segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Caçador de Múmias - Zahi Hawass - Série do Canal History Channel

Série do Canal por assinatura o History Channel, nele o secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto, Zahi Hawass, é acompanhado por uma equipe de TV durante o seu trabalho.

Zahi Hawass, ditador das relíquias do Egito

Veja Série Completa:
Abaixo veja a série, apesar de dividida em varias partes no Youtube, aqui ela passará na ordem, e como se fosse um só vídeo de grande duração


Lista de Reprodução, [Clique Aqui


Série do Canal History Channel

Como poderão conferir na série ele é um homem de personalidade orgulhosa e intolerante, cheio de manias sem nexo, o arqueólogo materialista/ateu inferniza a vida dos coitados que tem de acompanhá-lo. Ele briga, grita, humilha, os faz acordar no meio da madrugada, etc... enfim, um inferno.

Esse arqueólogo [Zahi Hawass] ficou famoso paulatinamente por que sempre que uma TV queria fazer um documentário sobre Egito, geralmente o governo Egípcio mandava a equipe falar com ele.


O Governo Islâmico do Egito então concentrou a mídia em suas mãos, todas as TVs que quisessem fazer algum documentário sobre Egito, sempre que quisessem filmar algum museu egípcio por dentro, ver as Pirâmides, as tumbas, as ruínas, tinham [e ainda tem], de falar com Zahi Hawass, e só terão autorização para fazê-lo caso ele libere. Então podemos dizer que ele é um tipo de ditador que governa com mãos de ferro todos os monumentos egípcios, se você não agradar Zahi Hawass não poderá nem pisar no Egito.

Pela personalidade que mostra Hawass é materialista/ateu, mas parece defender os dogmas islâmicos, por isso qualquer pessoa que venha ao Egito com intenção de pesquisar para fundamentar teorias que as conteste [como a de que as pirâmides de Gizé serem mais velhas do que vem sendo divulgado] ele logo barra os estudiosos e os expulsa do país. Sim isso mesmo que você leu... ele tem poder para expulsar do Egito qualquer pessoa que ele ache necessário.


Ao que tudo indica o governo egípcio sentiu que era melhor concentrar a autoridade para visitação e pesquisas no Egito nas mãos de uma só pessoa que então iria impor dogmas e axiomas baseados nas crenças islâmicas, que dentre outras coisas acredita [assim com os cristão fundamentalistas] que a Terra foi criada por deus há apenas 4 mil e 500 anos atrás.

Naturalmente se alguma descoberta contesta essa premissa, é trabalho de Zahi Hawass manté-la secreta, ou até mesmo destruí-la. O que fazem geralmente é distorcer as evidencias, para vende-las como se fossem confirmações dos axiomas defendidos. Uma coisa que se assemelha exatamente com o que os evolucionistas fazem, ao venderem para o publico leigo a idéia que a evolução acontece... E assim caminha a ciência e a imprensa em nosso miserável mundo...

Tirando esses pontos negativos, até que é divertido e interessante acompanhar o trabalho dele, e da infeliz equipe de TV que o acompanha, não por que ele seja carismático, divertido, ou coisa parecida, mas por que o Egito é de fato um lugar muito interessante e o passado misterioso e suntuoso fala por si mesmo. É por isso que a série será disponibilizada no nosso canal.

Abraços.

Ditador do Egito Zahi Hawass

Pagina do History sobre a série:
Sobre Zahi Hawass:

4 comentários:

marcos disse...

Que bom ler seus textos Bruno.

Jamil disse...

Legal a série, quando vai ter mais episódios

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 1:

Zahi Hawass não é mais o secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto

Fonte da informação: http://arqueologiaegipcia.com.br/2011/07/17/zahi-hawass-e-demitido/

O ministro de Antiguidades do Egito, Zahi Hawss, 64 anos, uma das personalidades egípcias mais conhecidas do mundo, foi demitido de seu cargo no domingo (17) após meses de pressão de críticos que atacavam sua credibilidade e o acusavam de ser próximo demais do regime de Housni Mubarak.

