar uma festa. Mesmo que não tenha dinheiro, eu peço emprestado para poder comemorar”.

Mas quem morreu foi ele, Leopoldo... viveu na miséria até o ano de 2013 e morreu de câncer no hospital do Câncer em São Paulo. Quem ‘comemorou’ foi Fernando Collor de Melo... Perante os fatos não há argumentos, Collor adquiriu um super poder, uma super proteção por ter fé e dedicação verdadeira a magia real, ele é um ocultista de muito sucesso, pois o conjunto das evidencias deixa isso claro. Nem tudo foi um mar de rosas, é verdade, mas que ele sempre ficou, e está até hoje por cima da carne seca, isso é inegável...

O livro de Rosane Collor é desonesto... como ela se converteu numa evangélica fundamentalista, ela claramente escreve por linhas tortas... bem tortas... primeiro ela não dá nenhum detalhe de todo esse mundo “ocultista” que sempre a rodeou desde que conheceu Collor, ela fala pouco do assunto no livro e de forma superficial, ela não confessa uma coisa que o Pai Ralf diz, que na verdade ela também era praticante entusiasmada de tudo isso, e teve ótimos resultados. Mas não é só isso, ela falha moralmente ao não reconhecer que de fato as magias praticadas por Collor fizeram e ainda fazem poderoso efeito, e também na pagina 128 comenta, por exemplo, que ela fez sessões de terapia com o internacionalmente famoso psiquiatra Brian Weiss que faz terapia de vidas passadas. Ela fez terapia de VIDAS PASSADAS com Weiss, mas não comenta nenhuma delas... ela apenas fala superficialmente de memórias tristes da infância dando a entender que Brian Weiss apesar de prioritariamente aplicar terapia de vidas passadas, ela só teve memória da atual vida ativada...dando a entender ardilosamente que só existe essa vida, afinal o dogma do cristianismo, tanto Católico como Evangélico é que não existe vidas passadas, e as pessoas, a alma, começa a existir a partir da barriga do mãe.

Como uma evangélica fundamentalista vai confessar que fez terapia de vidas passadas e ativou memórias de outras encarnações? Impossível não é mesmo? Exceto que ela estiver querendo ser excomungada... Na pagina 156 temos um relato bem curioso que prova sem duvida alguma o efeito que a magia verdadeira pode ter, Rosane Collor literalmente estava ficando louca...

Ela que nunca tinha tido depressão (segundo ela mesma diz), passou a ter, e também começou a ter síndrome do pânico! Ela ficou psicótica, e por isso mesmo estragou sua vida completamente. Ficou claro a todos que Rosane Collor estava com os parafusos soltos, e por isso sua credibilidade foi completamente arrasada, ai para terminar com chave de ouro vira uma evangélica... é realmente patético ver aquela mulher forte, elegante, inteligente dando testemunhos esquizofrênicos numa igrejinha de bairro da periferia de Maceió... Realmente fabuloso o efeito poderoso que a magia tem, e esse testemunho de Rosane Collor vem a confirmar tudo isso.

Então se você amigo(a) está interessado em ler o Livro de Rosane Collor leia, mas saiba de antemão que ele é um pouco decepcionante, e de fato a Rosane não é muito lógica não... ela termina falando que é “direito dela ter a vida de SUPER LUXO que desfrutava quando casada com Collor”. Mas se está separada, se largou a magia, os ocultistas para viver uma vida de mediocridade, virou evangélica e agora tá lá dando força para as alienações da religião, o que ela merece? O que ela acabou plantando? Plantou desprezo, ingratidão, arrogância, prepotência... queria colher o que? Rosas? Lírios do Campo?

Rosane Collor (vulgo Malta) recebeu o que plantou, hoje em dia não é nem a sombra da mulher que foi, e fica ai o exemplo para servir de lição a todos que acabam caindo na alienação, mediocridade, medo e preguiça, em vez de fazer por onde e persistir para vencer na vida, ficou claro para mim com esse caso que dispor da ajuda dessas forças misteriosas que atuam no ocultismo é fundamental para ter mais chances na vida, para ter mais sorte que a maioria, e assim garantir um lugar muito melhor e mais honrado perante a sociedade. Pois você tem de viver de qualquer modo, então que sua vida se transforme em algo significativo, passar pela vida sem deixar a sua marca (legado), é o mesmo que passar por um jardim sem perceber a beleza a sua volta...


Pai Ralf - Revelações sobre Rosane e Fernando Collor de Mello - Magia e Consagração:


Pai de Santo: “Rosane era quem pedia magia negra para Collor”:

A matéria está no Site do Diário de Pernambuco e tem combustível para tocar fogo na desavença alimentada por Rosane Malta com seu ex Fernando Collor. O texto de Tauan Saturnino inclui depoimento de um pai de santo de Olinda que garante: a magia negra para o ex-presdente era feita a pedido da primeira-dama Rosane Collor. Leia a íntegra:

"Numa casa grande e decorada com imagens de santos e entidades da umbanda, na periferia de Olinda, um homem risonho, de meia-idade, abre a porta. No interior da residência, Pai Ralf, nome usado por Ralf Genary nas sessões de atendimento espiritual, para em frente a um banner com uma foto onde ele aparece ladeado pelo casal Fernando e Rosane Collor, agora separado. Ambos, ele reforça, antigos clientes do terreiro. Dizendo atender ordens da entidade espiritual Maria Padilha, ele procurou o Diário para negar que Rosane, hoje evangélica, tenha, no passado, sido apenas uma espectadora de sessões de “macumba”, obrigada pelo ex-marido. Por muitos anos, ele garante, ela procurou os serviços do pai de santo em busca de poder e para se livrar de problemas com a Justiça. Os rituais envolviam a morte de animais e ocorreram entre 1993 e 1997. Pai Ralf afirma ter sido procurado por Rosane para livrá-la de um processo de desvio de verba da antiga Legião Brasileira de Assistência (LBA), órgão do governo federal de caráter filantrópico presidido pelas primeiras-damas e extinto em 1995. Após este primeiro caso, o pai de santo diz ter se encontrado pessoalmente com Fernando Collor e se oferecido para livrá-lo do processo penal por corrupção passiva que respondia na época. Pai Ralf decidiu tornar o caso público após a entrevista dada por Rosane na TV, no mês de julho, quando ela detalhou os rituais e afirmou não ter envolvimento direto com as práticas de feitiçaria. Rosane briga na Justiça pelo aumento da pensão, de R$ 16 mil para R$ 40 mil.

Pai Ralf diz ter conhecido Rosane por intermédio de Suzana Marcolino, namorada de Paulo César Farias, tesoureiro da campanha de Collor à presidência e um dos pivôs do escândalo que levou o ex-presidente ao impeachment. “Na época em que Collor foi afastado, eu tive uma visão dele deixando a presidência e sendo atingido por ovos podres. No mesmo período, fui atender em um salão de beleza de Maceió e conheci Suzana Marcolino, aquela que morreu com PC Farias. Ela disse que uma amiga de Rosane gostaria que eu fizesse uns trabalhos e então descobri que era a própria Rosane que queria meus serviços para absolvê-la no processo da LBA. Como pagamento, eu pedi para ajudar Fernando Collor, que estava na lama”, disse o pai de santo.

De acordo com Pai Ralf, a entidade Maria Padilha, que através dele atendia o casal, ficou indignada depois da entrevista de Rosane, por ela não ter falado sobre o tempo em que se envolvia em práticas ocultistas após o afastamento de Collor da presidência. “Estou dizendo apenas o que Maria Padilha está passando. Ela ficou revoltada por Collor não cumprir as dívidas espirituais. Rosane provocou a minha separação de Collor e Maria Padilha separou o casal. Acho que agora ela é evangélica para tirar dinheiro dele ou se promover. Uma pessoa cristã não pode agir como ela agiu, desprezando a entidade depois de tanto trabalho negro que fiz”, afirmou.

Retorno à Presidência da República

O umbandista também disse que caso Fernando Collor pague as dívidas que possui com o mundo espiritual, ele estará apto para voltar à Presidência da República. “Ele não pagou a dívida com as entidades. Collor tem que ir para a Igreja de São Jorge, no Rio de Janeiro, e no Recife ele deve subir as escadarias do Morro da Conceição e visitar o túmulo da “menina sem nome” (criança brutalmente assassinada e enterrada como indigente no Cemitério de Santo Amaro). Se fizer isso, voltará a ser presidente”, disse. Para Pai Ralf, o julgamento do Mensalão também foi obra da entidade Maria Padilha. “Todos os que estão aí (no banco dos réus) lutaram pelo impeachment. Maria Padilha me disse que iria mostrar todos os inimigos dele na televisão e está aí. Até o presidente Lula era contra ele”. (De Tauan Saturnino, do Diário de Pernambuco).

Artigo Sobre Collor e a Magia Negra [Clique Aqui]. 







Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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18 comentários:

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 1]: ENTREVISTA - ROSANE COLLOR
"Thereza não fazia o tipo de Collor. Ele é que fazia o dela", afirma Rosane Collor: http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/0,,ERT313719-17735,00.html

A ex-primeira-dama revela outras informações de bastidores da Casa da Dinda e afirma que o filho de PC vai à Brasília até hoje receber dinheiro de Collor. Rosane ainda diz que a fé a salvou da depressão em que caiu ao se separar do marido. Vinte anos depois de deixar a cena política, ela volta ao noticiário para reivindicar sua parte dos bens e divulgar a biografia que lançará nos próximos meses. Aqui, a intimidade de uma mulher ferida e com sede de vingança.

O exemplar da Bíblia sobre a mesa da varanda é um talismã. Leva o nome da dona escrito com caneta na lombada. Aos 47 anos, Rosane Collor é uma mulher de fé: credita a Jesus a cura da ­depressão e a Deus, “seu advogado fiel”, a futura vitória na Justiça contra o ex-marido Fernando Collor, com quem briga, há sete anos, para não sair do casamento sem nada do patrimônio­ do casal. A alagoana de Canapi­, que chegou a Brasília aos 25 anos como­ a mais jovem primeira-dama da história do País­, põe na conta do divino ter escapado com vida da maldição­ do impeachment — simbolizada pela morte de dois personagens centrais da queda de Collor. A primeira foi a de Pedro Collor, vítima de câncer, em 1994, autor das denúncias de corrupção que deram início à CPI que culminou com a perda de direitos políticos do primeiro presidente eleito após a ditadura. A segunda foi o assassinato de Paulo César Farias, o PC, em 1996, o tesoureiro da campanha, que pagava as contas do presidente com dinheiro de caixa dois. O inventário de perdas de Rosane inclui, ainda, a mãe de Collor, sua mãe e seus dois irmãos. Lances que vão rechear a biografia que ex-primeira-­dama lança até o fim do ano, quando completam exatamente duas décadas que o ex-marido foi apeado­ do poder sob uma saraivada de denúncias de corrupção.

Rosane considera-se livre do lamaçal, com o atestado de idoneidade dado pelo Supremo Tribunal Federal para as denúncias de que teria desviado verbas da Legião Brasileira de Assitência. Vive com uma pensão de R$ 18 mil e sente falta da vida de rainha, das viagens para o Taiti e Aspen e das joias que ficaram com o ex. “O que sobrou de 22 anos de vida com Fernando foram 101 caixas”, diz. Basicamente, roupas. Destila mágoa contra a ex-cunhada Thereza Collor, reserva as palavras mais duras para Caroline Medeiros, a atual mulher de Collor, e fala com pesar da dor de ter perdido um filho do homem que mais amou na vida­. A seguir, a entrevista que a ­ex-primeira-dama concedeu a MARIE CLAIRE em Maceió, na varanda da mansão da família Collor, onde ela hoje mora “de favor”.

MARIE CLAIRE Em 1999, você declarou à Marie Claire que nada destruiria seu casamento com Collor. O que mudou?

ROSANE COLLOR Acreditava que nada pudesse destruir nossa união. Sobrevivemos ao impeach­ment, a tudo. Até que tive minha primeira crise de depressão, depois da morte de minha mãe e de engravidar e perder o bebê. Fernando (QUE JÁ TINHA DOIS FILHOS DO PRIMEIRO CASAMENTO COM LILIBETH­ MONTEIRO DE CARVALHO, JOAQUIM E ARNON, HOJE COM 33 E 35 ANOS) não soube lidar com a minha fragilidade e disse uma frase que me magoou muito: “Eu não consigo ajudar nem a mim mesmo”.

MC Por isso terminaram?

RC Fui me afastando dele­. Ficava no computador o tempo todo jogando gamão. Era minha fuga. Virei uma das 32 melhores jogadoras de NetGammon. Não queria mais sair de casa. Homem é egoísta. Fernando não teve comigo a mesma solidariedade que eu tive com ele quando precisou. Só não se matou porque eu estava ali dando força.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 2]:

MC Como foi a vida sem ele depois de 22 anos de união?

RC Complicadíssima. Nunca imaginei. Fui educada assim: casar é para a vida inteira. Minha mãe dizia que na família da gente não tinha divorciado, só viúvo.

MC Isso era uma ameaça?

RC Não (RISOS). Tanto que Fernando está vivo até hoje. Não havia mesmo divórcio na nossa família e quando ele entrou com o pedido foi um choque. Eu estava em São Paulo. Beth Szafir, minha amiga, me aconselhou: “Rô, faz as pazes. É uma fase difícil, mas vocês se amam. Faz uma surpresa e vai para Maceió”. Segui o conselho, mas ele tinha ido para Recife e não voltou mais para casa.

MC Como é ser a primeira divorciada dos Malta, tradicional família de Canapi (AL)?

RC Foi um baque emocional, financeiro, familiar. Não pude nem sequer voltar às minhas casas. Fernando mandou pegar as minhas coisas em Brasília, São Paulo e Miami. Botou tudo na transportadora e despachou para Maceió. O que sobrou de 22 anos de vida com Fernando foram 101 caixas. Só roupas.

MC E as joias?

RC Ficaram lá. Até a que ganhei da minha mãe quando fiz 15 anos. Peças de valor sentimental. No processo, descrevi não sei quantos relógios, colares de brilhante, de esmeralda, de safira.

MC O que ficou da relação?