Conhecido nos círculos arqueológicos por gostar mais de publicidade do que de ciência, Hawass perdeu seu cargo junto com outros doze ministros, numa manobra de apaziguamento de manifestantes que pedem o expurgo dos resquícios do governo de Mubarak.

“Ele era o Mubarak das antiguidades”, afirmou a ativista e arqueóloga Nora Shalaby. “Agia como se fosse dono das arqueologia do país, e não como se ela pertencesse ao povo egípcio”.

Apesar das críticas, Hawass era creditado por aumentar o interesse na arqueologia e turismo egípcios, um dos pilares da economia do país. Mas especialistas afirmavam que não havia pesquisa séria por trás de seu trabalho.

Segundo Nora, Hawass não aceitava críticas a seu trabalho. Ela disse que suas descobertas eram mais para sua auto-promoção, “reciclando” algumas descobertas antigas atrás de notoriedade para si mesmo.

Ele se autoproclamava “guardião” da herança cultural egípcia. Em 2009, em uma entrevista a uma revista do país, afirmou que George Lucas, criador da série de cinema “Indiana Jones” teria ido visitá-lo no Egito “para conhecer o verdadeiro Indiana Jones”.

Hawass começou como inspetor de antiguidades em 1969, e sua carreira evoluiu até ser um dos nomes mais conhecidos no ramo da egiptologia. Tornou-se o diretor geral de antiguidades da região de Gizé no fim dos anos 1980, antes de ser alçado ao cargo de maior arqueólogo do Egito em 2002. Um dos últimos atos de Mubarak foi elevar sua posição à de um ministro de gabinete. Após a queda do presidente, Hawass ofereceu sua demissão mas foi recolocado ao cargo, até ser finalmente demitido ontem.

Hawass foi associado à maioria das escavações arqueológicas no Egito, com descobertas grandiosas como a escavação do Vale das Múmias do Oásis Bahariya em 1999 e o descobrimento da múmia da rainha Hatshepsut, cerca de dez anos mais tarde.

Ele era figura freqüente em programas científicos na TV. O Discovery Channel o acompanhou durante o achado de Hatshepsut, e chegou a ter um reality show em outro canal de TV a cabo. Uma de suas maiores campanhas era o repatriamento de artefatos egípcios levados a outros países durante a época colonial, recuperando cerca de 5000 peças. Um dos casos mais recentes foi a campanha pela recuperação de um busto da rainha Nefertiti de 3300 anos, exibido há décadas em um museu de Berlim.

Hawass também tinha uma linha de roupas, inclusive de seu chapéu (sua marca registrada), cujas fotos promocionais foram tiradas no Museu Egípcio, o que atraiu a ira de muitos arqueólogos. “Ele foi uma personalidade criada pela mídia,” afirmou Abdel-Halim Andel-Nour, presidente da Associação de Arqueólogos Egípcios.

Hawass foi subistituído por Abdel-Fattah el-Banna, um professor de restauração conhecido da mídia egípcia por sua participação nos protestos na praça Tahrir.

(Com informações da AP)

Bruno Guerreiro de Moraes disse...

Parte 2:

Pois é... não sei dizer se a saída dele é boa ou não, concordo com todas as criticas feitas. Ele de fato era autoritário em demasia, não era cientificamente correto,parecia, e de fato, distorceu dados históricos,a favor de dogmas da religião islâmica,e também do materialismo/ateísmo, ao qual claramente era adepto.

É um homem complexo com um ENORME ego inchado, super inchado... acho até que ele se achava um faraó do Egito (Risos), como era mesmo o apelido dele.

Na série caçador de múmias do History channel [que eu coloquei inteira no Youtube] dá para notar que todas as criticas feitas pelos arqueólogos opositores é verdade, aliás, acho que foi esse realite show que acabou com ele de vez (Risos). Acabou mostrando todos os "podres" desse tolo homem.

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