RC Estive com Fernando nos piores e nos melhores momentos. Tinha vida de rainha, mas também provações. Passei por muita humilhação. Uma vez, jantávamos em um restaurante em Araxá (MG) e uma pessoa jogou comida no rosto dele, ao meu lado. Aguentei tudo, as depressões dele. O que me entristece é construir uma vida com uma pessoa e, no final... o que sobra? Quem quer dar emprego a uma ex-primeira-dama?

MC Como você reage às críticas da opinião pública de ter reclamado no Fantástico da sua pensão de R$ 18 mil?

RC Claro que é uma pensão alta, mas não é justa. Estou lutando por um valor que seja de acordo com os rendimentos do Fernando. No começo, eu ganhava uma pensão de R$ 5 mil. Ele declarou que tinha uma renda de R$ 25 mil. Eu provei na Justiça que não era verdade. Só o aluguel da casa de São Paulo era de R$ 36 mil. O juiz, então, passou para R$ 12 mil. Com os rea­justes, hoje são R$ 18 mil. Ainda não é justo. Quero nada menos do que me garante a lei. Sei que ganho hoje um valor que sustentaria muitas famílias, mas vamos deixar de hipocrisia­. Estou pedindo uma pensão que ele pode pagar, compatível com um ex-presidente, com um senador da República e herdeiro da Organização Arnon de Mello, dona de rádio e TV.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 3] MC Você ganhava uma mesada­ de Collor na época de casada? Qual era o valor?

RC Ele me dava R$ 40 mil por mês. Sei que não vou ter a vida que eu tinha antes, mas quero o que é meu de direito. Não estou tirando dinheiro do bolso das pessoas que me criticam, mas de um homem que tem muito.

MC Você alegou ter amigas que ganham pensão de R$ 40 mil. Isso existe mesmo?

RC Isso mesmo. E o marido dessa amiga não é ex-presidente e não tem o padrão de vida do Fernando. Ela queria mais. A Justiça deu R$ 42 mil. Por que eu não posso lutar? Que mulher não ia brigar por uma pensão maior se o ex pode pagar?

MC Como é sua vida financeira hoje? Com o que gasta?

RC Vivo com pensão alimentícia, tenho que fazer contas e me preocupar como todas as pessoas­. Não tenho 10% do que eu tinha antes. É uma vida tranquila, mas não tenho nada de supérfluo. Tenho um carro mais simples e uma casa, que é dele, essa onde eu moro “de favor”, mas que precisa de muita manutenção. Devo decidir se gasto dinheiro comigo ou com a casa. Não é fácil. Eu mantenho meus advogados. Tive que cortar viagens, roupas de grife, 90% dos supérfluos. Supérfluo para quem real­mente não pode, mas não para mim que tenho uma situação boa, não é? Creio na justiça de Deus e creio na justiça dos homens. Vou ter de recuperar aquilo que é meu por direito. O que eu não acho justo é você ter algo que construiu durante uma vida e não poder usufruir porque a outra pessoa não quer dar. Eu tinha outro padrão de vida.

MC Por que acha que ele não quer lhe dar o que você pede?

RC Fernando quer me deixar arruinada, com uma mão na frente e outra atrás, porque casamos em separação total de bens. Gasta uma fortuna com advogados, bem mais do que poderia me dar.

MC Seu hit tem sido a música evangélica “Advogado Fiel”?



RC “Meu Advogado é o meu Senhor, a minha audiência ele já marcou” (CANTAROLA O REFRÃO). Vários juízes passaram pela minha causa e largaram o meu processo. Advogados saíram, perderam prazos. Deus colocou um advogado­ de Santa Catarina e um desembargador que teve coragem de decidir a meu favor.

MC Como superou a depressão? Fez análise?

RC Fiz durante dois meses, quando me separei, mas nunca tomei remédio para depressão. Minha tarja preta foi Jesus. Ele me colocou de pé e me deu força para continuar a luta.

MC Foi difícil acordar do conto de fadas que você vivia?

RC Fernando foi o grande amor da minha vida e a minha grande­ decepção. Ele foi o patrono da minha festa de debutante. Fui escolhida para dançar a valsa com ele, que me fez um galanteio: “Você sabia que é a garota mais bonita da festa?”. Eu respondi: “Muito obrigada. Sabia que você é muito exibido?”. Ele tinha 30 anos. Sempre fui muito autoritária, atrevida.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 4]: MC Começou ali o namoro?

RC Não. Um ano depois, nos reen­contramos e namoramos escondido. Meu pai descobriu. Ou acabava o namoro ou ia para o colégio interno. Uma vez, em Canapi, ele me deu dois beijos no rosto e disse: “Você é minha princesa, vou me casar com você”. Eu rebati: “Você é meu príncipe, vou me casar com você”.

MC Quando aconteceu?

RC Aos 19 anos. Eu tinha terminado um namoro de quatro anos. Saímos para jantar e começamos a namorar. Dois dias depois, ele me pediu em casamento. Em três meses, nos casamos. Ele foi meu príncipe e tenho certeza de que fui a princesa dele. Sempre me surpreendia com presentes, flores, cartões. No meu aniversário, me dava carro de presente e joias que ele mesmo desenhava.

MC Você casou virgem?

RC Casei. Fernando não acreditava que eu era virgem. Ele forçava, mas eu dizia que só depois do casamento. Tinha convicção. Meu pai (O FAZENDEIRO JOÃO ALVINO MALTA, QUE ERA UM TEMIDO CORONEL­ LOCAL) dizia: “Vocês vão morar em Maceió, vão ter toda liberdade. Mas filha minha só casa virgem, de branco e é de um homem só”. Aquilo era um decreto. Minha irmã escreveu uma carta para mim contando o que se fazia na lua de mel, pois minha mãe não tinha coragem de falar como era (O SEXO) e eu não tinha coragem de perguntar como é que se fazia. Também não podia comprar livros sobre o assunto...

MC Você ainda tem essa carta, lembra o que ela dizia?

RC Sim, explicava como se fazia... Não sei onde está, mas ainda devo­ tê-la. Eu sabia um pouco, tinha uma noção. Mas tinha aquela­ coisa, o medo de doer. Não assistia filme, não pesquisava o assunto. Fernando foi uma pessoa maravilhosa. Ficou surpreso, mas foi muito carinhoso. A primeira vez foi tranquila. Fomos para Bariloche, na lua de mel. E depois Paris.

MC Levou muito tempo para se soltar, ficar a vontade?

RC Levei uns meses... Não foi muito rápido. Demorou. Fernando foi perfeito. Muito carinhoso. Eu não tenho do que falar nesse aspecto.

MC E sobre o uso de drogas, tem? Dizem que ele gostava...

RC Nunca provei drogas. Nunca vi o Fernando usar. Nunca, nunca­. E não é hoje que vou dizer isso só porque estamos separados.

MC Como surgiram os apelidos Quinho e Quinha que vocês usavam quando juntos?

RC Primeiro, a gente se chamava de “Pucununinha” que seria pequenininha e pequenininho. Era muito feio e passamos a nos chamar de Quinho e Quinha ou de Guidú. Não sei como surgiu.

MC Houve traição?

RC Ele foi fiel durante o tempo que esteve comigo. Mas, na última fase, logo depois de sair de casa, o vejo com outra pessoa. Infelizmente, o mundo está cheio de mulheres que são capazes de tudo para ter um homem. Essa mulher que está hoje com o ­Fernando (A ARQUITETA CAROLINE MEDEIROS) era casada, fazia a reforma do apartamento que ele estava comprando para nós. Ela, sabiamente, viu que ele estava carente e engravidou logo, para sacramentar. Bem típico.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 5]: MC Você se considera traída?

RC Fernando ainda era casado comigo. Fui madrinha de casamento da irmã dela. Ela destruiu o meu casamento e o dela. É uma Jezabel, como diz a Bíblia. Qualquer mulher que toma o marido da outra é uma prostituta. Mas o tempo é o senhor da razão. Não acredito que uma pessoa que destrói um relacionamento dessa forma possa ter felicidade. Ela teve duas filhas (AS GÊMEAS CELINE E CECILLE, NASCIDAS EM 2006). Dizem que uma delas tem problemas. Isso é o quê? A mão de Deus pesa.

MC Cláudia Raia, com quem diziam que Collor tinha um caso, fazia o tipo dele?

RC De jeito nenhum. Ele gosta de loiras. Claudia era minha amiga. Eu torcia para que ela namorasse Paulo Octávio (EX-GOVERNADOR DO DF E AMIGO DE COLLOR), quando estava se recuperando da separação com Alexandre Frota.

MC E Thereza Collor, sua ex-cunhada, fazia? Ela vai ter um capítulo no livro?

RC Vou perder tempo com essa pessoa somente no livro. Tenho que esclarecer algumas coisas.

MC A história de que Pedro Collor tinha ciúme do irmão Fernando em relação a ela?

RC Vou contar a verdade. E não é essa (DE QUE FERNANDO DAVA EM CIMA DA CUNHADA). Thereza não faz o tipo dele. Era exatamente o contrário. Detalhes, só no livro.

MC A sua biografia vai incomodar muita gente?

RC Com certeza. Vai incomodar o Fernando. Ele dizia que desde que tinha sido eleito presidente não se encontrava com PC. Não é verdade. PC ia pelo menos uma vez por semana na minha casa tomar café da manhã. Eles se viam sempre até estourar o escândalo. Por que mentiu­? Fiz essa pergunta para o Fernando. Ele nunca respondeu.

MC E o dinheiro do PC?

RC Dizem que tem muito dinheiro do PC Farias voltando para o Brasil. Eu sempre soube que, de vez em quando, o filho do PC vai a Brasília e o Fernando­ dá dinheiro pra ele.

MC O que diz para aqueles que continuam achando que desviou verbas de programas da LBA, como o do leite?

RC Respondo com a decisão do Supremo Tribunal Federal que me absolveu por unanimidade no caso da LBA. Se o dinheiro estivesse comigo, não teria problemas financeiros.

MC Era PC quem pagava as contas da “madame”, como ele costuma chamá-la?

RC Eu nem sabia que era ele quem pagava. Recebia uma quantia depositada na minha conta. Sempre tive mesada, desde que me casei. Fernando estipulava uma quantia X que eu podia gastar. E eu gastava.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 6]: MC Sobras de campanha?

RC É.

MC Você acredita na maldição do impeachment?

RC Sim. Fernando dizia que todas as pessoas que o prejudicaram estavam morrendo: Ulisses Guimarães (EM UM ACIDENTE DE HELICÓPTERO EM 1992), PEDRO COLLOR (DE CÂNCER, EM 1994), PC (ASSASSINADO, EM 1996). Era a maldição do impeachment. Escapamos eu e a Cecília, a mãe de santo dele, porque aceitamos Jesus. Só estamos vivas para contar a história porque somos evangélicas.

MC Você participava das macumbas que o Collor mandava fazer na Casa da Dinda?

RC Eu passava mal com a matança dos animais. Preferia não ver. Na época do impeachment, ele recebia passes e conversava com as entidades, que diziam ajudar a passar aquela fase difícil. Ele matou galinha, carneiro. Coisa do diabo, mesmo. Gastava bastante dinheiro com macumba. Graças a Deus, nem sei quanto era.

MC Como foi namorar de novo depois de ficar tanto tempo casada?

RC Foi muito complicado. Com o primeiro, fiquei uns quatro meses. Eu não conseguia. Era uma pessoa mais velha. Não deu certo. Sexual­mente foi dificílimo. Fui criada para ser mulher de um homem só. Minhas sobrinhas têm outra cabeça. Eu até brinco. Já namoram, dormem junto, viajam.

MC Você está namorando?

RC Estou solteira. Paqueras têm muitas, mas namorado, não. Tive um namoro por dois anos (ALDER FLORES, QUE FOI SEU ADVOGADO), mas também não deu certo. Somos amigos, até hoje me chama de lindinha. Acredito que Deus vai colocar um grande amor na minha vida. Vejo a Solange Couto (ATRIZ), que aos 50 e poucos anos teve um filho lindo. Por que não? Há uns dois meses, subi um monte aqui em Maceió para orar. O pastor reuniu um grupo de quarenta pessoas para louvar e cantar lá do alto como Jesus fazia. Deus vai me dar tudo que foi tirado de mim. Se eu encontrar um homem maravilhoso, posso me casar novamente, ter um filho. Por que não? Nada é impossível para aqueles que creem. Há tantos tratamentos hoje.

MC Como são as paqueras?

RC Não sou de ficar. Começo e já namoro. O último que eu namorei era mais jovem. Ficamos juntos oito meses. Ele tinha 30 anos. Tem os dois lados­. Aquele de trazer jovialidade, mais ousadia. Hoje, entendo porque o Fernando amava a minha juventude. Ele entrava no meu ritmo. Era uma coisa leve. Antes, eu gostava de homem mais velho, que me dava segurança. Estou repensando isso. Estou aberta a encontrar uma pessoa. Contanto que me faça feliz, a idade é o que menos importa.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 7]: MC O que acha da Dilma?

RC É uma excelente presidenta. Votei nela no segundo turno. Até para ver uma mulher presidenta do Brasil. Ela tem uma grande história. Nunca votei no Lula. Mas, no final dos mandatos, ele conseguiu fazer um bom trabalho.

MC Que bons momentos guarda da vida de primeira-dama?

RC Na Espanha, a rainha quebrou o protocolo e nos convidou para almoçar no palácio. Foi uma delícia. Sentamos eu, Fernando, o rei (JUAN CARLOS) e a rainha (SOFIA­). Sou privilegiada desde­ o ventre. Chegar aonde­ cheguei com 25 anos. Quantas pessoas têm a experiên­cia de um rei lhes servir? No Japão, na entronização do imperador, a princesa Diana se aproximou e me parabenizou pela minha roupa, um longo verde­ da Glorinha Pires Rebello.

MC Como define seu estilo?

RC Não usava um estilista só. Estava sempre de tailleur. Tinha Chanel, Dior, as melhores grifes. Alguns modelos, eu até copiava da princesa Diana. Eu gosto de cores, sou colorida. Tinham preconceito por eu ser nordestina. Mesmo de Chanel. Contratei duas jornalistas de Brasília como personal stylists. Fiquei mais clássica e deixei de usar sapato combinando com a bolsa.

MC Você consertou os dentes?

RC Fiz um tratamento para fechar a falha, com Olympio Faissol, o sogro do João Gilberto. Adorei. Mudou as feições. Fiz uma lipo há dez anos. Plástica ainda não, mas estou com vontade. Daqui a pouco, vou ver o que precisa e estico aqui ou ali. Não vou deixar nada­ cair. Sempre tive vontade de colocar silicone. Antes dos 50, coloco. Dá uma levantada.

MC Você é vaidosa?

RC Eu me acho mais bonita hoje. Quando vejo as fotos, estou bem melhor. Tenho mais músculos, malho três vezes por semana, faço pilates. Sou bem durinha: 47, mas corpinho de 30.

MC Olhando para trás, que valores se orgulha de ter herdado­ de sua família?

RC A personalidade forte. Bons costumes. Ser leal. Nós somos muito unidos. Mesmo quando teve uma morte no interior e o meu irmão caçula, o Joãozinho, ficou detido (EM 1987, FOI ACUSADO DE ASSASSINAR O GENRO DO PREFEITO DE MATA GRANDE E, EM 1990, DE ATIRAR NO PREFEITO DE CANAPI) continuamos unidos. Ele tinha 15 anos e ficou um tempo preso. Todo mundo me aconselhou a não visitá-lo, mas eu fui assim mesmo, até ele ser liberado. Antes de ser a primeira-dama do estado, era a irmã dele. Não concordava com o que ele fez, mas não ia desampará-lo.

MC Bem diferente da relação dos irmãos Collor?

RC Muito. Lá (NA FAMÍLIA COLLOR) era um brigando com o outro. Não só Fernando e Pedro. Leopoldo, outro irmão, não falava com Ana Luiza, a irmã. Ele bateu na cara dela numa discussão. E o engraçado é que minha família era a violenta. Quando inventaram que eu tinha um amante (LUIZ MÁRIO, EX-CHEFE DO CERIMONIAL DO GOVERNO DO DF), Joãozinho foi violento, brigou mesmo com um sujeito que me ofendeu. No impeachment, eu disse a Fernando: “Está vendo, o meu irmão fez pra me defender. O seu lhe denunciou para acabar com você”. Aí está a diferença.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 1:
Ex-mãe de Santo Maria Cecilia e o Caso Collor e Rosane Collor:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR51195-6009,00.htm

ALAGOAS
Confissões do terreiro
Ex-mãe-de-santo do presidente Collor se converte e conta sobre os despachos que fazia na Dinda
EDUARDO BURCKHARDT

Como tantos personagens dos programas evangélicos exibidos na TV, Maria Cecília da Silva, de 42 anos, conta que um dia vendeu sua alma ao Diabo. Foi numa noite de lua cheia em 1986, num ritual macabro durante o qual degolou seis animais, depois passou a faca em sua mão esquerda e deixou o sangue verter numa vasilha de barro. Naquele tempo ela atendia pelo nome de Mãe Cecília, era a mãe-de-santo mais famosa de Alagoas e recebia os clientes em seu terreiro na cidade de Arapiraca, a 136 quilômetros de Maceió. O "serviço", segundo ela, foi encomendado por seu cliente mais importante, o então governador Fernando Collor de Mello, em troca de uma ascensão irresistível na política nacional. Hoje, convertida a uma igreja evangélica, Maria Cecília diz que abandonou a magia negra e quer recuperar sua alma. Na semana passada ela deu a ÉPOCA uma série de entrevistas, contando como acompanhou a carreira de Collor até o Planalto e por que só agora - depois de ser procurada pela imprensa durante anos - decidiu falar. "Eu me arrependo de tudo o que fiz. Não quero vingança, não quero nada. Só preciso dar aos fiéis o meu testemunho."

Cecília freqüentou os bastidores da vida de Collor desde o início de sua carreira. Foi apresentada a ele pela mulher, Rosane, para quem jogara búzios. Logo se tornou uma espécie de guru espiritual do casal. "Fazia o possível e o impossível para atender a seus pedidos", afirma. Nos momentos de instabilidade do governo, Cecília diz ter feito sessões de magia negra, com sacrifícios de animais, para atingir os inimigos do afilhado. Conta que, para garantir o sucesso dos trabalhos, Collor e Rosane tinham de "cumprir obrigações" para com as entidades do além. Elas consistiam em abastecer o terreiro, financiar os despachos e participar regularmente das cerimônias de sacrifício. "Eles sempre foram obedientes", afirma. Cecília virou amiga do casal.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 2:

Diz que por várias vezes foi acordada de madrugada por Rosane, que aos prantos pedia que intercedesse pelo marido. Quando a filha da mãe-de-santo nasceu com problemas de saúde, os Collor pagaram os gastos com o hospital. Foram padrinhos de batismo da menina. Mãe Cecília tinha acesso livre ao Palácio dos Martírios e freqüentava as festas da elite. O sucesso do apadrinhado atraiu outros políticos. Dava 30 consultas por dia, ganhou muito dinheiro, comprou uma chácara e uma casa de praia.

Quando o governador decidiu tentar a Presidência, Mãe Cecília passou a trabalhar para ele em tempo integral. Ela e seu grupo entravam nos cemitérios de Alagoas e abriam catacumbas para colocar amuletos na boca dos mortos e recolher ossos humanos para feitiços. Quando as pesquisas de intenções de voto apontavam a subida de algum adversário, Mãe Cecília fazia um "trabalho". Na primeira subida de Collor na rampa do Planalto, a mãe-de-santo estava lá, à direita do presidente. "Ele foi de branco, em homenagem a Oxóssi", conta ela. Como o presidente não tinha mais tempo de ir a Arapiraca, Mãe Cecília passou a ir até Brasília. "Collor mandava um jatinho buscá-la", conta Aroldo Marques, colunista social de Arapiraca. A ialorixá ganhou emprego com carteira assinada na LBA. Ela diz que um terreiro foi preparado no porão na Casa da Dinda e as sessões eram realizadas ali mesmo. Em seu livro Passando a Limpo, o falecido irmão do presidente, Pedro Collor, diz que Cecília era a "mestra dos rituais" e que visitas chegaram a encontrar o casal presidencial em roupas de despacho - Fernando, todo de branco, sem sapatos, e Rosane com roupa de cigana, de cetim vermelho, por causa de sua orixá, a Pomba-Gira.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 3:

A mãe-de-santo conta que, alguns meses depois da chegada ao poder, o presidente passou a desprezá-la. Não atendia mais às ligações, pedia que subordinados a dispensassem, não cumpria mais com as obrigações financeiras e espirituais com o terreiro. Os espíritos, diz ela, se revoltaram. "Passaram a fazer contra ele tudo o que tinha feito a seus adversários." Às vésperas do impeachment, Rosane ligou para Mãe Cecília, desesperada, pedindo que ela ajudasse. A ialorixá cedeu, "mas já não tinha a mesma força". Logo depois decidiu abandonar a magia negra. Sem o dinheiro dos "trabalhos" de macumba, empobreceu e chegou a trabalhar como cozinheira. Buscou amparo em igrejas evangélicas e se converteu à Assembléia de Deus, uma das denominações mais conservadoras. Hoje vive com que recebe para dar cursos e palestras, além da venda de um CD com suas pregações, oferecido na porta da igreja por R$ 12. A revolta com o ex-presidente, porém, não passou. Há dois anos a filha Juliana, de 13 anos, afilhada de Collor, tenta entrar em contato com o padrinho, que não a recebe. Insistentemente procurado por ÉPOCA para falar sobre a entrevista de Cecília, ao longo de toda a semana, Collor avisou por meio de sua assessoria que não vai comentar o assunto. Concorrendo novamente ao governo de Alagoas, ele não usa mais os serviços de mães-de-santo.

'Vendi a alma ao Demônio'

Maria Cecília conta como agiu em favor de Collor durante a campanha presidencial e no impeachment

ÉPOCA - Fernando Collor falava com as entidades?
Maria Cecília - Na casa dele em Alagoas, na Casa da Dinda ou no próprio Palácio do Planalto. Ele passava os pedidos e eu tinha que correr para fazer os trabalhos. Ele fumava charuto cubano e bebia uísque importado com elas. Como ele tinha condições, habituou as entidades de forma diferente. Elas estavam acostumadas com cachaça e cigarro, passaram a ganhar produtos finos e importados. A entidade cigana, por exemplo, só queria do champanhe mais caro. No centro que improvisei no porão da Casa da Dinda, só usei louças de porcelana.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 4:

ÉPOCA - Collor e Rosane iam juntos ao terreiro?

Maria Cecília - Era parte das obrigações. Chegavam com os alguidares prontos. As criações (animais oferecidos em sacrifício) só podiam ser mortas na presença deles. Eles acompanhavam o cerimonial, a colocação do sangue e das cabeças nas tigelas, e antes de sair recebiam um banho de sangue nas mãos.

ÉPOCA - A senhora intercedeu de maneira diferente em algum caso em especial?
Maria Cecília - Durante a campanha para a Presidência, vi que Silvio Santos seria uma grande ameaça. Collor disse que eu fizesse o que fosse preciso. Fiz um trabalho grande que incluía pôr um azougue (espécie de amuleto) na boca de sete pessoas mortas, recém-enterradas no cemitério.

ÉPOCA - Collor poderia ter evitado o impeachment?
Maria Cecília - Se tivesse se mantido fiel aos orixás, tenho certeza que sim. As entidades contribuíram para a derrota porque ele não colaborava mais com elas. Me tratava com indiferença, não dava mais dinheiro para os trabalhos.

ÉPOCA - A senhora tentou ajudá-lo?
Maria Cecília - Fiz a pedido de Rosane. As entidades tinham um apego especial a ela, e por várias vezes não fizeram nada pior a Collor por causa disso. Na votação do impeachment tentei restabelecer a relação. Só que no fundo eu ainda estava revoltada, e a legião que o atendia passou a não mais se envolver. Não tinha mais volta.

ÉPOCA - Alguma vez a senhora atendeu a algum pedido pessoal do casal?
Maria Cecília - Muitas vezes Rosane me ligava chorando. Dizia que queria fazer muitos projetos na LBA e ele não deixava que atuasse. Peguei perfumes, flores brancas, mel de abelha e fiz o que chamamos trabalho de paz. Quando Collor passou a andar sem aliança, também agi.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 5:

ÉPOCA - A senhora foi acusada de ter pedido a morte de Pedro Collor e de PC Farias.
Maria Cecília - Quando esses casos ocorreram eu não era mais mãe-de-santo. Já tinha o coração voltado para Deus.

ÉPOCA - Alguém está lhe pagando para fazer essas denúncias?
Maria Cecília - De jeito nenhum.

ÉPOCA - Não há interesse político por trás dessa decisão?
Maria Cecília - Não me envolvo mais com política. Meu compromisso é religioso, falo para os milhões de evangélicos conhecerem a verdadeira história.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Sobre Magia Negra, parte 1 - Pessoa por Email:

Há mais ou menos 5 anos tive minha vida totalmente destruída, muitas pessoas me disseram ser obra de uma Magia Negra, porque a pessoa que “em tese” fez isso, tinha acesso a tudo na minha casa, certa vez levou um vidro com formigas com asa vivas orientando minha irmã para colocá-las vivas em chocolate derretido, depois no freezer e servir para meu cunhado como chocolate crocante, disse que era para curar asma e que dava para o marido dela tb, depois que a pessoa foi embora eu e minha irmã jogamos no vaso sanitário e demos descarga, imagina dar aquilo para meu cunhado. Me disseram que a Magia foi feita para me separar do meu ex namorado que era irmão do meu cunhado, e que era pra me matar se eu não morresse, nunca mais viveria um amor, se alguém me amasse eu não o amaria e se eu amasse alguém então ele não me amaria, a magiaem parte foi desfeita ou acreditei que sim pq de fato os sintomas (vômitos) que tinha graças a Deus desapareceram. Eu vomitava o dia todo umas seis vezes por dia muitas vezes em jejum, sem forças pra me levantar, cheguei a pesar 38kg. Meu ex terminou comigo do nada de uma hora pra outra, mas não desconfiei de nada pq continuamos amigos, ele me ligava umas 10 vezes por dia, me envia SMS e se eu entrava na net, já ia bater papo comigo. No dia que terminou foi por telefone, estava estranho, chorando e estava na cidade dessa pessoa. Ele de fato só mudou mesmo no dia do batizado do nosso afilhado, parecia outra pessoa, nem olhou na minha cara, parecia ter asco de mim, foi muito constrangedor pq tds éramos de uma mesma família e tds me olhavam e eu tentava parecer normal. Até que essa pessoa veio e disse a minha mãe que ele havia conhecido uma moça naquela semana mas que não queria teretete pro lado dela pq não tinha nd haver com isso. No batizado ela não parou de fazer carinho no meu cabelo e uma hora minha mãe pediu que eu me afastasse um pouco dela (estranhei pq monha mãe não fala nd, não repara em ninguém, nem fala mal) só depois qdo td acabou é que minha mãe comentou sobre o que ela havia dito. Nem sei pq, já estávamos separados ele podia namorar quem quisesse, só que depois do batizado começaram os vômitos, emagreci demais e fui fazer consultas com médicos e até psicólogos pq me sentia fraca, desanimada e só qdo foi descartada a parte médica procurei ajuda espiritual, lembrei que a mãe dela estivera em minha casa uma semana antes do término do meu nsmoro por telefone, e fomos juntando outras situações, foi muito difícil pq foi feito por alguém que amo muito, minha família ficou dividida, quase enlouqueci pq acreditar que o mal vem de alguém que vc confiou como mãe por td vida é devastador. Mas mesmo a dita Magia sendo“desfeita” não consegui ter de volta tudo que tiraram de mim. Tiraram meu amor, causaram e ainda causam muita briga familiar, perdi td que possuía de material, não felizes de me separar do homem que amei (pq hj ele está casado com a tal moça, preparada p ele), vivendo com ela os planos que fizemos juntos, ainda causaram a separação da minha irmã, só que no caso deles foi o oposto meu cunhado não queria separar, mas minha irmã tem horror dele e nesse meio tempo reapareceu o 1º namorado dela depois de 25 anos sem se ver, eles saíram algumas vezes ela ficou louca pra separar fez um péssimo acordo de divórcio e depois de assinado o tal 1º namorado sumiu. Escolheram pessoas a dedo para eles, agora meu ex cunhado namora com uma manicure e a mãe já foi acusada até de pedofilia. Nossa vida foi destruída. Os sogros da minha irmã que adoravam ela, hj a odeiam, eles não suportavam as pessoas que me enviaram esse trabalho, hj é o amor da vida deles. Estou cansada de orar, rezar, pedir a Deus, algumas pessoas me disseram que para interromper tudo isso teria que fazer o mesmo que fizeram, me perdoe não quero ser desrespeitosa, mas jamais me vi utilizando esses meios, sou kardecista, mas percebi depois de tanto clamar que estou lutando com estilingue contra tiro de canhão.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Sobre Magia Negra, parte 2 - Pessoa por Email:

Cheguei a namorar um homem maravilhoso depois de tudo isso, não era a paixão da minha vida, mas um amor construído, mas minha irmã ficou tão enlouquecida qdo o 1º namorado sumiu que fez da minha vida um inferno, acabei dividindo minha dor com ele que tb é kardecista, mas chegou um momento que nem eu mesma estava agüentado, até violência física da minha irmã em relação a mim teve. E qdo decidi vender meu carro para dar o dinheiro para minha irmã montar um apto, pq ela queria, meu namorado foi contra e como vendi por não suportar as loucuras na minha casa terminamos. Não foi pelo $ do carro sou professora aposentada, meu ex namorado ganhava bem mais que eu, ele só não concordava que eu cedesse a tudo. Quero minha vida de volta, quero meu amor de volta, mas não quero fazer nada para meu ex ele é muito correto e espiritualmente forte, queria que ele me perdoasse por ter sido fraca, ter cedido tanto, que voltássemos por amor, sei que ele não namorou ninguém depois de mim, que nosso amor era verdadeiro.. O 1º que hj está casado, dizia que eu era a luz da vida dele, pois ele havia sido traído estava muito deprimido, não tinha mais vontade pra nada, viramos amigos nessa fase e depois de um tempo começamos a namorar, ele dizia que não teria retomado a carreira, superado o medo de gostar de alguém novamente, de confiar, antes da minha presença na vida dele, o que sobrou de tudo isso? Asco, é o que ele passou a sentir por mim, mas está casado e se Deus não permitiu a volta enqto namoravam não quero destruir a vida dele, não sei se suportaria ter sido traído e agora se separar mesmo de alguém que usou o mal para tê-lo, está cego, então está feliz. Decidi que agora quero tudo de volta,ser amada e amar novamente, quero que o mesmo aconteça pra minha irmã, quero minha família unida como sempre foi. A única coisa má que desejo fazer e nem sei se é má e que quero separar a mulher que fez essa magia pra mim do marido dela, para que ela sinta o mesmo que eu senti, que ele tenha repulsa dela, nojo, asco, que ele a deixe com o mínimo possível assim como foi a separação da minha irmã, pois tendo tudo ela teve tempo para pensar em fazer o mal, que trabalhe como eu sempre trabalhei a vida toda. Quero que os sogros dela e o marido ouçam e vejam quem é ela na verdade, pq os chama de negros fedidos (perdão a fala é dela) e é horrível, diz que não os suporta e tem nojo de entrar na mesma piscina que eles e eles hj a tratam como uma rainha, a nora do ano. Quero que essa mulher que está com meu cunhado seja separada dele, que ele tenha nojo dela, voltar com minha irmã como antes só se for da vontade de Deus e para ambos serem felizes e que o asco que minha irmã sente por ele seja retirado. Por fim quero minha vida financeira e da minha família de volta, que seja restituído tudo que nos levaram, hj entra 100 e sai 1000, tinha um carro importado, um bom salário, minha casa. Hj ando a pé, moro num quarto com banheiro e preciso de um emprego para restaurar minha vida material, sentimental e familiar. Já que minha única saída é me defender com as mesmas armas que me atacam, então quero tudo de volta, não consigo conviver mais com tanta maldade, cinismo, destruição da minha família (me refiro aos laços de amor e união que sempre foram nossa maior herança), até isso foi quebrado, nos voltamos uns contra os outros e essa dor é a mais pungente, nossos amigos de infância que conviveram conosco não acreditam no imenso desamor que se instalou em meu lar. Minha intenção é ter minha vida de volta, não desejo o mal.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Sobre Magia Negra, parte 3 - Pessoa por Email:

só que experimentem um pouco do tudo que fizeram, para não fazer ninguém mais passar pelo que estamos passando. Rezei e ainda rezo muito por essas pessoas, mas não posso aceitar essa maldade desproporcional e sem propósito de fato. Só que para a verdade aparecer, é preciso que os envolvidos se mostrem de fato, ou sejam vistos tal qual são, o porque de tudo isso, inveja. É bem difícil conviver com uma dor diária, das mentiras que foram repetidas tantas vezes que p todos viraram vd. Todos ficaram cegos, menos eu, minhamãezinha tem 80 anos, já não suporto vê-la sofrer e ser privada de coisas que lhe proporcionariam uma vida em paz. Tudo por motivo fútil, inveja. Podem me ajudar? Qto cobrariam pelo trabalho? Gostaria de estar presente no trabalho, não quero ser desrespeitosa, mas já levei muita rasteira online, parecem ser sérios por isso estou certa que minha presença não vai atrapalhar. Desde já, grata. Aguardo retorno, Roberta.


Resposta:

Viu... acho que demorou muito até esboçar alguma reação, acabou seguindo essas doutrinações alienadas do Kardecismo e ficou de braços cruzados só pedindo ajuda a Jesus, e aos Mentores de "luz" e a triste verdade é que nenhum deles fez nada por você. Jesus nunca existiu, o kardecismo não passa de cristianismo reformado, e você caiu na ladainha da conversinha torta dos espiritas como uma patinha.

Se tivesse esboçado reação desde o inicio, combatido fogo com fogo, magia com magia, talvez a sua queda não teria sido tão grande, mas não... ficou alienada rezando para jesus e esperando milagre cair do Céu.

Você pagou pela tolice de acreditar em alienações obvias que é o cristianismo, espiritismo, e todas essas religiões infantis. Foi vitima de magia negra de uma pessoa bem instruída, preparada e sensata, e a verdade é que essa pessoa te esmagou completamente.

Você foi derrota de cima a baixo, e de baixo a cima, levou uma goleada que foi um vexame, pior que os 7 há 1 do Brasil contra a Alemanha.

Sabe o que eu te aconselho? Reconheça a derrota fragorosa que sofreu, diga a si mesma que foi esmagada, e pisada, e foi sim derrotada completamente, reconheça a força esmagadora dessa moça que usou de magia. Esqueça esse ódio o orgulho, reconheça a força descomunal que essa moça e seu feiticeiro tem, e faça por onde você.

Agora que viu da pior forma possível que cristianismo, espiritismo, não vale de nada, é tudo ilusão, estude você a magia verdadeira, estou falando de Candomblé, Umbanda, e também Vodu e Palomanhom, estude isso, se aproxime de pessoas que praticam, seja humilde, sirva e aprenda, e quem sabe depois de desencarnar poderá lá no plano astral se tornar uma mestra da magia verdadeira. Numa próxima encarnação poderá vir de outra forma, totalmente modificada, bem mais esperta, e ai sim terá uma vida bem mais significativa.

Essa moça ai, que te derrotou completamente, merece admiração, e não ódio. Não bata de frente com ela de novo, ou sua miséria será ainda pior, melhor que vire amiga dela.

Conselho de um VERDADEIRO AMIGO!

Você pagou pela ignorância, por não se interessar por essas coisas, por nem se importar em saber se era verdade ou não, as entidades que foram contratadas para te arruinar fizeram mesmo o combinado que é para você acordar desse sonho religioso chamado cristianismo, e suas vertentes. A tal moça até pode ser “maldosa” e ter tido uma atitude “errada” mas as entidades fizeram exatamente o que ela pediu, que é para você a “bela adormecida” acordar para a realidade dos fatos. Foi como se fosse um balde de água fria, mas veja como funcionou? Quando a vitima da magia é uma pessoa desinformada como você era, as entidades fazem questão de fazer algo sim, que é para a pessoa aprender da pior forma, mas aprende.
Pessoas que não acredita, nem estuda a magia verdadeira, caem como moscas perante magias da linha da umbanda e candomblé (e outras), e só caindo e que aprendem a ter interesse sobre o assunto.

Boa sorte...

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Pompagira, famosas que admitem receber ajuda de Pompagira e Exu para ter sucesso em todas as áreas:

- Juliana Paes, revela seu envolvimento com a umbanda, e pompagira: https://www.youtube.com/watch?v=v2aAp-aLHCA

- Sabrina Sato, se revela médium, incorpora pompagira: https://www.youtube.com/watch?v=-LWPVJB0BHI

- Ivete Sangalo "aparentemente" incorporando pompagira: https://www.youtube.com/watch?v=LYdwvv4Y3T4

- Anitta, a cantora, era evangélica, e deixou, para virar cantora multi milionária ocultista, como a Katy Perry: https://www.youtube.com/watch?v=38eIegRln0Q

- Cantora Paula Fernanda: https://www.youtube.com/watch?v=1aMc0yhnHkQ

Todos esses videos é de cristãos mal informados, mas mesmo assim eles passam informações uteis, essas moças todas que fazem sucesso estrondoso, elas que são fenômeno de popularidade, apelaram para as entidades guias, e isso explica por que o sucesso delas é tão formidável.

Todos esses casos é apenas uma pequena amostra, Vale muito a pena ter como aliados os guias, pela parte dos homens há muitos mais casos, os famosos que temos certeza é o Collor, José Sarney, Lula, Dilma, etc...

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 01: Pai de santo: "Rosane era quem pedia magia negra para Collor", http://primeiraedicao.com.br/noticia/2012/08/17/pai-de-santo-rosane-era-quem-pedia-magia-negra-para-collor

A matéria está no Site do Diário de Pernambuco e tem combustível para tocar fogo na desavença alimentada por Rosane Malta com seu ex Fernando Collor. O texto de Tauan Saturnino inclui depoimento de um pai de santo de Olinda que garante: a magia negra para o ex-presdente era feita a pedido da primeira-dama Rosane Collor. Leia a íntegra:

"Numa casa grande e decorada com imagens de santos e entidades da umbanda, na periferia de Olinda, um homem risonho, de meia-idade, abre a porta. No interior da residência, Pai Ralf, nome usado por Ralf Genary nas sessões de atendimento espiritual, para em frente a um banner com uma foto onde ele aparece ladeado pelo casal Fernando e Rosane Collor, agora separado. Ambos, ele reforça, antigos clientes do terreiro. Dizendo atender ordens da entidade espiritual Maria Padilha, ele procurou o Diário para negar que Rosane, hoje evangélica, tenha, no passado, sido apenas uma espectadora de sessões de “macumba”, obrigada pelo ex-marido. Por muitos anos, ele garante, ela procurou os serviços do pai de santo em busca de poder e para se livrar de problemas com a Justiça. Os rituais envolviam a morte de animais e ocorreram entre 1993 e 1997.
Pai Ralf afirma ter sido procurado por Rosane para livrá-la de um processo de desvio de verba da antiga Legião Brasileira de Assistência (LBA), órgão do governo federal de caráter filantrópico presidido pelas primeiras-damas e extinto em 1995. Após este primeiro caso, o pai de santo diz ter se encontrado pessoalmente com Fernando Collor e se oferecido para livrá-lo do processo penal por corrupção passiva que respondia na época. Pai Ralf decidiu tornar o caso público após a entrevista dada por Rosane na TV, no mês de julho, quando ela detalhou os rituais e afirmou não ter envolvimento direto com as práticas de feitiçaria. Rosane briga na Justiça pelo aumento da pensão, de R$ 16 mil para R$ 40 mil.

Pai Ralf diz ter conhecido Rosane por intermédio de Suzana Marcolino, namorada de Paulo César Farias, tesoureiro da campanha de Collor à presidência e um dos pivôs do escândalo que levou o ex-presidente ao impeachment. “Na época em que Collor foi afastado, eu tive uma visão dele deixando a presidência e sendo atingido por ovos podres. No mesmo período, fui atender em um salão de beleza de Maceió e conheci Suzana Marcolino, aquela que morreu com PC Farias. Ela disse que uma amiga de Rosane gostaria que eu fizesse uns trabalhos e então descobri que era a própria Rosane que queria meus serviços para absolvê-la no processo da LBA. Como pagamento, eu pedi para ajudar Fernando Collor, que estava na lama”, disse o pai de santo.

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 02: Pai de santo: "Rosane era quem pedia magia negra para Collor", http://primeiraedicao.com.br/noticia/2012/08/17/pai-de-santo-rosane-era-quem-pedia-magia-negra-para-collor

De acordo com Pai Ralf, a entidade Maria Padilha, que através dele atendia o casal, ficou indignada depois da entrevista de Rosane, por ela não ter falado sobre o tempo em que se envolvia em práticas ocultistas após o afastamento de Collor da presidência. “Estou dizendo apenas o que Maria Padilha está passando. Ela ficou revoltada por Collor não cumprir as dívidas espirituais. Rosane provocou a minha separação de Collor e Maria Padilha separou o casal. Acho que agora ela é evangélica para tirar dinheiro dele ou se promover. Uma pessoa cristã não pode agir como ela agiu, desprezando a entidade depois de tanto trabalho negro que fiz”, afirmou.
Retorno à Presidência da República
O umbandista também disse que caso Fernando Collor pague as dívidas que possui com o mundo espiritual, ele estará apto para voltar à Presidência da República. “Ele não pagou a dívida com as entidades. Collor tem que ir para a Igreja de São Jorge, no Rio de Janeiro, e no Recife ele deve subir as escadarias do Morro da Conceição e visitar o túmulo da “menina sem nome” (criança brutalmente assassinada e enterrada como indigente no Cemitério de Santo Amaro). Se fizer isso, voltará a ser presidente”, disse.
Para Pai Ralf, o julgamento do Mensalão também foi obra da entidade Maria Padilha. “Todos os que estão aí (no banco dos réus) lutaram pelo impeachment. Maria Padilha me disse que iria mostrar todos os inimigos dele na televisão e está aí. Até o presidente Lula era contra ele”. (De Tauan Saturnino, do Diário de Pernambuco).

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O que Está Acontecendo?

- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. [Bruno Guerreiro de Moraes]